Para quem consegue descolar uma folga até o comecinho de dezembro, é hora de aproveitar: ainda dá tempo de dar uma escapada pagando valores de baixa temporada, antes do inevitável aumento de preços do verão.
Na edição impressa do Viagem desta terça, 8 de novembro, você encontra uma seleção de pacotes para destinos no Brasil com preços atuais, data de validade e, para poder comparar, os valores que serão cobrados depois do reajuste.
Veja, a seguir, as opções para ir ao exterior. Em todos os casos, tanto aqui como no impresso, os preços são mínimos por pessoa, em quarto duplo e com passagem aérea incluída. Ah, e não valem no feriado emendado do dia 15 de novembro.
Santiago
US$ 613: 3 noites com café. A partir de 2 de dezembro, o valor sobe para US$ 725. Fenix Operadora (11-3120-7200)
Buenos Aires
US$ 639: 3 noites com café. A partir de 2 de dezembro, US$ 709. Flot (11-4504-4544)
Patagônia Argentina
US$ 1.358: 6 noites com café. Válido até 1 de dezembro; depois, US$ 1.689. Naturalmar (11-3236-4949)
Cancún
US$ 1.381: até dia 30, pacote de 6 noites com café. Depois, US$ 1.917. Intravel (11-3206-9000)
Punta Cana
US$ 1.489: até 10 de dezembro, pacote de 6 noites em sistema all incllusive. Depois, US$ 1.634. Top Brasil Turismo (11-5576-6300)
Cartagena de índias
US$ 1.740: são 6 noites com café, até dia 30. Depois, US$ 2.105. Vectra (11-3816-9666)
África do Sul
US$ 2.399: 6 noites com 4 safáris incluídos, até dia 30. Depois, US$ 2.499. Atlantic Connection Travel (11-3026-9292)
Whistler
US$ 2.780: 7 noites na estação de esqui canadense com 6 dias de ski-lift, até o dia 29. Daí em diante, US$ 2.913. Agaxtur (11-3067-0900)
Taiti
4.689 euros: 8 noites com café, até 10 de dezembro. Depois, 5.134 euros. Interpoint (11-3087-9400)
Adriana Moreira
Há mais ou menos cinco anos estive em Ushuaia, no extremo sul da Argentina. É dali que saem os cruzeiros que exploram a Patagônia (motivo pelo qual a visitei na época) e a Antártida (motivo pelo qual estou aqui agora). E fiquei impressionada de como ela se transformou nesse tempo.
Da primeira vez que visitei a cidadezinha o aeroporto era mínimo. Não havia fingers – todos desciam na pista, diretamente para a saída de bagagens. Antes, um clique na clássica placa “Binvenidos a Ushuaia”. Charmoso.
O aeroporto cresceu, está mais organizado e não é preciso colocar, antes de descer do avião, os casacões contra o frio que nunca deixa a cidade – mesmo no verão, os termômetros dificilmente ficam acima dos 10 graus. Agora, você desembarca pelos fingers e desce a escada até a única esteira de bagagens. Sem dúvida ficou mais organizado. Mas também está mais impessoal. Pelo menos a vista das montanhas, recepcionando os visitantes com seus picos gelados, continua a mesma.
No táxi, rumo ao hotel, pergunto ao taxista sobre o crescimento da cidade. Ele me conta que novos hotéis chegaram, e que o número de turistas aumentou. Está satisfeito. Percebo que a orla também está diferente – ele diz que ali é tudo novo, “tem no máximo dois anos”. Agora, há uma calçadinha e bancos para aproveitar os raios de sol enquanto se vê a paisagem. Mas senti falta da placa “Ushuaia, Fin Del Mundo” que havia por ali. O cavalete permanece, e me pergunto se ela não estará em manutenção. Por enquanto, pelo menos, não consegui descobrir.
Timidamente, o comércio começa a sair da Calle San Martín e entra nas transversais. Mas tudo está absurdamente mais caro. Mesmo os souvenirs que deveriam ser baratos, do tipo ‘made in China’, têm preços altos pela qualidade do material. Camisetas de tecido ruim com pinguinzinhos chegam a custar R$ 50 – lembro que comprei uma simples, mas de algodão, por uma média de R$ 20 (valores já convertidos do peso argentino).
A boa notícia, contudo, é que agora, perto do porto, há uma feirinha de artesanato. Artesanato mesmo, de coisas criativas e com a cara da Patagônia. Não, não é barato. Mas por um preço similar aos dos souvenirs informais e de má qualidade é possível comprar artigos autênticos, como os caderninhos de viagem feitos à mão, com capa que reproduz a primeira edição do Livro das Espécies, de Charles Darwin (preço médio de R$ 35).
Fiquei feliz com o crescimento de Ushuaia. Espero apenas que isso não lhe tire a identidade.
Na esteira das dificuldades causadas pelas cinzas do Vulcão Puyehue, a Argentina anunciou hoje seu plano para evitar que Bariloche sofra uma debandada de brasileiros neste início de temporada de inverno. As medidas foram elaboradas pelo Inprotur, o órgão oficial de turismo do país, pela empresa aérea Aerolíneas Argentinas e por representantes dos hotéis da estação de esqui mais frequentada pelos viajantes verde-e-amarelos.
A reabertura do aeroporto de Bariloche está prevista para 9 de julho, se não existirem mais imprevistos naturais até lá. Enquanto isso, de sexta-feira (dia 1.º) até o dia 8, os turistas que compraram pacotes para a estação de esqui serão levados aos aeroportos de Neuquén (a 430 quilômetros de distância) e Esquel (a 280 quilômetros), após escala em Buenos Aires. E, então, seguirão até Bariloche em ônibus fornecido pelo governo local.
