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	<title>Viagem</title>
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	<description>Blog de Viagem &#38; Aventura</description>
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		<title>Viagem</title>
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		<title>Pacotes para Península Valdés</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 03:31:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Mortara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
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		<description><![CDATA[Poucos lugares no planeta abrigam tantas belezas naturais quanto a Península Valdés, na Patagônia argentina. Além das gigantescas colônias de leões-marinhos e pinguins, as baleias-franca dão as caras entre julho e dezembro. E as gigantes já estão chegando por lá. A reportagem completa você lê no ‘Viagem’desta terça-feira (18). Separamos opções de pacotes, com e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poucos lugares no planeta abrigam tantas belezas naturais quanto a Península Valdés, na Patagônia argentina. Além das gigantescas colônias de leões-marinhos e pinguins, as baleias-franca dão as caras entre julho e dezembro. E as gigantes já estão chegando por lá. A reportagem completa você lê no ‘Viagem’desta terça-feira (18). Separamos opções de pacotes, com e sem aéreo, para você ver de perto todas estas maravilhosas criaturas.</p>
<p><strong>Com aéreo</strong></p>
<p><strong>US$ 723:</strong> 3 noites em Puerto Madryn. Na <a href="http://www.marsans.com.br">Marsans Brasil</a></p>
<p><strong>US$ 1.180:</strong> 7 noites entre Puerto Madryn e Buenos Aires. Na <a href="http://www.giampa.com.br">Giampá</a></p>
<p><strong>US$ 1.288:</strong> 6 dias entre Buenos Aires e Puerto Madryn e Península de Valdez. Na <a href="http://www.filhosdaterra.com">Filhos da Terra</a></p>
<p><strong>US$ 1.359:</strong> 4 noites em Puerto Madryn com café da manhã. Na <a href="http://www.ambiental.tur.br">Ambiental Viagens </a></p>
<p><strong>US$ 1.610:</strong> 4 noites entre Buenos Aires e Puerto Madryn. Na <a href="http://www.vectraviagens.com.br">Vectra Viagens</a></p>
<p><strong>US$ 1.676:</strong> 6 noites entre Buenos Aires e Puerto Madryn. Na <a href="http://www.freeway.tur.br">Freeway Viagens</a></p>
<p><strong>US$ 1.989:</strong> 5 noites entre Buenos Aires, Puerto Madryn, Puerto Pirámides e Península Valdés. Na <a href="http://www.venturas.com.br">Venturas</a></p>
<p><strong>Pacotes terrestres:</strong></p>
<p><strong>US$ 541:</strong> 5 noites entre Buenos Aires e Puerto Madryn. Na <a href="http://www.flytourviagens.com.br">Flytour Viagens </a></p>
<p><strong>US$ 930:</strong> 5 noites entre Puerto Madryn, Puerto Pirámides e Península Valdés. Na <a href="http://www.terezaferrariviagens.com.br">Tereza Ferrari Viagens</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Rijksmuseum e sua reinauguração espetacular</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jun 2013 22:43:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Mortara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Amsterdã]]></category>
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		<category><![CDATA[reinauguração]]></category>
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		<description><![CDATA[Reprodução Após uma década fechado, o Rijksmuseum, em Amsterdã, inovou. Para chamar a atenção para sua reinauguração em abril, fez uma ação promocional em que coloca o passado invadindo um shopping, sob olhares boquiabertos dos frequentadores. O vídeo já tem mais de 2 milhões de visualizações no You Tube e se espalha Sem querer ser spoiler, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/06/the_nightwatch_by_rembrandt.jpg"><img src="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/06/the_nightwatch_by_rembrandt-300x249.jpg" alt="" width="300" height="249" /></a></p>
<p style="text-align: center"><em>Reprodução</em></p>
