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Viagem

A relação entre viagem e música pode extrapolar os fones de ouvido e marcar presença nos outros itens da mala do viajante.

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21.maio.2013 07:02:49

A batalha das tintas

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Aryane Cararo

Os pés estão gastos. Esvaecem em pequenas rachaduras. Sofrem. Eles que sempre pareceram tão vivos, tão fortes nessa caminhada, foram vencidos pelo tempo. E agora desaparecem numa batalha em que a tinta não consegue mais vencer a idade. Curioso olhar para eles, porque nunca foram objeto de minha atenção. Nem daqueles que decidiram reproduzir A Última Ceia (1495-98), uma das maravilhas do florentino Leonardo da Vinci, em gravuras que muitas vezes cortavam os pés de Jesus e seus apóstolos.

Uma parte de mim definha com aqueles pés. A sensação de entender que uma obra não dura para sempre e que aquele ícone que me acostumei a ver nas casas de tantos fiéis – em número maior até que as reproduções de Mona Lisa, outra de suas obras-primas –, é assim tão frágil. Uma fragilidade recuperada com o último restauro, de 1999. É preciso afastar as lágrimas da emoção para não perder tempo de apreciação daquele que é um privilégio que dura 15 minutos apenas (a partir de 23,50 euros), em grupos de 25 pessoas, tão bem guardado por um sistema de segurança que inclui câmaras fechadas por portas automáticas, ar climatizado e funcionários dispostos a tirar dali quem quer esticar um pouco mais a contemplação. É preciso sentar, apreciar os detalhes.

Se faltam cores nos pés, elas ainda resplandecem na parte superior da obra. Há uma luz diferente naquele que está ao lado esquerdo de Cristo, apontado como João. Surgem dúvidas. Não se parece com um homem. Bem como Tiago, o segundo da esquerda para a direita. São impressões que as reproduções jamais me permitiram o debate interno. Conclusões que cada um deve tirar, ou dúvidas a levar, somente após ver a maestria de Da Vinci com o uso de luz e sombras, dando volume e solidez para as figuras habilmente compostas no refeitório do Convento de Santa Maria delle Grazie, em Milão.

Fato é que Leonardo nos transporta para outro estado de espírito com a pintura encomendada por Ludovico Sforza, o Mouro, que governava Milão à época. Executada em têmpera sobre emboço, ela impressiona pelo tamanho majestoso: 8,8 x 4,6 metros. E surpreende pela porta que decepa os pés de Cristo, aberta posteriormente pelos monges. Nada que diminua a comoção. Admiração que pode ser estendida para outra obra do artista em Milão, bem menos conhecida: o afresco na Sala dele Asse (1498-99), no Castello Sforzesco, que representa um emaranhado de troncos de árvores. Se a intenção é seguir o mestre, há um espaço em sua homenagem, o Museu de Ciência e Tecnologia Leonardo da Vinci, que tem máquinas baseadas em seus desenhos, e o Museu de Arte e Ciência, com duas exposições permanentes sobre Da Vinci.

Em Florença: A maestria de Leonardo pode ser vista em obras na Uffizi e no Museu Leonardo da Vinci.

 

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21.maio.2013 07:00:20

Colosso de pedra

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(foto: Mario Viana/Estadão)

Aryane Cararo

Os pés são fortes, vigorosos. Há solidez nos dedos. Eles, que sempre pareceram fria pedra de mármore nas fotos, estão prestes a fazer o gigante sair do lugar. Há movimento potencial, aprisionado, nos pés, nas pernas bem torneadas. A sensação é de que, a qualquer segundo, o titã vai sair de sua paralisia rochosa e andar. Em seus 5,2 metros desde o chão, Davi não é apenas um dos semblantes mais perfeitos já esculpidos, ele é força pura, solidez, energia represada, vontade de movimento. Arrepia.

Há vida em cada veia que salta das mãos tão bem emolduradas, nos músculos que definem o abdome, nos tendões rijos, no franzir preocupado da testa, na contração dos lábios, revelando o momento em que está prestes a enfrentar Golias. Michelangelo Buonarroti (1475-1564) sabia disso quando retirou as camadas de pedra para revelar Davi. Era assim que o pintor e escultor que viveu entre Florença e Roma costumava ver seu ofício: as figuras estavam adormecidas nas pedras e precisavam ser libertada com seu cinzel.

