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terça-feira 22/07/14

Pesquisa confirma que Copa não afeta eleição

A história prevaleceu sobre a torcida: a Copa no Brasil não teve nenhum impacto na eleição presidencial - como não tiveram nenhuma das Copas anteriores. O Ibope confirma que Dilma Rousseff (PT) continua no mesmo patamar em que estava antes de a bola rolar, bem como seus adversários. O campeonato foi um intervalo para as arquibancadas. Mas, como no futebol, torcida não ganha jogo. O que conta, para variar, é o poder econômico. A pesquisa mostra que a economia não está ...

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quinta-feira 17/07/14

Datafolha pós-Copa acende luz amarela para Dilma

Como está dentro da margem de erro da pesquisa, a oscilação negativa de Dilma Rousseff (PT) no Datafolha, de 38% para 36%, pode ser uma simples variação estatística, mas é um sinal amarelo para a campanha petista. Aliás, são vários sinais amarelos. O saldo de avaliação do governo Dilma caiu de 9 para 3 pontos em duas semanas. Tanto o ótimo/bom diminuiu 3 pontos quanto o ruim/péssimo subiu na mesma proporção. Além disso, os adversários estreitaram a diferença em relação à ...

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quinta-feira 03/07/14

Colômbia é 40% mais eficiente do que Brasil na Copa

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José Roberto de Toledo Rodrigo Burgarelli do Estadão Dados Adversária do Brasil, a seleção da Colômbia é 40% mais eficiente do que a brasileira. Nesta Copa, os colombianos precisaram de apenas 16 minutos de posse bola para fazer um gol. Os brasileiros precisaram de 10 minutos a mais para conseguir marcar, em média. Isso se explica por dois motivos. A Colômbia tem o segundo melhor ataque da Copa, com 11 gols. O Brasil está três ...

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quinta-feira 03/07/14

Datafolha mostra Dilma de volta aos 38% e indica estabilidade

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Nada indica que a intenção de voto da presidente Dilma Rousseff (PT) tenha crescido após o início da Copa do Mundo, assim como nada indicava que ela havia caído antes de o campeonato começar. A pesquisa anterior do Datafolha foi um ponto fora da curva – talvez porque foi feita em meio a uma série de greves e manifestações que alteraram o perfil de quem passa pelos pontos de fluxo usados pelo instituto.

O levantamento desta semana do Datafolha difere do anterior, e leva a presidente de volta ao patamar em que ela estava na pesquisa de maio do mesmo instituto: era 37%, agora é 38%. O ruído foi a pesquisa de junho, que deu 34% para Dilma. Indicativos de que esse foi um ponto extraordinário são dois levantamentos do Ibope feitos um pouco antes e logo depois: mostraram a presidente com 39% e 38%, respectivamente.

Se levarmos em conta as oito pesquisas de Ibope e Datafolha feitas desde abril, todas apontam Dilma entre 37% e 39% das intenções de voto – com exceção do levantamento do Datafolha de junho. Se não foram causados por um problema metodológico, os 34% foram um espasmo fugaz e sem consequência.

A média das pesquisas feita pelo Estadão Dados aponta estabilidade desde abril, com a presidente na casa dos 37%, Aécio Neves (PSDB) com 21%, e Eduardo Campos (PSB) com 10%. Há 9% de eleitores dispersos entre os candidatos nanicos, e o restante – cerca de um quarto do eleitorado – não tem candidato, seja porque diz que vai anular/votar em branco, ou porque simplesmente não sabe responder.

A evolução da média confirma a tendência de que haja segundo turno, porque a soma dos adversários dá 40% das intenções de voto, tornando improvável que Dilma obtenha maioria absoluta no primeiro turno. Os eleitores que saíram do grupo dos sem candidato migraram maciçamente para a oposição. E entre os que permanecem dizendo que vão anular, a maioria avalia mal o governo Dilma. Se votarem em alguém, não deve ser nela.

A questão agora é se essa estabilidade das intenções de voto que dura três meses vai continuar no período da ressaca pós-Copa: uma janela em que a propaganda governamental estará proibida e que se estenderá de 14 de julho a 19 de agosto, quando começa o horário eleitoral no rádio e na TV.

A dúvida se deve ao fato de que, apesar de o mau humor da opinião pública ter diminuído por causa do sucesso da Copa, os indicadores de percepção da economia, como os índices de confiança do consumidor e de medo do desemprego da CNI (Confederação Nacional da Indústria), continuam piorando. E eles têm forte correlação com a popularidade presidencial.

