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Viagem

Bruna Tiussu

As montanhas da Cidade do Cabo, as praias de Durban, o agito de Johannesburgo, os safáris pela savana africana ou tudo isso junto combinado em uma só viagem. Abaixo, veja sugestões de pacotes que levam à África do Sul – os preços são por pessoa, com aéreo e hospedagem em quarto duplo:

US$ 1.267: 4 noites no Kruger Park. Na Taks Tour
US$ 1.664: 6 noites na Cidade do Cabo. Na Judy & Associates
US$ 1.695: 5 noites (Johannesburgo e Cidade do Cabo). Na Soft Travel
US$ 1.820: 5 noites na Cidade do Cabo. Na Submarino Viagens
US$ 1.920: 5 noites em Johannesburgo. Na Americanas Viagens
US$ 2.080: 5 noites em Durban. Na Shoptime Viagens
US$ 2.128: 6 noites (Kruger Park, Cidade do Cabo e Johannesburgo). Na Raidho
US$ 2.299: 6 noites (Cidade do Cabo e Kruger Park). Na Atlantic Connection Travel
US$ 2.305: 7 noites (Cidade do Cabo, Johannesburgo e Kruger Park). Na Pisa Trekking
US$ 2.383: 7 noites (Kruger Park, Cidade do Cabo, Johannesburgo). Na Filhos da Terra
US$ 2.399: 8 dias (Sun City, Cidade do Cabo, Johannesburgo). Na Top Brasil
US$ 2.731: 6 noites (Cidade do Cabo, Sun City e Johannesburgo). Na ViajaNet
US$ 2.811: 7 noites (Cidade do Cabo, Pilanesberg Park, Sun City e Johannesburgo. Na Ambiental
US$ 2.812: 7 noites (Cidade do Cabo, Pilanesberg Park e Sun City). Na Terra Mater
US$ 2.952: 7 noites (Cidade do Cabo, Kruger Park). Na Freeway
US$ 3.044: 5 noites (Kruger Park, Cidade do Cabo). Na Intravel
US$ 3.590: 3 noites (Cidade do Cabo, Pretória e uma noite a bordo do Blue Train). Na TT Operadora
US$ 3.758: 9 noites (Cidade do Cabo, Sun City, Johannesburgo e Kruger Park). Na CVC
US$ 4.400: 8 noites (Kruger Park, Johannesburgo, Sun City, Cidade do Cabo). Na Tereza Ferrari
US$ 4.549: 6 noites (Kruger Park e Cidade do Cabo). Na Abreu
US$ 4.660: 6 noites (Cidade do Cabo, Kruger PArk, Johannesburgo). Na Interpoint
US$ 4.690: 10 noites (Cidade do Cabo, Kruger PArk, Johannesburgo). Na HR Viagens
US$ 5.195: 9 noites (Cidade do Cabo, Sun City, Kruger Park e Johannesburgo). Na Queensberry
US$ 5.558: 10 dias a bordo do Silver Wind, passando por Port Elizabeth, Durban, Cidade do Cabo e Maputo, em Moçambique. Na Pier 1 Cruise
US$ 5.639: 8 noites (Johannesburgo, Sun City, Cidade do Cabo e duas noites a bordo do Rovos Rail). Na Maktour
US$ 8.150: 9 dias (Cidade do Cabo, Franschhoek, Kruger Park e Johannesburgo). Na Teresa Perez

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Dos Big Five – leão, elefante, búfalo, rinoceronte e leopardo -, o temido rei da floresta era certamente o que eu mais desejava ver de perto em um game (ou safári) nas reservas da África do Sul. Logo de manhã já conseguimos avistar um exemplar da espécie, não tão de perto quanto o esperado lá estava um macho deitado na savana. Minutos e minutos se passaram e nada. Ele parecia bem confortável naquela posição preguiçosa e mal cogitou sair dali.

Qual foi nossa surpresa quando mais tarde, no game da noite, avistamos de surpresa o mesmo bichano. Dessa vez caminhando lado a lado com nosso jipe. Segundo o guia, ele procurava a família, que deveria estar em algum canto daquela área da savana do parque Pilanesberg.

