Depois de sofrer com sua amada “mala femenna”, Totó (Tony Ramos) não vai terminar à mingua em Passione, da Globo. Silvio de Abreu reservou ninguém menos do que Patrícia Pillar para ficar com o italiano no fim da trama.A atriz estava fora da TV desde o fim de A Favorita, em 2009.
Em cenas gravadas hoje, Patrícia aparece como Juliana, uma engenheira agrônoma interessada em comprar o sítio de Totó na Toscana. “Juliana tem um astral muito bom e está aberta a novas paixões. O que sei até agora é que ela achou Totó interessante. Quem sabe ela não se apaixona por alguém?”, disse a atriz a imprensa carioca.
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Em sua reta final, Passione, enfim, alavancou a audiência: ontem, as cenas da volta de Totó (Tony Ramos) fizeram a novela das 9 da Globo chegar ao seu recorde de iboppe, com 54 pontos e 76% de share (participação no número de televisores ligados). Essa foi i a maior audiência de novela das 9 desde a exibição do último capítulo de Caminho das Índias, que bateu os 55 pontos de audiência, com 81% participação.
À espera das cenas reveladoras, em que Totó e Diogo (Daniel Boaventura) contam que estiveram mancomunados para enganar Clara 9Mariana Ximenes), parte da programação noturna da emissora se beneficiou. Ti-Ti Ti registrou, pela segunda vez, seu melhor desempenho (35 pontos) e o Jornal Nacional marcou 42 pontos, sua maior audiência desde setembro de 2009.
Globo divulga sequência de fotos das cenas em que Clara (Mariana Ximenes) chega ao presídio, depois de ser desmascarada por Totó (Tony Ramos) e Diogo (Daniel Boaventura). Na cadeia, a vilã tem outra surpresa desagradável: ficará na mesma cela em que a avó, a “velha porca” Valentina (Daisy Lúcidi), com quem logo arruma confusão. As cenas estão previstas para os capítulos de hoje e amanhã. Na quarta e na quinta-feira, estão previstas as cenas em que Clara consegue fugir.
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Por Thais Pinheiro
A Globo deixou para exibir a cena em que Totó (Tony Ramos) reaparece vivo no último sábado, e o resultado foi a maior audiência de Passione aos sábados, desde o início da trama. Foram 38 pontos de média no Ibope e 65 % de share (participação entre os televisores ligados).
Como este blog já havia contado, Clara (Mariana Ximenes) foi desmascarada depois de ter caído em uma armadilha de Diogo (Daniel Boaventura) e Totó.
E a boa audiência da novela ajudou o Zorra Total a atingir seu recorde: 27 pontos de média com 48% de share, resultado que havia sido registrado apenas uma vez, em 3 de abril de 2010.

Clara (Mariana Ximenes) é desmascarada por Totó (Tony Ramos), que reaparece vivo na mansão de Bete Gouveia (Fernanda Montenegro). Crédito: Estevam Avellar / Divulgação
Morte sem velório em novela, ainda mais se for uma trama de Silvio de Abreu, sempre traz a dúvida: será que o defunto morreu de fato? Pois em cenas previstas para o capítulo de amanhã, em Passione, da Globo, o morto-vivo Totó (Tony Ramos) retorna da “tumba” para assombrar/desmascarar a vilã Clara (Mariana Ximenes).
Na cena, que se passa na mansão dos Gouveia, Clara conversa com Bete (Fernanda Montenegro) sobre as ações deixadas por Totó, quando é surpreendida por Gemma (Aracy Balabanian), até então escondida, que a insulta e acusa pelo assassinato do agricultor. Quando também chega Agnello (Daniel de Oliveira), Clara fica nervosa e decide ir embora, mas é impedida por Adamo (Germano Pereira), Agostina (Leandra Leal) e Alfredo (Miguel Roncato), filhos de Totó que entram na mansão.
Todos a enfrentam e ela pede a Bete que não acredite no que dizem, mas Diogo (Daniel Boaventura), até então submisso amante da vilã, aparece para confirmar as acusações da família Matolli. Sem saída, a “mala femmena” de Totó continua a mentir para se safar das acusações, mas leva um tabefe de Bete e cai à beira da escada. Ainda ao chão, a vilã não acredita quando escuta a voz de Totó, que desce os degraus e anuncia com seu indefectível sotaque: “Sono vivo, Chiara”.
A golpista continua sua farsa, fingindo-se aliviada com a presença do marido. É o próprio camponês quem revela que tudo não passou de uma armadilha. Diogo, então, revela sua verdadeira identidade. Investigador de polícia, ele buscava informações sobre a morte de Eugênio (Mauro Mendonça) e precisou se envolver com Clara para apurar o caso. Durante as investigações, Diogo entrou na casa de Valentina (Daisy Lúcidi), avó de Clara, onde descobriu o testamento de Totó que beneficiava a vilã. Assim, o investigador e o camponês mantiveram contato e planejaram uma cilada para Clara. Totó acordou com toda a família a simulação de sua morte e apenas Kelly (Carol Macedo), irmã boazinha da vilã, não sabia o que se passava. Encurralada, Clara sai da mansão dos Gouveia, enfim, algemada.
