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Viagem

Bruna Tiussu

Melhor seria se o troféu de campeão da Champions League 2012 fosse destaque principal do novo Bayern Munich Adventure World. Porém, quis o destino – com a ajuda da destreza de Drogba e os pênaltis bem aproveitados do rival Chelsea – que o time alemão se contentasse com o vice-campeonato. Nada que mudaria os planos do tal espaço, que segue a agenda e será inaugurado amanhã, dia 25, na casa do Bayern, a Allianz Arena.

A ideia é contextualizar a história do clube destacando seus principais momentos, títulos – a equipe já foi quatro vezes campeã da Champions -, partidas disputadas,  jogadores atuais e outros que passaram por lá. Para isso, mais de 2.600 itens estarão expostos, entre troféus (está lá o de melhor jogador do mundo concedido pela Fifa a Lothar Matthäus, em 1991), uniformes e bolas que protagonizaram as grandes finais e clássicos já disputados.

Também haverá espaço para uma espécie de calçada da fama, com estrelas assinadas pelos craques que marcaram a trajetória da equipe alemã, além de uma réplica do estádio e fotografias em tamanho real de alguns jogadores, como por exemplo Philipp Lahm, jogador revelado pelo Bayern, um dos ídolos da torcida e da seleção alemã.

Coleção de troféus do Bayern

 

Réplica em miniatura da Allianz Arena

 

Imagens dos jogadores em tamanho real

 

Quadro com os craques que já passaram pelo time. Fotos: Christof Atache/AFP

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Bruna Tiussu

Há o Sony Center em toda sua altura e imensidão, os cinemas disputados, restaurantes ao redor, os resquícios ainda conservados do Muro de Berlim. É tanta informação e movimento nos arredores da Potsdamer Platz, em Berlim, que não me surpreende que um turista passe por lá sem notar uma de suas recentes conquistas, o Boulevard das Estrelas.

Inaugurado em fevereiro no ano passado, o passeio fica neste burburinho todo porque foi parte das comemorações da 60.ª edição do Berlinale, o Festival Internacional de Cinema da cidade, que é realizado justamente ali – e, na sua frente, não por acaso, está o Museu de Cinema e Televisão.

Fotos: Bruna Tiussu/AE

A iniciativa é uma despretensiosa versão da original de Hollywood que traz inovações engraçadinhas, meio que para entreter o visitante. Foi montado sobre um asfalto vermelho – alusão óbvia ao red carpet – por onde as estrelas se espalham. Hoje, já são 40 homenageados:  atores, diretores, roteiristas, apresentadores e outros profissionais que tenham marcado ou ainda marcam a história do cinema e TV alemães. A ideia é que, a cada ano, 10 novas sejam adicionadas ali.

Quem inaugurou o espaço foi a estrela da atriz e cantora Marlene Dietrich, celebridade máxima no país. E o barato é que, se aproximando do poste instalado ali ao lado, uma imagem meio fantasmagórica da diva é refletida perfeitamente em cima da estrela. Dá até para posicionar a câmera na lente e registrar uma foto de alguma amiga “abraçando” a artista.

Quem gostar da brincadeira – ou simplesmente tiver curiosidade de conhecer a feição dos astros -, pode repeti-la com cada um dos demais estrelados. Pertinho de Marlene Dietrich estão, por exemplo, o diretor Josef von Sternberg e o cineasta Fritz Lang. Cada um com o seu respectivo poste refletindo as projeções-fantasmas.

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19.março.2011 17:48:03

Descanse em paz, Knut

A notícia triste deste sábado é a morte do urso Knut. Popstar do zoo de Berlim desde seu nascimento, em dezembro de 2006, o urso polar teve uma vida agitada – foi rejeitado pela mãe, protagonizou performances para pequenas multidões com seu treinador, conheceu a fama, foi abandonado pelos fãs.