O ruído dos motores dos carros, as luzes das lanternas, as conversas paralelas e cliques das câmeras fotográficas, nada disso parecia incomodá-lo nesta empreitada. De repente, uma paradinha e o rugido mais potente (quase ensurdecedor!) que superou todas as minhas expectativas: o leão simplesmente tentava algum contato com sua leoa, emitindo um som indescritível, que pode ser escutado a até sete quilômetros de distância.

Tardou alguns minutos para a resposta chegar. Pudemos ouvir, lá de longe, um outro rugido vindo da direção oposta à que ele andava. Sinal suficiente para o macho dar meia volta, passar calmamente pela frente do nosso jipe, ainda sem se importar com barulhos, luzes e cliques, e seguir caminho atrás da família, indiscutivelmente como um rei da floresta.

Apesar da pouca luz e rapidez do espisódio, o momento em que ele atravessou na frente do nosso jipe está registrado em vídeo. Suficiente, ao menos, para ter uma ideia da sua indiferença diante da presença humana no seu território:

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Um hotel onde o gerente pede para ser incomodado, os banheiros (todos unissex) têm ilustrações irônicas e o fumódromo imita caixões e lápides de cemitérios. Se em uma primeira impressão estes detalhes parecem ser ao menos estranhos, logo são capazes de arrancar olhares curiosos e gostosas risadas de cada hóspede que chega ao Hotel Fire and Ice, na Cidade do Cabo.

O gerente dá o recado que está inteiramente à disposição dos hóspedes. Foto: Bruna Tiussu/AE

Há cerca de três anos em funcionamento, foi um dos estabelecimentos construídos como parte do plano de preparação para a Copa do Mundo de 2010. Estrategicamente instalado no centro da cidade – região que a cada dia ganha mais a atenção dos turistas antes concentrados na região de Waterfront, a mais nobre – faz parte de um dos mais importantes grupos de hotelaria da África do Sul, o Protea Hotels.

Quer fumar? Reserve seu espaço em uma das banquetas com design específico. Foto: Bruna Tiussu/AE

Ao que parece, a ideia é que o visitante se sinta completamente à vontade. Na recepção o staff é atencioso, assim como os funcionários do bar central, localizado logo na entrada do hotel. Sofás e poltronas ultracoloridas também ocupam o hall principal, e ali estão para quem quiser desfrutá-las.

Elevadores também personalizados levam até cada andar. Há o que representa uma jaula própria para mergulhar e ver tubarões (atividade típica no país), o que imita um cable car, que sobe até a Table Mountain, e um terceiro com ar misterioso, todo revestido de cortinas negras.

Mais parece um cable-car que leva até a Table Mountain, mas é só o elevador. Foto: Bruna Tiussu/AE

Confira na placa o que é permitido e o que é proibido nos banheiros do hall. Foto: Bruna Tiussu/AE

Os corredores de cada andar exibem luzes coloridas, assim como alguns quartos – especialmente no chuveiro, que além das luzes também é decorado com divertidos mosaicos de cores diversas. Na varanda, que dá vista para a Table Mountain, um varal é ocupado por biquínis e outras peças de roupas supostamente de algum hóspede desatento…

Biquini, camiseta e outras peças de roupa no varal no terraço. Foto: Bruna Tiussu/AE

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A cada quatro anos o torcedor brasileiro revela sua paixão de futebol. Horário de jogo é sagrado: não há praticamente ninguém nas ruas, a menos que houver um telão ou uma televisão dando sopa no caminho. Torcer pela seleção é o esporte nacional.

Mas como é a mobilização pelos jogos quando se está longe de casa? Acredite: ver jogos do Brasil fora do Brasil é uma ótima experiência. Mesmo no exterior, o brasileiro faz questão de manter o mesmo ritual: roupa verde e amarela, corneta (ou vuvuzela, para usar a palavra da moda) em mãos e velhos gritinhos de guerra são ouvidos a milhares de quilômetros do território nacional. E nem estamos falando das cidades-sede.

Quem mora ou está viajando durante o Mundial tem a oportunidade de acompanhar a torcida não só de seus compatriotas, mas também de estrangeiros. É quase como um código de conduta: eu torço para o seu e você torce para o meu. E tudo fica ainda mais animado e divertido.

