Agora, ao menos 10% da população tem uma desculpa científica. NewScientist: Masturbation calms restless leg syndrome http://goo.gl/Myf8D
Pode ser coincidência, mas duvido: nascimentos nos EUA tiveram maior queda em 30 anos após a crise (-4% de 2007 a 2009) http://goo.gl/5pX4d
Em vídeo, 4 jornalistas do NYTimes presos e espancados na Líbia relatam seu drama e a diferença p/a outros países árabes http://goo.gl/tMU4z
Ouça o momento do terremoto no Japão (mas abaixe o volume antes) RT @Revkin: Video: 11 Earthquake http://tumblr.com/x701y5rssd
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A melhor reportagem publicada sobre a Líbia até agora. Fundamental. NYTimes: On Libya’s Revolutionary Road http://nyti.ms/e1TMdK
O ator, o político, e agora o cartoon @Drudge_Report: Schwarzenegger’s project: ‘Governator’ TV series http://t.co/gjicawk
CNI deve divulgar nos próximos dias pesquisa sobre popularidade de Dilma.
A história se repete e o preconceito permanece RT @el_pais: La crisis dispara el odio antijudío en España http://bit.ly/hWoKw0
Quem dirige pior na Europa? Os franceses -até eles admitem. Quem cozinha melhor? Ou são mais atraentes? Descubra aqui http://goo.gl/IBDGf
Impasse na Líbia: mal-armados rebeldes não avançam; ONU embargou entrada de armas. OTAN é contra armá-los, França é a favor, EUA no muro
Para ver o que cada geração mais faz na internet http://goo.gl/uckC4 Para se aprofundar nos dados http://goo.gl/ICbht
José Alencar foi um político raro. Enriqueceu antes de se eleger.
por José Roberto de Toledo e Daniel Bramatti
Foram 92 discursos como presidente da República. Depois de “Brasil”, a palavra mais repetida por José Alencar durante seu período de interinidade foi “presidente”, usado como sinônimo ou em conjunto com “Lula”. É uma prova da lealdade do vice a seu companheiro de chapa.
A análise do discurso de Alencar como presidente deixa claro que a dobradinha do empresário com o sindicalista perdurou desde 2002 até ontem. Ela começou na primeira eleição de Lula, para tornar o petista mais palatável a uma camada do eleitorado que o via como uma ameaça ao capitalismo.
Nada melhor do que se associar a um dos maiores empresários do Brasil para afastar esse temor. Mas a convivência acabou superando a conveniência. Alencar e Lula se identificaram -ambos começaram dos degraus mais baixos da escala social e chegaram onde chegaram- e se tornaram amigos sinceros, algo raro na política.
Mesmo as repetidas referências à alta “taxa” de “juros” (duas das palavras mais ditas por Alencar), interpretadas como sinal de estremecimento entre vice e presidente, eram combinadas com Lula. Funcionavam como um canal de pressão sobre o Banco Central.
Alencar servia de porta-voz quando o titular não podia correr o risco de criticar sua equipe econômica, sob o risco de aquilo ser interpretado como uma ameaça à autonomia da autoridade monetária.O vice dava o recado e Lula ficava como árbitro.
A soma das falas de Alencar deixa evidente seu ideário desenvolvimentista e nacionalista. “Desenvolvimento”, “nacional”, “economia” e “Brasil” estão entre os termos mais repetidos durante seus discursos. “Empresa(s)” são também uma constante, bem como “trabalho”.
Essa parecia ser sua fórmula para o País: muito trabalho, para promover o desenvolvimento da economia. E juros baixos.
Não por acaso, “Minas (Gerais)” foi o local mais citado pelo presidente em exercício. O mineiro nunca esqueceu suas raízes e quando recebia visitas em seu gabinete, sempre oferecia pão de queijo e café fraquinho, “que é como a gente faz em Minas”.
Tags: Lula
Checar seria fatal, neste caso @helenachagas: O céu está em festa pra receber o Zé Alencar
?!? “@blogplanalto: O governo vai entrar firme na tentativa de antecipar crises em obras federais http://t.co/ytDzSwa”
Mais segurança jurídica RT @estadao Juiz quer que STF atropele Congresso e aumente salário da categoria p/ + de 30 mil http://migre.me/48L6g
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