O autor Silvio de Abreu disse hoje, ao final de uma palestra que acabou há pouco no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no centro do Rio, que muita coisa ainda vai acontecer nessa reta final da novela das 9 da Globo, Passione. “Vocês vão ficar doidinhos”, provocou, brincando com os que tentavam, a todo custo, arrancar-lhe alguma informação que pudesse esclarecer algum mistério da trama.
Diante de tanta insistência, Silvio acabou revelando que os dois assassinatos misteriosos ocorridos na novela – de Eugênio (Mauro Mendonça) e Saulo (Werner Schunemann) – foram cometidos por uma única pessoa. “Uma morte é consequência da outra, e as duas estão interligadas”, adiantou, contando ainda que Schunemann voltará a gravar e terá muitas cenas de flashback. “Ainda tem muita coisa relacionada a ele para explicar.”
Segundo o autor, ainda não está decidido se haverá um esquema especial para tentar driblar o assédio da imprensa e o “tráfico de capítulos” que podem comprometer o suspense em torno do último capítulo da novela, que vai ao ar em 14 de janeiro. No caso da morte de Saulo, que foi ao ar em outubro, ele escreveu cenas falsas em que outros quatro personagens eram mortos. Agora, ele precisa finalizar apenas os cinco últimos capítulos. “O desfecho vai ser gravado no dia (da exibição)”, disse, revelando que, por enquanto, nem a diretora Denise Saraceni sabe quem é o assassino misterioso. “Só eu sei. Se eu morrer antes…”, brincou.
Sobre a já anunciada morte da personagem Diana (Carolina Dieckmann), que durante toda a novela foi bastante criticada na internet, o autor disse que resolveu separá-la do seu par romântico, Mauro (Rodrigo Lombardi) para fazer algo diferente. “Por que toda novela o mocinho tem de terminar com a mocinha? “, questionou, citando clássicos do cinema como E O Vento Levou e Casablanca. “Acho que ela morrer é uma coisa bonita. Final bom é o que surpreende”, resumiu.
Numa palestra que repassou sua trajetória de mais de 30 anos como autor, dentro do ciclo A História da Telenovela, Silvio deu alguns detalhes sobre seu próximo trabalho, o remake do megasucesso Guerra dos Sexos, de 1983. Segundo ele, o projeto deve ir ao ar em 2012. A grande questão, disse, escalar os dois protagonistas, Charlô e Otávio, que, no original, foram interpretados por Fernanda Montenegro e Paulo Autran. Quando questionado se a dupla Glória Pires e Tony Ramos estava nos planos, ele explicou que ela não tem a idade compatível com Charlô – que, na trama, é até avó. E Tony, está dentro? “Tony sempre está dentro!”, respondeu, meio enigmático
Pouco antes, vale registrar, a cena antológica de café da manhã em que Charlô e Otávio se atiram comida foi exibida no telão e aplaudida de pé pela plateia que lotou o teatro do CCBB.
A poucas horas da gravação de seu primeiro DVD, Hebe Camargo faz um “esquenta” e ensaia seu número com o ator/cantor Daniel Boaventura, no fim da tarde de hoje. O show de gravação do DVD acontece ainda esta noite, no Credicard Hall, na zona sul de São Paulo.
O ator e cantor mostrou toda sua admiração pela diva da televisão brasileira e fez questão de beijar a mão dela, quando eles subiram juntos ao palco para cantar “El Dia Que Me Quieras”, música gravada pelos dois para o CD “Hebe Mulher”, à venda nas lojas de todo o Brasil. Gilberto Gil, Maria Rita, Fábio Jr., Chitãozinho & Xororó e Bruno & Marrone estão entre os convidados da noite.
No ar como o misterioso Diogo, de Passione, Boaventura gravou um CD com grandes releituras de clássicos da música italiana, que será lançado em breve, como se fosse um CD de seu personagem na trama das 9 da Globo.

Silvio de Abreu, Denise Saraceni e Werner Schünmann, em encontro com a imprensa. Crédito: AYRTON VIGNOLA/AE
Com a revelação de que Saulo (Werner Schünmann) era o alvo do assassino de Passione, na última segunda-feira, o thriller policial da Globo esquenta e dá margem ao “Quem matou?”, pergunta que é a marca do autor Silvio de Abreu. E foi justamente para falar dos rumos desse mistério que o autor, juntamente com a diretora Denise Saraceni, convidaram jornalistas para um encontro na manhã de hoje. No evento, em que Schünmanntambém também estava presente, Silvio de Abreu deu algumas dicas do futuro de sua trama.
