Que me desculpem os claustrofóbicos, mas o apagão de ontem só reforçou uma ideia antiga. Se é para ficar no escuro, que seja com propósito definido. E não por uma infeliz mistura de temporal e algo mais que nunca ninguém vai confessar. O breu numa caverna do Petar (SP) ou de Waitomo (Nova Zelândia) tem muito mais atrativos que o cárcere privado em um prédio de Perdizes, provocado pelo blecaute. Alguma dúvida?
Comece conferindo o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (Petar), entre Iporanga e Apiaí, no interior paulista.

Lambari de Baixo – J.F. Diório/AE
E complete o roteiro paulista com a Caverna do Diabo, em Eldorado, ótima para iniciantes, crianças e idosos. Entrada a R$ 10.

Caverna do Diabo – J.F. Diório/AE
Em Marmaris, na Turquia, estivemos na Phospherous Cave. Só mesmo de barco para chegar à pequena caverna numa montanha cravada no mar.

Phospherous Cave – AE
A Jeita Grotto, no Líbano, a 20 quilômetros de Beirute, virou um sonho de consumo. Repare no azul celeste da chamada Lower Cave.

Jeita Grotto, em todo seu esplendor – Mohamed Azakir/REUTERS
Nosso roteiro segue para o sudeste da China, mais precisamente para Guilin. Lá está a Caverna da Flauta de Bambu, ou Ludi Yan.

Caverna da Flauta de Bambu – AE
Para fechar com estilo, Waitomo, na Nova Zelândia.

A maravilhosa Waitomo – Adriana Moreira/AE
Isso é o que chamamos de escuridão com propósito.
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