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Lounge do Lions: vista para o centro em meio à música eletrônica. Foto: Divulgação

Prontos para o fim de semana? As opções de noite em São Paulo para sexta e sábado estão bem variadas, esteja você a fim de ouvir rock, pop ou música eletrônica mainstream. Aí vão nossas dicas:

Sexta, 30

Beco 203 – Aniversário de 1 Ano: O já disputado novo clube da Augusta prepara uma festa especial para comemorar seu primeiro ano, com um mix de DJs que tocam nas outras edições. Boa opção se você quer rock, a preferida dos moderninhos. Quanto? R$ 30 na porta.

Noites Trabalho Sujo @ Alberta #3: Um lugar pequeno e gostoso no centro velho de São Paulo, que começa no happy hour e vai longe. Às sextas, o projeto do jornalista Alexandre Matias traz rock de várias épocas e algum pop para a apertadinha pista no subsolo. Quanto? R$ 35 na porta.

HeadLine @ The Society:  É a festa de house, tribal e progressive que tem bombado nas noites de sexta. Nova aposta de André Almada, o luxuoso casarão tombado no Baixo Augusta é um espetáculo à parte, frequentado por um público gay bem vestido. Quanto? R$ 60 na porta.

Sábado, 31

Festonna MDNA @ Alôca: Uma noite dedicada ao novo álbum da rainha do pop, organizada pelo fansite MadonnaOnline. Entre novos hits e clássicos de Madonna, ainda é possível dançar sucessos de outras cantoras na pequena pista do clube. Quanto? R$ 25 na porta.

Forward @ Lions Nightclub: Um clube novo, com uma vista para o centro velho de cair o queixo. Aos sábados, a pista é dominada pela música eletrônica em suas várias vertentes. Com Guil Salles, Mauricio Gatto, Anderson Noise e Kurc nas pick-ups. Quanto? R$ 60-80 na porta.

Babylon @ The Week: Se você procura muita música eletrônica num sábado à noite, é uma opção sempre segura, que fez um público fiel. A megaestrutura da casa na Lapa dá espaço a gays, héteros e patricinhas até o amanhecer. A dica é chegar cedo: as filas na porta são quilométricas. Quanto? R$ 50-70 na porta.

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Essa é para quem curte o suprassumo da música eletrônica. The Chemical Brothers lança hoje Don’t Think em CD, DVD e blu-ray. É um registro do show feito pela dupla no Fuji Rock Festival, no Japão, em 31 de julho de 2011. Dirigido pelo documentarista Adam Smith, o trabalho foi aclamado pela crítica – “É um dos melhores filmes de dance music já feitos”, escreveu o jornal The Guardian. Para a alegria dos fãs, a publicação inglesa liberou um stream completo do álbum, que captura com precisão a atmosfera do show. Ouça aqui e viaje.

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Boa notícia para os fãs de Madonna. Em entrevista na sede do Facebook, nos Estados Unidos, a rainha do pop confirmou que vem ao País com sua nova turnê. A declaração veio de surpresa, quando ela recebeu uma pergunta de um internauta brasileiro. “Nossa turnê com certeza vai para o Brasil. É o melhor lugar para ir. Faremos uma turnê pela América Latina”, disse.

O bate-papo foi para promover o novo disco, M.D.N.A., que será lançado mundialmente nesta segunda-feira. Durante a conversa, ela revelou alguns detalhes sobre a próxima turnê, que começa no dia 29 de maio, em Israel. “O primeiro bloco vai se chamar Transgressão. Use sua imaginação para avaliar quais músicas poderão entrar. Physical Attraction é uma boa”, afirmou. Gang Bang – uma das melhores do M.D.N.A – estará no show. “Há muita violência. Andarei um pouquinho sobre cordas, slackline, e estou suando muito nisso”, completou.

Sobre a turnê brasileira, podemos adiantar o seguinte: três cidades estão em negociação, em estágio avançado, segundo fontes de uma grande produtora que já trouxe a popstar para nossas terras — São Paulo, Rio e Porto Alegre. O anúncio oficial deve ser feito em abril, e os shows devem acontecer mesmo em dezembro. Preparados?