Em 2006, estava na Espanha quando a Copa começou. Para assistir à estreia da seleção contra a Croácia, um grupo de brasileiros (eu incluída)  fizemos uma arquibancada bem internacional no bar de uns amigos. E lá estavam, torcendo juntos, os mais autênticos exemplares tupiniquins ao lado de alemãos, holandeses e espanhóis. Todos vestindo as cores do Brasil, empunhando apitos, bandeirolas. Quando o Brasil fez o gol da vitória, por 1 a 0, houve até “ola”.

Também estava fora de casa durante as quartas de final, no mesmo ano, na partida contra a França. Dessa vez, as cores verde e amarela subiram a montanha na direção de Machu Picchu. Os deuses incas talvez tenham ficado enciumados de dividir a atenção com a equipe comandada então por Parreira. E foi segundos antes de entrar no trem que nos levaria de volta a Cuzco que vimos, em uma televisão bem pequena, pendurada em uma lanchonete da estação de Águas Calientes, o fulminante gol de Henry.

O pior foi passar as três horas de viagem até Cuzco sem saber se a seleção havia conseguido reverter o placar. Ao menos ter conhecido a bela cidadela inca serviu de consolo à eliminação.

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Desta vez, estava na estação de esqui de Valle Nevado, no Chile, quando as duas seleções se enfretaram Foi a partida mais divertida que já pude presenciar. Como se houvesse um miniestádio de futebol, mas onde as torcidas não precisassem ficar separadas. Brasileiros e chilenos, cada qual empunhando sua bandeira, cantando seus hinos e se provocando mutuamente, torceram juntos.

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Sigo no Chile até sábado – o que significa que, mais uma vez, verei a seleção jogar enquanto estou em terras internacionais. A torcida brasileira aqui da estação de Portillo já está mobilizada: as cores da seleção invadiram os corredores. Haja coração.

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O tour começa em uma bela travessia de ferryboat, com meia hora de duração e os contornos da Cidade do Cabo no horizonte, com destaque para a Table Mountain. De tão deslumbrante, a paisagem quase faz esquecer o triste motivo que tornou famosa a Robben Island: ali ficou encarcerado, entre 1964 e 1982, o líder político Nelson Mandela, que comemora hoje 20 anos de sua libertação. A ilha foi transformada em museu e símbolo da luta de Mandela contra o apartheid. E virou ponto turístico obrigatório, tanto pela história que narra quanto por sua beleza natural.

Vista da exuberante Robben Island. Foto: Divulgação

Vista da exuberante Robben Island. Foto: Divulgação

Nesta quinta-feira, a festa na África do Sul começou nas primeiras horas da manhã, com uma multidão reunida diante da prisão Victor Verster, em Cape Winelands, junto à estátua que representa Mandela com o punho direito erguido, deixando a prisão. Também conhecido como Centro de Correção Drakestein, o local foi o último cárcere do líder político.

Na Cidade do Cabo, a 12 quilômetros dali, o Nelson Mandela Gateway é um ótimo ponto de partida para entender melhor esta história. Até o fim de março, está em cartaz a mostra de fotos Truth & Lies, que lembra os anos do apartheid. O espaço fica no Victoria & Alfred Waterfront, área de compras e lazer ao lado das docas do porto da cidade, de onde partem os ferryboats para a Robben Island, hoje Patrimônio da Humanidade da Unesco.

O tour, como foi dito lá em cima, tem um início deslumbrante, mas também momentos dolorosos. Inclui as celas da sombria prisão de segurança máxima e uma conversa com um dos ex-presos políticos do local, que conta histórias do período. De ônibus, os visitantes veem outros pontos da ilha, como a delegacia e um templo muçulmano, e ouvem explicações de uma guia.

Foto: Linda Garrison
Interior da sombria prisão Victor Verster. Foto: Linda Garrison

O passeio tem duração total de três horas e meia e termina na loja do museu. Custa 200 rands (R$ 47,78) e inclui as travessias de ferryboat na ida e na volta. Por causa dos festejos pelas duas décadas de libertação de Mandela, o tour está bastante concorrido. Para garantir o ingresso, melhor fazer reserva pela internet, no site da Robben Island.