Para garantir as vendas, os hotéis da cidade estão trabalhando com descontos de 30% nas diárias, disse o representante dos hoteleiros locais, Hugo de Barba. Nos centros de esqui, as tarifas estão com preços de média temporada, cerca de 20% mais baixas. Tudo para manter a previsão de 30 mil turistas brasileiros esperados na estação gelada em Bariloche.
Notícias atualizadas sobre as cinzas do Vulcão Puyehue e a temporada de inverno estão no site oficial de Bariloche.
Não conseguiu ingresso para curtir o U2 em São Paulo? Uma alternativa é reservar alguns dias e conferir a única apresentação em Santiago, no Chile (dia 25/3), ou um dos três shows que vão agitar Buenos Aires (dias 30/3, 2/4 e 3/4). De quebra, você também aproveita um pouco destes destinos. Confira as operadoras que levam:
Buenos Aires, Argentina - preços por pessoa, com aéreo e em quarto duplo:
US$ 838: 2 noites, com café, traslados, e ingresso no setor campo. Na Flot
US$ 1.217: 3 noites, com café, traslados, city tour e ingresso no setor campo. Na Oficina
US$ 1.237: 3 noites, com café, traslados e ingresso no setor campo. Na MK Travel
US$ 1.300: 3 noites, com café, transfers, city tour e ingresso. Na Giampá
US$ 1.321: 3 noites, com café, traslados, city tour e ingresso. Na Agaxtur
US$ 1.368: 3 noites, com café, city tour, traslados e ingresso. Na Natural Mar
Santiago, Chile – preços por pessoa, com aéreo, em quarto duplo:
US$ 1.090: 2 noites, com café, traslados, city tour e ingresso. Na Agaxtur
US$ 1.465: 3 noites, com café, transfers, city tour e ingresso. Na Natural Mar
** A The One oferece pacotes com a parte terrestre, sem o aéreo:
Buenos Aires, por US$ 548: 3 noites, com café, traslados, city tour e ingresso no setor campo.
Santiago, por US$ 668: 2 noites, com café, traslados, city tour e ingresso no setor P3 numerado.
Se você não pode dar uma escapada e as apresentações em São Paulo forem sua única opção de curtir o som da banda irlandesa, ainda há uma possibilidade. A TAM Viagens (patrocinadora do evento) criou o Esquenta U2, um pacote que inclui o ingresso setor pista para o show do dia 9 (sábado), coquetel no Hotel Hilton, a partir das 16 horas, traslado ida e volta ao Estádio do Morumbi e 1 mil pontos no TAM Fidelidade. O pacote sai por R$ 895 (parcelado em até 5 vezes).
Com ou sem intimidade com os esquis, cada vez mais os brasileiros escolhem as estações do Chile e Argentina para desfrutar um inverno literalmente gelado. Leia aqui um pouco sobre cada um dos centros e confira opções de pacotes que levam até eles. Todos são com hospedagem em quarto duplo e preços por pessoa (alguns com aéreo, outros sem):
Argentina
Chapelco
US$ 675: 7 dias, sem aéreo. Na Ski Brasil
US$ 1.031: 7 dias, com café (sem aéreo). Na Interpoint
US$ 1.480: 7 dias, com uma massagem. Na Landscape
US$ 1.580: 4 noites. Na Pisa
US$ 1.630: 7 dias, com café. Na Fenix
Cerro Bayo
US$ 1.512: 7 dias, com café. Na Ski Brasil
Catedral
US$ 1.032: 7 dias, com café (sem aéreo). Na Ski Brasil
US$ 1.245: 7 dias, com aluguel de roupas e passeios. Na Maiatour
US$ 2.208: 7 dias, com meia pensão, equipamentos e aulas de esqui. Na CVC
US$ 2.850: 7 dias, com meia pensão e equipamentos de esqui. Na Tereza Ferrari
US$ 3.475: 7 dias no Hotel Crans-Montana (exclusivo para estudantes), com pensão completa, equipamento e roupas de esqui e passeios. Na Forma
Cerro Castor
US$ 1.430: 7 dias, com equipamentos para esqui. Na Submarino
Chile
Portillo
US$ 2.140: 7 dias, promoção duas crianças esquiam de graça. Na Landscape
US$ 2.158: 7 dias, com pensão completa e equipamentos de esqui. Na Fenix
Valle Nevado
US$ 1.414: 5 noites, Santiago e Valle Nevado, com passeios e aulas de esqui. Na TAM Viagens
US$ 1.661: 5 noites em Santiago, 2 no Valle Nevado e passeios. Na Visual
US$ 1.790: 7 dias, promoção segundo adulto paga metade. Na Landscape
US$ 1.988: 7 dias, com café e jantar. Na Interpoint
US$ 3.012: 7 dias, com meia pensão e uma massagem. Na Teresa Perez
US$ 3.616: 7 dias, com meia pensão. Na Freeway
Chillán
US$ 2.005: 7 dias, com meia pensão, aulas e equipamentos de esqui. Na Fenix
US$ 2.250: 3 noites, com meia pensão e guia. Na Pisa
US$ 2.630: 7 dias, com café e jantar. Na Interpoint
US$ 2.657: 7 dias, com meia pensão e uma massagem. Na Teresa Perez
2012
2011
2010
2009
2008