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Pista da Babylon, na The Week: música eletrônica do começo ao fim. Foto: Divulgação

Está a fim de dançar no fim de semana? Como hoje é quinta, separamos algumas sugestões de festas bacanas em São Paulo para você ir se preparando. As opções são diversas: tem balada que toca soul, pop, eletrônico, presença de webcelebridade. Escolha a que mais tem a ver com seu estilo e divirta-se!

Sexta, 23

Ultralions @ Lions Nightclub: Um clube novo, com uma vista para o centro velho de cair o queixo. Às sextas, a noite é de house e pop. Esta edição terá os DJs Tonyy, Boss In Drama e Roque Castro. Só vá com calma no bar: os preços não são os mais convidativos. Quanto? R$ 80-120 na porta.

Taco Bells @ Estúdio Emme: A ideia é de um baile dominado pela soul music dos anos 1960, para quem quer dançar Aretha Franklin, Marvin Grave, Otis Redding e outro medalhões. Talco na pista dá um charme à decoração. Quanto? R$ 30 na porta.

Junkiebox @ Alôca:
Uma noite de pop, funk e trash em um dos inferninhos mais conhecidos da cidade. O destaque fica para a inusitada presença da webcelebridade Rodrigo Xuxa, que promete uma apresentação regada a hits de sua musa inspiradora pela primeira vez desde que virou trending topic no Twitter. Quanto? R$ 25 na porta.

Sábado, 24

MotherShip @ D-Edge: Muita música eletrônica – em várias vertentes – em uma das noites mais conhecidas do belo clube. Nesta edição, Portable/Bodycode (Perlon/Spectral Sound/Crosstown Rebels), da África do Sul, Daniel Cozta, Wender A, Caio T e Dai Bohn se rezavam nas picapes.
Quanto? R$ 70 na porta.

Gatas do Rock @ Trash 80s: Se você gosta de um flashback, esta é uma boa opção. Seguindo o tema do mês das mulheres, a festa é dedicada a Joan Jett, Litta Ford, Debbie Harry e outras roqueiras que fizeram história. No meio da noite, prepare-se para alguma canções bregas que fazem a alegria de quem frequenta a noite. Quanto? R$ 20.

Babylon @ The Week: Opção sempre segura para quem procura música eletrônica num sábado à noite em São Paulo, a festa fez um público fiel. A megaestrutura da casa na Lapa dá espaço a gays, héteros e patricinhas até o amanhecer. A dica é chegar cedo: as filas na porta são quilométricas. Quanto? R$ 50-70 na porta.

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2012 é o ano de Adele. Depois de faturar tudo no Grammy, 21 continua fazendo história: o disco da cantora britânica já ultrapassou em vendas no Reino Unido Greatest Hits II (1991), do Queen, Bad (1987), de Michael Jackson, e agora Dark Side of the Moon (1973), do Pink Floyd. A lista está assim:

1: Queen – Greatest Hits (1981) – 5,86 mi
2: The Beatles – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967) – 5,04 mi
3: Abba – Gold: Greatest Hits (1992) – 4,99 mi
4: Oasis – (What’s the Story) Morning Glory? (1995) – 4,52 mi
5: Michael Jackson – Thriller (1982) – 4,27 mi
6: Dire Straits – Brothers in Arms (1985) – 4,15 mi
7: Adele – 21 (2011) - 4,14 mi
8: Pink Floyd – Dark Side of the Moon (1973) – 4,11 mi
9: Michael Jackson – Bad (1987) – 3,96 mi
10: Queen – Greatest Hits II (1991) – 3,88 mi

Não se trata de um fenômeno local — 21 tem feito bonito também nos Estados Unidos, maior mercado fonográfico do mundo. Desde o lançamento, em fevereiro de 2011, o álbum vendeu mais de 7,6 milhões de cópias no país.

Sucesso merecido?

