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Viagem

 

Foto Bobby Yip/Reuters

 

O casamento do príncipe William com Kate Middleton inspirou espaços pelo mundo todo a criarem exposições sobre a família real britânica.

Um shopping em Kwun Tong, Kowloon, na área continental de Hong Kong (antiga colônia inglesa), gastou cerca de US$ 20 mil numa exposição com direito até a uma sósia (de olhos puxados) de Kate Middleton. Além de ver, quem visitar o local até o dia 5 de maio também poderá comprar os souvenirs oficiais do casamento mais badalado dos últimos tempos. 

Foto Bobby Yip/Reuters

 

 Outra ex-colônia, a Índia também foi palco de uma exposição na cidade de Chennai, onde a biblioteca do British Council reuniu pratos, xícaras e outros objetos decorados com a foto do mais novo casal da realeza britânica.

Foto Babu/Reuters

 

 Os Estados Unidos também não ficaram de fora. A exposição Diana - A Celebration (www.dianaexhibition.com), traz a Kansas City objetos que pertenceram à princesa, como joias, roupas e até o vestido usado por ela no casamento com o príncipe Charles. A exposição permanece na cidade até dezembro.

Foto Divulgação

 

 Já em Tóquio, um shopping abusou da criatividade e trouxe malas criadas especialmente para a realeza na exposição Globe-Trotter – incluindo a usada pela rainha Elizabeth em sua lua de mel.

Foto Shizuo Kambayash/AP

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Moderna, Hong Kong pode ser a porta de entrada para os turistas de primeira viagem pela Ásia. Confira alguns pacotes – os preços são por pessoa, com aéreo e em quarto duplo:

US$ 2.238: 3 noites. Inclui café da manhã e passeio. Na Sem Fronteiras (11-3853-4401; www.semfronteiras.tur.br)

US$2.368: 5 noites. Na Taks Tour (11-2181-8800; www.takstour.com.br)

US$ 2.767: 3 noites. Inclui café da manhã e passeio. Na Selections (11-2196-9392; www.selections.com.br)

US$ 3.079: 5 noites. Inclui café da manhã e traslados com guia. Na ViajaNet (11-3122-0200;  www.viajanet.com.br)

US$ 3.699: 5 noites. Inclui passeios. Na New Line (0800-600-2524; www.newline.tur.br)

US$ 4.725: 5 noites. Inclui café da manhã e passeios. Na Tereza Ferrari Viagens (11-3021-1699; www.terezaferrariviagens.com.br)

*Atualizado às 12h02

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Não bastam as coreografias de luta impressionantemente precisas, o visual mais que divertido dos atores e a presença de um gato com premonições no longa O Voo do Dragão (1972). A clássica cena em que o mestre do kung fu Bruce Lee enfrenta o faixa preta de caratê Chuck Norris ainda ocorre entre as paredes e colunas milenares do Coliseu romano.

Para (re) ver e se divertir.

Se não tivesse morrido aos 32, Bruce Lee faria 70 anos neste 2010. O Viagem reuniu os pontos mais importantes da vida do astro em um roteiro que passa pelos Estados Unidos, China e Hong Kong. Não leu?
Vai lá: “Em busca do grande dragão” e “Confronto decisivo entre as colunas romanas do Coliseu”.

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Fogos em comemoração do novo ano lunar na Victoria Harbour. Foto Adriana Moreira/AE

Fogos em comemoração do novo ano lunar na Victoria Harbour. Foto Adriana Moreira/AE

As comemorações em torno do ano novo chinês continuam em Hong Kong. E se ontem as ruas de Kowloon tiveram seu dia de Sapucaí, hoje foi a vez da Victoria Habour ganhar ares de Copacabana no revéillon. Quatro toneladas e meia de fogos de artifício foram distribuídas em três barcas para proporcionar exatos 23 minutos ininterruptos de explosões.

Às 20 horas em ponto, o skyline da baía, sempre iluminado, ganhou ainda mais cores. Fogos explodem nos mais diversos formatos – surgem diversos números 8, símbolo da sorte e da fortuna para os chineses, flores vermelhas de miolo branco, letras. Dos arranha-céus caem cascatas de luzes, arrancando um “ohhhhh!” da multidão.

A chuva fina e gelada que caiu durante todo o dia deu uma trégua na hora da apresentação, deixando o espetáculo ainda mais bonito. Para ter um gostinho dos minutos finais, clique aqui. Com o término do show, as ruas ficaram tomadas de pessoas, como se os 7 milhões de habitantes de Hong Kong estivessem todos no mesmo lugar.

