Celebrando o fim do White Stripes
- 14 de agosto de 2011|
- 6h00|
- Tweet este Post
Categoria: Música, Tragi-crônica

Dois mil e onze ainda está longe de acabar, mas a grande notícia do ano no mundo da música aconteceu lá em fevereiro: o fim do White Stripes. Seis meses se passaram e foi uma experiência das mais agradáveis observar o rock recebendo essa lufada de oxigênio. Melhor ainda foi ver indies e hipsters chorarem feito emos (uma cena memorável, memorável!). Esse fim do White Stripes tem um significado enorme para os verdadeiros amantes de música. Afinal, como sabemos, de todas as farsas hypadas pela crítica musical, o White Stripes foi, até hoje, o golpe mais baixo. Mas nem vou perder meu tempo desmascarando-os, pois Rafael Fernandes e Mario Marques já fizeram isso. Estou aqui só para fechar o caixão e estourar o champanhe, sem esconder o sorriso no rosto…
De todos os pseudo-hypes vindos do White Stripes, o mais desonesto e repugnante é o de que Jack White seria um “guitar hero”. Essa é provavelmente uma das maiores fraudes da história da guitarra desde Les Paul (que Deus-Hendrix o tenha). Jack White não chega nem a ser um guitarrista mediano e o filme A Todo Volume (It Might Get Loud) se encarregou de mostrar isso. Não preciso me alongar muito nesse assunto. A cena em que Jimmy Page e The Edge tentam acompanhá-lo naquele garrancho de música já foi constrangedora o bastante e falou por si. Já de Meg White nem vale a pena falar porque dá até dó. Meg White é tão ruim, tão desgraçadamente ruim, que é seguro dizer que ela é a pior baterista do mundo. De longe. Tão longe que o segundo pior baterista do mundo (quem quer que seja ele) não sai nem na foto. E a discografia da banda mostra uma limitação musical que, confesso, eu jamais tinha imaginado possível (e olha que já escutei muita coisa ruim nessa vida). É tanto audível quanto risível que o White Stripes não trabalha — e muito menos retrabalha — suas composições, deixando claro que a primeira coisa que surgir num ensaio já é o produto final que vai aparecer no disco. Nunca lhes passou pela cabeça coisas como melodia, harmonia, arranjo, solo… A “música” deles nada mais é do que uma sucessão de riffs macarronicamente empilhados e em total descompasso com a “bateria”.
Mas aí veio a grande sacada de Jack e Meg White. Diante de tamanha falta de talento e de recursos musicais tão parcos, eles precisavam forjar uma estratégia para vender seu “produto”. Primeiro, lançaram o formato guitarra-bateria como ousado e inovador (“tipo assiiim, meeega descolado, tá inteindêindu?”). Depois “deixaram” que se criasse um clima misterioso entre eles dois. E, por fim, reembalaram o conceito do “quanto pior, melhor” e venderam-no à imprensa cultural, que engoliu tudo de maneira absolutamente acrítica. Pronto, assim nasce um criadouro de fãs ávidos por consumir o “produto” para se sentirem “moderninhos”. Um bom exemplo para ilustrar esse triste e aborrecido quadro é o “show de uma nota só”. Quem aplaude aquilo, é capaz de aplaudir dois macacos torturado um berimbau.
