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quarta-feira 13/08/14

Após morte de Campos, terceira via é incógnita

As implicações da morte trágica de Eduardo Campos vão muito além da sucessão presidencial de 2014. Antes de ser candidato a presidente, ele era o condutor do mais sólido projeto de poder alternativo à polarização tucano-petista que domina o cenário político brasileiro há 20 anos. Sua morte abre uma dúvida que não será respondida de

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segunda-feira 04/11/13

Para Maluf, perda de capital eleitoral dói mais que multa

O que mais chamou atenção na nota divulgada pelos advogados de Paulo Maluf (PP-SP) sobre sua condenação em segunda instância foi a ênfase com que defenderam a tese de que seu cliente não está inelegível. Eduardo Nobre e Patricia Rios escreveram: “A decisão tomada hoje pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo não

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segunda-feira 09/09/13

Emenda Black Bloc

Os políticos sobreviveram ao Sete de Setembro. E até ganharam mais independência. Sem gritar, apostaram na surdina que os protestos do dia da Independência não alcançariam o mesmo nível da maré humana de junho. De fato, não chegaram nem perto. Foi uma onda violenta, mas sem volume. Do ponto de vista da opinião pública, os

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quinta-feira 29/08/13

PT ajuda Donadon e atrapalha recuperação de Dilma

As coisas estavam melhorando para Dilma Rousseff. A inflação e o desemprego caindo, sua popularidade se recuperando. Daí o PT falta mais do que qualquer outro partido à votação secreta que deveria cassar, mas não cassou, o mandato do deputado-presidiário Natan Donadon. É o que faltava para o Sete de Setembro ressuscitar as manifestações em

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segunda-feira 12/08/13

Datafolha: Dilma e Lula recuperam pontos; PT nem tanto

Depois de estancar a perda, Dilma Rousseff recuperou parte da popularidade perdida. Lula também. Mas o PT nem tanto. A pesquisa Datafolha encerrada na sexta-feira mostra que a preferência pelo partido oscilou de 19% para 21% – um patamar tão baixo quanto na época do mensalão. O PT vai pior entre os mais jovens, os

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segunda-feira 12/08/13

Despolarização eleitoral

Despolarizar é perder os polos, mas é também perder o rumo. O termo se aplica ao cenário eleitoral brasileiro de hoje. Nem uma, nem duas, mas uma série de pesquisas evidencia que a polarização PT-PSDB está moribunda. Não é pouca coisa matar uma tradição que domina as eleições presidenciais desde 1994. A disputa tucano-petista marcou

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domingo 05/05/13

Jabuti arvorista

Contrariamente ao provérbio português, jabuti sobe em árvore – desde que ela esteja plantada em Brasília. Na capital do poder, quelônios praticam arvorismo todo dia. Surgem trepados em galhos com tanta frequência e há tanto tempo que só pode ser por vontade própria. Apareceu outra tartaruga ninja na semana passada. A Câmara dos Deputados aprovou

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segunda-feira 01/04/13

De gregorianos a felicianos

Tratada como remendo eleitoral, a reforma da política está se encaminhando para, na melhor das hipóteses, acabar num fetiche gregoriano: uma mexida de calendário para valer daqui a 10 anos. No pior cenário, a maior interessada, a sociedade, perderia o direito de saber quem financia quem no jogo político-eleitoral. Depois de muitas reuniões inconsequentes, os

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quarta-feira 28/11/12

Empreiteiras dão metade de dinheiro doado a partidos

Doações por setor

As empreiteiras concentraram suas doações eleitorais nas direções partidárias em 2012. Em vez de pulverizar recursos entre candidatos e comitês de campanha, as empresas de construção optaram por centrar fogo nas cúpulas dos partidos. Acabaram responsáveis por 49% de tudo o que as agremiações partidárias receberam de pessoas jurídicas na eleição. Essa dependência dos partidos

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domingo 04/11/12

2012 + 2

Como a eleição de prefeitos vai impactar o jogo de poder em Brasília? No varejo, uns caciques perdem penas enquanto outros aumentam seus cocares. No atacado, porém, a perda de cabos eleitorais será fatal para muitos deputados federais e, por consequência, para as bancadas de seus partidos na Câmara. DEM, PMDB, PR e PTB são

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segunda-feira 22/10/12

Lições de 2012

Não importa o resultado do segundo turno, esta eleição deixará lições valiosas. Não é obrigatório prestar atenção, mas permite cometer erros novos, em vez de repetir os mesmos de sempre. Lição dos partidos: quanto mais candidatos, mais prefeitos eleitos. Parece óbvio e é, mas poucos partidos seguiram essa regra. PSB e PT cresceram em prefeituras

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terça-feira 10/07/12

Campanha de vereador paulistano pode custar até R$ 3 bi

JOSÉ ROBERTO DE TOLEDO AMANDA ROSSI Estadão Dados Se todos os candidatos a vereador de São Paulo conseguirem arrecadar o máximo que pretendem, a campanha eleitoral para a Câmara Municipal paulistana vai custar R$ 3,248 bilhões. Na média, cada um dos 1.185 postulantes prevê gastar R$ 2,741 milhões. Mas a média é enganadora. Os tetos

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