PM busca o diálogo na USP e na cracolândia
- 10 de janeiro de 2012|
- 19h40|
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Categoria: Politicalha

Em nova tentativa de mudar sua imagem, a polícia resolveu intensificar os diálogos na USP e na cracolândia. Usando de uma linguagem truculenta, porretes e cacetetes cantaram a esmo, sob sonoras vaias das redes sociais. O governo do estado, contudo, aplaudiu entusiasticamente e ainda pediu bis…
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cracolândia, PM, USP
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kkkkkkkkkkk iguais, parecem irmãos, os dois maconheiros. kkkkkkk
Ora, é a linguagem adequada! São transgressores.
por que diabos as pessoas agem como se a lei fosse uma “entidade” quase divina, infalível e inquestionável, quando na verdade ela é uma determinação imperfeita, baseada em convenções sociais que mudam ao longo do tempo?
Esta charge demonstra que polícia é polícia. Polícia é um braço do estado, para proteger os corruptos, a elite, os monarcas, o crime organizado, o narcotráfico enfim, o capitalismo que gera miséria, discriminação, pobreza e desiguladade social, portanto, tanto na USP, como na Cracolandia a polícia é a mesma e age igualmente contra todos os pobres. Polícia não bate e nem prende rico, burocrata acadêmico corrupto, políticos safados e a elite que consome cocaina nos lugares luxuosos e aonde é feitas as grandes negociatas neste país.
A polícia na USP bate em estudante pobre, porém nunca bateu ou prendeu um burocrata acadêmico que era usuário e um grande traficante de drogas sintéticas,inclusive com blog na internet, que permaneceu 3 anos afastados sem trabalhar e recebendo salário mensalmente, após ser preso pela Polícia Federal, recebendo salário altíssimo e depois se aposentou com alto salário, acobertado pela burocracia acadêmica que assesorava reitora e reitor. A Polícia deveria bater e prender os verdadeiros “bandidos” da USP e não estudantes pobres e em mulher estudante gravida na USP e as vítimas de um sistema perverso, como é o povo da cracolandia .
Neli
O que você tem feito para mudar este panorama? Por que votou nos políticos em que votou? Como tem feito os pobres terem consciência do mundo em que vivem?
Da forma como colocou, até parece que o pessoal da USP é pobre e vítima da PM. O pessoal lá tem mais é que estudar. Se é pego com droga, vai ser atuado e se resistir, uso da força é a opção. Já o pessoal da Cracolândia já tem um discernimento ruim por viver cercado de drogados então vai lá e se droga. Se quer resistir pra manter o seu vício em uma droga pesada, ligada ao crime… vai tomar cacetada também.
Pessoas ignorantes, no pior sentido do termo, não se dão nem ao trabalho de refletir sobre a crítica da charge. É a ignorância mantendo o status quo. O pior é que ainda se acham donos da verdade utilizando esse linguajar tão carregado de preconceito e violência desmedidos.
É complicado msm infelizmente no mundo de hoje a imprensa e os ditos intelectuais tem uma adoração por maloqueiros e bandidos que é incrivel é a verdadeira troca de valores onde a lei vira ruim e o que não presta vira bom….
Luiz, voce se lembra que o recém falecido, já saudoso, Joãosinho Trinta, costumava dizer .?
” Pobre gosta de luxo, quem gosta de miséria é intelectual ”
Pois é, é bem por aí.
Há braços
E também há pernas, olhos, orelhas …
Não há .?
Agora fiquei Curioso .. !!
Os milicos que dão porradas nos dependentes são gêmeos ? É a ‘Política Higienista’ aplicada em São Paulo desde o advento do “Roubo mas não Faço” implantada pela tucanalha ! Enquanto isso os traficantes estão livres , leves e soltos ! Afinal a especulação imobiliária precisa de ruas “limpinhas” para vender seus produtos vagabundos !
Demorou GERALDINHO, demorou …
O pessoal da Cracolândia já teve os miolos devorados pelas drogas. Já o pessoal da USP acha que pode mudar o mundo: liberar o uso da maconha, impedir que policiais enquadrem negros… desse jeito, não há muito o que fazer exceto baixar porrada!
Violência é sempre a última opção. Mas não muda o fato de que ela está em minha lista pessoal.
