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Viagem

14.janeiro.2014 04:30:56

Tudo azul

A transparência do mar é tão gritante que fica visível mesmo antes de o avião pousar. E, quanto ao resto, a região tem ilhas para atender a toda busca turística, seja ela por luxo, história ou festa

Natalia Mazzoni / GUSTAVIA

Na madrugada de um domingo, deixei São Paulo e parti em busca do paraíso. Queria ver se a história de que existe um mar muito mais azul do que o nosso é verdade ou coisa de Photoshop, filtro de Instagram. E, afinal, estar numa das ilhas do Caribe pode parecer a melhor das ideias para esticar as pernas sem pensar em nada. Mas o pacote teria de ser completo: praia de tirar o fôlego, camisas floridas, paisagens incríveis e drinques coloridos.

Saline Beach, em St. Barth – Foto: Divulgação

Na programação, dois destinos: Saint-Barthélemy (St. Barth, para os íntimos) e St. Maarten, duas ilhas vizinhas. A primeira, de colonização francesa, é conhecida como a preferida de celebridades do mundo todo. Mais despojada, a segunda é território livre de impostos e cheia de particularidades. Metade holandesa, metade francesa, é como um resumo da mistura de culturas que é o Caribe. Afinal, apesar dessa divisão, todos falam… inglês.

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Não se trata da única ilha caribenha onde você vai encontrar disparidades. Na Jamaica, por exemplo, a mão é inglesa, mas, como os carros vêm dos Estados Unidos, a direção fica do lado de quem dirige na mão francesa.

Depois que Colombo aportou no que hoje é a República Dominicana, o Caribe foi colonizado, em geral, por ingleses, franceses, espanhóis e holandeses, povoado por escravos trazidos da África e palco de disputas entre piratas. Ainda assim, cada ilha condensou o mix de influências culturais ao longo do tempo à sua maneira.

E, se há alguns anos, eram os turistas norte-americanos os que mais ocupavam suas areias branquinhas, agora as ilhas caribenhas voltam os olhos para os brasileiros. A malha aérea é o melhor exemplo. Mais voos diretos ou com conexão no Panamá surgem a cada ano. A viagem via Miami (e a consequente obrigatoriedade do visto) virou opção para quem quer dar uma esticadinha.

E tem mais: em St. Barth, por exemplo, os comerciantes já fazem aulas de português. Sim, o Caribe está ficando cada vez mais do jeito que o brasileiro gosta.

comentários (2) | comente

  • A + A -
2 Comentários Comente também
  • 14/01/2014 - 16:44
    Enviado por: Ramesh

    Bom artigo, e está correto – apenas esqueceram de mencionar ARUBA, também tão belo e atrativo quanto, e com voos diretos de São Paulo (via Caracas). Uma encantadora ilha, de domínio Holandês, onde a língua nativa é o “papiamento”, uma espécie de mistura maluca entre Holandês, Inglês, Espanhol e Português – e por isso, o turista Brasileiro é entendido, e consegue se comunicar bem. A pesar da moeda oficial ser Florins, tudo é sinalizado em US Dolares, e é a moeda mais usada no dia-a-dia. E como citado, é fácil pegar um dos muitos vôos diários para diversas cidades americanas, como Miami e Nova Iorque, para dar a “esticadinha” e fazer as famosas compras.

    Vale a pena ir – fui, e voltarei!

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  • 14/01/2014 - 17:22
    Enviado por: Alfredina Conceição Pascholatti

    Toda Viagem acrescenta muito para quem sai de casa disposta a conhecer, aprender e a conviver com culturas diversas. As caribenhas Saints são um grande cenário disso tudo! Recantos que
    marcam!

    responder este comentário denunciar abuso

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