E comprou da Apple? RT @Reuters: FLASH: Bill Gates vende 5 milhões de ações da Microsoft por $27.59 cada em 27/07/2011
Agora a @SarahPalinUSA pegou carona nos tuítes do @BarackObama: (Obama) wants us to contact Congress. Great idea!
RT @Reuters: ministro líbio do petróleo: principal general rebelde foi morto por outros rebeldes http://reut.rs/qgpsGI
A popularidade de Barack Obama chegou ao fundo do poço. O tracking diário feito pelo instituto Gallup registrou apenas 40% de aprovação do seu governo pela primeira vez desde a posse, contra 50% que desaprovam sua gestão. É uma queda de 12 pontos desde o começo de maio, quando um comando militar norte-americano matou Osama bin Laden. A recente onda de popularidade do presidente dos EUA não passou de marola.
É monótono, mas não dá para parar de repetir: “É a economia, estúpido”. O relatório sobre o estado da economia norte-americana divulgado nexta sexta-feira explica o porquê da impopularidade. O PIB cresceu só 0,4% no primeiro trimestre e 1,3% no segundo trimestre, muito abaixo das previsões. A notícia soma-se a uma sucessão de outras ainda piores: inflação em alta, consumo em baixa, confiança do consumidor 19 pontos menor do que no começo do mês e geração de emprego estagnada.
E isso tudo antes de o governo norte-americano ficar sem dinheiro em caixa para pagar suas dívidas e compromissos, o que deve acontecer na próxima semana se o Congresso dos EUA não chegar a um acordo para autorizar o aumento do limite de endividamento oficial. Ou seja, tudo pode piorar, é só uma questão de tempo.
O impasse entre democratas e republicanos quanto ao limite de endividamento ainda não atingiu a economia em cheio, mas já piorou a situação política de Obama. Menos norte-americanos confiam que seu presidente vá encontrar uma saída para a crise. A única chance de Obama recuperar parte de sua popularidade perdida é o Congresso conseguir superar suas picuinhas e autorizar os EUA a tomarem mais alguns trilhões emprestados.
A situação política de Obama só não é pior porque a oposição republicana consegue ser mais ineficiente do que a brasileira. Além de estar passando imagem de irresponsável ao deixar o país à beira da falência, o Partido Republicano não conseguiu produzir até agora uma real alternativa de poder entre seus pré-candidatos a presidente em 2012. O mais perto disso, Mitt Romney, não entusiasma nem seus correligionários: tem apenas 27% de apoio entre os republicanos, e é o mais bem colocado.
Obama está tuitando como doido pedindo apoio dos eleitores para pressionarem o Congresso a fechar um acordo e evitar a moratória. Em parte é para valer, em parte é teatro, para deixar claro que ele fez “tudo o que pode” para evitar dar calote nos credores e, assim, jogar a culpa no colo dos republicanos. A jogada pode até funcionar, mas se a economia não melhorar, vai ser outro truque de curta duração.
Obama não pode contar apenas com a incompetência da oposição para se reeleger. Ganha força um movimento que pretende registrar um candidato independente à sua sucessão, reunindo o apoio de descontentes tanto de republicanos quanto de democratas. Embora seja uma hipótese improvável, o cenário raramente foi tão favorável a um tertius, especialmente se a economia continuar patinando.
O relatório de hoje sobre o estado da economia dos EUA só não é catastrófico para Obama porque a oposição republicana é pior
Com os cofres dos EUA esvaziando rapidamente, Brasil deveria organizar uma caixinha para ajudar titio Sam
Boa análise RT @observatorio: REDES SOCIAIS — Google+ ainda é menos no troca-troca das redes [Caio Túlio Costa] http://bit.ly/rfSX6j
Tags: comportamento, consumo, IBGE, pesquisa, saúde
A pesquisa Vox Poluli/Força Sindical publicada nesta quinta mostra pontos interessantes, mas tem limitações: a eleição ainda está muito longe (70% não tem candidato espontâneo), o relatório não informa se as entrevistas foram por telefone ou presenciais (influencia o resultado) e não se pode saber se o partido dos candidatos foi informado pelo entrevistador ao entrevistado, como o instituto fez nas pesquisas presidenciais de 2010.