Pessoas como você prestam um grande serviço ao Brasil quando ficam de boca fechada! Essa sua afirmação mostra que é mais um desses alienados que perdem tempo assistindo à Globo e ao Datena reproduzindo discursos de violência e sem senso crítico. Da última vez que a classe média se portou dessa maneira, chegamos numa ditadura que há poucos anos foi superada, mas que ainda mantém resquícios. Se um defeito dos alunos da Usp é esperar que um negro não seja enquadrado devido a sua cor, então, desejo esse defeito para todo Brasil.
Emanuela
Se você acha que não tenho senso crítico ao comentar. Só posso lamentar.
Se acredita que também vivo de Datena e opiniões sensacionalistas, sinto muito. Muito mesmo.
Mas uma coisa eu creio: se um policial começar um enquadro SEMPRE pelos brancos, voltaremos a um período ainda mais antigo que o ditadura militar (uma coisa que todo liberal adora lembrar quando quer falar tudo o que pensa sem dar atenção aos feedbacks. Coincidência, né?): a época onde o primeiro ser humano discriminou o outro pela sua cor.
Você realmente não tem senso crítico. Pelas suas afirmações, mostra que desconhece a desigualdade de tratamento entre brancos e negros. Enquadro não tem que começar devido à cor, mas a fundadas suspeitas. O problema é que a suspeita recai predominantemente em negros. Você não se questiona por que a população carcerária brasileira é a quarta maior do mundo e tem a predominância de negros e pobres? Falta caráter a negros e pobres? Por que negros ainda tem condições de vida inferiores em comparação a brancos? E sempre falo do passado mesmo, pois é isso que falta ao brasileiro: memória. E digo mais: o seu feedback só pode vir de preconceito e ignorância, pois não estou defendendo extremos, ao contrário de você. É essa cultura de violência que leva os brasileiros a desejarem penas mais graves, construção de mais cadeias, em vez de cobrarem mais escolas, educação de qualidade, empregos, saúde. Apostar na violência é um ciclo sem fim e sem vencedores.
Emanuela
Mais uma vez, lamento por me julgar como uma pessoa ignorante ao tratamento de brancos e negros. Mas matematicamente falando, a população negra e parda é maioria no Brasil assim como a população pobre. Logo, a probabilidade de se prender um negro e/ou pobre é alta.
Concordo com você sobre as condições de vida dos negros serem inferiores à dos brancos. Mas cabe a nós (sim. “Nós” porque eu também sou negro) virar o jogo. Já que já estamos perdendo, o que temos a perder virando o placar, tendo uma vida longe de crimes e/ou coisas que gerem infrações e delitos? Escolas e empregos devem ser criados sim. Mas quando o crime ocorre (porque é impossível ter uma nação sem criminosos), não quero que o criminoso em questão fique em uma sala de aula. Ao contrário do que você possa supor da minha pessoa, eu o colocaria na cadeia em vez da cadeira elétrica. Simples assim.
Só para começar, não sou negra. Sou até branca demais. A minha argumentação não se baseia em cor. Não defendo negros por causa própria. Sou apenas mais uma brasileira indignada com afirmações pautadas em violência. Nos seus comentários, é esse conformismo com as desigualdades que choca. Você apresenta probabilidades em vez de um questionamento sobre elas. Crimes ocorrem mesmo, em qualquer lugar. A questão é que no Brasil os crimes refletem a extrema desigualdade. É ilusão achar que as pessoas não vão praticar crimes vendo seus filhos passarem fome, enquanto cachorro de madame fica em spa. Crimes vão continuar acontecendo mesmo até que um dia os brasileiros percebam que evitar crimes não é na base da cadeia e da porrada, mas garantindo o mínimo para uma existência digna. Além do mais, criminoso tem que ser preso E estudar, trabalhar. Não há excludente aqui. E a questão está longe de ser “simples assim”.
Emanuela
Peço desculpas se a incluí no “nós” e se isto pareceu ofendê-la e/ou se a minha colocação agora soa como ofensiva. Neste caso, falo em nome da comunidade negra que não se conforma com as condições impostas e tenta mudar, ainda que eu seja o único. Mas veja o lado bom. Mesmo sendo branca, ouvi dizer que se tiver um parente negro até a segunda geração, pode ser considerada tal… (risos)
Mas falando sério agora, não vejo motivos para não colocar violência como último recurso. Diversas campanhas anti drogas circulam por aí, a sociedade trabalha a imagem de uma vida saudável como ideal… por que ficar só falando, quando a pessoa não está disposta a colaborar? No caso do policial da USP, ele pediu ao estudante a carteirinha. “a minha palavra vale” é muito esfarrapada. Um estudante tem cérebro o suficiente pra saber que não se deve encarar autoridade com uma afirmação dessa e quanto mais cedo o policial terminar o enquadro, mais cedo ele pode combater crimes por aí.