<p style="text-align: left">Após uma década fechado, o Rijksmuseum, em Amsterdã, inovou. Para chamar a atenção para sua reinauguração em abril, fez uma ação promocional em que coloca o passado invadindo um shopping, sob olhares boquiabertos dos frequentadores. O vídeo já tem mais de 2 milhões de visualizações no You Tube e se espalha Sem querer ser spoiler, mas já sendo, vale dizer que a inusitada jogada de marketing faz referência à famosíssima imagem acima &#8211; a obra Ronda Noturna, de Rembrandt. Aperte o play e volte até 1642, ano em que a tela foi finalizada.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/a6W2ZMpsxhg" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>Junho, mês de festanças de São João tanto em Caruaru como em Campina Grande</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jun 2013 18:34:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Mortara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Olívia Fraga &#8211; Especial para O Estado Em junho, as cidades do interior do Brasil param para celebrar os santos nas festas juninas, em quermesses que reúnem milhares de pessoas. É um carnaval de meio de ano com muita dança, música, fogueira para espantar o frio e comidas típicas. A dica é se programar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src='http://infograficos.estadao.com.br/galerias/gerar/6834' height='750px' width='630px' frameborder='0' style='border:0;'></iframe></p>
<p><em>Olívia Fraga &#8211; Especial para O Estado</em></p>
<p>Em junho, as cidades do interior do Brasil param para celebrar os santos nas festas juninas, em quermesses que reúnem milhares de pessoas. É um carnaval de meio de ano com muita dança, música, fogueira para espantar o frio e comidas típicas. A dica é se programar com antecedência para estar nos dois maiores &#8220;arraiás&#8221; do País, ambos no Nordeste. Os hotéis costumam lotar.</p>
<p>Em Campina Grande, na Paraíba, a 135 quilômetros de João Pessoa, que se orgulha de ter o maior <a href="http://www.saojoaodecampina.com.br">São João</a> do mundo, a Praça do Povo recebe mais de 1 milhão de visitantes todo ano. Em 2013, a cidade completa três décadas de festa, comemorada com uma ampla reforma no complexo, hoje monitorado com câmeras e dotado com rampas de acessibilidade.</p>
<p>Mais de 280 quadrilhas se apresentam nos fins de semana de 7 de junho a 7 de julho, e shows são aguardados com euforia &#8211; Gilberto Gil, Elba Ramalho, Zé Ramalho, Fagner e Genival Lacerda fechando a programação, além de muitas duplas de sertanejo universitário e grupos forró pé de serra.</p>
<p>Ao lado da Praça do Povo, o <a href="http://www.sitiosaojoao.net">Sítio São João</a> é uma pequena vila cenográfica que reúne restaurantes de comida regional, oficinas de música com trios e repentistas e outras atrações.</p>
<p>Para incansáveis forrozeiros, o <a href="http://www.tremdoforro.com.br">Trem do Forró</a> é passeio tradicional. O expresso sai da Estação Velha da cidade e ruma ao município de Galante, num percurso animado que dura 1h30 e custa R$ 80 por pessoa.</p>
<p>Já Caruaru, cidade pernambucana imortalizada por Luiz Gonzaga, a 140 quilômetros do Recife, não fica atrás de Campina Grande. Diz ter <a href="http://www.nacapitaldoforro.com/">o melhor arraial junino do Brasil</a>, e se prepara para receber 1,5 milhão de pessoas a partir de 1.º de junho. A festança vai até 29 de junho com artistas como Aviões do Forró, Geraldo Azevedo, Luan Santana e Garota Safada.</p>
<p>Haverá 200 shows na Praça 18 de Maio, com a tradicional banda de pífanos, os bacamarteiros e quadrilhas sob bandeirolas e palhoças.</p>
<p>Caruaru também tem banquetes coletivos e neste ano promete fabricar o maior pé de moleque do mundo, com 15 metros de comprimento.</p>
<p>Outros destinos têm embarcado na onda de Campina Grande e Caruaru, cidades que misturam música popular e comida regional. São Luís, a capital do Maranhão, comemora em 30 de junho o 4.° santo, São Marçal. A cidade tem uma das mais belas festas juninas do Brasil. Além do desfile das quadrilhas a festa na Praça Maria Aragão reúne dançarinos de tradições caboclas e portuguesas, como o cacuriá &#8211; dança de roda com percussão -, o tambor de crioula e a tradicional brincadeira do bumba-meu-boi.</p>
<p>Já em Mossoró, no interior do Rio Grande do Norte, a festa na Cidadela recria os passos de Lampião em espetáculos e encenações públicas (<a href="http://www.mossorocidadejunina.com.br">mossorocidadejunina.com.br</a>).</p>
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		<title>Aryane veste Prada ou o dia em que meu avatar de luxo enlouqueceu</title>
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		<pubDate>Sat, 25 May 2013 01:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Mortara</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Milão]]></category>
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		<description><![CDATA[Loja da Prada: sinônimo de tentação feminina? Foto: Bobby Yip/Reuters Aryane Cararo Em primeiro lugar, é bom avisar: eu não sou uma pessoa da moda. Também não crio encrenca. O negócio é que, 1, não acompanho o suficiente para me chamar de entendida e, 2, não tenho dinheiro para as coisas bacanas que vejo. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/05/prada_Bobby-Yip_REUTERS.jpg"><img src="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/05/prada_Bobby-Yip_REUTERS-300x196.jpg" alt="" width="300" height="196" /></a></p>