Contudo, devo reconhecer que, dentro da estratégia mercadológica em que se embrenharam, eles foram mesmo geniais. O White Stripes é um fenômeno de marketing, uma verdadeira máquina de criar modismos. E reside exatamente aí todo o equívoco das discussões envolvendo a banda. O correto seria analisá-los no contexto da publicidade, da moda e do comportamento — nunca, jamais, sob qualquer hipótese, pela música. Se o “produto White Stripes” fosse vendido em brechós e feiras hipster, nas passarelas da Fashion Week ou até mesmo num reality show, faria total sentido. Agora, analisá-los como alta cultura e rotulá-los como vanguarda musical é patético (e foi exatamente o que aconteceu). Para mim, assistir a isso por anos a fio era como ver um Teletubbies do rock ‘n’ roll animando uma plateia de crianças em sua primeira dentição. Claro que respeito o direito das pessoas consumirem música como papel higiênico… Mas que foi constrangedor, isso foi. Agora que a festa acabou, chegou a hora de encararmos os fatos: musicalmente, White Stripes é lixo, e seus fãs que cresçam e aprendam a conviver com isso. E entendam, de uma vez por todas: não há nada de genial numa banda só com guitarra e bateria. A ausência de baixista é apenas o resultado de um infeliz encontro entre a mediocridade e a preguiça.
Mas os fãs não precisam se desesperar, pois é certo que o White Stripes se reunirá daqui a uns 5 ou 6 anos para uma turnê (caça-níqueis, obviamente), regurgitando seus “clássicos” e lançando novas “tendências”. Resta saber qual será a recepção dos hipsters que passaram a última década aplaudindo-os. Se tiverem evoluído seus conceitos musicais, ficarão ruborizados — da mesma maneira que os fãs atuais do Justin Bieber o renegarão daqui a um ano ou dois. Outra dúvida é saber se os hipsters de amanhã (que hoje curtem Restart) terão paciência para aturá-los. Talvez a melhor solução para essa turnê vindoura seja a de que todos os shows tenham uma nota só. Se Jack e Meg White escolherem uma boa nota (e não errarem o tempo ao tocá-la), pode rolar o maior hype…
Tópicos Relacionados
hipsters, hype, indie, Jack White, mainstream, White Stripes
Deixe um Comentário
Lista de Links
Blog n' roll
Desenhadores
- Baptistão Caricaturas
- Blog dos Quadrinhos Paulo Ramos
- Carlinhos Muller Caricaturas e ilustras
- Di Vasca O herói de arteiros vagabundos
- Érico San Juan Cartuns e textos
- Fábio Moon e Gabriel Bá Quadrinhos
- Farrell Ilustras
- Fausto Charges, caricas e ilustras
- Glauco Lara Infografia
- Gustavo Duarte Caricaturas e ilustras
- Junior Lopes Caricas em retalhos
- Loredano Mestre da caricatura
- Marcos Muller Ilustras
- Nani Cartuns
- Pedro Bottino Caricatutas
Escrevinhadores
- Aratunga Blog do Rafael Fernandes
- Deveria estar estudando Moda
- Digestivo Cultural Jornalismo cultural
- Entretantos Blog do Rafael Rodrigues
- Esporte Fino Esportes
- Guilherme Pontes MMA literário
- Luis Eduardo Matta Literatura
- Miguel Cavalcanti Empreendedorismo
- Piauí Herald Humor piauiense
- Wolber Campos Histórias e causos do Brasil
Mestres
- David Levine Caricaturas
- Millôr Fernandes Gênio do caos
- Ralph Steadman A arte Gonzo
- Sebastian Krüger Caricaturas e ilustras
Solidários
- Instituto Brasil Solidário Ação social
- Portaldajuda Ação social

RSS
hihihihihi!!!
dois teletubies!!!
Só faltou desenhar alguém falando ( de novo de novo !!! )
Ahhhhh tive um orgasmo literario.. rs
Um arroto depois de uma bela refeicao! (mau gosto).
E por favor pq esse cara no filme doc It Might get loud. Pq????????? Ve-lo com o Page foi como um faixa preta 5o Grau com um branca!
Baterista?? Aquilo é batecao de panela em brincadeira infantil de irmaos.
Diogo, eu quero morrer tua amiga, viu?
Ahahahaha….
Ótimo texto, e os Teletubbies ficaram uma gracinha!
Diego, basta dar uma olhada no vídeo acima. Um show de uma nota em que o público achou genial… Será que alguém pediu bis?
