José Roberto de Toledo - Estadao.com.br
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  • 28 de dezembro de 2011
  • 14h20

Brasileiros gastando os tubos em Miami NYTimes: Miami Has a Hearty Oi (Hello) for Free-Spending Brazilians http://t.co/0EoBdzyd

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  • 27 de dezembro de 2011
  • 20h50

Apesar da crise, Obama é norte-americano mais admirado, pelo 4º ano seguido RT @gallupnews: http://t.co/P3kBkYc2 #Gallup

A presidente Dilma Rousseff exagerou mandando três ministros irem pessoalmente assistir às consequências do incêndio de uma favela no centro de São Paulo, na quinta-feira. O trio não sabia como ir nem o que fazer. Por sorte ou azar, nem os dois corpos da tragédia despertaram clamor nacional. Mas demostrar preocupação com fatos sensíveis à opinião pública é vital à popularidade de um governante. Melhor errar pelo excesso do que pela omissão.

A lição que a novata Dilma tenta aprender já foi um dos trunfos do agora veterano prefeito Gilberto Kassab. Logo que assumiu a Prefeitura de São Paulo, devido à renúncia de José Serra, o então neófito Kassab dava plantão ao lado do buraco do metrô que engoliu sete pessoas em 2007. Mesmo sem ser sua responsabilidade direta -a obra é estadual-, ele era sempre a autoridade mais disponível para dar entrevistas e satisfações. Matou a crise no peito e faturou com ela.

No começo deste ano, durante a inauguração da estação que desabou, Kassab foi vaiado. Por essa época, sua popularidade já afundava pelos subterrâneos. Entre um evento e outro, o prefeito deixou transparecer que dava menos importância à administração da caótica cidade do que à criação de mais um partido quântico -que não está no centro, nem na esquerda, tampouco na direita do espectro político, muito pelo contrário. Kassab esqueceu-se da própria lição.

Na quinta-feira, o prefeito foi pessoalmente ao local do incêndio. Nova vaia. A desaprovação ao seu governo está ainda mais profunda do que uma estação de metrô. As entrevistas ao lado do local da tragédia já não satisfazem. As aparências são só aparências. Está difícil para o prefeito escapar do buraco de impopularidade em que se meteu.

Já o exagero presidencial indica o quanto Dilma vai tentar influir na eleição paulistana no próximo ano. Para a mineira radicada gaúcha e famosa por sua passagem por Brasília, São Paulo é o centro estratégico da disputa eleitoral de 2012.

No Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, por exemplo, a corrida eleitoral tem favoritos aparentes, ambos aliados de Dilma (ao menos no papel). Hoje, esses pleitos prometem ser mais passeios eleitorais do que embates acirrados. Eleições assim despertam menos interesse da mídia e do público de fora da cidade. Vitórias dos favoritos não são conquistas, são obrigação.

É o oposto do que acontece em São Paulo. A eleição na maior cidade do País é o grande palco do embate entre o PT e a oposição federal -num cenário onde, pela primeira vez, todos os candidatos convivem na planície do semi-anonimato. Quem galgar um lugar no segundo turno já terá conquistado uma vitória. Com a liderança disputada voto a voto, promete ser uma eleição emocionante e chamar atenção além das fronteiras da cidade. Mas não é só isso.

Se perder mais uma vez nas urnas na capital paulista, o PT verá ofuscado o impacto de um eventual crescimento em outras metrópoles do País. Ganhar de volta o comando de São Paulo, após oito anos, teria um efeito simbólico único. Dilma conquistaria uma vitória que Lula não logrou em 2004 nem em 2008. Um candidato petista -a presidente, governador ou prefeito- não consegue maioria na cidade desde 2002, quando Lula chegou a 51% dos votos válidos.

Do lado do PSDB, o pleito também é vital. O pico de popularidade tucana na capital paulista foi em 2006, quando alcançou maioria absoluta para presidente (nos dois turnos) e governador (no 1º e único turno). Desde então a votação do partido na cidade teve altos e baixo: Serra ganhou de Dilma nos dois turnos em 2010, mas não alcançou o patamar de Geraldo Alckmin quatro anos antes; sem contar 2008, quando o PSDB, rachado, não chegou nem ao 2º turno.

Por enquanto, o lance mais ousado da oposição em São Paulo foi o movimento de Aécio Neves tentando aproximar o PSDB do PMDB. Na cidade, uma coligação dos dois partidos isolaria o PT e multiplicaria o tempo de TV para o candidato da chapa unificada. Em Brasília, criaria mais um embaraço para a dificultosa relação entre peemedebistas e petistas.

A articulação PSDB-PMDB em São Paulo é improvável, pois implicaria os tucanos abrirem mão de ter um candidato para serem vice de Gabriel Chalita. Mas está em linha com a tática de Aécio de minar as alianças eleitorais do PT, já visando 2014. De quebra, o senador mineiro cria um constrangimento para o rival Serra. O lance confunde ainda mais uma eleição na qual o PSDB está atrasado em relação ao PT, que ao menos já escolheu o seu candidato anônimo.

Por essas e outras, o pleito paulistano é a metonímia das eleições de 2012, a parte pelo todo.