<p style="text-align: center"><em>Loja da Prada: sinônimo de tentação feminina? Foto: Bobby Yip/Reuters</em></p>
<p style="text-align: left"><strong>Aryane Cararo</strong></p>
<p>Em primeiro lugar, é bom avisar: eu não sou uma pessoa da moda. Também não crio encrenca. O negócio é que, 1, não acompanho o suficiente para me chamar de entendida e, 2, não tenho dinheiro para as coisas bacanas que vejo. A verdade é que nunca tive ganas de vestir marca – e achava até uma besteira gastar um dinheirão que poderia ter sido melhor empregado em uma viagem. Mas o fato é que o meio, o meio, meus caros, ele endiabra o corpo. E eu estava em Milão.</p>
<p>O hotel era, bem, do tipo que tem moço de quepe na entrada com luvinhas brancas para abrir a porta para você. E tinha afrescos, originais do século 15. Ficava no Quadrilátero de Ouro, a poucos passos  de uma Yves Saint-Laurent. E havia as colegas, essas, sim, bem entendidas das grifes. Essas, sim, boas investidoras nas bolsas e ações de andar com elegância. Essas, sim, consumidoras que sabem como aproveitar um outlet. Sim, eu lembrei tarde do “diga-me com quem andas&#8230;”. Não que eu seja assim uma maria-gasta-com-as-outras. Estou bem mais para uma maria-não-resistiu-às-tentações.</p>
<p>Mas demorou, vou logo adiantando para contar pontos na avaliação final do leitor.</p>
<p>A primeira parada foi na Armani Megastore. Achei que poderia sair dali com as flores, se é que quisesse comprar algo. Só que não. Já estava escurecendo quando o grupo de mulheres seguiu para a 10 Corso Como. Lojinha simpática, moderninha, escondida. Cariiiinha&#8230; O site até tem preços possíveis. Mas, andando ali no setor de roupas, não toquei em nada na casa das centenas de euros. Me senti um pouco Midas. Casaquinho por 2 mil. Vestidinho por 3. Vestidão por 5. E eu lá procurando, num jogo de curiosidade não-afetada, pela etiqueta mais cara só para poder dizer com os olhos bem arregalados: “Você viu quanto custa este vestido?”</p>
<p>Alexander McQueen era apenas o cara sobre quem eu tinha editado um texto obituário e Stella McCartney ainda era somente a filha do Paul. Sim, eu sabia exatamente quem eram os dois, mas eles me interessavam, até então, só naquela medida. Confesso que não me atrevi a desbravar a seção de utilidades domésticas –  muito mais acessível, me contou depois uma colega que dá até orgulho: ela andou em Milão e Milão não andou nela (voltou sem extravagâncias). Mas tive a boa sorte de ter conferido a livraria naquele espaço que ainda tem galeria de arte. Comprei um inocente e incrivelmente hábil livro pop-up infantil. Ah, 20 euros é mole pra essa maravilha! Dispensei a sacola. “Por que você não pegou a sacola???”, ouvi. Desculpa, eu achei que o nome da loja estampado por aí não seria assim tão importante. Foi o primeiro dia no deserto de moda e design.</p>
<p>O grau de tentação aumentaria, claro. Tentação que não aumenta não é tentação. No dia seguinte, tínhamos um passeio com uma personal shopper. Ok, ela só vai nos mostrar lugares muito caros, pensei. Eram. Até eu me deparar com aquele pretinho básico, mas bem recortado e diferente, no ateliê do milanês Federico Sangalli, que já havia participado de algumas semanas da moda de Milão. 180 euros. Meu cartão podia pagar, claro. As outras mulheres do grupo estavam provando as roupas. E a mão coçou fortemente. “Não”, eu neguei pela segunda vez. Não precisava.</p>
<p>Então, chegou o dia de deixar Milão e eu quase comemorei secretamente que havia resistido à luxúria provocativa daquela cidade de lindas vitrines e pessoas bem-vestidas. Eu ia para Florença, a capital das artes. Não haveria mais perigo. E, antes que o galo pudesse cantar mais um dia, eu caí em tentação. Fomos ao The Mall, um outlet pertinho de Florença com poucas lojas, mas todas luxuosas. Do lado, a poucos passos, ficava o outlet da Prada. Entrei por curiosidade. Ganhei uma senha na entrada, prática comum porque a loja costuma encher. Mas não eram curiosos como eu, eram consumidores malucos, carregados de bolsas. Fui ver de perto as bolsas. Eram bonitas, especialmente as da Miu Miu, moda jovem da Prada. Só que me pareceram demasiado caras – de 330 a 590 euros. Queria e precisava de uma bolsa, era fato. Não com esse preço. Dei uma volta pelas outras pouco mais de 20 lojas. Eram mais caras. Foi na comparação que Prada começou a me cheirar um bom negócio.</p>
<p>E, comparando uma Ferrari com uma Lamborghini, acabei achando a vermelhinha barata. Porsche, então, virou pechincha. Sim, são essas peças que a matemática da cabeça de uma mulher que está consumidora (mesmo que não seja todos os dias) prega. Voltei à Prada. E lá estavam as companheiras e companheiros de viagem. Todo mundo escolhendo seu exemplar.</p>