E não é só do brasileiro, mas do ser humano ser ganancioso. Sempre querer mais. Achar que nunca será pego. Que estará no topo da cadeia alimentar. Portanto coloque isto na mente de uma pessoa que não encara a realidade que madames podem pagar para colocar seus cães em spas mesmo que os filhos deste indivíduo estejam passando fome (em vez de o sujeito encarar a situação que ter tido o filho sem condições de criar e/ou se aprimorar mais para ter um emprego melhor e dar uma alimentação decente para as crianças e/ou parar de comprar um celular de R$ 800,00 e comprar alimentos pras crianças) e pode ter certeza: ele será um criminoso.
Esta questão pode não estar perto do “simples assim”. Mas é neste caminho.
Este é o meu facebook, caso queira continuar o debate outro dia, ok?
http://www.facebook.com/people/Davi-Paiva/100003116996854
Abraços.
Você parece não compreender o que as pessoas lhe escrevem. Disse que eu era branca apenas porque você achou que os meus comentários estavam associados a um “corporativismo” de cor. Quanto aos usuários, não é porque a sociedade diz o que é ideal que todos devem obedecer. Não acredito que a não aderência de um usuário ao tratamento seja justificativa para pregar a violência. Não se esqueça que muitas dessas pessoas estão doentes. Nunca vi alguém largar um vício na base da porrada. Quanto ao que ocorreu na Usp, a universidade é pública e qualquer um pode frequentá-la. Não precisa de carteirinha. O que ficou claro na conduta do policial é o preconceito: não achou que aquele rapaz era aluno. Se o policial queria uma identificação, deveria pedir o RG.
E não é por ser policial que alguém merece mais respeito do que outro. Qualquer cidadão merece respeito, independentemente de ser autoridade ou não – para utilizar seus termos. Não há hierarquia entre cidadãos. E repito: esse seu conformismo com a desigualdade choca. Ninguém tem que entender o porque de alguém poder manter um cachorro no spa, enquanto seu filho passa fome. Querer uma vida digna não é pedir demais. Não tem nada de ganância nisso. Além do mais, controle de natalidade, expectativa de aprimoramento profissional, celular de R$ 800,00, está muito longe da realidade de muitos brasileiros. Espero que um dia você se torne uma pessoa crítica e mais humana.
E só para deixar claro, sou uspiana e não uso drogas.
Emanuela
Puxa… estou sendo tão complicado de entender que você prefere ficar supondo coisas da minha pessoa em vez das minhas idéias? Deixando isto de lado, vamos ao que interessa:
A sociedade não precisa dizer que tudo é bom. Mas venhamos e convenhamos: temos responsáveis, sociedade, autoridades e estudos comprovando que drogas são prejudiciais. Então pra quê correr o risco? Não digo que vício se cura com porrada. Mas o que o policial deve fazer se o infeliz seja ele um estudante da USP que acha que a própria palavra serve como comprovante estudantil contra uma autoridade ou um drogado da cracolândia parte pra cima dele? Tem que baixar porrada mesmo. Não há opção.
A universidade é pública. Mas os estudantes adoram alegar que policial não pode entrar. Não é paradoxal? E a conversa do estudante com o policial foi a seguinte: “O PM pergunta a um dos jovens se ele é aluno. O homem diz que é, mas o policial insiste e pede para que mostre a carteirinha da universidade. “Tenho minha palavra”, respondeu o rapaz.” (fonte: G1). Isto lá é resposta? Se ele era estudante e morador de São Paulo/Brasil, sabe que com PM é bom obedecer.
E não é uma questão de respeito que deve ter entre civis e policiais e sim cooperação. E creio que isto não é só válido nesta relação. Imagine como seria se as pessoas mentissem suas alergias a um médico. Ia dar um trabalhão.
E lamento se não acha que as realidades que mencionei se aplicam à
realidade nacional. Eu podia jogar uns verdes como você. Mas não quero me rebaixar ao nível.
