Wagner Vilaron - Estadao.com.br
ir para o conteúdo
 • 

Patrocinado por

Leão forjou sua fama como técnico disciplinador e chegado a confusões, tanto com jogadores quanto com dirigentes.

Tais características renderam-lhe também a fama de técnico com “prazo de validade”.

Invariavelmente, dirigentes que trabalharam com ele calculam em seis meses o período fatídico.

E tudo isso ocorreu no São Paulo.

Leão teve problemas públicos com Lucas, Luis Fabiano, Rogério Ceni e com a direção do clube.

Em abril completou o tal prazo de seis meses.

Coincidência ou não, o time desandou dali em diante.

Mas Leão não é o único vilão dessa história.

Há muito tempo o São Paulo deixou para trás a fama de clube diferenciado.

Desde a saída de Muricy Ramalho, os dirigentes mostram-se incapazes de recolocar o time no caminho das vitórias.

E para justificar – e disfarçar – os próprios erros, recorrem à velha estratégia de mandar o treinador embora.

Transformaram a organização e o equilíbrio do São Paulo em uma verdadeira cadeira elétrica de profissionais.

Ricardo Gomes, Carpegiani, Baresi, Adilson Batista e, agora, Leão que o digam.

Comente!

Quando um bom jogador de futebol apresenta problemas, nossa pciência com suas mancadas fica maior.

Quando esse bom jogador é um atacante goleador, então, até torcemos para que ele mude.

É por isso que figuras como Adriano ainda conseguem clubes.

Os dirigentes e a torcida sempre apostam naquela mínima fração de esperança de que “agora vai”.

Mas, infelizmente, não vai.

No caso de Luis Fabiano, quem o contrata deve saber que adquiriu um pacote.

Dele faz parte um atacante goleador e respeitado pela torcida e adversários.

No entanto, tem de levar também o sujeito instável emocionalmente, que uma hora ou outra receberá cartões que o deixarão fora das partidas.

A vitória deste domingo sobre o Atlético-MG resumiu esse racioncínio.

Luis Fabiano fez o gol da vitória e acabou expulso.

Duro dar nota em um caso como esse.

Aliás, que nota você, leitor, daria ao atacante são-paulino?

Trata-se de uma questão de custo-benefício.

Cada um que calcule o seu.

Comente!

De modo geral, o São Paulo não foi bem.

Venceu por 1 a 0 graças ao brilho individual de Lucas.

O que não é demérito algum. Ele está lá para isso mesmo. E fez um golaço.

Mas a torcida sente uma mistura de alívio e apreensão.

O conjunto da equipe não transmite confiança.

E nada tem a ver com o fato de jogar parte do segundo tempo com um jogador a menos, após expulsão de Paulo Miranda.

Mesmo quando tinha 11 não convencia, tamanha a dificuldade em criar.

O Coritiba, por sua vez, jogou bem até ficar em vantagem numérica

Inexplicavelmente perdeu força no momento em que mais deveria pressionar o adversário, mesmo no Morumbi.

Certeza de casa cheia e muita pressão no Couto Pereira na semana que vem.

Mais do que equilíbrio tático, o São Paulo terá de mostrar equilíbrio emocional para chegar à final.

Comente!

Ao perceber o momento fragilizado da atual diretoria, a oposição do São Paulo decidiu sair da toca.

Em carta aberta aos sócios e formadores de opinião, o conselheiro vitalício e candidato derrotado na última eleição, Edson Francisco Lapolla, disparou contra Juvenal Juvêncio e seus fiéis seguidores.

A quem possa interessar, publico aqui a carta de Lapolla.

Evidentemente o espaço está aberto para qualquer manifestação da situação:

BASTA!

Fico pensando se como um simples sãopaulino, torcedor de arquibancada, tenho o direito de pedir a prisão do atual Presidente do SPFC. Terei eu o direito de fazer um Boletim de Ocorrência no 34º Distrito Policial da Vila Sonia? A Legislação me dá o direito de processar o indíviduo por perdas e danos morais à Instituição?.

Enfim, quais direitos tem os 18.000.000 de torcedores que estão sendo humilhados, execrados, mal tratados por este Senhor.

A imagem do Clube construída nos seus 82 anos de vida está definitivamente manchada pelo Ditador e sua incompetente Diretoria.

Está no cargo mais uma vez de forma ilegal, se sustentando através de liminares e subterfúgios jurídicos. UMA VERGONHA.

Seus bajuladores, aqueles da época das viagens internacionais, sugerem um busto. DEVEM ESTAR LOUCOS E OBCECADOS.