<p style="text-align: left"><a href="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/05/prada_Gonzalo-Fuentes.jpg"><img class="size-medium wp-image-5820 aligncenter" src="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/05/prada_Gonzalo-Fuentes-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p style="text-align: center"><em>E a vontade, como é que fica? Foto: Gonzalo Fuentes/Reuters</em></p>
<p>E, ainda indecisa, comecei a escutar das companhias: “Você trabalha tanto, pode se dar esse presente”, “Uma bolsa dessas dura a vida inteira”, “Você não vai achar preço assim”. Havia ali implícitas as palavras liquidação, presente e companhia pra vida toda – pelo menos para diluir as parcelas de culpa ao longo da durabilidade da bolsa. Mas confesso que nada foi tão decisivo como ouvir de uma delas, chiquérrima, que “Você pode estar mal vestida; mas é só colocar a bolsa que fica, ó, elegante, está ótima para ir a qualquer lugar”. Não precisei de mais expressões de incentivo. Havia escolhido a minha bolsa preta. 590 euros.</p>
<p>Justo eu, que nunca tinha tido uma bolsa que custasse mais do que R$ 160. E, como já havia enlouquecido o meu avatar-consumidora-de-luxo, decidi passar na seção de sapatos e aproveitar aquela felicidade de criança que ganha bicicleta de Natal. Fiquei só na parte dos preços especiais, confesso. Mas saí de lá com dois pares-mulher-poderosa: um de 100 e outro de 75 euros. Ah, <em>Emily</em>, vá dizer que pelo menos esse não foi um bom negócio? E, não, não me arrependi de ter comprado a bolsa.</p>
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		<title>A batalha das tintas</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:02:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aryane Cararo</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[A Última Ceia]]></category>
		<category><![CDATA[Convento de Santa Maria delle Grazie]]></category>
		<category><![CDATA[Da Vinci]]></category>
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		<description><![CDATA[  Aryane Cararo Os pés estão gastos. Esvaecem em pequenas rachaduras. Sofrem. Eles que sempre pareceram tão vivos, tão fortes nessa caminhada, foram vencidos pelo tempo. E agora desaparecem numa batalha em que a tinta não consegue mais vencer a idade. Curioso olhar para eles, porque nunca foram objeto de minha atenção. Nem daqueles que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"> <strong><img src="/viagem/wp-content/blogs.dir/17/files/2013/05/vinci.JPG" alt="vinci.JPG" width="600" height="352" border="0" /></strong></p>
<p><strong>Aryane Cararo</strong></p>
<p>Os pés estão gastos. Esvaecem em pequenas rachaduras. Sofrem. Eles que sempre pareceram tão vivos, tão fortes nessa caminhada, foram vencidos pelo tempo. E agora desaparecem numa batalha em que a tinta não consegue mais vencer a idade. Curioso olhar para eles, porque nunca foram objeto de minha atenção. Nem daqueles que decidiram reproduzir <em><strong>A Última Ceia</strong> </em>(1495-98), uma das maravilhas do florentino Leonardo da Vinci, em gravuras que muitas vezes cortavam os pés de Jesus e seus apóstolos.</p>
<p>Uma parte de mim definha com aqueles pés. A sensação de entender que uma obra não dura para sempre e que aquele ícone que me acostumei a ver nas casas de tantos fiéis – em número maior até que as reproduções de Mona Lisa, outra de suas obras-primas –, é assim tão frágil. Uma fragilidade recuperada com o último restauro, de 1999. É preciso afastar as lágrimas da emoção para não perder tempo de apreciação daquele que é um privilégio que dura 15 minutos apenas (a partir de 23,50 euros), em grupos de 25 pessoas, tão bem guardado por um sistema de segurança que inclui câmaras fechadas por portas automáticas, ar climatizado e funcionários dispostos a tirar dali quem quer esticar um pouco mais a contemplação. É preciso sentar, apreciar os detalhes.</p>
<p>Se faltam cores nos pés, elas ainda resplandecem na parte superior da obra. Há uma luz diferente naquele que está ao lado esquerdo de Cristo, apontado como João. Surgem dúvidas. Não se parece com um homem. Bem como Tiago, o segundo da esquerda para a direita. São impressões que as reproduções jamais me permitiram o debate interno. Conclusões que cada um deve tirar, ou dúvidas a levar, somente após ver a maestria de Da Vinci com o uso de luz e sombras, dando volume e solidez para as figuras habilmente compostas no refeitório do <a href="http://www.vivaticket.it/index.php?nvpg[evento]&amp;id_evento=298097&amp;wms_op=cenacoloVinciano&amp;SiteVersion=1" target="_blank">Convento de Santa Maria delle Grazie</a>, em Milão.</p>