Quem não quis enfrentar as longas filas para pegar o metrô (único meio de transporte possível, já que as ruas estavam fechadas e o ferry, suspenso temporariamente por causa das barcas de fogos), ainda pôde aproveitar a principal atração de Hong Kong: as compras.

Ruas lotadas depois dos fogos de artifício. Foto Adriana Moreira/AE

Ruas lotadas depois dos fogos de artifício. Foto Adriana Moreira/AE

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Desfile de ano novo em Hong Kong. Foto Adriana Moreira/AE

Desfile de ano novo em Hong Kong. Foto Adriana Moreira/AE

Há carros alegóricos, fantasias, dança e música. Quase um carnaval, mas sem corpos desnudos ou closes ousados nas moças bonitas. A parada em comemoração ao ano novo chinês em Kowloon, área continental de Hong Kong, é comportada, inocente até. Também não é longa, como nos desfiles das escolas de samba no Brasil. Os 38 grupoes que se apresentam - organizados por grandes empresas e instituições govenamentais diversas – passam em  apenas 1h30. Tudo transmitido ao vivo, pela TV.

Leão desfila em Hong Kong durante comemorações pelo ano novo chinês. Foto Adriana Moreira/AE

Leão desfila em Hong Kong durante comemorações pelo ano novo chinês. Foto Adriana Moreira/AE

A saudação que equivale a um “Feliz Ano-Novo” – Kung Hey Fat Choy – indica o início às festividades. Homens dão vida à uma fantasia de leão, realizando malabarismos impressionantes. O animal traz proteção para o ano vindouro e pode ser visto não apenas no desfile: há comerciantes que contratam a performance para garantir boa sorte nos negócios. Mas é preciso agradá-lo, pendurando um pé de alface (estranho para um leão, não?) na entrada do estabelecimento.

A parada pela, vá lá, Marquês de Sapucaí de Hong Kong, segue com shows rápidos de tradição japonesa, tailandesa, indiana, do Reino Unido, cheerleaders norte-americanas até que surge… uma espécie de escola de samba? Pois é, os integrantes são da Tropidanza dos Estados Unidos, que reproduzem tradições do Brasil. Homens jogam capoeira ao som de um batuque, digamos, modesto. Mulheres de biquíni e penacho na cabeça ensaiam um samba mal ajambrado, com exceção de uma mulata cujo gingado não deixa dúvida: só pode ser brasileira. Confira o vídeo aqui.

Um grupo de percussão da Suíça toca “Eye of the Tiger”, a música mais propícia para o ano do tigre, animal que rege o calendário lunar. Só faltou Rocky Balboa. E sete meses após sua morte, Michael Jackson segue mais popular que nunca: dois grupos realizam performances ao som de “Thriller”.

Crianças vestidas de tigre, de bailarina, tocando instrumentos ou dançando, encantam a plateia. Ao final, o leão e o dragão se encontram, assinalando o fim do desfile. Tudo organizado, calmo e muito, muito seguro.

Mas o primeiro dia do ano lunar também foi de oração. Mais cedo, uma longa fila cercava o templo taoísta Sik Sik Yuen Wong Tai Sin, o mais popular de Hong Kong. Todos, afinal, querem fazer seus pedidos para ter um ano próspero. Com 18 mil metros quadrados, o local é divido em diversos templos menores, cada um com seus próprios deuses. A fumaça dos milhares de insensos acesos defuma até o pensamento. Acostume-se com ela (não há outro jeito), siga em frente e arrisque um pedido. Quem sabe dá certo?

Multidão no templo Sik Sik Yuen Wang Tai Sin, que funciona 24 horas: a fumaça que se vê é puro insenso. Foto Adriana Moreira/AE

Multidão no templo Sik Sik Yuen Wang Tai Sin, que funciona 24 horas: a fumaça que se vê é puro insenso. Foto Adriana Moreira/AE

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13.fevereiro.2010 13:31:57

Mandingas do ano-novo lunar

Se normalmente sobram superstições em Hong Kong, imagine então em uma data comemorativa. Depois de mais de 30 horas entre aviões e conexões, desembarquei na província em plena véspera de ano-novo chinês – ou lunar, já que o calendário segue os padrões da lua, e não do sol, como fazemos no Ocidente. E descobri que, por mais estapafúrdias que algumas delas possam parecer, muitas se assemelham com as nossas.

Amanhã, durante a festa para o novo ano, não haverá multidões vestidas de branco, como se vê no Brasil. A cor predominante será o vermelho, que representa prosperidade. Dourado, da fortuna, também é bom. Só o preto fica proibido: acredita-se que a cor atraia má sorte.