Conheci Knut “pessoalmente” em junho de 2008. Lá mesmo, no zoo que era seu lar, o urso, já crescido, parecia viver uma crise de identidade. Na época, escrevi um relato da visita:



Eu vi o ursinho Knut
Sem a fofura da infância, ele precisa encontrar um novo talento. Ou enfrentar o óbvio: a fama é passageira

Mônica Nóbrega
BERLIM

Meu encontro com Knut foi numa tarde quente de terça-feira, no zoo de Berlim, onde o urso polar nasceu, foi rejeitado pela mãe, ameaçado de morte por especialistas que eram contra a opção de cria-lo em cativeiro e, por tudo isso, ganhou fama planetária e status de mascote da luta contra o aquecimento global.

Ao contrário do que eu imaginava, o cercado onde Knut vive não está fartamente sinalizado. Ao entrar no zoo pelo Elefanten Tor, o portão dos elefantes (há mais duas entradas), a primeira idéia foi conseguir um mapa. Placas indicavam um quiosque de informações não muito próximo, tanto que, durante a caminhada até lá, minha atenção foi desviada pela interessantíssima ala dos macacos. Foi impossível passar reto por orangotangos, bonobos e pelo enorme gorila, que passa horas em pose de sentinela na sua ilhazinha particular. Logo depois estavam as girafas e os elefantes. Empolgada, desisti do mapa.

Em mais de duas horas de caminhada e de trabalho frenético da máquina fotográfica, não vi uma única menção ao urso branco. Só na jaula dos ursos polares, no fundão do zoológico, apareceu a placa discreta indicando sem muita precisão o endereço do astro. Caminhei mais um pouco achando que seria fácil encontrar Knut, que deveria estar cercado de visitantes. Como a esperada multidão demorava a surgir fui, impaciente, pedir informações a um jardineiro do parque. “Entre nessa alameda à direita e vire à esquerda. É o último cercado”. Quis saber se tinha fila. “Fila? Não há mais fila ali.” Sinal dos tempos?

Um casal com três filhos e eu éramos as únicas visitas de Knut. Pouco depois, chegaram duas mamães com suas crianças de cerca de quatro anos. Ouvi claramente a pergunta de um dos dois pequenos: “Mas ele cresceu, mãe?” A voz e a carinha eram mais de decepção do que de admiração.

A verdade é que o Knut atual está longe do bebê branco e gorducho que encantou e comoveu o mundo entre o fim de 2006 e o meio do ano passado. O pêlo é encardido pelo normalíssimo contato com a terra e não mais branquinho. Durante os minutos que passei diante do seu cercado, o urso ficou lá deitadão, modorrento, aniquilado pelo calor forte. Não se moveu – no máximo, ergueu a cabeça –, não fez graça, não atendeu aos chamados das crianças, não tomou conhecimento da nossa presença. E pensar que esse é o mesmo urso que, há poucos meses, em setembro de 2007, chegou a mancar de própósito, para chamar a atenção, depois de machucar uma pata. Puro jogo de cena, segundo seu tratador, Thomas Dörflein, declarou na época à revista alemã Der Spiegel.

Knut me deu a impressão de uma dessas estrelas infantis da televisão que ficam sem rumo quando chega a adolescência. Uma espécie de Simony ou de Britney Spears. Parece estar naquele momento da vida em que quase todo jovem se vê em dúvida entre prestar vestibular ou aprender a tocar guitarra. Agora que suas performances em companhia do tratador Thomas Dörflein foram proibidas pela administração do parque – ele cresceu e, como todo urso polar, passou a ser perigoso para humanos – as multidões de turistas se estapeando para vê-lo parecem coisa do passado. Ele não parece ter encontrado um novo talento. Há pouco tempo, os especialistas do zôo apontaram a solidão como motivo para a tristeza do urso, que sentiria falta de sua mãe desnaturada e do seu tratador. Uma imagem de cortar o coração. Torço para Knut formar uma banda de rock.

Pouco depois que o texto acima foi escrito, o tratador Thomas Dörflein morreu, em setembro de 2008. O querido urso polar teve vida curta e intensa, como um autêntico popstar.

Descanse em paz, Knut.
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Knut em seu cercado no zoo de Berlim, em 2008. Fotos Mônica Nóbrega/AE

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11.novembro.2010 20:14:09

Carnaval em novembro?