Gustavo, eu também não sei o que o Jack White estava fazendo no “It Might Get Loud”. Uma pena, pois a ideia do filme era boa e poderia ter dado em algo bem melhor.
Patty, mesmo você sendo fã de Sandy e Junior, você sempre será minha amiga, fique tranquila.
Abraços a todos
Diogo
Hahahaha! Falar o quê? Tudo que voce disse está certo, sob muitos pontos de vista. Mas aí entra aquela coisa complicada. Muitas vezes a pessoa pode querer mesmo se divertir apenas com uma música suja, tosca e mal tocada, com ares de “primeira ideia”, jeitão de “feito nas coxas”, e aí acaba sendo divertido. Gosto bastante de algumas faixas do WS, provavelmente todas do “Elephant”.
Que porra é essa?????
É chamar as pessoas presentes de idiotas né…e é o que os fãs dessa banda merecem, serem chamados de idiotas, ou coisa pior. São uns coitados, que se deixam levar pela mídia,e pela imagem vazia dessa banda horrorosa, vazia igual a cabeça de quem gosta deles…lamentável..
Eu gosto de White Stripes ponto
Chicão, seu argumento faz total sentido, mas não é essa a discussão que eu propus, e sim, a forma como a crítica tratou o White Stripes. Você realmente acha que o Jack White pode ser considerado um “guitar hero”?
Vitor, não é de hoje que a imagem importa mais que a música no rock. Acho que o White Stripes é como uma tese acadêmica disso.
Tiago, gostar é uma coisa. Outra é achá-los “geniais”, “revolucionários”, etc, etc…
[]s
Diogo
Jamais achei isso de WS… É apenas um som que me agrada, nada mais…
Não tenho tempo sobrando pra ficar idolatrando bandas, apenas ouço…
PS: Adorei seu texto (e todo o seu trabalho), só acho que as pessoas ficam colocando sentido demais nas coisas… Ambos os lados…
A Tempos, a MTV, tinha ressaltada que a meg, nem sabia tocar bateria, como você disse diogo, ela mesma ficava, num só batida, parecendo alguém martelando um prego ( se bem que, até um martelo pregando, é mais sonoro, do que a meg, fica batendo na bateria, com um só baqueta, e fazendo mó cara de intediada e por vezes, uma cara de criança alegre que parecia esta aprendendo algo novo, no estilo ” que sonzinho legal este ” )..
Até os teletubbies, tinha mais rítimo, pois ele não se limitavam a fala o ” de novo de novo ”, mais também falavam o ” creminho gostoso ”, e sabiam dizer os seus nomes, ou seja, e resumindo, até os teletubbies, eram mais expansivos, no quisito ” baboseira ”……
Para o Diego Souza…
caraca, véio…vc contou quantas virgulas erradas voce colocou no seu texto ? Tá com soluço, mano ?
e ainda vem criticar os outros…
Claro cláudio, afinal, por quanto peco em errar, tenha toda a coragem de usar o espaço deste blog pára a sua devida finalidade…
Alías, pegue seu conhecimento ” avançado ” de português, e utilizê-o para quem realmente precisa, não para se engrandeçer de forma, desnecessária, e com quem nada irá lhe acrescentar….
DIEGO
Dessa maneira mal educada você
só se distancia de DEUS ! Não use o nome de DEUS
em vão e tente melhorar seu texto , que é de dar
dor de cabeça em quem lê . Saudações !
Diogo uma coisa que eu não entendi.
Esse show de uma nota só é verídico?
As pessoas se reuniram para escutar isso?
Era pago?
Já se sabia que era uma nota só?
que porra é essa? hahahahaha
a resposta ao fato de não ter baixista é que nenhum baixista digno de nome entraria nessa furada…
aliás, como ser baixista numa banda que nem tem ritmo ?