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M.D.N.A., novo álbum de Madonna que foi apresentado ontem na íntegra na Aol Radio e se tornou assunto número um nas redes sociais, começa com uma oração. Em Girl Gone Wild, a cantora pede perdão por seus pecados e diz querer ser boa. Naturalmente, trata-se de mais um brincadeira da popstar, que já foi excomungada da Igreja Católica. Na faixa seguinte, Gang Bang, ela canta que vai direto para o inferno sob uma sonoridade futurista — e levará seu amante. Na próxima, I’m Addicted, faz uma alusão clara às drogas ao falar de um amor: “Incendeia minha mente, é como M.D.M.A” (princípio ativo do ecstasy). Ainda não chegamos nem na metade do disco, mas o recado já está dado: Madonna voltou sendo Madonna.

Se em Hard Candy (2008) ela se arriscou em um estilo mais urbano e outros terrenos não tão bem conhecidos, em M.D.N.A. a cantora somou forças com velhos e novos parceiros para entregar um álbum quase todo eletrônico, feito na medida para os clubes. Mas esqueça Confessions On a Dancefloor (2005) ou Ray Of Light (1998). Nos trabalhos anteriores, Madonna prezava pela coesão. Aqui, ela aposta nas diferenças: há rap de Nicki Minaj, samples de Martin Solveig, grooves de Benny Benassi, dubsteps de William Orbit. E funciona.

A impressão que muitos fãs tiveram de que Give Me All Your Luvin’ e Girl Gone Wild eram escolhas fracas como single se confirma ao ouvir Turn Up The Radio, por exemplo – provável terceira escolha de divulgação. M.D.N.A. não é um disco sobre cheerleaders. Não se destaca nos momentos em que se confunde com músicas de qualquer outra cantora. É sobre noites intermináveis, paixões violentas e algum arrependimento no dia seguinte – como se nota na lentinha Falling Free, que fecha o álbum.

Emplacando ou não nas paradas de sucesso, é certo que M.D.N.A. vai ser tocado à exaustão nas pistas. Aos 53, Madonna parece determinada a recuperar o terreno perdido para outras artistas – que tanto beberam de sua fonte – fazendo o que fez de melhor ao longo de três décadas: música para dançar com muitas pitadas de polêmica. Em meio à tanta mesmice, seu retorno é bem-vindo.

Quer um gostinho? Põe o vídeo abaixo para tocar e diga o que achou. Em tempo: o lançamento no Brasil será no dia 26.

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Há algumas semanas, especulamos aqui sobre uma provável turnê comemorativa de 50 anos de carreira dos Stones. Pois bem: em entrevista à revista Rolling Stone, o guitarrista Keith Richards confirmou que a banda vai voltar a tocar ao vivo, mas só no ano que vem. “Basicamente, não estamos prontos”, disse. Para ele, planejar shows em 2013 “é mais realista.”

De acordo com a publicação, uma das razões para os Stones não rodarem o mundo este ano é justamente Keith Richards — mais especificamente, sua saúde. Desde que sofreu um tombo durante suas férias em 2006, as performances do guitarrista não têm sido mais as mesmas. Outra fonte citada pela revista confirma as preocupações da banda. “Eles não querem fazer uma turnê completa, viajar. Há preocupações sobre a saúde de Keith”, afirmou.

Uma das possibilidades seria uma série de shows em grandes arenas, como o Madison Square Guarden, em Nova York, e O2, em Londres. Mas será que uma pequena turnê “indoor” combinaria com o grupo que ganhou fama por arrastar multidões nos cinco continentes? Força, Keith.

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“O que tem de bom hoje?”. Se você mora em São Paulo ou vem para cá e não abre mão de curtir a famosa noite da cidade, certamente já deve ter feito essa pergunta a algum conhecido. Na semana passada, um leitor do blog repassou a questão para mim via Twitter. Sim, as opções de festas para dançar na capital paulista parecem não ter fim — mas nem todas valem a pena. Pensando nisso (e para te ajudar a fugir de ciladas), estreamos hoje esta nova seção. Se você quer dicas de lugares legais para dançar no fim de semana como se não houvesse amanhã, dê uma passadinha aqui às quintas. Vamos lá?

