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TV e lazer

Jack (Matthew Fox) em cena do último episódio de Lost. Crédito: Divulgação

Jack (Matthew Fox) em cena do último episódio de Lost. Crédito: Divulgação

O episódio final de Lost, exibido no Brasil dia 25 de maio, atingiu resultado histórico pelo AXN e, no horário em que foi exibido, foi líder na TV paga brasileira entre todos os canais (com exceção dos canais infantis). Nos Estados Unidos, entretanto, o último episódio teve audiência abaixo da expectativa, com 13,5 milhões de expectadores (para se ter ideia, o episódio piloto da série alcançou 18,6 milhões de telespectadores).

No Brasil, o fim da série apresentou crescimento médio na audiência em mais de 200% em relação à média desta temporada, que, aliás, foi líder em seu horário de exibição no “prime time”, o horário nobre da TV paga, em dez dos principais targets.

O fim da série também superou o canal segundo colocado em mais de 100% em diversos targets. Dependendo do target, o segundo colocado em audiência varia, mas, os canais que mais aparecem nesta posição são Universal, TNT e Sportv (este último, considerado o mais difpicil de ser superado em audiência).

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24.maio.2010 17:13:15

Cadê o Rodrigo Santoro?

santoroTá, Lost acabou e não vou soltar spoilers aqui. Análises só amanhã, só preciso desabafar e dizer que Damon Lindelof e Carlton Cuse enganaram o público ao dizer como Lost NÃO terminaria…

Enfim, após assistir ao último episódio, a pergunta que fica é: Onde está Rodrigo Santoro?

Todos os personagens que já passaram pela ilha, vivos ou mortos, se encontram em final digno de novela de Manoel Carlos (mesmo sem o concerto do maestro João Carlos Martins).  Mas, se resgataram até a Shannon, por que não o Paulo e a Nikki? E o que dizer de Ilana e Artz?

Pobre Santoro, caiu e morreu na ilha, mas nem viu o nome nos créditos finais…

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Crédito: Divulgação

Crédito: Divulgação

Quando as gravações de Lost terminaram, no último dia 24 de abril, Jorge Garcia, ator de 37 anos que interpreta Hugo Hurley, disse ter ficado desempregado.Em um texto em primeira pessoa, publicado hoje no site da revista Variety, Garcia lembra do teste para o papel, de como ele e os atores da séries viraram amigos e confessa que chorou com Mattwew Fox, o Jack, ao final das gravações. Garcia também revelou que as gravações do último episódio foram “perigosas, físicas e molhadas”.

Confira abaixo o texto traduzido. (Para acessar o texto original, clique aqui.)

Hurley diz adeus a ‘Lost’

Jorge Garcia escreve sobre o final da popular série

Por Jorge Garcia

Às 5 horas da manhã do dia 24 de abril, eu fiquei desempregado.

Eu havia acabado de finalizar meu envolvimento com a sexta temporada de Lost. O trabalho, que foi muito acima e além do que qualquer coisa que eu pudesse ter imaginado, havia acabado.

Quando fiz o teste para Lost, eu era um ator sem trabalho lutando para fazer um piloto de TV. Quando me encontrei pela primeira vez com os produtores, não havia nenhum material para mim, exceto algumas situações que eles tinham para o personagem do Sawyer. 

Eu me senti bem em relação ao teste, muito bem na verdade, tanto que passar já não era tão importante, porque eu sabia que eu não poderia ter feito nada melhor. Então, eu recebi uma ligação dizendo que eu faria um outro teste, e, neste, eles iriam escrever cenas especialmente para mim. Lembro-me de notar que eu era o único Hurley na sala de espera para fazer o teste. Logo depois, liguei para meu agente do estacionamento e disse: “Não sei o que isso significa, mas senti uma coisa boa.”

Quando fui contratado, não havia nem visto o roteiro do piloto. Tudo o que sabia era que se tratava de um programa do J.J. Abrams e que ia ser gravado no Havaí. Pensei que se não desse certo, pelo menos teria passado umas férias no Havaí.