Exposta na Galleria dell’Accademia (15 euros), em Florença, a estátua de Davi choca, espanta pela dimensão e riqueza de detalhes. Esculpida entre 1501 e 1504, foi planejada para ficar em frente ao duomo (catedral) de Florença, mas nunca esteve por lá. Pronta, decidiram colocá-la na Piazza della Signoria, em frente ao Palazzo Vecchio, onde permaneceu por 350 anos. Foi transportada à galeria em 1873 – uma réplica ficou em seu lugar, mas não emociona como a escultura original. Está ao fundo de um longo corredor, e é bom que você não se apresse para chegar ao titã. Nesse caminho, estão outras obras impressionantes de Michelangelo, como os quatro escravos, inacabados, que fariam parte do túmulo do Papa Júlio II, e a estátua de São Mateus.

Apesar de pequena, a galeria, que foi um hospital no século 14 e hoje pertence à Academia de Belas Artes de Florença (fundada em 1563 como a primeira escola europeia para ensinar técnicas de desenho, pintura e escultura), revela boas surpresas. O modelo em gesso de O Rapto das Sabinas (1582), de Jean de Boulogne (ou Giambologna), impressiona pelo vigor e movimento, e precisa ser apreciado com uma volta ao seu redor – a versão em mármore está na Loggia dei Lanzi, na Piazza della Signoria, ao lado da Uffizi . Nas paredes, há pinturas importantes da Idade Média, Renascença e começo do século 17, com trabalhos de Filippino Lippi, Pietro Perugino, Sandro Botticelli e Pacino di Bonaguida.

Mais Michelangelo: Quem quiser seguir o legado do artista, pode colocar em seu roteiro a Casa Buonarroti, imóvel que ele comprou, mas nunca morou, e hoje tem esculturas e desenhos seus, o Museu Bargello, onde está Bacco e outras três esculturas do artista, a Pietá que está no Museu dell’Opera e o singelo crucifixo na Basílica de Santo Espírito.

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Adriana Moreira

Mais de 30 anos se passaram desde que o grupo acabou. Mas quem consegue resistir ao ritmo de Dancing Queen e outros clássicos do grupo sueco Abba? O legado musical da banda formada em 1972 por Benny Andersson, Frida Lyngstad, Björn Ulvaeus e Agnetha Fältskog agora tem um centro de “adoração” para os fãs: o Abba Museum, em Estocolmo.

Museu Abba, em Estocolmo. Foto Reuters

Inaugurado na semana passada depois de 9 anos desde sua concepção (e vários atrasos na construção), o museu é muito mais do que um apanhado de objetos temáticos. Ali você mergulha de fato no universo e nas canções do grupo – logo na entrada, os visitantes são recebidos com um documentário sobre a trajetória da banda pop que vendeu mais de 50 milhões de discos.

É possível assistir a vídeos onde os cantores contam um pouco de sua história e conhecer a casa da Ilha de Viggsö, onde o grupo compôs várias de suas canções. Mas o ponto alto da visita é o karaokê onde você canta sua música favorita acompanhado dos quatro integrantes, presentes por meio de hologramas. Quer diversão maior?

Solte a voz: karaokê com hologramas dos integrantes do grupo. Foto Reuters

Em tempo: a entrada custa 195 coroas suecas (cerca de R$ 60).

Mas se você acha que Estocolmo está muito longe e nem pretende passar por lá tão cedo, ainda é possível curtir o embalo das canções no animadíssimo musical Mamma Mia!, que fez turnê pelo Brasil em 2011, mas continua em cartaz em várias partes do mundo. A começar por Londres, onde ocorreu a estreia, em 1999. O espetáculo, que virou filme com Maryl Streep (2008) também pode ser visto na Broadway de Nova York e em cidades da França, China, Coreia, Japão e Alemanha.  Vai ser difícil não cantar junto com os atores sucessos como Fenando, Waterloo…

Entre no clima, cantando com o vídeo abaixo!

 

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Adriana Moreira

Restaurante lotado? Filas intermináveis? Que tal deixar a muvuca para trás e dar de presente para a mamãe uma viagem curtinha? Separei três sugestões para se adequar ao seu gosto – e realidade financeira.

Para quem está com a grana curta, o The Square Granja Viana está com uma programação bacana de shows neste fim de semana – todos gratuitos. Sábado, às 15 horas, tem o grupo Barbatuques, que usa o próprio corpo como instrumento musical. O resultado é fantástico – assista aqui. Às 21 horas é a vez de Leo Maia, filho de Tim Maia que fará um show de tributo ao pai. Promete.

O espaço de lazer fica pertinho de São Paulo, no km 22 da Rodovia Raposo Tavares. Basta um bate-volta para deixar a mamãe com um sorriso no rosto.