<p>Fato é que Leonardo nos transporta para outro estado de espírito com a pintura encomendada por Ludovico Sforza, o Mouro, que governava Milão à época. Executada em têmpera sobre emboço, ela impressiona pelo tamanho majestoso: 8,8 x 4,6 metros. E surpreende pela porta que decepa os pés de Cristo, aberta posteriormente pelos monges. Nada que diminua a comoção. Admiração que pode ser estendida para outra obra do artista em Milão, bem menos conhecida: o afresco na Sala dele Asse (1498-99), no <a href="http://www.milanocastello.it/ita/home.html">Castello Sforzesco</a>, que representa um emaranhado de troncos de árvores. Se a intenção é seguir o mestre, há um espaço em sua homenagem, o Museu de Ciência e Tecnologia Leonardo da Vinci, que tem máquinas baseadas em seus desenhos, e o Museu de Arte e Ciência, com duas exposições permanentes sobre Da Vinci.</p>
<p><strong>Em Florença:</strong> A maestria de Leonardo pode ser vista em obras na<a href="http://www.uffizi.org/" target="_blank"> Uffiz</a><a href="http://www.uffizi.com/" target="_blank">i</a> e no <a href="http://www.mostredileonardo.com/site.asp?idSito=1&amp;idLingua=2&amp;idPagina=3" target="_blank">Museu Leonardo da Vinci</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Colosso de pedra</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aryane Cararo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(foto: Mario Viana/Estadão) Aryane Cararo Os pés são fortes, vigorosos. Há solidez nos dedos. Eles, que sempre pareceram fria pedra de mármore nas fotos, estão prestes a fazer o gigante sair do lugar. Há movimento potencial, aprisionado, nos pés, nas pernas bem torneadas. A sensação é de que, a qualquer segundo, o titã vai sair [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="/viagem/wp-content/blogs.dir/17/files/2013/05/davi_b.jpg" alt="davi_b.jpg" width="400" height="605" border="0" /></p>
<p style="text-align: center"><em>(foto: Mario Viana/Estadão)</em></p>
<p><strong>Aryane Cararo</strong></p>
<p>Os pés são fortes, vigorosos. Há solidez nos dedos. Eles, que sempre pareceram fria pedra de mármore nas fotos, estão prestes a fazer o gigante sair do lugar. Há movimento potencial, aprisionado, nos pés, nas pernas bem torneadas. A sensação é de que, a qualquer segundo, o titã vai sair de sua paralisia rochosa e andar. Em seus 5,2 metros desde o chão, <strong>Davi</strong> não é apenas um dos semblantes mais perfeitos já esculpidos, ele é força pura, solidez, energia represada, vontade de movimento. Arrepia.</p>
<p>Há vida em cada veia que salta das mãos tão bem emolduradas, nos músculos que definem o abdome, nos tendões rijos, no franzir preocupado da testa, na contração dos lábios, revelando o momento em que está prestes a enfrentar Golias. <strong>Michelangelo</strong> Buonarroti (1475-1564) sabia disso quando retirou as camadas de pedra para revelar Davi. Era assim que o pintor e escultor que viveu entre Florença e Roma costumava ver seu ofício: as figuras estavam adormecidas nas pedras e precisavam ser libertada com seu cinzel.</p>
<p>Exposta na <a href="http://www.uffizi.firenze.it/musei/?m=accademia" target="_blank">Galleria dell’Accademia</a> (15 euros), em Florença, a estátua de Davi choca, espanta pela dimensão e riqueza de detalhes. Esculpida entre 1501 e 1504, foi planejada para ficar em frente ao duomo (catedral) de Florença, mas nunca esteve por lá. Pronta, decidiram colocá-la na Piazza della Signoria, em frente ao Palazzo Vecchio, onde permaneceu por 350 anos. Foi transportada à galeria em 1873 – uma réplica ficou em seu lugar, mas não emociona como a escultura original. Está ao fundo de um longo corredor, e é bom que você não se apresse para chegar ao titã. Nesse caminho, estão outras obras impressionantes de Michelangelo, como os quatro escravos, inacabados, que fariam parte do túmulo do Papa Júlio II, e a estátua de São Mateus.</p>
<p>Apesar de pequena, a galeria, que foi um hospital no século 14 e hoje pertence à Academia de Belas Artes de Florença (fundada em 1563 como a primeira escola europeia para ensinar técnicas de desenho, pintura e escultura), revela boas surpresas. O modelo em gesso de <em>O Rapto das Sabinas</em> (1582), de Jean de Boulogne (ou Giambologna), impressiona pelo vigor e movimento, e precisa ser apreciado com uma volta ao seu redor – a versão em mármore está na Loggia dei Lanzi, na Piazza della Signoria, ao lado da Uffizi . Nas paredes, há pinturas importantes da Idade Média, Renascença e começo do século 17, com trabalhos de Filippino Lippi, Pietro Perugino, Sandro Botticelli e Pacino di Bonaguida.</p>