Tiago, quis reforçar a diferença entre gostar e idolatrar o White Stripes. E obrigado pelo comentário sobre o blog. Eu concordo inteiramente com você quando diz que as pessoas colocam sentidos demais. Muitas vezes, o post é um deboche sem grandes pretensões, mas tudo é levado a ferro e fogo (vide a crônica do dia hétero). Enfim, acho que esse assunto rende uma boa crônica!
Hoel, o show é verídico, claro. Embora não pareça uma coisa real, o vídeo está aí para comprovar…
abs
Diogo
Eu devo ser um idiota, mas eu gostava de algumas coisas do White Sripes. Claro, não é tudo que eles produziam que eu curtia e tals. Mas também nem tudo do Hendrix é assim … uma brastemp. Abraços!
Ahhh… orgasmático ler isso!
Bem, vc sabe o q acho deles: nada. hehehe. Nunca gostei e sempre achei uma chatice, mas não vejo problemas na banda em se vender e fazer marketing (que banda não faz?), em ter fãs idiotas (que banda não tem?), de tocarem mal (vc sabe…técnica nunca foi critério pra mim. Pode ser importante, mas não essencial. Criatividade sim) ou não ter baixista (dezenas de bandas q adoro não tem nem baixo nem guitarra. E, sim, podem ser rock). Ou seja, pra mim sempre foi a típica banda chatinha q “não fede nem cheira”. Só tem algum crédito comigo pq fizeram vários videoclipes geniais com o genial Michel Gondry. Então… um ponto pra quem tinha zero….tá, gosto deles um pouquinho. hahaha
André, é uma boa discussão.
Não é questão de técnica, pois muitas excelente bandas abrem mão da técnica e fazem ótimos discos. É questão de criatividade, como você disse, e principalmente, de musicalidade – coisa que o Uáite Estráipes não tem.
Sim, muitas bandas não têm baixista (podem ser pop, dub, o que for), mas banda de rock tem que ter. Não dá… É como você querer que um carro ande sem rodas, é como ter uma cozinha sem geladeira.
Sobre o marketing, nenhum problema em fazê-lo. O problema é fazer marketing de algo pretensamente revolucionário, quando a realidade se impõe de outra forma e mostra o extremo oposto. Prova disso é que o WS ganhou nota 1 de você por causa do Michael Gondry e dos clipes que ele dirigiu com a banda – e não pela música que fizeram. Já parou pra pensar nisso?
Fãs xiitas e xaatos são universais mesmo. Isso não tem nem o que discutir.
abraços
Diogo
Pingback: Quem joga Guitar Hero toca melhor que Jack White? - Trágico e Cômico - Jornal da Tarde
quanto ao documentário, acho que o jack white foi incluído para fazer o contraponto entre uma divindade (Jimmy Page), uma semi-divindade (The Edge) e um pobre-mortal (Jack White).
tem umas coisas legais do White Stripes, sim. Se eles não tivessem feito sucesso, nem a mídia tanto estardalhaço, acho que seria meio cult hoje em dia.
você está defecando pelos dedos, The White Stripes umas das melhores bandas da história
Santa ignorância… talvez se você deixasse de lado a fama que os “hipsters” deram à banda, e escutasse a música, viria que é uma das bandas mais honestas e sensacionais da década passada.
Vamos para um fato então: o show de uma nota só foi uma piada, anunciada no fórum da banda da banda como tal. “A banda fará um show gratuito onde será tocada apenas uma nota”. O pessoal foi lá pra dar risada, e deram. Mais tarde, naquele dia, a banda fez um show normal.
Quanto ao resto das imprecisões absurdas escritas no seu texto, não tenho nem por onde começar a explicar como você está errado.
Decada de 00 sempre vou lembrar como “DÉCADA DAS BANDAS PROPAGANDAS” dezenas e dezenas de bandas, “SALVAÇÃO DO ROCK”, “O ROCK MODERNO”, ZILHÕES de elogios, ia escutar, não via nada, NADA, do que a midia falava, idem strokes, the killers, franz ferdinad… Tipo, até poderia gostar, mas sei que não SÃO nem 1/1000 do que falavam… SUPERSTIMAÇÃO DMAIS!!