A Copa é uma grande distração para boa parte do eleitorado. Ela alivia desconfortos do dia-a-dia e quase monopoliza a atenção do público. Assim, retarda eventuais repercussões políticas do aumento do pessimismo econômico. Mas por quanto tempo? O suficiente para que haja uma reversão de expectativas? Só as pesquisas feitas ao longo de agosto dirão.

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sexta-feira 27/06/14

Na Copa, ter mais posse de bola é irrelevante

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Uma construção adversativa comum no futebolês - "o time A mandou no jogo, mas perdeu" - não faz sentido. Não tem "mas". Mais correto seria "mandou e perdeu". Porque não há absolutamente nenhuma correlação entre "mandar no jogo" e ganhar a partida. Pelo menos na Copa do Mundo do Brasil. Nos 48 jogos da primeira fase, o número de vitórias dos times que tiveram 54% ou mais da posse de bola, ou ...

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sexta-feira 06/06/14

Média das pesquisas aponta estabilidade de presidenciáveis

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A média Estadão Dados das pesquisas mostra uma tendência diferente do Datafolha. Em vez de queda da intenção de voto dos três principais presidenciáveis e crescimento dos eleitores sem candidato - como apontou o instituto nesta sexta-feira -, a ponderação dos levantamentos de todos os institutos indica que a corrida eleitoral entra no período da Copa do Mundo com uma razoável estabilidade na disputa. Dilma Rousseff (PT) oscilou de 37% ...

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quinta-feira 22/05/14

Pesquisa parece melhor do que é para Dilma

Após uma série de más notícias, a pesquisa Ibope é um alívio para Dilma Rousseff (PT). Mostra que a tática do medo ajudou a presidente a encontrar um piso eleitoral - patamar abaixo do qual é difícil cair - em torno de 40%. É o dobro da intenção de voto do adversário mais próximo. Parece confortável, mas não é. O problema de Dilma é que seu teto eleitoral está baixo. Na simulação de segundo turno contra Aécio Neves (PSDB), a ...

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segunda-feira 12/05/14

Fazendo média na eleição

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Dilma Rousseff (PT) parou de cair? Aécio Neves (PSDB) cresceu, mas quanto? Eduardo Campos (PSB) estacionou? Qual o peso dos nanicos na eleição? Todas essas questões têm respostas diferentes, dependendo da pesquisa e do instituto. Para revelar as tendências por trás das oscilações estatísticas, metodológicas e de outras naturezas, melhor fazer uma média. É o que o Estadão Dados começa a calcular a partir desta semana. Em formato de gráfico, a média será atualizada a cada novo levantamento: blog.estadaodados.com. A esta ...

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sexta-feira 09/05/14

Dilma se aproxima da inelegibilidade no centro-sul do Brasil

A pesquisa Datafolha desta sexta-feira mostra a presidente Dilma Rousseff com saldo potencialmente negativo nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Nas três, as opiniões de que seu governo é ruim ou péssimo superam as avaliações de ótimo e bom em um ponto porcentual. Está dentro da margem de erro, mas é um limiar perigoso: o histórico mostra que governantes com mais eleitores críticos do que apoiadores são praticamente inelegíveis. O que salva a popularidade de Dilma é seu saldo amplamente positivo ...

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sexta-feira 09/05/14

Datafolha: branco e nulo vira voto na oposição

A mudança de cenário retratada pela pesquisa Datafolha nesta sexta-feira é muito mais consistente do que a esboçada pelo Sensus na semana passada. Não foi apenas Aécio Neves (PSDB) que cresceu, mas toda a oposição. Mais importante, os votos não foram uma transfusão direta de Dilma Rousseff (PT) para o tucano, mas saíram principalmente da coluna de brancos e nulos. A corrida eleitoral segue como esperado: o desejo de mudança que primeiro inflou o não-voto vai transformando, aos poucos, o descontentamento ...

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sexta-feira 02/05/14

Aécio aparece primeiro na cartela do Sensus

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A pesquisa Sensus a ser divulgada neste sábado vai dar o que falar. Se não pelos seus números, ao menos pelos seus métodos. O instituto, que vinha trabalhando para o PSDB até pouco tempo atrás, foi criativo ao apresentar as perguntas aos eleitores. Em vez de mostrar ao eleitor um cartão circular com os nomes dos candidatos - para não privilegiar nenhum deles -, o instituto mineiro apresentou uma lista em ordem alfabética. Desse modo, o nome de Aécio Neves (PSDB) ...