Sexta, 16

Voodoohop xxx Desmonta @ Serralheria: A Voodoohop é uma festa de gente bacaninha, frequentada por rapazes de camisa xadrez e garotas descoladas. Tem se firmado como um dos redutos indies da cidade. Esta edição terá o lançamento do disco mental surf, do Psilosamples, mas a discotecagem é forte. É bom chegar cedo porque a casa é pequena. Quanto? R$ 20.

Noites Trabalho Sujo @ Alberta #3: Um lugar pequeno e gostoso no centro velho de São Paulo, que começa no happy hour e vai longe. Às sextas, o projeto do jornalista Alexandre Matias traz rock de várias épocas e algum pop para a apertadinha pista no subsolo. Quanto? R$ 35 na porta.

Head Line @ The Society: Nova aposta de André Almada, o luxuoso casarão tombado no Baixo Augusta é um espetáculo à parte.  É uma boa pedida  para quem curte house, tribal e progressive – ou seja, música eletrônica do começo ao fim. Frequentada por um público gay bem vestido, a festa costuma lotar. Quanto? R$ 60 na porta.

Sábado, 17

Forward @ Lions Nightclub: Um clube novo, com uma vista para o centro velho de cair o queixo. Aos sábados, a pista é dominada pela música eletrônica em suas várias vertentes. Só vá com calma no bar: os preços não são os mais convidativos. Quanto? R$ 60-80 na porta.

Orgástica @ Vegas Club: Uma festa divertida para quem curte rock dos anos 80 e 90 e alguns hits de hoje, lá no coração da Augusta. Se você quiser ouvir pop ou electro, há um lobby para isso, mas não é o forte da noite. Quanto? R$ 30.

Babylon @ The Week: Se você procura muita música eletrônica num sábado à noite, é uma opção sempre segura, que fez um público fiel. A megaestrutura da casa na Lapa dá espaço a gays, héteros e patricinhas até o amanhecer. A dica é chegar cedo: as filas na porta são quilométricas. Quanto? R$ 50-70 na porta.

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Demorou, mas finalmente a banda de Beth Ditto liberou material novo. Perfect World, primeiro single do sucessor de Music For Men (2009), caiu na internet nesta quarta-feira. A música é um pouco diferente dos rockzões que costumavam ser escolhidos como carro-chefe dos trabalhos anteriores do Gossip, mas não deve desagradar aos fãs. “Passei o ano inteiro ouvindo ABBA, e não ouvindo rádio”, disse a vocalista em comunicado à imprensa. A Joyful Noise tem lançamento previsto para 22 de maio. O disco foi produzido por Brian Higgins, que já trabalhou com grandes nomes do pop, como Kylie Minogue. Ansiosos?

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Quem é o melhor “homem de frente” do rock’n'roll? A expressão não é usada para definir apenas o melhor vocalista. A rádio britânica XFM perguntou aos seus ouvintes quem eles consideram o músico com melhor domínio de palco da história. Pensou em Freddie Mercury? Errado. O líder do Queen ficou em 2º lugar. Já Mick Jagger não figura nem no top 10. No Reino Unido, Liam Gallagher, ex-vocal do Oasis, ainda é rei — e levou o título. E como a modéstia nunca foi sua maior virtude, Liam respondeu à seu modo: “O maior frontman? Eu já sabia disso! Não há muitos de nós, há muitos que tentam. Mas eu gostaria de agradecer a todos que votaram e tal”, informa a revista NME.

A lista dos 20 maiores “frontmen” ficou assim:

1. Liam Gallagher
2. Freddie Mercury
3. Dave Gahan
4. Dave Grohl
5. Matt Bellamy
6. Brandon Flowers
7. Morrissey
8. Jim Morrison
9. Kurt Cobain
10. Alex Turner
11. Paul Weller
12. Mick Jagger
13. Tom Meighan
14. Eddie Vedder
15. Joe Strummer
16. Ian Curtis
17. Caleb Followill
18. Ian Brown
19. Thom Yorke
20. Chris Martin

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    Gabriel Pinheiro

    Por Gabriel Pinheiro, um jornalista que adora Beatles, mas prefere os Rolling Stones. Movido a cultura pop e efervescências da música de ontem e hoje.

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