Mudar para o Havaí era um sonho que virou realidade. Quando trabalhei no estande de revistas da (livraria) Borders, em Westwood, lembrei de ter visto uma foto do Kelsey Grammer em sua casa havaiana, na capa da revista Architectural Digest, e pensar que ter uma casa no Havaí era  uma boa referência para o sucesso. Nem dois meses no meu novo apartamento em Los Angeles, e eu estava tentando descobrir o que levar nas malas, para uma série que não tinha nem ideia de quanto tempo duraria. Agora, seis anos depois, ando ao redor da minha casa tentando descobrir o que embalar de todas as coisas que acumulei no Havaí durante a série.

Durante o piloto e o primeiro verão de gravações, nós do elenco fizemos amizade rapidamente. Depois de tudo, não diferente da premissa da série, nós literalmente nos encontramos em uma ilha tendo uns aos outros. Íamos para casa um do outro nos fins de semana e noites quando não estávamos gravando. Quando os episódios começaram a ir ao ar, normalmente nos reuníamos na casa de quem a série iria focar naquela semana para assistirmos juntos e para nos parabenizarmos. 

A gente não tinha informações sobre o que iria acontecer além do que a gente lia no roteiro a cada semana. Sabíamos que estávamos fazendo na TV algo que não era parecido com nada antes visto e cruzávamos os dedos na esperança de que encontrássemos um público que gostasse do que estávamos fazendo. 

A estreia da série trouxe números melhores do que nós antecipamos e lembro-me de ter dito para os outros atores no dia seguinte: “Espero que vocês gostem disso no Havaí, porque podemos ficar por aqui por um tempo.” 

Conforme as temporadas iam progredindo, momentos de reconhecimento nas ruas cresciam exponencialmente. Houve um tempo, durante a primeira temporada, em que tudo o que eu precisava fazer era amarrar meu cabelo para trás para ficar invisível. Obviamente, isso não resulta em nada para mim agora, nem usando um chapéu e óculos escuros. Às vezes, tanto Daniel Dae Kim como Terry O’Quinn comentaram como eles gostavam de desaparecer quando estavam comigo, já que eu seria único reconhecido. 

O Havaí tem sido um lugar maravilhoso para me esconder por seis anos. Às vezes eu quase conseguia me convencer de que Lost foi apenas um pequeno programa que fiz com amigos na selva. Sempre gostei de pensar em nós como os caldeireiros em Sonho de uma Noite de Verão, até que algo sacodiria a fantasia, e eu seria obrigado a reconhecer o quão grande a série foi se tornando, como quando foi indicada ao Globo de Ouro. JJ, sempre muito generoso, queria minha experiência para ser agradável durante a premiação, então ele me presenteou com o meu primeiro smoking personalizado. 

Penso que o tempo que passei sob as tendas do elenco será o que mais vou sentir saudade. Nós cantamos músicas para Terry e Naveen tocarem violão, fizemos um valente esforço de grupo para completar uma edição das cruzadinhas de sexta-feira do New York Times e jogamos muito Scrabble (jogo de palavras cruzadas de tabuleiro).

Meu último dia em Lost também foi o mais longo: 20 horas. Sem entrar em detalhes, posso dizer que as gravações foram perigosas, físicas e molhadas. Mas o que poderia ser mais apropriado? De que outra forma poderíamos terminar esse show épico sem uma épica maratona de gravações noturnas? No final de tudo, todos nós comentamos como esperávamos o final, para ser mais emocionante para nós, mas estávamos muito cansados para chorar. 

Admito que fiquei um pouco choroso com Matthew Fox. Agradeci por tudo que ele me ensinou, inclusive me levando em sua viagem ao Japão para ver o Green Day naquele primeiro verão de gravações. Na época, voar no último minuto para um país estrangeiro era sair da minha zona de conforto, mas, novamente, nada em Lost estava na minha zona de conforto.

Eu fiquei enrolando depois do tempo (no set), mesmo depois de já ter ficado para ver a gravação da última cena, a derradeira da série. Eu podia sentir a resistência diretor Jack Bender para gritar “corta” no último take. Na verdade, tenho certeza de que ele pediu mais um take da cena para adiar o inevitável. 

