A Itália está em festa. É hoje, dia 17 de março de 2011, que se comemora os 150 anos da unificação do país – que até 1861 permaneceu dividido em sete Estados.
O feriado nacional começou a ser celebrado desde ontem, com a inauguração da exposição ‘As raízes da identidade nacional’ e um concerto na capital Roma. Hoje, ao longo do dia, outras exposições, shows, projeções e manifestações tricolores serão realizadas em várias cidades. E, claro, os monumentos turísticos mais expressivos da nação não ficaram de fora, como se vê nestas imagens:

Projeção especial na Praça do Capitólio, onde fica a estátua de Marco Aurélio. Foto: Gregorio Borgia/AP
Carlos Menassa fez uma grande viagem ao Velho Continente em maio deste ano, durante a primavera europeia. De todos os lugares por onde passou, entre museus, praças e igrejas, considerou o Coliseu de Roma um dos mais impressionantes.

Foto Arquivo Pessoal
Em maio, Danielle Bispo e Marco Baldacci visitaram a capital italiana. “É como se a cidade tivesse saído dos livros de história. Mesmo assim, é incrivelmente linda, cheia de vida, com a energia típica das metrópoles. Roma è Roma: non si discute, si ama!”
Não bastam as coreografias de luta impressionantemente precisas, o visual mais que divertido dos atores e a presença de um gato com premonições no longa O Voo do Dragão (1972). A clássica cena em que o mestre do kung fu Bruce Lee enfrenta o faixa preta de caratê Chuck Norris ainda ocorre entre as paredes e colunas milenares do Coliseu romano.
Para (re) ver e se divertir.
Se não tivesse morrido aos 32, Bruce Lee faria 70 anos neste 2010. O Viagem reuniu os pontos mais importantes da vida do astro em um roteiro que passa pelos Estados Unidos, China e Hong Kong. Não leu?
Vai lá: “Em busca do grande dragão” e “Confronto decisivo entre as colunas romanas do Coliseu”.
Do lado de fora, predominam os duros ângulos de concreto, iluminados por vidro aqui e ali. Na parte interna, curvas acentuadas e recantos delicados. Mais cinza. Só que agora mesclado com o negro escolhido para as escadarias e o branco de uma gigante bancada ovóide. O circuito turístico de Roma – marcado pelos eternos Coliseu e Fontana di Trevi – ganha no início do ano o Maxxi, sigla simpática e adaptada para Museu Nacional de Artes do Século XXI.
O prédio em si já é uma loucura saída da prancheta da premiada iraquiana Zaha Hadid. Uma arquiteta tão eclética a ponto de ser vitoriosa no projeto para o Guggenheim da Lituânia e desenhar um modelo da sandália Melissa (lindo, aliás).
Mas o acervo também promete, com obras de arte contemporânea (Anish Kapoor, Charles Sandison, Francis Alÿs, etc.) e vasto material sobre arquitetura.
Agora é só esperar para ver esse gigante da Via Guido Reni.
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