Hoje as manifestações da torcida nas diversas mídias sociais, a opinião de vários jornalistas, pedem um BASTA, e não um BUSTO a esta situação.

Por outro lado, na qualidade de Conselheiro Vitalício do SPFC pergunto-me que mais posso fazer. Nas eleições do ano passado, apoiado por uns poucos amigos, tomei a decisão de candidatar-me com o objetivo de no primeiro momento fazer com que os Conselheiros do Clube não fizessem o absurdo que acabaram fazendo, ou seja possibilitar o MANDATO ILEGAL de um tiranete.

Um movimento foi criado pelos torcedores, o “JUVENAL NEM A PAU”, várias enquetes mostravam a opinião de sócios e torcedores, mas, no entanto, a desgraça foi consumada.

E o que vemos hoje. Um Clube à deriva, com um Presidente megalomaníaco e uma Diretoria sem rumo, com objetivos individuais. Nem patrocínio o Clube tem.

O Ditador cria factóides. Uma hora é o Hotel. Outra hora é o Roberto Justus. Aliás aqui fica uma pergunta- Por onde anda Júlio Casares? Encostado segundo dizem nos corredores do Clube. Enquanto isto cadê o marketing criativo e audacioso de alguns anos atrás.

No Futebol- o caça-talentos tem um filho Empresário FIFA, pasmem. O Diretor de Futebol dá declarações dignas da escolinha do professor Raimundo. Todo ano as famosas compras de jogadores tipo CEASA, de baciada. Paciência tem limite.

FORA JUVENAL JUVÊNCIO

RESPEITO À TORCIDA DO SÃO PAUL0 F.C.

Edson Francisco Lapolla
Conselheiro Vitalício

Comente!

O São Paulo decidiu que vai retomar o pagamento de salários do meia Oscar.

De acordo com o advogado do clube, Carlos Eduardo Ambiel, o valor será o mesmo pago atualmente pelo Inter-RS

O staff do jogador rechaça a iniciativa tricolor.

Alega que o clube age assim apenas para elevar a multa rescisória do atleta, uma vez que o montante é proporcional ao valor do salário.

Se for necessário, Oscar pode até substituir o número de suas contas correntes.

Oscar alega que a multa não poderia ultrapassar os R$ 10 milhões.

O São Paulo não aceita negociar por menos de R$ 17 milhões.

Comente!

O blog revela o documento do qual os advogados do Internacional e do jogador Oscar sustentam a escalação do meia mesmo depois de a Justiça Trabalhista paulista ter sido favorável, em segunda instância, ao São Paulo no embate com o atleta.

De acordo com o advogado André Ribeiro, que representa o jogador, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sinaliza que só fará alteração no registro de Oscar após o julgamento em última instância. Em tese, até lá o atleta pode defender o clube gaúcho.

No caso, a CBF teve de se manifestar após consulta da direção do clube peruano Juan Aurich que, alertado sobre a briga na Justiça entre Oscar e São Paulo, pleiteava os pontos daquele jogo, a estreia de ambos na Taça Libertadores-12, vencido pelo Colorado.

Comente!

Faz quase dois anos que o garoto Oscar protagoniza briga nos tribunais contra o São Paulo. Mas a bronca do jogador, atualmente no Internacional, não é com o clube. O alvo da desavença são os dirigentes tricolores. “Não tenho nada contra o São Paulo. Voltaria a jogar lá. Só não trabalho mais com essa diretoria que está aí”, afirmou o atleta.

 Oscar se mantém firme no discurso revelado ao Estado em 2009, quando manifestou seu descontentamento com o comportamento da direção são-paulina, situação que deu início ao processo que corre até hoje na Justiça paulista. “Não foram corretos comigo, quando me deixaram escondido na Espanha. E também com a minha mãe, pois pressionaram ela para fazer minha emancipação”, explicou.

Na opinião do meia, o clube aproveitou-se da simplicidade e inocência de sua família para forçar sua emancipação e, assim, “amarrá-lo” com um contrato de cinco anos. O São Paulo nega tal pressão e argumenta que todo procedimento foi realizado de maneira legal e consensual. “Trata-se de um contrato de trabalho feito com base em todos os princípios legais que regem a relação empregador/empregado”, explicou o advogado do clube, Carlos Ambiel.

Conflito. Alegando atraso de pagamento e pressão para forçar sua emancipação, o que lhe daria condição de assinar contrato quando ainda era menor de idade (tinha 16 anos), Oscar entrou na Justiça contra o São Paulo no final de 2009. A juíza Eumara Nogueira Borges Lyra Pimenta, da 40.ª Vara do Trabalho de São Paulo, acatou o pedido, decisão que permitiu a transferência para o Internacional.

