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TV e lazer

Íris Abravanel, ao lado das filhas Daniela, Renata e Patrícia. Crédito: Roberto Nemanis / DivulgaçãoAcostumados a seguir Silvio Santos na porta do cabeleireiro Jassa, na sede do SBT e até em Orlando, nos Estados Unidos, onde o apresentador tem casa, o Pânico na TV, da RedeTV!, não compareceu, ontem, ao lançamento de Recados Disfarçados, livro de crônicas de Íris Abravanel, mulher do Homem do Baú, na Fnac Pinheiros. Os meninos do CQC, da Band, figurinhas fáceis em eventos de toda sorte, também não deram o ar da graça. Segundo a assessoria de imprensa do SBT, os dois programas estavam confirmados na lista de imprensa que cobriria o evento.

Aguardado pelos jornalistas até o último momento, Silvio Santos preferiu não ir ao lançamento da mulher. “Acho que ele não vem não, ele trabalha muito”, dizia Íris em meio a perguntas sobre a fraude no banco Panamericano. Já afilha Daniela Beyruti, diretora-geral do SBT, tinha esperanças. “Quem sabe ele vem?”

Sem clima para chacotas com a família Abravanel, RedeTV! e Band parecem solidárias à crise que respinga na colega de radiodifusão, SBT – embora a Band negue, por meio de sua assessoria, que a equipe do programa tenha se credenciado para o evento. Motivo? Falta de interesse no tema. A RedeTV! ainda não se manifestou sobre a ausência do Pânico.

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Crédito: IVAN DIAS/AE

Como condição para renovar seu contrato com a Band, o CQC Danilo Gentili exigiu, no fim do ano passado, um programa solo na emissora e, só agora, começa a formatar seu talk-show – que não é um formato da prateleira da Cuatro Cabezas, a produtora de CQC, A Liga e O Formigueiro.

“Estamos ‘criando’ coisas, mas você sabe como gente de TV cria, né? Assistindo a outros canais e copiando”, brinca Gentili. “Se depender de mim, o programa não será nada mais do que o tradicional late night. Não quero inventar a roda, só colocá-la pra rodar da melhor forma possível.

Em fevereiro, o canal chegou a cogitar uma parceria com a produtora argentina para um programa com Gentili, que estrearia depois da Copa. Agora, com previsão de estreia para depois do carnaval, o programa do humorista deve gravar seu piloto em novembro.

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14.setembro.2010 18:34:28

Sem rumo

passageiro

Apostas milionárias de Band e RedeTV!, as duas últimas investidas das emissoras em formatos comprados, ambos da Endemol, ainda não emplacaram em audiência. Busão do Brasil, reality de confinamento em um ônibus que roda o País, sofre para encontrar o seu rumo. Há mais de um mês no ar, a atração, que já foi modificada por conta de pesquisas, não consegue ultrapassar a casa dos dois pontos de média, e não tem a repercussão esperada para o um realitu. O Último Passageiro, game entre escolas, no ar na RedeTV!, vai no mesmo caminho. No último domingo registrou média de 2,2 pontos de audiência, e não dá sinais de que irá passar muito disso.

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Humoristas criticam veto a piada com candidatos.

“Estamos vivendo a era da ‘photoshopização’ da vida. Tudo tem de ser bonitinho, sem palavrão e sem celulite”: a conclusão é de Marcelo Tas, jornalista, ator e atual âncora do programa CQC, da Band, sobre os esforços legislativos ou de militâncias diversas que conspiram por um mundo tão politicamente correto, que chega a ser fake. A frase surgiu ontem, durante a abertura de mais uma edição da série Encontros Estadão & Cultura na Livraria Cultura. O tema da vez são os 60 anos da TV no Brasil.

Por mais de 1h30, Tas e Márcio Ballas, do grupo Jogando no Quintal e apresentador do É Tudo Improviso, também da Band, divertiram uma plateia predominantemente jovem que lotou o Teatro Eva Hertz. O tema do dia foi o humor.

Ao citar a obsessão da nossa era por patrulhas ideológicas, Tas falou sobre a lei que veta palmadas nas crianças e o caso de um juiz que proibiu a mãe de batizar a filha com o nome “Amora”. Mestre em humor de improviso, Ballas tem esperança de que o gênero possa contribuir para reverter tantas exigências. “O improviso traz à tona algo falível.”

A pergunta mais encaminhada aos dois pela plateia dizia respeito à proibição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a piadas referentes aos candidatos nesta época de eleição. Para Tas, sem meio termo, isso é uma forma de “censura”. “Nem quando eu fazia o (repórter) Ernesto Varela (personagem dos anos 80) havia tanta intromissão, e olha que o presidente era o (João) Figueiredo”, completou Tas.

A aceleração da internet no Brasil, que dá a Tas e Ballas um ibope até maior que a TV, também foi assunto do encontro.

Os Encontros Estadão & Cultura terão hoje Ana Paula Padrão, Lillian Witte Fibe e Paulo Markun, com foco no jornalismo e amanhã, o autor de novelas Silvio de Abreu: sempre às 13h, no Teatro Eva Hertz (Livraria Cultura do Conjunto Nacional).

* Texto extraído do caderno Vida&, do Estadão.

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A Bandeirantes, como todo começo de ano, tira fotos do seu novo time de apresentadores e os transforma em displays de papelão – que ficam exibidos no prédio da emissora, no Morumbi.

O apresentador do CQC, Rafinha Bastos, roubou o display de Silvia Poppovic e o deixou na sua sala de casa – ele até divulgou a foto da aquisição em seu Twitter!

Silvia levou a brincadeira na esportiva e “reclamou” do trote em seu programa. Para que: Rafinha, que surgiu na internet criando vídeos de humor no começo da década passada, fez um filminho mostrando sua história de amor com o display.

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