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  • 26 de dezembro de 2011
  • 4h53

NYTimes: Californian With an M.B.A. Follows His Heart to Brazilian Funk http://t.co/SJNPJlQV

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  • 26 de dezembro de 2011
  • 4h16

Brazil overtakes UK as sixth-largest economy http://t.co/2VqpRqdQ via @guardian

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  • 25 de dezembro de 2011
  • 15h59

Levando adiante a metáfora de Gaspari, Mercadante na Educação está mais para piloto reserva de Dilma/Lula do que na 2ª fila do grid de 2014

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  • 25 de dezembro de 2011
  • 15h55

O CNJ fez bem em “clipar” o Gaspari de hoje simulando email do maior juiz da Suprema Corte dos EUA ao presidente do STF http://t.co/yfAuv68r

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  • 24 de dezembro de 2011
  • 14h10

Fiasco “@washingtonpost: Newt Gingrich, Rick Perry disqualified from Virginia primary ballot: http://t.co/yVN87qbN”

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  • 22 de dezembro de 2011
  • 17h41

Pauta: a pesquisa científica do ano (segundo a Science) foi conduzida em parte no Brasil (RJ e RS) por 2 nativos: http://t.co/MjlCGR0O

O maior avanço da ciência em 2011 foi a descoberta de que o tratamento contra o HIV (que provoca a Aids) também diminui a transmissão do vírus. O prêmio foi concedido pela tradicional revista Science na sua edição de final de ano. O estudo premiado demonstrou que quem é tratado contra o HIV com drogas anti-retrovirais tem 96% menos chance de transmitir o vírus a seus parceiros sexuais. Parte das experiências de campo foi conduzida com pacientes brasileiros.

Até a publicação do artigo, havia uma grande polêmica se as drogas anti-retrovirais tinham ou não o efeito duplo de tratar os portadores e restringir o contágio. O prêmio vai para Myron Cohen, da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, e para um time de pesquisadores internacionais.

A pesquisa, conhecida por HPTN 052, começou a ser feita em 2007 e envolveu 1.763 casais heterossexuais em nove países: Brasil, Índia, Tailândia, EUA, Botswana, Quênia, Malauí, África do Sul e Zimbábue. Cada casal incluía um parceiro contaminado pelo HIV e outro livre do vírus. Os pesquisadores administraram drogas anti-retrovirais em metade dos casais e compararam o porcentual de infecção dos parceiros nos quatro anos seguintes.

No Brasil, participaram da pesquisa 467 casais do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul. Os estudos foram conduzidos por Beatriz Grinsztejn, do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Manguinhos), e por Breno Riegel Santos, do Hospital Nossa Senhora da Conceição (Porto Alegre).

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Pesquisa Gallup nos 27 países membros da União Europeia mede o grau de descrédito a que chegaram os governantes e banqueiros do continente. Na média, só 1 em cada 3 europeus confia no governo do seu país (36%). A confiança nos bancos e instituições financeiras não é muito melhor: 43%. Para um sistema que é baseado só em confiança, esses 43% são alarmantes. Alarmante também é o fato de a instituição na qual o europeu médio mais confia são os militares.

De 27 governos avaliados por seus governados, apenas cinco passaram no teste de confiança e tiveram mais de 50% de respostas positivas. Ao mesmo tempo, em 13 países menos de um terço da população diz confiar no seu governo. São os casos da Espanha (31%), Itália (26%) e Portugal (21%). Nesses casos, é preciso levar em conta que as pesquisas foram feitas antes da troca de governo.

O resultado não é muito melhor quando se comparam os graus de confiança nos bancos de cada país. Embora as pesquisas tenham alguns meses de idade, elas indicam a profundidade da crise europeia e apontam para uma enorme dificuldade de recuperação diante de um grau de desconfiança tão alto.

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  • 22 de dezembro de 2011
  • 16h15

Revista Science faz mea culpa por artigo que sugeria ser um vírus a causa da fatiga crônica http://t.co/d3T6WqFK

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  • 22 de dezembro de 2011
  • 16h10

RT @ALuizCosta: Novo ditador da Coreia do Norte usou passaporte brasileiro para visitar a Disney quando tinha 8 anos http://t.co/woZXGWX8

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  • 22 de dezembro de 2011
  • 15h37

E ainda nem virou candidato RT @washingtonpost: Newt Gingrich: “Gente como eu é o que nos separa de Auschwitz” http://t.co/aF13PXb8

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  • 21 de dezembro de 2011
  • 14h22

Pedinte processa Nova York pelo direito de pedir dinheiro para maconha NYTimes: http://t.co/VXXL8Eio

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  • 21 de dezembro de 2011
  • 12h27

Segunda maior do Brasil, a favela que virou sigla só podia ficar em Brasília http://t.co/LhTPnGOw

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  • 21 de dezembro de 2011
  • 12h06

4 X favela: o texto http://t.co/Ex9I1IIz o infográfico http://t.co/fS6kwWYD o vídeo http://t.co/n2XjsUwE e os 50 tuítes http://t.co/LhTPnGOw

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