P.S.: e daí que você é da USP e/ou não usa drogas? O que isto tem a ver?
Bom, este é definitivamente o último comentário que lhe escrevo. Não adianta ficar bravo dizendo que faço suposições a seu respeito. Você é aquilo que pensa e escreve. Você deixa claro que não se coloca no lugar dos outros. Vive numa realidade em que olha para os outros de cima e do lado de fora. Por isso, falta-lhe humanidade e senso crítico.
Prosseguindo, são muitos os fatores que levam alguém a usar drogas. Se bastasse informação – algo que nem todos tem ainda hoje -, pessoas com escolaridade não a usariam. Leia a respeito.
Voltando ao caso da USP, o aluno não foi para cima do policial. Ocorreu justamente o contrário. Basta ver o vídeo! Além disso, não interessa se o rapaz era da cracolândia ou de qualquer outro lugar. A USP permite a entrada de qualquer pessoa. Não precisa de comprovante estudantil. O policial não tinha que pedir comprovante algum. Como já havia dito, o policial é preconceituoso, pois não achou que o rapaz fosse aluno.
E explicando – já que você parece não ter conhecimento jurídico -, a USP é um autarquia como muitas outras que existem no Brasil. Em QUALQUER autarquia, a segurança não é garantida por polícia, mas por segurança própria. Autarquias possuem autonomia. A USP recebe muitos recursos, mas é curioso não investir em iluminação no campus e em aprimoramento dos guardas universitários. Por que será? Isso não tem nada a ver com os atuais acontecimentos na USP, né? Ah, quando o rapaz foi morto na USP, já havia policiais no campus.
Ainda, há uma convenção internacional – claro, só aplicável em países desenvolvidos – que contesta a presença de polícia em campus universitário. No Brasil, as pessoas nem sabem que o regulamento da polícia é do período da ditadura, assim como o da USP. Ambos estão permeados de autoritarismo.
Não há paradoxo na não presença de policiais na USP.
Ainda, não sei o que você entende por respeito. Cooperação sem respeito não é cooperação, mas submissão. A verdadeira cooperação surge no instante em que se há respeito. Ninguém, em qualquer lugar, tem que ser submisso devido ao posto que outro ocupa. Você diz que todos devem cooperar numa linha, mas diz na seguinte que paulista sabe que tem que obedecer à PM. Ai se não obedecer, não é mesmo? Isso é uma relação de cooperação para você? Isso, sim, é paradoxal.
Por fim, disse que sou uspiana porque no primeiro comentário você escreveu: “o pessoal da USP acha que pode mudar o mundo: liberar o uso da maconha, impedir que policiais enquadrem negros”. Pensei que o comentário anterior seria o meu último, mas vi que você precisava se informar mais. A associação de uspianos com drogas me faz sempre ter que dizer aos outros que não uso.
A discussão proposta pelos alunos surge devido ao fato de que a repressão ao uso de drogas não tem tido sucesso. A criminalização da droga gera um mercado rentável a traficantes, policiais corruptos e milicianos. Ninguém, hoje, em sã consciência, alegaria a criminalização de bebidas alcoólicas, pois há exemplos – como os EUA -, de que essa não é a melhor solução. De novo, leia a respeito. Com a legalização, poderia ser arrecadado imposto e , assim, obteria-se recursos para tratamento de dependentes que queiram sair do vício. Usuários de droga vão haver sempre. Por na cadeia usuário não vai resolver.
Leia mais e questione. O Brasil não precisa de mais do mesmo.
Emanuela
Deixando de lado mais comentários e suposições e julgamentos que considero como errôneos que faz da minha pessoa, também lançarei meu último comentário. Meu objetivo é apenas expor mais idéias porque elas não são o tipo de pessoa que eu sou. É o ponto de vista de outra pessoa que diz. Experimente viver isolada da sociedade pra saber se é uma pessoa “viva”.
Vamos lá:
Concordo contigo quanto ao lance da Educação VS. Drogas. Mas saber a informação e lidar com ela faz com a pessoa desenvolva discernimento pra não ficar se drogando por aí. Se eu estiver mentindo, a proporção de drogados no mundo é grande mesmo, independente do grau de instrução do usuário. Mas se pesquisar, verá que só quem não teve um bom ensino vive – e morre – disto.