Na quarta-feira, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) julgou recurso do São Paulo e concluiu, por unanimidade, que o segundo contrato (de cinco anos) é válido e deve ser cumprido. Para Ambiel, a decisão é suficiente para que o atleta se apresente de volta no Morumbi. “Temos uma relação de trabalho como qualquer outra. Ele, como funcionário, tem a obrigação de comparecer para trabalhar, e o clube tem a obrigação de remunerá-lo”, explicou o advogado são-paulino.

Irredutível. Oscar, por sua vez, não dá sinais de que vai aceitar o último parecer da Justiça com tranquilidade. O garoto promete reagir. “Conversei com meus advogados sobre a última decisão da Justiça. Assim que tomarmos conhecimento de todos os fatos, vamos sentar e decidir que posição seguir”, observou após conversa com o advogado André Ribeiro. “O que posso falar neste momento é que esta não é uma decisão de última instância, segundo me explicaram os advogados, e podemos recorrer.”

“A decisão será publicada no Diário Oficial do dia 17. A partir daí temos um prazo para entrarmos com o recurso, que será feito”, explicou Ribeiro.

Enquanto isso, Oscar foi a campo na quinta-feira com a camisa do Inter, fez gol e não escondeu sua vontade. “Quero continuar aqui (em Porto Alegre).”

Comente!

Rogério Ceni procurou apoio do padre Marcelo Rossi, de quem é amigo há longa data, na luta para não precisar passar por uma cirurgia no ombro.

A intervenção é considerada necessária pelos médicos do São Paulo e estava agendada para a manhã desta terça-feira.

Rogério não esconde das pessoas mais próximas o receio de ser submetido à intervenção.

Aos 39 anos, com projeção de seis meses de recuperação e com a informação de que pode ficar com limitações de movimento, o capitão são-paulino teme que a cirurgia represente o fim de sua espetacular carreira.

Por isso pediu prazo (até sexta-feira) para iniciar a recuperação com fisioterapia.

 

Comente!

No auge da indignação com a eliminação do time sub-18 da Copa São Paulo Júnior, o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, chegou a ouvir que a exemplar estrutura do CT de Cotia representaria mais um problema do que uma solução.

Aqueles que pensam assim argumentam que o local, por oferecer aos meninos da base tratamento típico de profissionais, faz com que os mesmos sintam-se como tais. Em outras palavras, embora ainda não sejam estrelas, comportam-se como elas. “Seguem o mesmo exemplo. Compare o time principal do ano passado e o da Copinha deste ano. Os mesmos problemas identificados entre os profissionais (indiferença e falta comprometimento) foram vistos entre os meninos, que são marrentos”, afirmou ao blog um diretor tricolor.

Diante destes fatos, Juvenal esfriou a cabeça, ouviu a opinião de algumas pouquíssimas pessoas e parece ter começado a elaborar uma estratégia de mudança na rotina dos garotos.

Claro, a estrutura será mantida, mas o nível de exigência aumentará na mesma proporção que alguns mimos desaparecerão. “Eles (garotos) precisam saber como é dormir em colchonete e almoçar pão com mortadela”

NOTA DO BLOG: Culpar a estrutura de Cotia pela decepcionante participação do São Paulo na Copinha é a mesma coisa de responsabilizar o automóvel por uma multa de excesso de velocidade. É natural que jovens imitem o comportamento de adultos. Falta os clubes se preocuparem com a formação do cidadão tanto quanto se preocupam com a formação do atleta. 

Comente!

  • Quem Faz

    Quem Faz

    Wagner Vilaron

    Wagner Vilaron é jornalista especializado em esportes e considera o assunto uma manifestação cultural, ferramenta de entretenimento e um grande negócio. É colunista de O Estado de S. Paulo e comentarista dos canais SporTv.

Comentários recentes

  • Ricardo: Pretensioso esse texto! O que incomoda nao é o Corinthians, um time de futebol como outro brasileiro. O que...
  • Renato: Respeito o cacete
  • Maria Goretti: Pagando a rescisória ele pode ir pra onde quiser.Como a própria imprensa esportiva vive...
  • Paulo Rampazzo: Bom dia Villaron. Eu como torcedor do Palmeiras, acabo ficando mais chateado com a situação...
  • Ge: Nossa eu já estou nervoso… Será um jogão!!! Mais uma coisa é certa: será o Corinthians contra o resto...

Arquivos

Tags

Todos os Blogs