Campos floridos de Holambra

Um pouquinho mais distante, Holambra, a 140 quilômetros de São Paulo (fica próxima a Campinas) pode ser desbravada tanto num bate-volta quanto num fim de semana, se você preferir fazer tudo com mais calma e tranquilidade. No centro da cidade, há várias lojas de flores (com preços bem mais baratos do que os da capital) e casas de comidinhas típicas da Holanda, de onde vieram os imigrantes que fundaram a cidade. Cerâmicas originais made in Holland, além dos tradicionais tamanquinhos, também podem ser encontrados pelas lojinhas.

Mas os melhores passeios são os que levam para conhecer os campos floridos, onde são produzidas orquídeas, azaleias e outras espécies. Aqui, confira outras atrações da cidade e agências locais que levam para os tours.

Quem preferir passar o fim de semana fora, Campos do Jordão, a 194 quilômetros da capital, é sempre uma boa opção. Para quem gosta do frio, uma boa notícia: a previsão para este fim de semana é de geada, mas os dias serão ensolarados. O bacana é que a cidade tem atrações para mamães de perfis diferentes – e que também agradam às crianças. Passeios à cavalo, caminhadas até a Pedra do Baú na vizinha São Bento do Sapucaí e, claro, comer muito bem estão entre os programas indispensáveis. E se a sua mãe for do tipo que adora uma cervejinha, não deixe de levá-la para conhecer a fábrica da cerveja Baden Baden. Para mais informações sobre as atrações de Campos do Jordão, clique aqui.

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Adriana Moreira

A chegada do outono marca também o início da melhor época para visitar Machu Picchu, a enigmática cidade inca que se tornou o principal cartão-postal peruano. O fim das chuvas de verão e o início do período seco, até meados de agosto, fazem da época a mais propícia não só para conseguir fotos melhores, mas também para encarar trilhas.

A Trilha Inca, o mais conhecido dos caminhos criados pelos incas, é a mais concorrida dessas trilhas. Apenas 500 pessoas por dia podem fazer o trajeto, de dois ou quatro dias, e a fila de espera pode ultrapassar um ano na alta temporada. Por isso, rotas alternativas, como a Trilha do Salcantay têm se tornado mais populares.

Momento de contemplação na Trilha do Salcantay. Foto Adriana Moreira/Estadão

A trilha do Salcantay é mais dura, mas repleta de belezas. Além da opção mochileira, é possível fazer o trajeto com conforto, dormindo em lodges com direito a jacuzzi para relaxar os músculos e com refeições saborosíssimas com a equipe do Mountain Lodges of Peru. O percurso, de sete dias, com refeições, custa aproximadamente US$ 3 mil. E também é bastante procurado.

Cama confortável para descansar da caminhada. Foto Adriana Moreira/Estadão

Mas se você não quer nem saber de caminhar e prefere ir de trem mesmo, resista à tentação de fazer um bate-volta a partir de Cusco para Machu Picchu. A multidão que desembarca ao mesmo tempo para entrar na cidadela quebra o clima de magia e contemplação. Minha dica: durma uma noite em Águas Calientes, o povoado na base da montanha, e acorde bem cedinho no dia seguinte. Assim, você terá uma experiência muito mais saborosa, como uma viagem dessas merece.

De trem, para não cansar as pernas. Foto Adriana Moreira/Estadão

Lembre-se: para entrar em Machu Picchu há um limite de 2.500 pessoas por dia. O melhor é você garantir seu ingresso o quanto antes. Em datas concorridas, como na época do Inty Raimi, a Festa do Sol (24 de junho), o número de visitantes já está próximo ao limite. Garanta seu ingresso aqui.

 

Como recompensa, a foto clássica da cidadela: pura contemplação. Foto Adriana Moreira/Estadão

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Por Mônica Nobrega

Se sua mãe faz o tipo que gosta ou precisa colocar o pé na estrada, aproveite que domingo é o dia dela e escolha um presente útil na hora de fazer as malas. A seguir, nossas sugestões para diversas necessidades das mães viajantes.

 

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03.maio.2013 16:12:49

Festas sagradas

Abril foi um mês de muita festividade pelo mundo. Da tradicional celebração do choro de bebês no Japão ao Festival das Luzes em Kashmir, passando por autoflagelações na China e na Índia, as festas sagradas renderem imagens impressionantes. Confira.

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Felipe Mortara

Fotogênico por natureza, o Brasil costuma protagonizar imagens espetaculares tanto pelas lentes de viajantes comuns quanto de ótimos fotógrafos. Panoramas tão lindos que parecem – e podem virar – pintura. Desde um incrível cânion ao mais espontâneo sorriso de uma criança jogando bola, o País oferece um sem-fim de cenas de cair o queixo.