Vi o vídeo, chequei o diálogo… e concluo que não foi necessário que o estudante agredisse o policial. O ato de ter a informação negada – se o sujeito era mesmo estudante mostrando a carteirinha – fez o policial partir pra cima. As vezes, palavras doem mais do que agulhas quentes cravadas na junção da unha com a carne. Prova disto é sua indignação com a minha pessoa, me julgando de todas as formas possíveis e explodindo em Caps Lock (esta é a primeira vez que faço um julgamento seu. Não quero me rebaixar a seu nível e sim ilustrar o fato decorrente).
Estou ciente das condições da USP. Mas as vezes, é natural um reforço. Duvido que em um ataque em massa de criminosos com armas pesadas os guardas de lá poderiam se garantir. Situações desesperadoras pedem medidas desesperadas. E como eu sempre digo, quem não deve não teme. Se eu estivesse lá, estudaria, iria pra onde eu precisasse. Se um policial me parasse, faria como já fiz em outros enquadros: responderia as perguntas de modo claro e objetivo. Quem não deve não teme. Por que os estudantes são tão anti-PM? Como dizem… nesse caroço, tem angu.
Se o regulamento da polícia é tão ruim assim, porque depois da anistia os estudantes não saíram pra reclamar? Foi necessário uma “invasão” da PM na USP para isto acontecer..? Óbvio que sim. Antes disto, não lembro de ter visto uma manifestação sequer promovida pela USP em prol de uma polícia melhor.
Quanto ao lance do respeito, eu entendo diversos aspectos: respeito ao indivíduo, ao seu cargo, ao cumprimento do dever, etc. Então se não respeito a pessoa e/ou seu cargo mas colaboro com a atividade, respeito esta. E cá entre nós que fomos criados por pais ou responsáveis, aprendemos cedo que algumas pessoas detém o poder e que devemos cooperar com elas. Esta libertinagem é coisa de anarquista. Viu? Sem paradoxos.
Quanto ao lance de ser da USP, não precisa se justificar e esclarecer nada. Não te perguntei nada sobre sua pessoa e nem tenho intenção de saber.
Já li o suficiente. Já disse o suficiente. Obrigado e foi um prazer.
Esta é a única terapia que resolve !!!!!!!
Agora aparecem os promotores que até então ficaram sentados em seus gabinetes, criticar é facil, façam alguma coisa de útil !!!!!Ajudem a Polícia e a População !!!!!!!!!
parabéns ao desenhista, transmitiu bem a msg, tanto os viciados da USP quanto os da Cracolândia, são iguais, valeu…e parabéns à PM.
E a musica do Titãs, mesmo velha nunca foi tão atual: ” Policia para quem precisa, polícia para quem precisa de polícia.”
Todos os organismos do estado seja judiciario, seja polícia seja o que for só consegue me provocar indignação. Parecem que muitas pessoas não conseguem ver que vivemos um ditadura pior que a de Cuba, ou a Stalinista ou nossa própria ditadura militar, seja ela socialista ou capitalista. Pois a ditadura que vivemos se transveste de democracia, tenta iludir que o povo toma alguma decisão, tenta não deixar transparecer que o dinheiro e o poder corrompe tudo até nossa constituição. Fazendo isso para que o povo se mantenha estagnado e não saia as ruas para protestar como fizeram em outros tempos, pois a ideologia imposta é que ele deveria mudar as coisas apenas com o seu voto e não o deixar ver que seja PT, PSDB, DEM, PSD, MDB, Arena ou seja que partido for caso ele não demonstre sua insatisfação e indgnação tudo se manterá da mesma forma.
No caso da polícia citada na charge, muito bem feita por sinal, me faz lembrar da desocupação da USP que muita gente achou bonito o prédio ser desocupado tendo os estudantes uma calibre 12 apontada pra cara e ainda dizendo que a polícia deveria ter baixado o cacete. E nem se lembram que quando o banqueiro Dantas foi algemado pela polícia tiveram até que mudar o procedimento da polícia pois ele não podia ser algemado pois era um excesso policial. Me pergunto, que lesou mais o Brasil? As fraudes milionarias do Daniel Dantas ou os estudantes tentando expressar sua opinião? Quem foi mais nocivo à democracia, o roubo do dinheiro do povo ou um grupo de estudantes tentando ser ouvido? Pra mim está bem claro quem ao menos merecia ter sido abordado pela polícia na base da porrada.
