1. Usuário
Assine o Estadão
assine

Quem Faz

Nem sempre tudo o que a equipe do caderno Viagem vivencia em suas andanças mundo afora cabe nas páginas impressas. Neste espaço, há um pouco de tudo: notícias, percepções, experiências e bastidores. Para você embarcar com a gente cada vez que caímos na estrada

quarta-feira 27/08/14 20:31

Café de ‘Friends’ chega a Nova York. Por pouco tempo

Uma xícara de café no Central Perk - quem nunca sonhou com esse momento?

Quem nunca sonhou em tomar uma xícara de café no Central Perk, o café em que os seis amigos de 'Friends' sempre se encontravam?

Pois este sonho vai se tornar realidade a partir do dia 17 de setembro, como parte das comemorações dos 20 anos da série (sim, já faz esse tempo todo). Trata-se de uma parceria da rede de cafés Eight O'Clock  com a Warner. Estarão lá o ...

Ler post
terça-feira 26/08/14 14:17

O caçador de séries

 Gabriel Perline Tinha apenas cinco dias para desbravar Nova York. Em minha primeira imersão nas terras do Tio Sam, planejei um mochilão para conhecer as cidades que tracei no roteiro, com direito a paradas nos pontos turísticos triviais de cada uma delas. Neste caso, a Times Square, Central Park, Empire State e uma passada pela estátua da Liberdade. Mas foi na 5ª Avenida que tive algo parecido com um déjà vu, que só fui entender horas antes de ir para o ...

Ler post
terça-feira 03/06/14 17:52

Miniguias da Copa 2014: Manaus

Adriana Moreira

No coração da Amazônia pulsa uma cidade caótica, de trânsito intenso, com sabores únicos e uma bela e preservada arquitetura, herança do Ciclo da Borracha. Ao seu redor, a floresta – e um sem-fim de passeios para explorar esse ecossistema tão peculiar. A escolha de Manaus como uma das cidades-sede da Copa do Mundo foi muito controversa, mas uma coisa ninguém discute: sua vocação turística.

Uma pena a cidade não usufruir do tão falado “legado” da Copa: o monotrilho prometido não saiu do papel e o aeroporto, com sorte, deve ficar prontos às vésperas do Mundial. As atrações históricas, contudo, não farão feio: o Mercado Adolpho Lisboa foi renovado recentemente e o Teatro Amazonas sempre arranca suspiros.

Quanto à hospedagem, Manaus vai além dos meios tradicionais. Hotéis de selva e barcos-hotéis são uma alternativa charmosa. O Iberostar Grand Amazon, por exemplo, funcionará como hotel -flutuante de 16 a 22 de junho. O sistema continuará all-inclusive, mas os passeios serão pagos à parte. Ainda há vagas e as diárias custam a partir de R$ 520 (mínimo duas noites).

Vale lembrar ainda que o tradicional Festival de Parintins ocorre logo depois do fim da primeira fase, entre os dias 27 e 29 de junho. Uma ótima razão para esticar um pouquinho mais a viagem (Parintins está a uma hora de voo de Manaus).

Dia 1
Riquezas do passado
O Largo de São Sebastião reúne os principais tesouros arquitetônicos da capital amazonense. A começar, é claro, pelo Teatro Amazonas (92-3232-1768), cuja construção começou em 1882, no auge do Ciclo da Borracha, sendo inaugurado em 1896. A cúpula leva 36 mil escamas de cerâmica vitrificadas e representam a bandeira do Brasil. Para conhecer a casa (e as belas pinturas no teto), é possível fazer visitas guiadas a R$ 10, de segunda a sábado – não é preciso agendar.

Logo ao lado, o Centro Cultural Palácio da Justiça, de 1900, funcionou como tribunal até 2006. Além de exposições temporárias e permanentes, o próprio prédio é uma obra de arte, com piso revestido por ladrinho hidráulico português.

Outro centro cultural, o Palácio Rio Negro, está a poucas quadras dali, assim como o Palacete Provincial, edifício mais antigo de Manaus (1875) que abriga cinco museus.

Volte para a Praça São Sebastião para provar o Tacacá da Gisela, o mais famoso da cidade. Feito de tucupi e jambu (que adormece a língua), com camarões secos, o caldo faz parte das obrigações turísticas na cidade. Ame-o ou deixe-o.

Caminhe pela orla do Rio Negro para conferir o vaivém dos barcos e iates e as várias feiras de produtos que chegam de vários pontos da Amazônia, num delicioso e colorido caos. Aproveite para passar no Mercado Adolpho Lisboa, recém-renovado. Inaugurado em 1883, ele é uma cópia do extinto Les Halles, de Paris. Ali pertinho estão também a Catedral Metropolitana, de 1877, e os prédios da Alfândega e Guardamoria, tombados pelo Iphan.

Na hora da fome, os restaurantes de Vieiraalves têm menu refinado – o Banzeiro explora os ingredientes amazônicos com delicadeza e está entre os mais bem cotados da cidade. Pratos para dois custam em média R$ 80.

À noite, volte para o centro. O Bar do Armando (Rua 10 de Julho, 593), alugado para a mesma família há 40 anos, é um ícone – quem sai dos espetáculos noturnos do Teatro Amazonas costuma parar ali para um lanchinho. O mais pedido é o sanduíche de pernil (R$ 14).