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Imagens Posteriores
2013, R$ 50, Editora Réptil
Sabe quando a paisagem da janela do carro é tão incrível que dá vontade de clicar, mesmo sabendo que é muito difícil uma foto em movimento ficar realmente boa? Pois durante dez anos a artista plástica Patrícia Gouvêa experimentou em fotos a relação do tempo e do deslocamento em destinos nacionais como os Lençóis Maranhenses, a Chapada dos Veadeiros e a área da Baía de Guanabara. Surpreenda-se.

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Futebol-Arte do Oiapoque ao Chuí
2013, R$ 90, Editora Grão
É como se, num jogo, aquele chute forte para fora mandasse a bola não para a casa do vizinho, mas a viajar pelo Brasil. Assim, Caio Vilela flagrou partidas em campinhos, praias, ruas e até cemitérios, revelando a essência do futebol. O prefácio sincero de Zico faz tabelinha com os cliques precisos.

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Jalapão, História e Cultura
2012, R$ 150, FM Editorial
Deserto que se mistura ao cerrado, recortado por rios caudalosos e lar de animais. Essas são algumas das credenciais do Jalapão, área de proteção no Tocantins retratada com esmero por Ricardo Martins, que conseguiu congelar araras e tucanos em voo, além de uma jaguatirica caçando.

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Jeitos de Ser Brasil 
2012, R$ 89,90, Editora Belas-Letras
Aquarelando paisagens e imortalizando situações mais que brasileiras, o artista gaúcho Antonio Giacomin e o jornalista baiano Nivaldo Pereira embarcaram numa jornada de um ano pelo País. Uma narrativa ritmada que une momentos, diálogos e pessoas em cenários que não costumam aparecer nos guias de viagem ou cartões-postais.

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Velho Chico – O Rio
2012, R$ 80, Editora Cultura Sub
Apaixonado pelo Rio São Francisco desde os anos 1980, quando era um jovem mochileiro, Adriano Gambarini refez com cuidado o trajeto da nascente, em Minas Gerais, até a foz, em Alagoas. Espere por sensíveis fotos da água em seus vários humores e, principalmente, dos povos que fazem do rio um mito nacional.

 

 

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Em mais uma demonstração de que os brasileiros são mesmo os atuais queridinhos do turismo mundial, várias empresas do setor hoteleiro que nunca haviam dado atenção aos viajantes do País vieram a São Paulo nas últimas duas semanas participar de feiras do setor.

Na Travel Week, focada em luxo, os destaques foram hotéis espetaculares ainda desconhecidos por aqui. Dos recém-inaugurados aos tradicionais e superexclusivos, todos querem chamar a nossa atenção e se tornar nossos novos sonhos de consumo. A seguir, você encontra as apostas do Viagem, selecionadas com a ajuda de agentes de viagem presentes ao evento.

Palácio Nazarenas
Diária desde US$ 550 (R$ 1.098)

Em Cuzco, no Peru, o hotel da rede Orient Express inaugurado em junho do ano passado ocupa um palácio do século 16 que também funcionou como convento. A restauração levou quatro anos, orientada por arqueólogos e o instituo peruano que cuida de cultura e patrimônio.

The Ritz-Carlton Viena
Diária desde 395 euros (R$ 1.028)

Outro da leva dos recém-inaugurados – também em meados de 2012 – ocupa palácio histórico do século 19. No centro da cidade, a curtas caminhadas dos principais pontos turísticos como a Catedral St. Stephens e o Palácio Hofburg.

Grand Hotel Vila Castagnola au Lac
Diária desde 260 francos suíços (R$ 550)

A propriedade é um parque diante do Lago Lugano, na Suíça. Os quartos ficam em uma mansão do século 19 e a proposta do hotel é oferecer passeios de verão: são 13 opções de programas ao ar livre, como cavalgada, escalada, mountain bike, pescaria e esqui no lago.

Vier Jahreszeiten Kempinski
Diária desde 280 euros (R$ 729)

A rede Kempinski, que administra hotéis como o Ciragan Palace, em Istambul, e o Mall of the Emirates Hotel, em Dubai, é praticamente uma desconhecida no Brasil – foi só no fim do ano passado abriu um escritório de vendas em São Paulo. A marca tem como diretriz fazer com que cada hotel pareça único, apesar de pertencer à rede. O de Munique, em um edifício de meados do século 19 na avenida das grifes de luxo, tem um lobby belíssimo com teto de vidro.

Shangri-la
Diária desde 950 euros (R$ 2.472)

É um dos hotéis mais novos de Paris e foi inaugurado com a pretensão de ser um dos mais chiques. Com apenas 81 quartos, fica no palácio de Roland Bonaparte, sobrinho-neto de Napoleão, e a apenas 600 metros da Torre Eiffel.

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