Ainda não caiu a ficha que tudo chegou ao fim. Talvez vou sentir isso quando o final finalmente for ao ar neste domingo. Ou talvez a ficha vai cair quando eu embarcar no avião no aeroporto de Honolulu pela última vez como morador do Havaí.

Não tenho nem ideia de qual será minha próxima aventura, só sei que esse trabalho será difícil de ser superado.

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Foi ao ar ontem, nos EUA, o episódio 15 da 6.ª temporada de Lost: Across the Sea. O capítulo conta a história de Jacob e do Homem de Preto, desde o nascimento deles. E faz menção a Adão e Eva. Confira a agenda para os três últimos episódios de Lost nos EUA e veja como serão exibidos os episódios  no AXN.  

18/5, terça-feira- Nos EUA, das 21h às 22h,  vai ao ar o episódio 16 What They Died For

23/5, domingo - Nos EUA, das 21h às 23h30, vai ao ar The End, o fim da série, que reúne os episódios 17 e 18 e conta com  150 minutos de duração.

No Brasil:

18/5, terça-feira - AXN mostra Across the Sea, episódio 15, que foi ao ar ontem, nos EUA.

23/5, domingo - Canal vai exibir o  episódio 16, What They Died For, às 21h. Antes, porém, a partir das 18h, apresentará uma maratona com os  episódios 13 (The Last Recruit), 14 (The Candidate) e 15 (Across The Sea).

25/5, terça-feira – Canal exibe, às 20h, um especial de 2 horas, o Recap Lost. Já o episódio duplo The End vai ao ar das 22h à 0h30.

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O canal AXN acaba de mandar release geral para confirmar a exibição do último episódio de “Lost” no Brasil apenas dois dias após sua transmissão nos Estados Unidos.

A cena de fato começa às 22 horas do dia 25 de maio e vai ao ar em duas partes.
lost

No domingo anterior, dia 23, para perdidos ou entendidos no assunto, o canal exibirá uma maratona de quatro episódios em sequência, fechando a noite com a exibição inédita de “What They Died For”, o penúltimo capítulo da trama.

No próprio dia, 25, a partir das 20h, tem o Especial Recap, que resumirá em duas horas os principais enigmas e acontecimentos desses seis anos de série. Logo depois, enfim, o episódio derradeiro.

Dia 23 – Domingo – MARATONA LOST
Os quatro últimos episódios antes da grande final:
18h – eps. 13 – The Last Recruit – reprise
19h – eps. 14 – The Candidate – reprise
20h – eps 15 – Across The Sea – reprise
21h – eps 16 – What They Died For – INÉDITO – PENÚLTIMO EPISÓDIO DA SÉRIE

Dia 25 – Terça – ESPECIAL RECAP LOST + FINAL DE LOST.
Serão 4 horas seguidas de LOST na programação no AXN:
20h – Especial Recap Lost com duas horas de duração
22h – eps. 17 THE END (PART 1)
23h – eps. 18 THE END (PART 2)

Aos Lostmaníacos, bom proveito.

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Em cena de Lost que vai ao ar hoje, 21h, no AXN, Richard e Jacob

Em cena de Lost que vai ao ar hoje, 21h, no AXN, Richard e Jacob

‘Ab Aeterno’, o melhor episódio deste último ano de ‘Lost’ até agora, vai ao ar hoje, às 21 h, no AXN. O 8.º capítulo traz respostas há tempos aguardadas pelos fãs. A partir do passado de Richard Alpert, o personagem que nunca envelhece, o público descobre quem são Jacob e o Homem de Preto e entende, mais claramente, o que é a ilha. Ao ‘Estado’, Nestor Carbonell, ator que dá vida a Richard, conta mais sobre Ab Aeterno e comenta o que os fãs podem esperar do desfecho da série, que acaba em especial com três horas de duração.

Estado: Como foi ter um capítulo só para Richard Alpert?
Carbonell: Foi uma tremenda experiência e não acho que deveria ter havido outro capítulo para ele. Gostei de ser esse personagem misterioso. Nesse episódio, descobrimos coisas sobre o poder da ilha e deste homem, com toda a tragédia que a ilha lhe trouxe. Não sabia que iriam dedicar um episódio inteiro para ele e fiquei muito feliz.

