José Roberto de Toledo - Estadao.com.br
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  • 31 de março de 2011
  • 20h44

Agora, ao menos 10% da população tem uma desculpa científica. NewScientist: Masturbation calms restless leg syndrome http://goo.gl/Myf8D

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  • 31 de março de 2011
  • 20h34

Pode ser coincidência, mas duvido: nascimentos nos EUA tiveram maior queda em 30 anos após a crise (-4% de 2007 a 2009) http://goo.gl/5pX4d

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  • 31 de março de 2011
  • 19h49

Em vídeo, 4 jornalistas do NYTimes presos e espancados na Líbia relatam seu drama e a diferença p/a outros países árabes http://goo.gl/tMU4z

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  • 31 de março de 2011
  • 19h09

Ouça o momento do terremoto no Japão (mas abaixe o volume antes) RT @Revkin: Video: 11 Earthquake http://tumblr.com/x701y5rssd

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  • 31 de março de 2011
  • 18h38

Você não paga pelo conteúdo do NYTimes via links no Twitter. Siga esta lista com (quase) todos os tuiteiros do jornal http://goo.gl/CIsEV

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  • 31 de março de 2011
  • 15h31

A melhor reportagem publicada sobre a Líbia até agora. Fundamental. NYTimes: On Libya’s Revolutionary Road http://nyti.ms/e1TMdK

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  • 30 de março de 2011
  • 20h53

O ator, o político, e agora o cartoon @Drudge_Report: Schwarzenegger’s project: ‘Governator’ TV series http://t.co/gjicawk

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  • 30 de março de 2011
  • 18h32

CNI deve divulgar nos próximos dias pesquisa sobre popularidade de Dilma.

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  • 30 de março de 2011
  • 15h06

A história se repete e o preconceito permanece RT @el_pais: La crisis dispara el odio antijudío en España http://bit.ly/hWoKw0

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  • 30 de março de 2011
  • 14h35

Quem dirige pior na Europa? Os franceses -até eles admitem. Quem cozinha melhor? Ou são mais atraentes? Descubra aqui http://goo.gl/IBDGf

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  • 30 de março de 2011
  • 14h23

Impasse na Líbia: mal-armados rebeldes não avançam; ONU embargou entrada de armas. OTAN é contra armá-los, França é a favor, EUA no muro

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  • 30 de março de 2011
  • 14h08

Para ver o que cada geração mais faz na internet http://goo.gl/uckC4 Para se aprofundar nos dados http://goo.gl/ICbht

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  • 30 de março de 2011
  • 12h17

José Alencar foi um político raro. Enriqueceu antes de se eleger.

por José Roberto de Toledo e Daniel Bramatti

Foram 92 discursos como presidente da República. Depois de “Brasil”, a palavra mais repetida por José Alencar durante seu período de interinidade foi “presidente”, usado como sinônimo ou em conjunto com “Lula”. É uma prova da lealdade do vice a seu companheiro de chapa.

A análise do discurso de Alencar como presidente deixa claro que a dobradinha do empresário com o sindicalista perdurou desde 2002 até ontem. Ela começou na primeira eleição de Lula, para tornar o petista mais palatável a uma camada do eleitorado que o via como uma ameaça ao capitalismo.

Nada melhor do que se associar a um dos maiores empresários do Brasil para afastar esse temor. Mas a convivência acabou superando a conveniência. Alencar e Lula se identificaram -ambos começaram dos degraus mais baixos da escala social e chegaram onde chegaram- e se tornaram amigos sinceros, algo raro na política.

Mesmo as repetidas referências à alta “taxa” de “juros” (duas das palavras mais ditas por Alencar), interpretadas como sinal de estremecimento entre vice e presidente, eram combinadas com Lula. Funcionavam como um canal de pressão sobre o Banco Central.

Alencar servia de porta-voz quando o titular não podia correr o risco de criticar sua equipe econômica, sob o risco de aquilo ser interpretado como uma ameaça à autonomia da autoridade monetária.O vice dava o recado e Lula ficava como árbitro.

A soma das falas de Alencar deixa evidente seu ideário desenvolvimentista e nacionalista. “Desenvolvimento”, “nacional”, “economia” e “Brasil” estão entre os termos mais repetidos durante seus discursos. “Empresa(s)” são também uma constante, bem como “trabalho”.

Essa parecia ser sua fórmula para o País: muito trabalho, para promover o desenvolvimento da economia. E juros baixos.

Não por acaso, “Minas (Gerais)” foi o local mais citado pelo presidente em exercício. O mineiro nunca esqueceu suas raízes e quando recebia visitas em seu gabinete, sempre oferecia pão de queijo e café fraquinho, “que é como a gente faz em Minas”.

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  • 29 de março de 2011
  • 19h22

Checar seria fatal, neste caso @helenachagas: O céu está em festa pra receber o Zé Alencar

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  • 29 de março de 2011
  • 15h46

?!? “@blogplanalto: O governo vai entrar firme na tentativa de antecipar crises em obras federais http://t.co/ytDzSwa”

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  • 29 de março de 2011
  • 13h52

Mais segurança jurídica RT @estadao Juiz quer que STF atropele Congresso e aumente salário da categoria p/ + de 30 mil http://migre.me/48L6g

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  • 29 de março de 2011
  • 4h15

Obama aposta ganhar a guerra na Líbia pela pressão psicológica, aterrorizando os soldados de Kadafi e fazendo-os desistir. É um tiro longo.

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