<p><strong>Mais Michelangelo:</strong> Quem quiser seguir o legado do artista, pode colocar em seu roteiro a<a href="http://www.casabuonarroti.it/it/" target="_blank"> Casa Buonarroti</a>, imóvel que ele comprou, mas nunca morou, e hoje tem esculturas e desenhos seus, o <a href="http://www.polomuseale.firenze.it/musei/?m=bargello" target="_blank">Museu Bargello</a>, onde está <em>Bacco</em> e outras três esculturas do artista, a<em> Pietá</em> que está no <a href="http://www.operaduomo.firenze.it/" target="_blank">Museu dell&#8217;Opera</a> e o singelo crucifixo na <a href="http://www.basilicasantospirito.it/" target="_blank">Basílica de Santo Espírito</a>.</p>
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		<title>Para cantar no ritmo de &#8216;Dancing Queen&#8217;</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 02:34:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Moreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Adriana Moreira Mais de 30 anos se passaram desde que o grupo acabou. Mas quem consegue resistir ao ritmo de Dancing Queen e outros clássicos do grupo sueco Abba? O legado musical da banda formada em 1972 por Benny Andersson, Frida Lyngstad, Björn Ulvaeus e Agnetha Fältskog agora tem um centro de &#8220;adoração&#8221; para os fãs: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Adriana Moreira</strong></p>
<p>Mais de 30 anos se passaram desde que o grupo acabou. Mas quem consegue resistir ao ritmo de Dancing Queen e outros clássicos do grupo sueco Abba? O legado musical da banda formada em 1972 por Benny Andersson, Frida Lyngstad, Björn Ulvaeus e Agnetha Fältskog agora tem um centro de &#8220;adoração&#8221; para os fãs: o <a href="http://www.abbathemuseum.com/" target="_blank">Abba Museum</a>, em Estocolmo.</p>
<div id="attachment_5806" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/05/abba2.jpg"><img class=" wp-image-5806 " src="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/05/abba2-1024x602.jpg" alt="" width="614" height="361" /></a><p class="wp-caption-text"><em><strong>Museu Abba, em Estocolmo. Foto Reuters</strong></em></p></div>
<p>Inaugurado na semana passada depois de 9 anos desde sua concepção (e vários atrasos na construção), o museu é muito mais do que um apanhado de objetos temáticos. Ali você mergulha de fato no universo e nas canções do grupo &#8211; logo na entrada, os visitantes são recebidos com um documentário sobre a trajetória da banda pop que vendeu mais de 50 milhões de discos.</p>
<p>É possível assistir a vídeos onde os cantores contam um pouco de sua história e conhecer a casa da Ilha de Viggsö, onde o grupo compôs várias de suas canções. Mas o ponto alto da visita é o karaokê onde você canta sua música favorita acompanhado dos quatro integrantes, presentes por meio de hologramas. Quer diversão maior?</p>
<div id="attachment_5805" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/05/abba.jpg"><img class=" wp-image-5805 " src="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/05/abba-1024x768.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a><p class="wp-caption-text"><em><strong>Solte a voz: karaokê com hologramas dos integrantes do grupo. Foto Reuters</strong></em></p></div>
<p>Em tempo: a entrada custa 195 coroas suecas (cerca de R$ 60).</p>
<p>Mas se você acha que Estocolmo está muito longe e nem pretende passar por lá tão cedo, ainda é possível curtir o embalo das canções no animadíssimo musical <em><a href="http://www.mamma-mia.com/" target="_blank">Mamma Mia!</a>,</em> que fez turnê pelo Brasil em 2011, mas continua em cartaz em várias partes do mundo. A começar por Londres, onde ocorreu a estreia, em 1999. O espetáculo, que virou filme com Maryl Streep (2008) também pode ser visto na Broadway de Nova York e em cidades da França, China, Coreia, Japão e Alemanha.  Vai ser difícil não cantar junto com os atores sucessos como <em>Fenando, Waterloo&#8230;</em></p>
<p>Entre no clima, cantando com o vídeo abaixo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xFrGuyw1V8s?hl=pt_BR&amp;version=3" />
<param name="allowfullscreen" value="true" />
<param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed width="420" height="315" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/xFrGuyw1V8s?hl=pt_BR&amp;version=3" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></p>
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		<title>Leve a mamãe para viajar no dia dela</title>
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		<pubDate>Sat, 11 May 2013 01:39:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Moreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Sudeste]]></category>