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Ainda a respeito da Copa na África do Sul, a empresa aérea Emirates começou ontem a vender pacotes com o menor valor entre os disponíveis no mercado brasileiro: a opção com cinco noites em hotel três-estrelas e ingresso para assistir a um jogo sai por US$ 4.750. Até agora, o preço mais amigável era de US$ 5.695, para três noites (este blog já trouxe um post sobre o assunto).

O voo, claro, fará escala em Dubai. Com a possibilidade de o torcedor esticar sua estada na cidade, antes ou depois da Copa, sem aumento no valor da passagem aérea.

“Desta forma, a ida à Copa se torna uma viagem familiar, com mais possibilidades de lazer para a mulher, os filhos”, disse o diretor geral para o Brasil da Emirates, Ralf Aasmann.

Outro diferencial é que os pacotes da Emirates incluem o valor do ingresso no preço total pago pelo turista – que pode chegar a US$ 51.150, para 32 noites e entradas para 16 jogos, mais quartas de final, semifinal e final.

Os pacotes estão à venda pela operadora Ambiental, porque a Emirates não tem autorização para atuar como operadora turística no Brasil.

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As operadoras brasileiras que levarão turistas à Copa na África do Sul acabam de lançar uma alternativa de pacote com preço reduzido – e menor duração.

Até agora, o programa mais barato, com oito noites, era vendido por US$ 8.970 (R$ 15.640). A nova opção custa US$ 5.695 (R$ 9.930), inclui três noites de hospedagem em quarto duplo (em Durban ou Cidade do Cabo, a definir), café da manhã, passagens aéreas e traslados. A saída está marcada para 24 de junho, a tempo de assistir ao jogo entre Brasil e Portugal, no dia 25. Vale lembrar que os ingressos não estão incluídos no valor do pacote e custam a partir de US$ 80 (R$ 140).

Há mais duas novas opções de pacotes. Para assistir a três partidas entre as quartas de final e a final, o turista paga US$ 13.561 (R$ 23.640), mais os valores dos ingressos. São 12 noites em quarto duplo, entre Durban e Cidade do Cabo, com café, aéreo e traslados, com saída em 30 de junho. Para ver dois jogos, semifinal e final, o pacote de nove noites custa US$ 9.880 (R$ 17.225). O pacote mais caro tem duração de 33 dias e sai por US$ 23.379 (R$ 40.760).

As informações são da operadora Ambiental. As outras empresas do pool brasileiro são Agaxtur, Marsans, Pallas, Stella Barros e TAM Viagens.

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Cercada por Botsuana, Zimbábue e Moçambique, Polokwane, na Província de Limpopo, tem a localização perfeita para turistas que querem explorar países vizinhos e outras culturas. Conhecida como a cidade dos baobás, maior árvore do continente e símbolo da África do Sul, também é a terra das cavernas misteriosas e dos povos Venda, Bakone e Ndebele.

Na aldeia Ndebele (www.ndebelevillage.co.za), o destaque é a arte. Eles fazem incríveis esculturas de girafas decoradas com figuras geométricas. As mulheres do povoado – que usam argolas pesadas no pescoço, nas pernas e nos braços – levam o crédito pelas pinturas coloridas nas paredes das casas. O artesanato também é forte: fazem colares e ornamentos de miçangas, igualmente coloridíssimos. A técnica consome tempo. Sem falar que exige destreza e olhos de lince.

Para saber mais da história da cidade, convém visitar Bakone Malapa Northern Sotho (www.limpopotourism.org.za), museu a céu aberto em homenagem ao povo Bakone, principal tribo do lugar.

Outra atração para quem quer saber mais sobre a região é o Museu Polokwane, instalado na histórica Irish House. Com exposições permanentes e temporárias, lá é possível ver artefatos desde a Idade da Pedra até os tempos atuais. À noite, o principal programa é o Meropa Casino (www.suninternational.com), a cinco quilômetros da cidade.

Se o objetivo é aventura, pode ficar tranquilo. Diversas agências de turismo oferecem excursões para as trilhas da Reserva Polokwane, tudo a bordo de carros quatro por quatro.