Ina Fassbender/Reuters

 

Não, não se trata de algum tipo de micareta tresloucada. Todos os anos, a cidade de Colônia, na Alemanha, inicia as comemorações  da chamada Quinta Estação – a estação carnavalesca – às 11h11 do dia 11 de novembro, com muita gente fantasiada pelas ruas. O espírito carnavalesco só é suspenso durante o Natal, e atinge seu ápice no que eles chamam de  Segunda-feira Rosa – e não na terça-feira gorda, como fazemos por aqui. Os festeiros de Colônia dizem que seu carnaval está entre os melhores do mundo, ao lado do Rio de Janeiro e ao de Veneza. Será?  Julgue você mesmo.

Ina Fassbender/Reuters

 

Ina Fassbender/Reuters

 

Ina Fassbender/Reuters

 

Ina Fassbender/Reuters

 

Ina Fassbender/Reuters

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Por Kívia Costa

Não é promoção. A Deutsche Bahn, empresa estatal de trens da Alemanha, tem alguns passes (pouco conhecidos) que tornam viajar pelo país do transporte público perfeito (e caro!) uma mixaria. Merece destaque o Schönes-Wochenende-Ticket, que pode ser usado em qualquer fim de semana.

Pela bagatela de 37 euros, o passe permite que até cinco pessoas viajem juntas para qualquer lugar da Alemanha num período de 24 horas. Cada um paga pouco mais de 7 euros por uma viagem de ida e volta entre Colônia e Hannover, por exemplo, ou para cruzar o país e viajar de Berlim a Frankfurt. Não importa o trajeto ou o destino. A única condição é usar o passe entre a meia-noite de sábado e às 3h do domingo, ou das 0h de domingo até as 3h de segunda-feira.

Agora, a parte chata: não dá para usar os ultramodernos trens de alta-velocidade IC. O Schönes-Wochenende-Ticket só permite viajar em trens regionais, aqueles com a sigla S-Bahn, RB, IRE ou RE. A frota é nova e os assentos são confortáveis, mas o viajante que quiser ir longe terá de se preparar para quatro ou até seis baldeações. E na segunda classe.

Onde comprar:

Pelo site da Deutsche Bahn (infelizmente, apenas em alemão) ou nas próprias máquinas de venda de bilhetes que ficam nas estações de trem.

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02.setembro.2010 16:00:29

A Munique dos surfistas

Impossível não se surpreender com caras vestindo roupas de surfe em pleno Englischen Garten, o maior parque público de Munique. Afinal, quem é que arriscaria dizer que a prática do surfe é comum ali, a mais de 700 km longe da costa?

Já que não há mar por perto, os locais se viram (desde os anos 1970!) com as ondas do Eisbach, um canal artificial que corta quase todo o parque. O ponto principal fica na direção do Museu Haus der Kunst, onde as águas cruzam a Ponte Himmelreich e surgem com mais força do outro lado, formando boas ondas de mais ou menos um metro de altura.

Forte corrente de água desafia até os mais experientes surfistas. Foto: Bruna Tiussu/AE

Surfe no Eisbach virou atração turística. Foto: Bruna Tiussu/AE

Ali, surfistas munidos de suas pranchas (e sempre com roupa adequada para encarar a água gelada do canal) esperam sua vez em fila, nos dois lados do rio. A força da água é tanta que só os mais experientes conseguem mesmo ‘pegar uma onda’ – vários deles são facilmente carregados pela maré, e se agarram na borda para não terminarem longe demais. Este alto grau de dificuldade têm atraído surfistas do mundo todo dispostos a encarar o desafio.

A forte corrente de água desafia até os mais experientes. Foto: Bruna Tiussu/AE

A forte corrente de água desafia até os mais experientes. Foto: Bruna Tiussu/AE

O surfe no Eisbach sempre foi ilegal – o que não parece intimidar os adeptos. Porém, ganhou título de atração turística de Munique e tal fama que, atualmente, as autoridades locais estão estudando um jeitinho de legalizá-lo.