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quarta-feira 30/04/14

Discurso de Dilma no 1º de Maio muda conforme os tempos

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50 palavras mais repetidas por Dilma nos seus pronunciamentos do Dia do Trabalho   Em 2012, o discurso da presidente na TV durou pouco mais de 7 minutos. O foco era o desenvolvimento "das pessoas", equilibrar a economia e diminuir a taxa de juros:

.................................... Em 2013, pouco antes das manifestações em massa, o discurso presidencial ficou mais longo (12 minutos) e enfatizou a geração de emprego, a qualificação da mão-de-obra pela educação:

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terça-feira 29/04/14

MDA fotografa queda já vista de Dilma e empurra Aécio

Que Dilma Rousseff (PT) perdeu eleitores, Ibope e Datafolha já haviam mostrado em suas pesquisas de abril. A sondagem MDA/CNT não mostra uma nova queda da presidente. É o mesmo tombo, mas acaba contando dobrado (ou triplicado) porque a tradição no Brasil é não comparar pesquisas de institutos diferentes - algo tão lógico quanto não comparar a temperatura de um termômetro digital com o velho termômetro de mercúrio. O resultado é mais um fato negativo para a coleção de Dilma - ...

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segunda-feira 28/04/14

Os antitudo e a eleição

Partidários de Dilma Rousseff agarram-se a uma conta aritmética para brandir otimismo sobre sua reeleição: a soma das intenções de voto dos outros candidatos é uma fração do eleitorado da presidente. Conclusão aparentemente óbvia, Dilma não teria para quem perder. Mas há sempre a chance de perder para si mesma. Na pesquisa Ibope de abril, Dilma, mesmo em queda, marcou 37%, enquanto Aécio Neves (PSDB), Eduardo Campos (PSB) e os sete anões somaram apenas 25%. É a expressão do desconhecimento dos ...

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segunda-feira 21/04/14

A taxa mágica de cada um

E se existisse uma taxa mágica, capaz de prever o futuro de uma eleição? De passagem pelo Brasil no começo de fevereiro, Clifford Young, diretor-gerente do Ipsos, um dos maiores e melhores institutos do mundo, calculou em 85% as chances de Dilma Rousseff se reeleger presidente. Faltou dizer que a previsão tinha prazo de validade - e ele estava expirando. O que não lhe faltava era confiança, porém. Em abril de 2012, o Ipsos calculou os mesmos 85% de probabilidade de ...

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quinta-feira 17/04/14

“Volta, Lula” não é garantia de vitória para o PT

O "volta, Lula" não seria o passeio imaginado pelos petistas que não querem ver Dilma Rousseff disputando a própria reeleição. O Ibope testou um cenário com Luiz Inácio Lula da Silva no lugar de Dilma, enfrentando só Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). O ex-presidente ficou com 42%, apenas três pontos a mais do que Dilma. Tampouco a vantagem de Lula sobre os rivais é muito maior: 19 pontos a mais do que a soma dos adversários, contra 15 ...

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quinta-feira 17/04/14

Popularidade de Dilma segue em queda e se aproxima de seu ponto mais baixo, mostra Ibope

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Fernando Gallo A avaliação do governo Dilma Rousseff segue em tendência de piora, com índices que beiram os patamares apresentados logo após as manifestações de junho. Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira revela que a parcela dos brasileiros que considera a gestão ótima ou boa oscilou negativamente pela terceira vez no ano, passando de 36% em março para 34% em abril. Em dezembro, no pico da recuperação pós-protestos, a aprovação chegou a 43%. ...

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quinta-feira 17/04/14

Ibope: após perder popularidade, Dilma perde também eleitores

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José Roberto de Toledo ESTADÃO DADOS Após ver sua popularidade diminuir 9 pontos desde dezembro, a presidente Dilma Rousseff (PT) perdeu também eleitores. Pesquisa Ibope concluída esta semana mostra que a intenção de voto dela caiu em todos os cenários. Na hipótese mais provável, que inclui pré-candidatos dos pequenos partidos, Dilma foi de 40%, em março, para 37% em abril. No cenário em que enfrenta só dois rivais, a intenção de voto da ...

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segunda-feira 31/03/14

Quebrando o termômetro

Todo mundo que acha um governo ótimo ou bom declara voto no seu presidente; e todo mundo que vota no presidente aprova seu governo, certo? Errado, duplamente errado. No caso de Dilma Rousseff, 1 a cada 5 brasileiros que dão nota positiva à sua gestão não é seu eleitor; mas, para compensar, 1 a cada 4 eleitores seus vota nela mesmo achando seu governo só "regular". Como resultado, a intenção de voto em Dilma acaba sendo ligeiramente maior do que a ...

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