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ONDE FICAR

Localizado no subúrbio da cidade, a calmaria é a principal característica do Imagine Luxury Accommodation. Há diárias a partir de R$ 140 (www.imagineluxacc.co.za). Mais em conta, o Eskulaap Park Hotel, também no subúrbio da cidade, oferece chalés a partir de R$ 60 (www.eskulaap.co.za).

Para o turista que quer luxo de verdade, uma das opções é o Fusion Boutique Hotel, no centro de Polokwane. Trata-se de um cinco-estrelas, com quartos bem decorados e serviço requintado. Diárias custam a partir de R$ 390 (www.fusionboutiquehotel.co.za).

COMPRAS
O principal centro de compras de Polokwane é o Savannah Mall. De fácil acesso, o shopping está localizado na zona central. Com 65 lojas de marcas nacionais e grifes de luxo, além de sete restaurantes e diversos bancos, o Savannah é onde fica o único cinema da cidade.

MUST SEE
A principal atração natural dos arredores de Polokwane são as Cavernas de Makapan, em Mokopane, a 50 quilômetros da cidade. A Hearths, ou Caverna das Lareiras, está repleta de alguns dos mais antigos fósseis do planeta e a Gwasa serviu de refúgio para sobreviventes de diversos conflitos. São repletas de história para contar. Para explorá-las, é preciso agendar com antecedência na Associação Turística da Comunidade de Mogalakwena Bushveld.

Depois, quem quiser relaxar em alto estilo pode ir a um dos mais luxuosos spas da região. Fica no Sediba Game Lodge, na Reserva Natural Welgevonden, na Província de Limpopo. O centro de beleza oferece diversos tipos de tratamentos estéticos e de saúde. Entre eles aromaterapia, cuidado facial e massagens. Os tratamentos custam a partir de US$ 60 (www.sediba.com).

ESTÁDIO
O Peter Mokaba, que leva o nome de um dos grandes ativistas sul-africanos na luta contra o apartheid, receberá os jogos dos grupos A, B, C e F.

A arena é inspirada no baobá, com troncos de concreto no lugar das quatro colunas de sustentação. No estádio, que tem capacidade para 46 mil torcedores, serão realizadas quatro partidas. Ana Paula Galli – Especial para O Estado

Polokwane: www.polokwane.org.za

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Com apenas 300 mil habitantes e uma pequena área urbana, Rustenburgo (www.rustenburg.co.za) – que em holandês significa cidade do descanso – é talvez a menor entre as nove cidades-sede da Copa. Aos pés das majestosas Montanhas Magaliesburg, com até 1.800 metros de altitude, a cidade abriga uma das mais ricas tribos do país, a Bafokeng Nation.

SUN CITY/DIVULGAÇÃO

SUN CITY/DIVULGAÇÃO

Rustenburgo – que fica a 113 km de Pretória e a 121 km de Johannesburgo – é um dos locais mais visitados da África do Sul. Tudo isso graças ao Sun City Resort, tido como o mais luxuoso complexo turístico do continente. Lá não faltam opções de lazer. Cassinos, cinemas, restaurantes, campo de golfe, parque aquático com praia artificial e ondas de até 2 metros de altura e 25 hectares de mata nativa, para os hóspedes admirarem a savana, são alguns dos atrativos do resort.

Também não deixe de visitar a antiga fazenda do ex-presidente Paul Krueger e a reserva Paul Bodenstein Park.

ONDE FICAR
Se a ideia é se hospedar em um ponto central, a opção é o Boschdal Guest House (www.boschdal.co.za), que oferece quartos amplos e preços acessíveis – diárias a partir de R$ 175. A 30 quilômetros da cidade fica a mais luxuosa opção de hospedagem das redondezas, o hotel seis estrelas The Palace of the Lost City, dentro do Sun City Resort (www.suncity.co.za). As diárias podem chegar ao equivalente a R$ 7 mil. O complexo reúne, ainda, outras três opções de hospedagem, o luxuoso The Cascades, The Sun City e o casual The Cabanas .