Três dias antes da comemoração, um grande mercado é montado na Caseway Bay – visitei-o hoje, em seu último dia, durante uma chuva fina e incessante, que deixou a todos encharcados. Jovens animados empurram quinquilharias fofas e coloridas, a maioria delas em forma de tigre, que rege o ano lunar que começa amanhã.  Do outro lado, flores, muitas flores. A tradição manda enfeitar a casa com diversas espécies, mas uma não pode faltar: a cinco gerações (wu doi ton tong, em cantonês), que mais parece um pequeno pé de pêssegos.

A plantinha representa a família: ano-novo chinês, por aqui, é época de reunir todos para um banquete. A mesa é posta cedo, antes dos convidados chegarem, para que os deuses possam se fartar primeiro. Depois, sirva-se à vontade – frango e porco não podem faltar. E enquanto a festa segue, casados presenteiam os solteiros da família com dinheiro, sabe-se lá por qual razão.

Os doces tradicionais são muitos. O bigode de dragão (lung xou), feito com amêndoas ou nozes, coco e recheios diversos (delicioso, por sinal) deve ser degustado para garantir um ano próspero. Tangerina também não pode faltar: a pronúncia em cantonês (diz-se kam) tem som similar a “ouro”. Por isso, a fruta está presente por todos os lados.

As fotos do mercado de flores e do “bigode do dragão” coloco em breve. Não sei se a chuva fina ou o jet leg afetaram minha câmera, mas o fato é que ela se recusa a descarregar neste momento.Espero sanar tudo até amanhã para que vocês possam ver também as imagens exclusivas do ano-nov0 chinês.

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A semana é de preparativos na maior parte dos países asiáticos. Não à toa: trata-se da época mais importante do calendário chinês, o ano-novo. Tempo de reencontrar familiares, amigos e reviver antigas tradições. Ao invés do branco, vermelho e dourado predominam, por atraírem boa sorte.

Este é o ano do Tigre, um dos 12 animais que compõem o horóscopo chinês. Segundo a lenda, eles atenderam a um chamado de Buda e são listados de acordo com sua ordem de chegada.  O revéillon local, por assim dizer, ocorre da noite de sábado para o domingo. A data sempre coincide com a lua nova e as comemorações chegam a durar 15 dias.

O Viagem&Aventura acompanhará de perto as comemorações em Hong Kong e contará tudo a você, aqui neste blog. Para ter um gostinho da festa antecipado, seguem algumas imagens dos prepativos mundo afora.

Homen vestido de deus da fortuna, em Hong Kong. Vincent Yu/AP

Homen vestido de deus da fortuna, em Hong Kong. Vincent Yu/AP

Parque em Pequim, China, decorado para o ano-novo. Foto Christina Hu/Reuters

Parque em Pequim, China, decorado para o ano-novo. Foto Christina Hu/Reuters

Homem defila nas preparações para o ano-novo em templo de Pequim. Foto Christina Hu/Reuters

Homem defila nas preparações para o ano-novo em templo de Pequim. Foto Christina Hu/Reuters

Dragão chinês nas ruas de Valletta, Malta. Foto Darrin Zammit Lupi/Reuters

Dragão chinês nas ruas de Valletta, Malta. Foto Darrin Zammit Lupi/Reuters

Pagode gigante construído com bolinhos chineses em Bangcok, Tailândia. Foto Rungroj Yongrit/EFE

Pagode gigante construído com bolinhos chineses em Bangcok, Tailândia. Foto Rungroj Yongrit/EFE

Iluminação especial na ilha de Penang, Malásia. Foto Kamaruzaman Yaacob/Reuters

Iluminação especial na ilha de Penang, Malásia. Foto Kamaruzaman Yaacob/Reuters

Comemorações no Bairro da Liberdade, em São Paulo, no último fim de semana. Foto Paulo Whitaker/Reuters

Comemorações no Bairro da Liberdade, em São Paulo, no último fim de semana. Foto Paulo Whitaker/Reuters

Árvores com lâmpadas coloridas nas festividades de Kuala Lumpur. Foto Bazuki Muhammad/Reuters Árvores com lâmpadas coloridas nas festividades de Kuala Lumpur. Foto Bazuki Muhammad/Reuters
Dançarino da ópera chinesa durante comemorações em Valletta, Malta. Foto Darrin Zammit Lupi/Reuters Dançarino da ópera chinesa durante comemorações em Valletta, Malta. Foto Darrin Zammit Lupi/Reuters
Ator vestido de tigre, também em Malta. Darrin Zammit Lupi/Reuters Ator vestido de tigre, também em Malta. Darrin Zammit Lupi/Reuters

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