Descontados esses poréns, dá para concluir que:
Em resumo, o quadro está aberto. Não dá para descartar nenhum candidato a priori. Nem há um franco favorito. O cenário atual aponta para uma eleição em dois turnos, o que permite duas coisas: 1) que um não-tucano-nem-petista repita Kassab em 2008 e chegue ao segundo turno, 2) que ter uma rejeição baixa é fundamental para manter as chances de vitória no turno final.
Tags: 2012, eleição, Kassab, Marta, Mercadante, pesquisa, prefeito, Serra, vox populi
Mais que reviravoltas do placar, Santos e Flamengo teve redenção (Ronaldinho), decepção (Elano), quase-consagração (Neymar) e genialidade
Crise de combustíveis à vista @VEJA: Petrobras terá de importar gasolina, admite Gabrielli http://t.co/5N0E6n8
9 meses após perder as pernas numa mina no Afeganistão, fotógrafo Joao Silva volta à 1ª pág do NYTimes, fotografando http://nyti.ms/pgqpoF
Uma maioria de 55% dos brasileiros é contrária à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Mas o tema divide a população: 52% das mulheres são a favor enquanto 63% dos homens são contra. As opiniões variam muito em função da religião, idade e escolaridade dos entrevistados.
A pesquisa foi feita pelo Ibope Inteligência entre 14 e 18 de julho. Foram entrevistados pessoalmente 2 mil brasileiros de todas as regiões do país, seguindo as quotas de distribuição da população por idade, sexo e classe de consumo. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. Os resultados podem ser extrapolados para toda a população brasileira.
A decisão do STF vai ao encontro do que pensam os brasileiros com menos de 40 anos, e contraria os mais velhos. O apoio à união gay varia de 60% entre os jovens de 16 a 24 anos a apenas 27% entre aqueles com 50 anos ou mais.
Não há pesquisas anteriores que revelem a tendência histórica, mas se a maioria dos jovens mantiver seus pontos de vista quando envelhecer, é possível que a opinião da maioria mude no médio prazo. Isso também pode ocorrer se aumentar o grau de educação da população.
A tolerância ao casamento de pessoas do mesmo sexo cresce com a escolaridade. A aceitação da união entre homossexuais é praticamente a metade entre quem só cursou até a 4ª série do fundamental (32%) em comparação a quem fez faculdade (60%).
O mesmo ocorre com as classes de consumo. Nas classes D/E, 62% são contra à oficialização da união gay. A taxa de rejeição cai para 56% nos emergentes da classe C, e fica em 51% na soma das classes A/B. Isso se reflete nas diferenças geográficas. Entre os brasileiros do Nordeste e Norte, onde a renda e escolaridade são menores, 60% são contra a união gay.
Mas nada divide mais a opinião dos brasileiros sobre esse assunto do que a religião de cada um. Entre os 60% de brasileiros católicos (50% a 50%) e entre os 12% de ateus/agnósticos/não declararam uma religião* (51% de apoio) há um racha de iguais proporções. Entre espíritas e adeptos de religiões não-cristãs**, o apoio ao casamento de pessoas do mesmo sexo chega a 60%.
Quem desequilibra as opiniões contra a união estável homossexual são os evangélicos/protestantes. Com peso de 23% no total da população em idade de votar, eles são esmagadoramente contrários à decisão do STF: 77%. Apenas 23% concordam com os ministros.
As tendências apresentadas acima se mantêm quando a pergunta é: “Você é a favor ou contra a adoção de crianças por casais do mesmo sexo?”. Praticamente os mesmos 55% são contrários, contra 45% que são a favor. A ideia tem oposição de 62% dos homens, mas só de 49% das mulheres.