Bem isso foi somente um exemplo, são inúmeros os casos de violência polícial contra quem tenta exercer a democracia (com o seu direito de protesto e opinião) em contraste com o tratamento recebido pelos verdadeiros lesadores dos direitos do povo (os fraudadores e corruptos que roubam o dinheiro que deveria ser revertido em benefício do povo).
Ah claro não podemos esquecer que tudo isso com aval do judiciário e governo.
Não quero entrar em discurssões sobre o tema, além do mais pelo que vejo nos comentários do estadão sempre se transformam em baixaria, foi somente a minha humilde opinião no pouco que me resta de direito de tê-la, visto que nos foi usurpado o direito de protestar e de ter um governo voltado aos anseios do povo.
Oi, Paulo. Tudo bem? Espero que sim.
Em primeiro lugar, não fique acanhado achando que todo mundo aqui é baixo. Li a sua opinião, gostei e quero comentar sobre o que disse sem baixaria. Espero que leia.
Na boa… ninguém gosta de ser pego em flagrante num delito. Nunca viu nas escolas o “mas professora… fulano também está bagunçando. Por que você só chama a minha atenção ?”. Pois é. Eu não tiro a sua razão quanto a ação da polícia no combate a corrupção ser tão desleixada. Mas venhamos e convenhamos: na maior universidade do país, com uma das provas mais ferrenhas que já vi, é muita hipocrisia destes estudantes acharem que podem ocupar alguns locais de lá para protestar.
Ou seja: na teoria, os crimes de corrupção, nepotismo e derivados no mundo da política devem ser considerados crimes políticos e combatidos pelas corregedorias, conselho de ética e derivados. Crimes mais comuns devem ser combatidos pela polícia. E porte de drogas, ocupação de prédio e recusa em sair do mesmo… é como já dizem: cada povo tem o governo que merece.
Caro Gregor,
Como disse eu havia exemplificado utilizando os alunos da USP, o que eu quis dizer eh que o protesto só é ouvido quando incomoda os detentores do poder, que o fraudador é mais nocivo para a democracia que os estudantes. Que a polícia é somente um braço do poder (governo e judiciário),que ao meu ver age quase sempre sem respeito à população a qual ela devia “servir e proteger” e com o aval do governo e corporativismo do judiciário e corregedoria. Quanto a legitimidade do protesto já é outra coisa. Na maioria esmagadora da vezes a única diferença entre uma revolução e um golpe de estado é somente o reconhecimento popular ou a legitimidade popular. Ou seja um grupo que chega ao poder através da força mas apoiado pelo povo é revolucionário, se esse mesmo grupo chegar ao poder através da força sem o apoio do povo é golpista.
Na verdade é tudo um ciclo, o governo quer que a população não tenha direito a possuir armas, mesmo que a população ja tenha demonstrado que quer preservar esse direito. Na minha opinião tão somente para que ele possa agir com mais força contra a população. Falar que é pq traficante rouba arma das pessoas pra mim é balela… traficante que se preze usa fuzil.
Imagina o receio que o policial iria ter antes de desreipeitar uma pessoa, como fazem frequentemente e quem negar isso nem vive no brasil, achando que ela poderia ter consigo uma arma?
A policia de maneira geral é como meu mini schnauzer, quando ele vai na veterinária fica todo machão distribuindo dentada a torto e a direito até que lhe colocam a focinheira e ele fica mansinho. Ou seja lhe tiraram a arma que proporcionava tanta valentia e é como digo armado e andando em bando qualquer um é macho. Seja policial, seja bandido que no final da quase no mesmo.
Já viu hoje como é difícil que um policial seja punido por abuso de autoridade? E isso e bastante comum de acontecer.
Eu a um tempo atrás tive um incidente com a polícia que me custou uns R$ 1500,00. Eu tinha uma moto de trilha e enquanto fazia uns teste na mecânica dela acabei andando na rua sem capacete, um policial estava passando na hora e apreendeu a moto (pois ela tb estava com docs atrasado visto que era uma moto de trilha, não tinha placa, seta etc etc quem conhece sabe com é). Até ai tranquilo, por mais que eu não concordasse da moto ser apreendida visto que a situação estava bem explicada a moto foi guinchada e levada pela polícia. Eu estava trabalhando em outra cidade e demorei um mês para reaver a moto quando retirei a moto TUDO tinha sido roubado: pneus novos foram trocados por furados, bateria não tinha um mês de uso e foi roubada, escapamento, rabeta trocada por uma quebrada. Ou seja só prejuízo e ai você reclama com quem? A moto ficou sob a custódia da polícia ou seja é pior que ladrão… pois quando eles te roubam, não adianta reclamar pois o corporativismo é brutal.