Estado: Como você construiu um personagem sem saber nada sobre ele?
Carbonell: Usei minha imaginação para construir Richard, mas não tinha nada a ver com o que ele é realmente (risos). Achei que tivesse nascido na ilha, que não envelhecer era uma propriedade da ilha. Criei uma história falsa, mas acreditei nela (risos).

Estado: Quando você saiu de Lost  para ir a Cane, você imaginava que Richard seria um personagem tão importante? Por que, como fã, eu tinha certeza e fiquei meio chocada quando você partiu!
Carbonell: Desculpe (risos)! Adorava o personagem, mas os produtores não podiam se comprometer comigo, pois não sabiam se usariam ou não o personagem. Tenho família e tive de escolher. Cane tinha um grande elenco e mostrou a primeira família latina no horário nobre em uma grande rede de TV. Mas fiquei feliz que eles desenvolveram meu personagem e essa tem sido a aventura da minha vida.

Estado: Como você se sentiu quando leu o roteiro do episódio?
Carbonell: Adorei, porque pegaram um personagem místico e transformaram sua história em algo muito pessoal.

Estado: Se você fosse roteirista, qual seria o fim de Lost e quem seria o substituto de Jacob?
Carbonell: Quem você gostaria que fosse?

Estado: Alguém inesperado…
Carbonell: Vou ser honesto, não li todo o roteiro, porque não temos as últimas páginas, mas será revolucionário. Fiquei feliz com quem eles escolheram para ser o substituto de Jacob, mas não sei se é a resposta final.

Estado: O que mais te fazer falta em Lost?
Carbonell: Trabalhar em roteiros como os que tive o luxo de trabalhar. É incrível! São roteiros que quebraram barreiras na TV e vou sentir falta desta experiência enquanto processo criativo.

Atenção! Episodio 15. “Quando recebi o roteiro dos últimos capítulos, só havia a minha parte. Só depois nos deram o roteiro completo, mas sem as últimas páginas. Nem mesmo os diretores têm essas páginas. Mas a parte que li é incrível. Há outro episódio mais para frente que está ótimo e entra na mitologia da série. É o capítulo 15, com respostas grandes para os fãs”, diz Carbonell. 

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Marcelo Dourado recebe a notícia de que é o vencedor do programa

Marcelo Dourado recebe a notícia de que é o vencedor do programa. Crédito: Reprodução

Com 60% dos 154.878.460 de votos – recorde mundial de votação em reality shows -, o lutador de vale-tudo gaúcho Marcelo Dourado, de 37 anos, venceu ontem a décima edição do Big Brother Brasil, da Globo, e levou para casa o maior prêmio já pago na TV brasileira: R$ 1,5 milhão. “Minhas derrotas, eu perco para ganhar”, disse o vencedor assim que saiu da casa, referindo-se a sua primeira passagem pelo programa, em 2004. Para se ter ideia do aumento da votação, a final do BBB 9, no ano passado,obteve pouco mais de 44 milhões de votos.

Segunda colocada com 29% dos votos, a dentista de São José dos Campos (SP) Fernanda Cardoso, de 28 anos, ganhou R$ 150 mil. Já o personal trainer carioca Carlos Parga, o Cadu, de 24, recebeu R$ 50 mil pelo terceiro lugar (11%).

Edição comemorativa ao décimo programa da série, o BBB 10 inovou ao convidar dois ex-BBBs para fazer parte da casa e concorrer ao prêmio final. Além de Dourado, oitavo eliminado do BBB 4, em 2004, a ex-miss Brasil Joseane Oliveira, do BBB 3, integrou a atração. A escolha de homossexuais assumidos – a jornalista Angélica, o drag queen Dicésar e o estudante Serginho – também foi uma surpresa e configurou esta como a “mais colorida” de todas as edições, o “BBB da diversidade”.