		<category><![CDATA[barbatuques]]></category>
		<category><![CDATA[campos do jordão]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Mães]]></category>
		<category><![CDATA[granja viana]]></category>
		<category><![CDATA[holambra]]></category>
		<category><![CDATA[leo maia]]></category>

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		<description><![CDATA[Adriana Moreira Restaurante lotado? Filas intermináveis? Que tal deixar a muvuca para trás e dar de presente para a mamãe uma viagem curtinha? Separei três sugestões para se adequar ao seu gosto &#8211; e realidade financeira. Para quem está com a grana curta, o The Square Granja Viana está com uma programação bacana de shows [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Adriana Moreira</strong></p>
<p>Restaurante lotado? Filas intermináveis? Que tal deixar a muvuca para trás e dar de presente para a mamãe uma viagem curtinha? Separei três sugestões para se adequar ao seu gosto &#8211; e realidade financeira.</p>
<p>Para quem está com a grana curta, o <a href="http://www.openmallthesquare.com.br/" target="_blank">The Square Granja Viana</a> está com uma programação bacana de shows neste fim de semana &#8211; todos gratuitos. Sábado, às 15 horas, tem o grupo Barbatuques, que usa o próprio corpo como instrumento musical. O resultado é fantástico &#8211; assista <a href="http://www.youtube.com/watch?v=_Tz7KROhuAw" target="_blank">aqui</a>. Às 21 horas é a vez de Leo Maia, filho de Tim Maia que fará um show de tributo ao pai. Promete.</p>
<p>O espaço de lazer fica pertinho de São Paulo, no km 22 da Rodovia Raposo Tavares. Basta um bate-volta para deixar a mamãe com um sorriso no rosto.</p>
<div id="attachment_5790" class="wp-caption aligncenter" style="width: 910px"><a href="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/05/flores.jpg"><img class="size-full wp-image-5790" src="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/05/flores.jpg" alt="" width="900" height="250" /></a><p class="wp-caption-text"><em><strong>Campos floridos de Holambra</strong></em></p></div>
<p>Um pouquinho mais distante, Holambra, a 140 quilômetros de São Paulo (fica próxima a Campinas) pode ser desbravada tanto num bate-volta quanto num fim de semana, se você preferir fazer tudo com mais calma e tranquilidade. No centro da cidade, há várias lojas de flores (com preços bem mais baratos do que os da capital) e casas de comidinhas típicas da Holanda, de onde vieram os imigrantes que fundaram a cidade. Cerâmicas originais<em> made in Holland</em>, além dos tradicionais tamanquinhos, também podem ser encontrados pelas lojinhas.</p>
<p>Mas os melhores passeios são os que levam para conhecer os campos floridos, onde são produzidas orquídeas, azaleias e outras espécies. <a href="http://www.prefeituraholambra.com.br/interna.php?id=21" target="_blank">Aqui</a>, confira outras atrações da cidade e agências locais que levam para os tours.</p>
<p>Quem preferir passar o fim de semana fora, Campos do Jordão, a 194 quilômetros da capital, é sempre uma boa opção. Para quem gosta do frio, uma boa notícia: a previsão para este fim de semana é de geada, mas os dias serão ensolarados. O bacana é que a cidade tem atrações para mamães de perfis diferentes &#8211; e que também agradam às crianças. Passeios à cavalo, caminhadas até a Pedra do Baú na vizinha São Bento do Sapucaí e, claro, comer muito bem estão entre os programas indispensáveis. E se a sua mãe for do tipo que adora uma cervejinha, não deixe de levá-la para conhecer a fábrica da cerveja <a href="http://www.badenbaden.com.br/" target="_blank">Baden Baden</a>. Para mais informações sobre as atrações de Campos do Jordão, <a href="http://www.guiadecamposdojordao.com.br/" target="_blank">clique aqui.</a></p>
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		<title>A hora de ir a Machu Picchu</title>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 15:31:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Moreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Adriana Moreira A chegada do outono marca também o início da melhor época para visitar Machu Picchu, a enigmática cidade inca que se tornou o principal cartão-postal peruano. O fim das chuvas de verão e o início do período seco, até meados de agosto, fazem da época a mais propícia não só para conseguir fotos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Adriana Moreira</strong></p>
<p>A chegada do outono marca também o início da melhor época para visitar Machu Picchu, a enigmática cidade inca que se tornou o principal cartão-postal peruano. O fim das chuvas de verão e o início do período seco, até meados de agosto, fazem da época a mais propícia não só para conseguir fotos melhores, mas também para encarar trilhas.</p>