Paulo
Que bom que voltou! Espero responder às expectativas em nosso debate. Vamos lá:
Como disse o Ronan Oliveira, é fácil criticar a PM. Ela pode ser a nossa regalia do governo pra dizer que se importa com a gente enquanto os de colarinho branco ficam intactos no Olimpo. Mas querendo ou não, são eles que por não mais do que dois salários mínimos, dão a cara a tapa subindo morro e entrando em favela com pistola e colete contra fuzil e paga pau de bandidos que alertam quando “os coxinha” invadem a área.
Lamento pelo caso ocorrido com a sua moto. Também já vi abuso de poder policial tanto de perto quanto noticiado. Mas em termos teóricos, o dever dos policiais é combater o crime e autuar delitos e infrações. Na prática, há corrupção, abuso de poder e furtos dentro da corporação como o que você viu. Ou seja: para não correr riscos como o que correu, se eu um dia comprar uma moto sempre sairei de casa com capacete e documentação. Assim os verdadeiros policiais não prendem meu veículo e nem os otários sacaneiam minhas peças. Prefiro contar com a polícia pra me proteger do que montar a minha milícia.
Na questão da moto, foi como eu disse por mais que tenha ficado chateado pela apreensão devido a ter demonstrado a situação (muitas motos de trilha nem documento tem, somente nota fiscal e os acessorios são retirados por quebra tudo na trilha) não fiquei puto com a ação do policial que estava apreendendo a moto. Mas com o que aconteceu depois os vários furtos de peças da moto que estavam sob custódia da polícia e de não ter com quem reclamar visto que a própria policia que furtou e se não eles foram acobertados por eles. Quanto a situação de estar sem capacete foi um erro meu… aquela coisa regula a moto sobe da uma volta… tá ruim … regula novamente… sobe dá uma volta… numa dessas acabei saindo sem o capacete.
Bem quanto a opinião sobre a policia em si como corporação… acredito que seus erros no trato com a população e seus delitos são um preço alto demais pela pouca segurança que nos oferecem. Mas é claro respeito a sua opinião sobre a polícia e não tenho por interesse mudá-la ou fazer parecer que enganado. Assim como é praticamente impossível alguém me convencer que estou enganado sobre um assunto que sou tão convicto como esse.
Em um resumo da minha opinião que nem convém discutir aqui pois é extenso e controverso e eu deveria explicar vários pontos. Acredito que a única polícia que deveria andar armada e a polícia tática de combate ao tráfico e a perigos como esses, a policia de contato com a população deveria usar no máximo pistolas TASER (de paralização), os nomes do policiais deveriam ser bordados em suas vestimentas e não com velcro pois frequentementes eles retiram as identificações e por ai vai…
Quanto ao salário ruim, isso é regional. Quando morei em Brasilia a polícia lá com ensino médio ganhava inicial mais de 4,5 mil e por ironia quando eles protestavam para ter aumento de salário começavam a trabalhar fazendo blitz. Que na verdade era só uma desculpa para parar o trânsito em horario de “rush” e incomodar a população que ela deveria ajudar. E isso é bem lembrado, nesses protestos policiais que lesavam a população que não podia chegar em casa no horário que lhe é de direito após um dia exaustivo de trabalho eu nunca vi ninguém chegar com calibre 12 na cara deles ou descer o cacete neles.
Paulo
Sobre os detalhes da moto, não posso dizer muito porque não ando de moto devido a uma fobia de ter um tio que sofreu um acidente grave. Mas não há porque guardar ressentimento e preconceito da polícia por causa de um policial que agiu certo (por te parar sem capacete), por outros que agiram errado (roubaram suas peças) e por uma corporação que pode matar quem dedurar os membros.
Não quero mudar a sua opinião. Apenas quero dizer o que tenho a dizer. Obrigado por não tentar mudar a minha opinião.