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Andei muito de bicicleta na adolescência, mas o trânsito cada vez mais intenso de São Paulo  foi me desanimando, desanimando até que aposentei completamente a magrela, que ficou anos a fio enferrujando na garagem de casa. A paixão pelo pedal só foi retomada recentemente em Berlim, em um tour sobre a história do muro. Tudo bem light, mas suficiente para fazer com que na mesma viagem,  já em Barcelona, eu usasse a bike como um excelente meio de transporte.

Comparando Berlim e Barcelona, não há dúvidas de que a capital alemã é mais amigável aos ciclistas. Há ciclovias por todas as partes, ora na própria rua, ora nas calçadas – rebaixadas em todas as esquinas. O asfalto liso e as calçadas padronizadas permitem que se possa pedalar tanto apressado, como fazem os moradores, como apreciando a paisagem, o corre-corre da cidade, os grafites. Sem o risco de cair num buraco.

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Bundestag, em Berlim

No metrô, existem vagões próprios para transportar a bike, com áreas livres para se encostar com a magrela sem atrapalhar a passagem de ninguém. Dá para perceber que a cultura de andar de bicicleta passa de pai para filho: crianças de todos os tamanhos pedalam nas cilovias ou, quando são pequenas demais para isso, vão em cadeirinhas junto com os pais. Há quem pedale antes e depois da balada, para ir e voltar do trabalho, de salto alto e sobretudo. De cachecol e gorro, no inverno. De bermuda e boné, no verão.

Barcelona tem menos ciclovias (em algumas avenidas, é preciso disputar espaço entre os táxis e ônibus) e algumas ladeirinhas enjoadas – melhor deixar a bike de lado se o destino for o Parc Güell, por exemplo. Mas não há nada que se compare a pedalar pela Barceloneta em um dia de sol. 

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Barceloneta. Fotos Adriana Moreira/AE

Além de uma ótima opção de passeio, pedalar na cidade espanhola é também um eficiente meio de transporte. Você desce do metrô e ao invés de pegar um ônibus o que faz? Passa o cartão exclusivo dos moradores (que pagam cerca de 30 euros por ano para usufruir do serviço) e sai pedalando. O programa Bicing oferece bicicletas públicas, com pontos espalhados por toda a cidade. Depois de usar, é só devolver na estação – de Bicing, não de metrô, que fique claro – mais próxima. Literalmente, uma mão na roda.

Depois de um mês usufruindo desta confortável e saudável rotina, voltei a São Paulo, disposta a enfrentar todos os percalços e selvagerias da metrópole para continuar a pedalar. Descobri, por exemplo, que andar de bicicleta no Parque do Ibirapuera à noite é incrível. Tranquilo, sem ser deserticamente perigoso. De quebra, uma bela vista da cidade com as luzes refletidas no lago.

A ciclofaixa, que liga o Parque das Bicicletas ao Parque do Povo, aos domingos, é bacana. Mas insuficiente. Sem nem entrar no mérito de haver poucas horas de apenas um dia da semana para ter a preferência em um pequeno trecho de ruas, só há duas opções para chegar até o início da ciclofaixa: ir de carro ou acender uma vela para o anjo da guarda e andar pelas avenidas. Calçadas? Como enfrentar degraus e buracos, frutos da falta de padronização, além dos carros estacionados? O meio-fio alto também dificulta - e não apenas para os ciclistas, mas também para os deficientes físicos e mães com carrinhos de bebê.

Por aqui, a Porto Seguro também criou sua versão do Bicing de Barcelona, o UseBike. Uma iniciativa louvável e pioneira, mas que esbarra nas dificuldades da falta de estações para devolução da magrela. Merecia mais divulgação, parceiros, estações.

É claro que não dá para destrinchar todos esses aspectos em apenas um post. Em breve, voltaremos no tema. Mas, enquanto isso, respondam: que outras cidades são bacanas para pedalar?

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Superado o passado difícil, cidades do leste da Alemanha restauraram seu patrimônio arquitetônico, turbinaram sua já memorável tradição cultural e incrementaram opções de hospedagem. Assim, reerguidas, são a grande novidade turística do país.

