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Mais uma noite “quente” para os amantes das lutas. Na Rede TV! novo capítulo do UFC – Sem Limites, com mais um combate do brasileiro Anderson Silva.

No canal HBO Plus, poderemos ver em ação o ótimo Victor Ortiz diante de Marcos Maidana, pelo cinturão interino dos meio-médios-ligeiros da Associação Mundial de Boxe.

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A Espanha pensou que iria massacrar os Estados Unidos na semifinal da Copa das Confederações. Mas não sabia que do outro lado tinha um Dempsey. Resultado: derrota por 2 a 0.

O meia Clint Dempsey nada tem de parentesco com o mostruoso Jack Dempsey, que assombrou o mundo e foi campeão dos pesos pesados de 1919 a 1926. O “Matador de Manassa” venceu 66 lutas (51 nocautes), empatou 11 e perdeu seis combates.

A mais ilustre de suas vitórias foi sobre o fortíssimo argentino Luis Angel Firpo, o “Touro Selvagem dos Pampas”, em 13 de setembro de 1923. Diante de 82 mil pessoas, em Nova York, os dois travaram um dos combates mais violentos da história.

Firpo caiu cinco vezes no primeiro assalto, mas ainda teve forças para reagir e acertar uma direita impressionante, que levou Dempsey para fora do ringue. Tudo isso foi no primeiro assalto.

No segundo, Dempsey foi para cima e derrubou Firpo mais duas vezes.

Jack Dempsey nasceu em Manassa, Colorado, em 24 de Junho de 1895. Morreu em Nova York, em 31 de Maio de 1983.

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24.junho.2009 16:01:03

Uma triste história

Um homem negro de quase dois metros de altura e 150 quilos chama a atenção na fila de um supermercado de East Rutherford, em Nova Jersey. Nas mãos, a cesta de compras com um cinto de couro de US$ 2,00 e um vidro de xampu de US$ 1,00. Outro comprador próximo grita. “O campeão está aqui. Ele derrotou Evander Holyfield duas vezes em três lutas. Ele é Riddick Bowe.” Duas mulheres se aproximam. Ele abre o sorriso repleto de carisma, que marcou o auge de sua carreira entre 1990 e 1996. Uma delas pergunta se ainda luta. Aos 41 anos, Bowe responde que lutou em 12 de dezembro – vitória sobre o desconhecido alemão Gene Pukall, por pontos, após oito assaltos.

Após uma rápida conversa, o ex-campeão dos pesos pesados (Conselho Mundial, Associação Mundial e Federação Internacional de Boxe) tenta vender uma foto sua autografada dos bons tempos. Elas aceitam e pagam US$ 35,00. Ele também oferece um par de luvas por US$ 65,00, mas elas recusam a oferta. Sem jeito, Bowe deixa o estabelecimento. O homem volta a elogiar o ídolo. “Esse cara foi bom demais. Ganhou muito dinheiro, mas perdeu tudo.” Ele está certo. Bowe foi prata em Seul/1988, quando perdeu o ouro para Lennox Lewis.

Em 1989, se profissionalizou e ficou conhecido como “Big Daddy” por causa das fotos estampadas de seus filhos no roupão que usava antes das lutas. Fez duelos históricos, principalmente contra Holyfield (ganhou dois e perdeu um). Bateu em Pinklon Thomas, Tyrell Biggs, Tony Tubbs, Bruce Seldon e Michael Dokes.

Seu carisma chegou a ser comparado ao de Muhammad Ali. Bowe não soube lidar com a fama. Exagerou ao jogar o cinturão do CMB literalmente no lixo por se negar a enfrentar Lennox Lewis, em 1992, e perdeu credibilidade. Duas lutas contra Andrew Golota o desequilibraram mentalmente. Em ambas, o polonês foi desclassificado por golpear abaixo da cintura. No primeiro duelo, em Nova York, a confusão foi enorme. Os espectadores invadiram o ringue para agredir Golota. Bowe decidiu encerrar a carreira e se alistou na Marinha. Ficou poucos dias. Não aguentou a disciplina. Ficou preso por 18 meses, após agredir sua esposa e tentar raptar os cinco filhos. Ganhou US$ 15 milhões, mas agora sobe ao ringue por US$ 30 mil e vende fotos e luvas para sobreviver. “Voltarei a ser campeão.”