O ARTESANATO
O artesanato africano pode ser encontrado na Rustenburg Ramble. No centro da cidade, o lugar é conhecido como a rota das artes e do artesanato. Repleta de galerias de arte e lojas, a região reúne também opções de restaurantes e lanchonetes, e é o lugar perfeito para comprar as tradicionais lembrancinhas de viagem.

MUST SEE
Apreciar bandos de antílopes em seu hábitat natural é uma das possibilidades oferecidas pelo passeio na reserva natural de Rustenburgo. O parque de mais de 5 mil hectares de savana, a 15 quilômetros da cidade, é perfeito para quem quer aventura. As excursões duram um dia e são feitas no carro do próprio visitante. A entrada custa R$ 5 por pessoa. O acampamento é permitido e custa R$ 15 por pessoa.
Jogar golfe no campo mais famoso da África do Sul é um luxo que só quem visita Rustenburgo pode usufruir. O campo de golfe Gary Player, no complexo Sun City, tem 18 buracos e diversos obstáculos. Nele acontece o mais importante campeonato da modalidade no país, o torneio Nedbank Million Dollar. Taxas a partir de R$ 140.

ESTÁDIO

FIFA/DIVULGAÇÃO

FIFA/DIVULGAÇÃO

Com capacidade para 42 mil pessoas, o estádio Royal Bafokeng foi construído em 1995 para sediar o Mundial de Rúgbi, um dos esportes mais populares da África do Sul. Na Copa de 2010, o lugar será palco de cinco jogos da primeira fase e de uma disputa das oitavas de final. Ana Paula Galli – Especial para O Estado

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Viajante que é viajante está sempre pensando em um jeito de prolongar o roteiro. Para quando for visitar a África do Sul, facilitamos seu trabalho e escolhemos seis destinos fabulosos na região e mostramos suas principais atrações:

MAURÍCIO

Ed Harris/Reuters

Junte o azul desconcertante do Índico, praias de areia clara, lagos vulcânicos, montanhas no horizonte e hotéis luxuosíssimos. Você terá uma síntese do que é o paraíso chamado Maurício. A pequenina ilha em forma de pera fica a quase 2 mil quilômetros da costa e tem uma interessante mescla de cultura africana, asiática e europeia.

ZIMBÁBUE

Howard Burditt/Reuters

Já esteve nas Cataratas do Iguaçu e no Grand Canyon? Então você está parcialmente – apenas parcialmente mesmo – para o que vai ver no Zimbábue. Estamos falando das Cataratas Vitória, na divisa com a Zâmbia. São cachoeiras e mais cachoeiras despencando ao longo de 1.708 metros. Maravilha que é Patrimônio da Humanidade. Dá para observar esse fenômeno a partir de mirantes ou num sobrevoo de helicóptero.

NAMÍBIA

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As dunas mais altas do planeta esperam você em pleno deserto, na região de Sossusvlei. E já seriam atração suficiente para fazer qualquer aventureiro se deslocar até a Namíbia. Mas esse país pouco conhecido tem mais adrenalina a oferecer. Como o sobrevoo de monomotor na traiçoeira Costa do Esqueleto, pontilhada por naufrágios e carcaças de baleias.

BOTSUANA

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Ainda quer ver animais? Siga para o Parque Nacional de Chobe, com quantidade de espécies que lembra a da África do Sul tempos atrás. A reserva, localizada justamente onde a Botsuana se une com Namíbia, Zâmbia e Zimbábue, é famosa pelas grandes manadas de elefantes. Parte dos passeios de observação é feita de bote pelo rico Rio Chobe.

SEYCHELLES

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Destino cobiçado entre os vips para a lua de mel, o arquipélago tem 115 ilhas exuberantes. A maioria dos turistas fica em Mahé e a North Island é deserta e exclusiva. Quer a dica certa? La Digue, com as mais incríveis praias de lá. Há voos saindo de Johannesburgo.

MOÇAMBIQUE

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Johannesburgo fica a uma horinha de voo de Maputo, entrada de um país que só agora começa a acordar para o turismo. O que você ganha indo para lá? Um litoral com 2.500 km de praias intocadas e um povo que trata o visitante quase como amigo. Anote os destinos: Península de Pemba, Inhambane e Arquipélago de Bazaruto.

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