Dia 2
No balanço do rio
Sim, é um clássico. O encontro do Rio Negro com o barrento Solimões ocorre a 10 quilômetros de Manaus – um bate-volta simples e altamente recomendável. As águas correm lado a lado, sem se misturar, ao longo de uma distância que pode variar entre 6 e 18 quilômetros, de acordo com a época do ano. Coloque a mão na água para sentir a diferença de temperatura entre os dois rios. Diversos operadores oferecem o passeio, como a Amazon Explorers e a Fontur, com preços em torno de R$ 140.

O passeio inclui outras atrações (igarapés, comunidades ribeirinhas) e vai ocupar seu dia inteiro. Para relaxar, siga para a Praia de Ponta Negra, iluminada à noite e repleta de quiosques animados à beira-rio. Se você fizer o tipo esportista, o local é ótimo para correr, andar de bicicleta, patins. Ou apenas caminhar, sem pressa.

Dia 3
Cachoeira amazônica
Quem tem agenda corrida, mas não quer sair de Manaus sem ver um pouquinho de Amazônia, pode a matar a vontade de selva no Bosque da Ciência, onde os visitantes observam a natureza caminhando em uma passarela suspensa. É também sobre uma passarela que os visitantes vêem as onças do Zoológico do CIGS (92-2125-6402), outro tour interessante para se aproximar da fauna local.

Mas com um (ou mais) dias extras, o bom mesmo é se embrenhar nos arredores de Manaus. As cachoeiras de Presidente Figueiredo, a 133 quilômetros da capital, são uma ótima pedida – é possível ir de ônibus ou com as operadoras locais. Destaque para o passeio para a Caverna Maroaga e Gruta da Judeia, que só pode ser feito na companhia de um guia. Vá preparado: você vai querer se molhar em ambas as atrações.

Há ainda passeios de barco de um dia para o arquipélago de Anavilhanas, em Novo Airão, a 195 quilômetros de Manaus. Mas o ideal é separar uma semana por ali e explorar não apenas as ilhas fluviais (a maior parte delas, encobertas pelas águas no período da Copa), como também o Parque Nacional do Jaú, com áreas de floresta intocadas. Consulte os barqueiros da Associação de Turismo de Novo Airão sobre os passeios – ou as operadoras de turismo de Manaus.

 

Ler post
sexta-feira 16/05/14 13:26

Mercado da Ribeira, agora mais gourmet

Últimos retoques no Mercado. Foto: Adriana Moreira/Estadão

Adriana Moreira Caminhões não param de descarregar material. Operários lixam as paredes sobre andaimes e não há ninguém por ali que não aparente estar com pressa. Era assim o clima no Mercado da Ribeira ontem (15): todos dando os retoques finais para a cerimônia de abertura oficial neste sábado (17), apenas para convidados. O público em geral irá conhecer as novidades no domingo (18). [caption id="attachment_8635" align="aligncenter" width="614"] Detalhe da fachada. Foto: Adriana ...

Ler post
terça-feira 06/05/14 01:52

Miniguias da Copa 2014 – Salvador

Adriana Moreira Salvador já foi mais bem cuidada, é verdade. Mas a cidade que inspirou Dorival Caymmi, Jorge Amado e outros tantos expoentes da cultura brasileira nunca perde seu brilho. O Pelourinho ainda é passeio obrigatório para quem a visita pela primeira vez, mas a falta de segurança preocupa (quem sabe na Copa esteja melhor?). E o conjunto de igrejas da cidade, algumas inteiramente decoradas, nunca deixará de ser incrível – dizem que há uma para cada dia do ano. [galeria id=10872]   Junho ...

Ler post
quarta-feira 23/04/14 19:58

Dias e noites gelados (e incríveis)

Acampamento-base: ares de minicidade. Foto: Felipe Mortara/Estadão

Felipe Mortara
Despertar e dar-se conta de que se está na base da montanha mais alta do mundo - o Everest, com seus 8.848 metros - é  uma sensação esquisita. Começa com um frio danado na barraca - os vizinhos disseram que chegou a menos 15 graus  na madrugada. Passa por uma vontade danada de fazer xixi logo cedo. E termina com a cabeça girando 360 graus ao  redor do acampamento, tentando entender o ...

Ler post
quarta-feira 23/04/14 19:37

Sensações contraditórias durante o sonho

testeira expedição Everest

Felipe Mortara Sempre achei que meu coração dispararia quando visse o acampamento-base pela primeira vez. Mas me enganei. Quando avistei o Monte Everest pela primeira vez foi que a mágica se fez. Isso porque, em pleno terceiro dia de viagem, avistar o gigante ao longe te faz sonhar. Imaginar mais ainda. [galeria id=10667]

Já na tarde do oitavo dia de caminhada eu não aguentava mais ver pedras e muito menos ...

Ler post
domingo 20/04/14 22:15

Um dia antes da avalanche, clima era de alegria

testeira-expedição-Everest10

Felipe Mortara

Após oito dias caminhando desde Lukla, a 2,8 mil metros de altitude, o grupo da Grade 6 Viagens realizou um dos grandes sonhos de todos amante da montanha. Pernoitamos duas noites no acampamento base do Monte Everest, a 5.340 metros. [caption id="attachment_8266" align="aligncenter" width="768"] Altar e bandeiras utilizados no ritual do puja, com a cascata de gelo do ...

Ler post