Reerguidas
Às margens do Elba, o centro restaurado e achados moderninhos
Compositores clássicos e Goethe no roteiro
Clima sombrio (e divertido) entre bruxas

Por não ser escolha habitual de turistas brasileiros, poucas operadoras que atuam no país oferecem pacotes para a região. As poucas opções incluem a TT Operadora Lufthansa (11 noites, 7 cidades, café e aéreo, por US$ 1.796) e a Keith Prowse (5 noites em Dresden, com café e aéreo, por US$ 2.230).

Você também pode fazer um roteiro por conta própria, usando o eficiente sistema de trens da Alemanha. Entre Berlim e Potsdam, vá de trem urbano, o S-Bahn (linha S7). De Berlim a Dresden, o bilhete ferroviário custa desde R$ 111; Dresden–Leipzig, R$ 80; e Leipzig–Wernigerode, R$ 115. Os preços são da Rail Europe.

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O Brasil é considerado o país do carnaval. Aqui, temos o carnaval luxuoso das escolas de samba nos sambódromos do Rio e São Paulo, a animação dos trios elétricos de Salvador, os blocos de rua e os bonecões de Recife e Olinda…Mas a folia também contagia o mundo inteiro – e de forma bem diferente da nossa.

Em Veneza, na Itália, o carnaval é tradição da Idade Média com as elegantes máscaras que dão um tom colorido e classudo à cidade das gôndolas. A folia começou no domingo passado com o tradicional Voo do Anjo, onde uma mulher, geralmente uma celebridade, é içada por fios de aço na Praça San Marco.

Carnaval de Veneza. Foto: Andrea Merola

Carnaval de Veneza. Foto: Andrea Merola

A festa assume um tom mais irônico em Colônia, na Alemanha. Os carros alegóricos trazem figuras caricatas de políticos. Na foto, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, dá um presente de grego explosivo ao colega dos Estados Unidos, Barack Obama. As polêmicas do premiê italiano Silvio Berlusconi também renderam um carro divertido. Nas ruas, centenas de mulheres seguram imensas tesouras de plástico para cortar as gravatas de quem ousar vestir o figurino nestes dias.

Obama e Ahmadineyad, no Carnaval de Colônia, na Alemanha. Foto: Rolf Vennenbernd/EFE

Obama e Ahmadineyad, no Carnaval de Colônia, na Alemanha. Foto: Rolf Vennenbernd/EFE

Uma folia bem diferente é realizada na cidade de Ptuj, na Eslovênia. Os “kurenti” usam fantasias feitas de palha, máscaras demoníacas, fitas coloridas e trazem grandes sinos atados à cintura. A ideia é afastar os espíritos do mau do inverno, segundo um antigo folclore pagão eslavo. Na quarta-feira de cinzas, um boneco é enterrado para marcar o fim do inverno e início da primavera.

Na Eslovênia, a tradição é de um antigo rito pagão. Foto: Vesna Bernardic/EFE

Na Eslovênia, a tradição é de um antigo rito pagão. Foto: Vesna Bernardic/EFE

Singela é a festa na cidadezinha alemã de Neu Zauche. As mulheres vestem roupas tradicionais como saias rodadas com flores e muitas rendas para simbolizar a chegada da primavera. Fofo, não?

Carnaval tradicional na pequena Neu Zauche, na Alemanha. Foto: Patrick Pleul

Carnaval tradicional na pequena Neu Zauche, na Alemanha. Foto: Patrick Pleul

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27.novembro.2009 22:07:30

Então já é Natal…

Ainda falta quase um mês para o Natal, mas as ruas de cidades do mundo todo já estão iluminadas. Selecionamos duas fotos para você já ir entrando no clima.

Em Frakfurt, na Alemanha, o tradicional Mercado de Natal na Praça Römerberg é montado desde o século XVI. A altura das casas, em estilo chalé, rivalizam com os altos pinheiros. E, é claro, muita neve.

EFE/Boris Roessler

EFE/Boris Roessler

Em Genebra, na Suíça, a decoração é hi-tech. O projeto artístico Splitch-Splatch, criado pelo artista plástico francês Lionel Bessieres, traz dez árvores decoradas com grandes bolas em cores fluorescentes. A ideia faz parte do 9º Festival de Árvores de Luzes.

EFE/Martial Trezzini

EFE/Martial Trezzini

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