O apoio à adoção por casais gays é maior entre os mais jovens (60% entre pessoas de 16 a 24 anos) e mais escolarizados (58% no nível superior). A oposição é muito maior entre os mais pobres (62% nas classes D/E) e, principalmente, entre os evangélicos (72%).
Não opinião de Laure Castelnau, diretora-executiva de marketing do Ibope Inteligência, “o brasileiro não tem restrições em lidar com homossexuais no seu dia-a-dia, mas ainda se mostra resistente a medidas que possam denotar algum tipo de apoio da sociedade a essa questão”.
Isso porque o instituto perguntou qual seria a reação do brasileiro caso seu melhor amigo revelasse ser homossexual. A grande maioria, 73%, respondeu que a revelação não afastaria um do outro. Mas 14% disseram que se afastariam um pouco do amigo gay, e 10%, que se afastariam muito. Os mais incomodados seriam os mais pobres, os mais velhos e os evangélicos.
O Ibope investigou também a opinião dos brasileiros sobre o exercício de carreiras do serviços público por homossexuais, a saber: médicos, policiais e professores do Ensino Fundamental. Embora a grande maioria não tenha restrições, o preconceito é maior contra policiais e professores gays.
Os brasileiros totalmente a favor que homossexuais trabalhem como policias são 59% da população. Outros 15% são “parcialmente a favor” (o que não deixa de ser uma forma branda de ser contra), 9% são “parcialmente contra” e 15% são totalmente contra. A maior oposição vem dos homens, dos evangélicos, dos mais pobres e dos menos escolarizados.
No caso de um homossexual dar aulas da 1º à 9º série, o apoio incondicional fica em 61% dos brasileiros. São “totalmente contra” 15%, “parcialmente contra” 9% e “parcialmente a favor” 15%. Os que sem opõem são os mesmos contrários a que haja policias gays.
Já a contrariedade a médicos homossexuais no serviço público é menor, em comparação às outras profissões. Dois em cada três brasileiros são “totalmente a favor”. Apenas 15% se declaram contra (8% totalmente, 6% parcialmente), e 17% “parcialmente a favor”.
Mais uma vez, o apoio a que os gays exerçam a carreira de médico é sensivelmente maior entre as mulheres (73%), entre os mais jovens (73% até 29 anos), entre quem fez faculdade (75%), no Sudeste (74%) entre os católicos (70%) e adeptos de religiões não-cristãs (80%).
————————
PS: (*) a versão original do texto não distinguia os que não declararam uma religião entre ateus/agnósticos; (**) a versão original do texto permitia a falsa interpretação de que o espiritismo é uma religião não-cristã
Tags: comportamento, ibope, pesquisa
Ao adotar o velho centralismo democrático, PT apaga sua história http://t.co/AEoNVq7 via @estadao
Ótima visualização dos fluxos migratórios de país a país RT @gianninasegnini: http://peoplemov.in via @littleark
Pesquisa do Gallup mostra que há cinco anos consecutivos a maioria dos britânicos desconfia da qualidade do que a imprensa do país publica: 56% disseram não ter confiança na integridade e na qualidade da mídia. Esse dados é anterior ao escândalo do grampeamento ilegal dos celulares de fontes que levou ao fechamento do centenário tablóide dominical “The News of the World”. Não há pesquisa mais recente ainda.

Mas eles não estão sozinhos. Na média da Europa, 42% disseram ter confiança contra 48% que desconfiam. Os irlandeses são os mais bem impressionados com sua imprensa e húngaros e gregos os que mais desconfiados. Nos Estados Unidos a situação é pior: só 30% dizem ter confiança na mídia. Veja:

O Gallup não divulgou dados sobre o Brasil. Veja a íntegra da pesquisa aqui.
Tags: jornalismo, opinião pública, pesquisa
Para entender o imbróglio sobre limite de endividamento dos EUA (não deixe de ver o vídeo) NYTimes: http://nyti.ms/opAlkT
2012
2011
2010
2009