Agora quanto ao modus operandi da polícia, é complicado supor como devem ser as coisas. Um policial de contato com a população pode se ver em meio a confrontos com traficantes em perseguições. Pistolas e tasers não são muito eficazes.
Quanto ao salário, infelizmente é sempre previsível esta ação. Quem ganha muito, se acostuma com o muito e depois ele vira pouco.
Paulo
Quando do aumento das passagens de ônibus , participei em duas passeatas, no
começo estava tudo bem , civis protestando dentro da legalidade , a partir
daí dois partidos mais a esquerda , deslegitimando o movimento
apolítico com arruaça , bagunça , provocação desnecessária e insultos aos
policiais , que só investiram contra os mais exaltados e desordeiros contra
mim nada fizeram . Por outro lado , o dito popular ” esta na chuva para se molhar ”
cabe muito bem no meu caso , se bagunçar e desrespeitar a policia , toma porrada
sim ! Na minha opnião o melhor é o VOTO NULO !! Para botar essa cambada de
políticos FsDP pra correr , ainda mais com essa ” OPOSIÇÃO NOJENTA ” do PSDB,
DEM e outros , o PT faz o que quer , nunca antes nesse pais se ROUBOU tanto !!!
Eu prefiro votar em branco, quando se vota nulo na minha opinião dá a impressão que a gente não sabe operar a urna eletrônica. Quando votamos em branco me parece um recado do tipo, “foram os candidatos que não convenceram”. É como eu havia dito em um comentário de outra charge uma votação em branco a ponto de deslegitimar uma eleição (50%dos votos em branco) seria um protesto totalmente audível a esses escrotos que nos governam.
Lembre-se que um dos motivos do voto obrigatório no Brasil é que eles alegam que somente a maioria dos votos pode legitimar a eleição. 50% dos votos em branco demonstraria que queremos participar mais dessa democracia e não ser representado por aqueles que representam seus patrocinadores de campanha e a si mesmos.
voce deveria escrever os estragos que os delinquentes fizeram na usp, sem motivos e pelo que sei toda açao da policia foi gravada, os estudantes ofendendo os policiais, desafiando e provocando o tempo todo, ate que os poiciais estao com treinamento sim e muiiiiiiita paciencia
Porque foram contra o policial, o moleque desacatou o policial, este senhor foi até que paciente, pormim eu descia a lenha.
Coloquem a Polícia como vilã somente por fazer o seu dever, não observem que a ela só cabe conter o resultado catastrófico da omissão do governo e da sociedade, onde nada é feito com relação a educação, saúde,emprego, moradias entre outras.E a sociedade hipócrita somente crítica o braço mais presente, que a ele é dado função de controlar a violência,socorrer como ambulância,educar playbois mimados que estudam em universidades públicas, tirar viciados de áreas onde pessoas que precisam ir e vir do trabalho para suas residências, enfim o social…Realmente merecemos uma polícia melhor porém antes devemos ser uma sociedade melhor.
o mau dá policia é nivelar as pesoas por igual bandido é bandido nóia é nóia só que á policia não sabe distinguir eles não aprende isso na academia e nos quartéis ai deu no que deu vai sobrar para o sargento eo soldado pois ele não soube comtrolar á situação ai seu comandante vai lavar as mãos e ficar á cargo da midia se for policia bom vai mandar lá pra ponte que caiu se for ruim sidicamsia é rua vai provar na justiça se tem razão ou não tem varios eros dos dois lado tanto da policia quanto da usp pois univercidade não é lugar de policia tem que ter comtrole da situação da reitoria fim
A Polícia é paga por nós para manter a ordem e nos defender de bandidos portanto, errados estariam se cruzassam os braços com dó destes bandidos que tentam subverter a ordem das coisas. Pena é que prendem e soltam logo.
- Bandido inculto devería “puxar” menor tempo de cana que o bandido Culto pois, este devería saber o que faz.
TÁ SERTINHO.. NÓIA E BOYZINHO TEM QUE APANHA MESMO .. QUERIA VER SE FOSSE UM FAVELADO NINGUEM IA DEFENDER …
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poeque quando Brasileiro viaja ao exterior nao tem coragem de fazer 1 % do que fazem aqui e la ficam todos educados, vamos começar a parar de ser hipocritas e ver as coisas erradas que fazemos 24 horas por dia. e parar de criticar principalmente a policia de sp que ao meu ver é uma das melhores do mundo.