<p>A Trilha Inca, o mais conhecido dos caminhos criados pelos incas, é a mais concorrida dessas trilhas. Apenas 500 pessoas por dia podem fazer o trajeto, de dois ou quatro dias, e a fila de espera pode ultrapassar um ano na alta temporada. Por isso, rotas alternativas, como a Trilha do Salcantay têm se tornado mais populares.</p>
<div id="attachment_5781" class="wp-caption aligncenter" style="width: 778px"><a href="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/05/DSCN5596.jpg"><img class="size-large wp-image-5781" src="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/05/DSCN5596-768x1024.jpg" alt="" width="768" height="1024" /></a><p class="wp-caption-text"><em><strong>Momento de contemplação na Trilha do Salcantay. Foto Adriana Moreira/Estadão</strong></em></p></div>
<p>A trilha do Salcantay é mais dura, mas repleta de belezas. Além da opção mochileira, é possível fazer o trajeto com conforto, dormindo em lodges com direito a jacuzzi para relaxar os músculos e com refeições saborosíssimas com a equipe do <a href="http://www.mountainlodgesofperu.com/" target="_blank">Mountain Lodges of Peru</a>. O percurso, de sete dias, com refeições, custa aproximadamente US$ 3 mil. E também é bastante procurado.</p>
<div id="attachment_5782" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/05/DSCN5655.jpg"><img class="size-medium wp-image-5782" src="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/05/DSCN5655-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text"><em><strong>Cama confortável para descansar da caminhada. Foto Adriana Moreira/Estadão</strong></em></p></div>
<p>Mas se você não quer nem saber de caminhar e prefere ir de <a href="http://www.perurail.com/" target="_blank">trem</a> mesmo, resista à tentação de fazer um bate-volta a partir de Cusco para Machu Picchu. A multidão que desembarca ao mesmo tempo para entrar na cidadela quebra o clima de magia e contemplação. Minha dica: durma uma noite em Águas Calientes, o povoado na base da montanha, e acorde bem cedinho no dia seguinte. Assim, você terá uma experiência muito mais saborosa, como uma viagem dessas merece.</p>
<div id="attachment_5783" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/05/DSCN6404.jpg"><img class="size-medium wp-image-5783" src="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/05/DSCN6404-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text"><em><strong>De trem, para não cansar as pernas. Foto Adriana Moreira/Estadão</strong></em></p></div>
<p>Lembre-se: para entrar em Machu Picchu há um limite de 2.500 pessoas por dia. O melhor é você garantir seu ingresso o quanto antes. Em datas concorridas, como na época do Inty Raimi, a Festa do Sol (24 de junho), o número de visitantes já está próximo ao limite. Garanta seu ingresso <a href="http://www.machupicchu.gob.pe/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_5784" class="wp-caption aligncenter" style="width: 1034px"><a href="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/05/DSCN6536.jpg"><img class="size-large wp-image-5784" src="http://blogs.estadao.com.br/viagem/files/2013/05/DSCN6536-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" /></a><p class="wp-caption-text"><em><strong>Como recompensa, a foto clássica da cidadela: pura contemplação. Foto Adriana Moreira/Estadão</strong></em></p></div>
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		<title>Para escolher o presente da sua mãe viajante</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2013 19:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Nóbrega</dc:creator>
				<category><![CDATA[Embarque]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Mães]]></category>
		<category><![CDATA[embarque]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Mônica Nobrega Se sua mãe faz o tipo que gosta ou precisa colocar o pé na estrada, aproveite que domingo é o dia dela e escolha um presente útil na hora de fazer as malas. A seguir, nossas sugestões para diversas necessidades das mães viajantes. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Mônica Nobrega</strong></p>
<p>Se sua mãe faz o tipo que gosta ou precisa colocar o pé na estrada, aproveite que domingo é o dia dela e escolha um presente útil na hora de fazer as malas. A seguir, nossas sugestões para diversas necessidades das mães viajantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src='http://infograficos.estadao.com.br/galerias/gerar/6559' height='750px' width='630px' frameborder='0' style='border:0;'></iframe></p>
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