Engana-se quem pensa que Schünmann vai tirar férias depois que seu personagem morreu na novela. O ator continua gravando cenas, já que Saulo aparecerá em flashbacks. “Calma! Ele não vai ser um fantasma. Isso não é (a novela) A Viagem“, brinca Abreu. E são nesses flashbacks que o público descobre que Saulo não pensava somente em tomar o poder na metalúrgica, mas tinha uma amante: Laura (Adriana Prado), a chefe da Diana (Carolina Dieckmann) na Assessoria de Imprensa da fábrica.
Outra morte também está nos planos de Abreu, fato que deve movimentar a novela daqui a três semanas. “Mas essa terceira morte, não tem a ver com os outros crimes. É mais ligada ao melodrama – e não é o Danilo (Cauã Reymond). Não vou matar outro drogado, como fiz em Torre de Babel”, diz o autor. “Em A Próxima Vítima, pensei em oito, nove mortes e, para Passione, pensei em apenas três. Mas se me der na telha, saio matando mais gente.”
Mais dois mistérios também já têm prazo para acabar. Daqui a três ou quatro saemanas, o público descobre quem é o pai de Fátima (Bianca Bin) e o tal segredo de Gerson (Marcello Antony). Sobre o segundo mistério, Saraceni e Abreu disseram que Marcelo Antony já sabe do que se trata há, pelo menos, dois anos. “Ele não é pedófilo”, ressalta Abreu. “E ele não pratica nenhum crime, apenas uma transgressão, uma tara”, complementa Saraceni.
E a Toscana do Projac, que andava ociosa desde que o todo o elenco se mudou para o Brasil na trama, voltará à ativa. Agnello (Daniel Oliveira) terá de voltar para o sítio na Itália, já que seua família recebe um seguro pelo incêncio que a casa sofreu. Agostina (Leandra Leal) e Berillo (Bruno Gagliasso) também voltam para a terra natal, seguidos por Jéssica (Gabriela Duarte). “Claro que a Jéssica não deixaria essa história barata, ela não é tonta”, diz o autor.
Já Clara (Mariana Ximenes) será obrigada a morar na casa de Totó (Tony Ramos). A situação um tanto constrangedora, já que Totó continua a namorar Felícia (Larissa Maciel), acontece quando o advogado aconselhar Clara a morar com o ex-marido para conseguir a guarda da irmã, Kelly (Carol Macedo).

Antero, em Passione: é claro que o personagem vai honrar a presença do atore Leonardo Villar em cena. Foto: divulgação
A movimentação de peças no tabuleiro de Passione é cada vez mais intensa. E a ligação entre Brasil e Itália vai além do parentesco entre Bete Gouveia (Fernanda Montenegro) e Totó (Tony Ramos).
De volta ao Brasil, Gemma (Aracy Balabanian) se encontrar em breve com Antero (Leonardo Villar), um amor do passado que ela deixou plantado no altar anos atrás. Até agora o autor Silvio de Abreu guardou segredos sobre o personagem, que é muito mais do que o avô desligado que protagoniza cenas divertidas ao lado de Brígida (Cleyde Yáconis).
Para começar, Antero não é um Gouveia, não é pai de Eugênio (Mauro Mendonça) e tampouco nasceu em berço de ouro, origem que Brígida sempre fez questão de esconder. Claro que será candidato a suspeito da morte de Eugênio.

Ainda antes de Passione começar, o autor Silvio de Abreu avisou, em entrevista ao Estado: “Há um mistério se desenvolvendo desde o começo da novela, mas as pessoas só vão se dar conta disso lá pelo capítulo 100.”
Como já era de se esperar, a dica acabou se perdendo na sucessão de acontecimentos velozes quando a trama começou. Mas o próprio Silvio refrescou nossa memória quando disse na sexta-feira, ao participar do Encontro Estadão & Cultura, na Livraria Cultura. “Alguém já foi assassinado e o público ainda não percebeu”, disse aos repórteres que queriam saber se algum assassinato vai movimentar ainda mais a trama.
Como assim? Alguém já morreu e a gente nem viu?
Essas foram as duas perguntas que fiz a Silvio hoje. A resposta veio logo. “Eu disse que alguém já tinha sido assassinado e que ninguém percebeu ainda. Dá para saber quem foi, não?”
O mistério que vem sido tecido em silêncio pelo autor começou logo no primeiro capítulo, quando Eugênio (Mauro Mendonça), o marido da protagonista Bete Gouveia (Fernanda Montenegro), morreu, aparentemente de infarto. Pouco antes, ele deflagrou toda a história, revelando que Bete pensava ter perdido no parto estava vivo, na Itália – um homem feito de 50 anos, que atende pelo apelido de Totó (Tony Ramos).
Tudo leva a crer, então que, agora que os vilões Fred (Reynaldo Gianecchini) e Clara (Mariana Ximenes) estão sendo desmascarados, os Gouveia vão descobrir logo que Eugênio não morreu de morte morrida, mas de morte matada.
Reveja a cena com o momento da morte:
2012
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