A grande sacada desta vez, entretanto, foi a aposta da direção do programa em redes sociais da internet. Quatro dos “brothers” já eram famosos em blogs, no Twitter e no YouTube e, a cada formação de paredão ou dia de eliminação, era no microblog que os debates mais interessantes e divertidos aconteciam. A manifestação dos internautas foi tamanha que, no dia da eliminação da publicitária Tessália, a famosa @twittess, o nome da participante ficou por duas vezes entre os trending topics do Twitter, ranking que reúne os termos mais citados no microblog.

Ontem, durante a final do programa e graças a uma campanha encabeçada pela torcida do lutador, os termos #dourado e #douradofacts também figuraram no trending topics, desbancando a série Lost, cujo nono episódio estava sendo exibido nos Estados Unidos.

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O telespectador que esperou uma semana para ver os dois primeiros episódios da 6ª temporada de Lost ontem, no AXN, teve uma grata surpresa: as legendas tinham vários erros e,  no final da exibição, foi-se revelado que o canal fechado irá reprisá-los novamente na próxima semana.

O Estado assistiu a exibição e testemunhou todos os erros que os fãs da série reportavam na internet, em tempo real à exibição nacional. O primeiro bloco de Lost teve, de maneira bizarra, as legendas com o português de Portugal. Banheiro virou “casa de banho” e aeromoça, “pilota”.

Depois, o problema foi corrigido. Mesmo assim, as legendas tinham em poucos momentos erros de sincronia. Além do mais, falas muito longas apareciam com a letra final cortada na tela – as legendas de diálogos muito longos não apareciam em duas linhas, mas apenas em uma.

Calma, não foi o pior. A cena em que Ben Linus pergunta a John Locke por que Jacob não reagiu ao ser morto foi simplesmente cortada para uma chamada de intervalo – e não voltou na íntegra, ou seja, sem a resposta do personagem de Terry O’Quinn.

Agora, a bomba:  o AXN irá reprisar os episódios exibidos ontem na terça-feira da semana que vem. Isso não foi avisado em nenhum momento até o final da exibição. O que estava sendo vendido, há meses, é que o intervalo da exibição brasileira para a americana seria de apenas uma semana. O Estado foi um dos primeiros veículos a elogiar a novidade. Com a reprise, ele será de, pelo menos, 14 dias – visto que Lost irá ao ar, nos EUA, sem interrupções (apenas o episódio final terá uma semana de intervalo).

Segundo a assessoria de imprensa do AXN, os problemas das legendas foram um erro técnico, mas ainda não há uma resposta oficial sobre o assunto (assim que ela aparecer este post será atualizado). Em relação à reprise, o canal diz que isso acontecerá em razão do carnaval – e que o intervalo de exibição, a partir da semana que vem, será mesmo de duas semanas.

Atualização: O episódio 3 da última temporada de Lost está marcada para o dia 23 de fevereiro, no AXN. O canal irá confirmar se ele será duplo ou não.

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Ou a ABC é muito ingênua ou realmente ela quer que o burburinho em torno da 6ª e última temporada de Lost seja ainda maior do que vem sendo nos últimos meses.

Após um vídeo que mostrava 4 minutos do episódio de estreia do 6º ano, que vai ao ar nesta terça-feira, dia 2, nos EUA (para muita gente, o vazamento foi proposital), na noite de sábado o canal promoveu no Havaí a premiere de tal episódio. Em uma grande festa na praia de Waikiki, elenco, produção, jornalistas (e fãs) puderam acompanhar, em um telão, a primeira hora do episódio de 120 minutos.

Quem conhece Lost, sabe como é o fã da série.Pela madrugada, vários brasileiros viram o capítulo ao vivo: alguém estava transmitindo o evento pela internet – escondido na areia? Na manhã de  hoje, domingo, em vários fóruns e blogs dedicados ao seriado já é possível encontrar o vídeo para ser visto via streaming (não, leitores, desta vez não iremos publicá-lo por aqui. Quem quiser que vá atrás!).

A qualidade é bastante ruim: alguém gravou o episódio filmando o telão, então o áudio é sofrível e ainda dá para ouvir os gritos do público havaiano. Mas o pessoal não parece ligar não, afinal, assistir a Lost é uma grande experiência – urgente, no caso.

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