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Faz 33 anos que Eder Jofre pendurou as luvas. Mesmo assim, o mundo do boxe não esquece um de seus maiores talentos. Isso não é dito por um saudosista jornalista brasileiro. É só acompanhar o noticiário internacional.

O jornalista Cliff Rold, que é membro da Associação de Escritores de Boxe dos Estados Unidos, fez uma matéria sobre o ressurgimento da categoria dos pesos galos.

Falou de Fernando Montiel, Juan Manuel Lopez, Vic Darchinyan, Cristian Mijares, entre outros. Grandes lutadores da atualidade. Mas começou dizendo que não queria comparar nenhum deles com o maior peso galo da história: Eder Jofre. Que legal!

Aí eu recordo das lutas do Eder, já em fim de carreira (de calção rosa, lembram?), quando meu pai era publicitário da TV Tupi e vendia os patrocinadores para as lutas serem passadas no “Canal 4″. “Calma Eder! Não derruba ainda”, gritava o seo Baldini, com medo que o Galo de Ouro terminasse logo o combate e o patrocinador não aceitasse pagar todo o valor do patrocínio. “Tem de chegar pelo menos no quarto assalto”, torcia meu pai.

Que saudade!

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A organização dos combates na Alemanha não perde em nada para os Estados Unidos. Sábado, no duelo entre Klitschko e Chagaev, os 61 espectadores no estádio do Schalke 04, em Gelsenkirchen, participaram de um “show”. Pena que os lutadores não são do mesmo nível do evento.

Vista do Auf Schalke, em Gelsenkirchen, na Alemanha, para a luta

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22.junho.2009 11:34:51

Até quando?

Até quando o boxe brasileiro vai seguir como “sparring” do mundo? Lutas que ninguém sabe, com lutadores que ninguém conhece, atrás de cinturões que ninguém vê. Sábado, a baiana Halana dos Santos, de 19 anos, perdeu para a peruana Kina Malpartida, em Lima, por nocaute técnico, no sétimo assalto. Mais uma das milhões de tristezas do nosso pobre boxe.

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22.junho.2009 11:31:31

Com o sono em dia

Quem tem criança pequena usa o fim de semana de folga para recuperar um pouco do sono perdido durante a semana. Mas sábado eu tinha de ficar acordado para ver Klitschko e Chagaev. Até dormi de tarde com a filha mais nova para ter energia à noite. Mas não deu.

A cada jab sonolento do Klitschko, aliado ao jogo de pernas em câmera lenta do Chagaev minhas pálpebras ficavam cada vez mais pesadas. No quinto round fui a nocaute. Acabei não vendo o fim do VT na ESPN Brasil.

Pelo menos sabia o resultado desde de tarde por meio da internet, mas precisei pegar uma cópia da luta com um amigo para ver o resto dos cinco roundes no domingo pela manhã. Era melhor não ter visto. Afinal, toda a luta destes “soviéticos” são iguais. Um horror!

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Em 20 de junho de 1980, o panamenho Roberto Duran acabou com a invencibilidade de Sugar Ray Leonard. A vitória foi em Montreal, após 15 roundes sensacionais.

Vinte anos antes, o norte-americano Floyd Patterson se sagrou o primeiro peso pesado a recuperar o título mundial, ao derrotar o sueco Ingemar Johansson, após um maravilhoso gancho de esquerda. O confronto foi em Nova York.

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Se a Rede TV! transmite o UFC, a ESPN Brasil vai mostrar em VT o duelo entre Wladimir Klitschko e Ruslan Chagaev, a partir das 23 horas. Aqui, vou torcer pelo Chagaev, pois não dá para aguentar a lentidão do Wladimir.

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20.junho.2009 01:12:11

Anderson Silva na TV aberta

O segundo episódio do UFC – Sem limites, na Rede TV!, às 23h30 deste sábado, vai trazer um combate do talentoso brasileiro Anderson Silva. O adversário é Travis Lutter e o combate foi realizado no UFC 67. Imperdível para quem gosta de uma “bonita” luta.

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