Bandas como essa só servem para gente olhar para o passado e falar.. Eh, o ROCK está MORTO!
Minha pergunta é: o que um cidadão que se propõe a escrever um texto ridículo falando mal de uma banda e desrespeitando seus fãs ganha?? a resposta é fácil…NADA! Cara, você está sem o que escrever ou teve aulas com o André Forastieri??o WS não era a salvação do mundo nem uma banda de outro planeta, mas era muito boa e fez musicas incríveis..se você não gosta, ok! seu direito, sua opinião, mas não perca seu tempo escrevendo besteira pois isso não fará as pessoasm que curtem o som da banda mudarem de opinião. Acabo de crer que pra ser critico basta defecar pelos dedos e falar besteira!
Texto ridículo?? Se ta loka?? O texto é ótimo, critica excelente, bem argurmentado e com vida… Pelarmor de deus, para de ser uma indie/emo/aborrescente/hipster/bissexaul e analiza os pontos de vistas diferentes dos seus esquecendo vc mesma… QUer rebater o texto, argurmente, não xingue!
White Stripes foi uma das maiores farsas da mídia, assim como strokes, e artic monkays, empurradas pelo mundo da internet por um publico chato, efeminado e que queria provar com tudo que suas bandas eram melhores..
E suas bandas até hj não provaram isso.. É ridículo, até fã de sertanejo é mais legal que um indie solitário…
o engraçado é que a musica de maior sucesso da banda é toda construida em uma linha de baixo
Ótimo! White Stripes acabou, agora é só comemorar ouvindo as excelentes bandas que dominam o mercado musical atualmente.
(ironia, claro!)
Esse papo de dizer que Jack White foi o patinho feio do It Might Get Loud me parece um pouquinho equivocado. The Edge, apesar de ter tido uma grande influência dentro da história do rock, pareceu-me quem mais ficou deslocado durante o documentário nos momentos de interação entre os três guitaristas. Acho que a veia bluesista do Jack White garantiu que ele se saísse bem na fita. É claro que, sentado na mesma roda que Page, ele ficou um bocado ofuscado. Comparar o guitarrista do Zeppelin com os de 99% das bandas vivas é um pouco injusto, não? ^^
Acho que é interessante separar o que um público fanático diz d’uma banda do que ela realmente é. Se alguém começasse a dizer que o mundo surgiu depois que os Beatles lançaram seu primeiro álbum, a debilidade/babaquice/hypice/falha estaria em quem admira, e não no artista.
Creio que é isso. Não que Jack White tenha sido o último grande guitarrista da história do rock. Eu acho que os anos 90 possui vários outros também muito interessantes (Tom Morello é o que mais tenho apreço, falando em criatividade), mas querer infantilizar um trabalho musical que teve seus pontos fortes, é que acaba sendo ingenuidade. Nem preciso argumentar tanto nesse sentido, é só dar uma sacada nos projetos sucessos que ele teve.
‘Adulto’ talvez seja achar que Guns n’ Roses possa fazer um show decente, mais de uma década após a sua morte. E maduro é imaginar que as grandes bandas se reúnem e fazem shows desconsiderando o lado financeiro da coisa… isso sim é uma maneira realmente inteligente de ver a coisa… mas, no final, o que importa é ser anti-hype, “tá inteindêindu?”
Se eu fosse deixar de gostar das bandas pelos exageros que os outros fazem delas…
Corrigindo: projetos sucessores*
Pingback: Trágico e Cômico, 2 anos - Trágico e Cômico - Jornal da Tarde
Pela lógica do autor do texto: White Stripes é ruim, Sonic Youth é ruim e todo rock alternativo é péssimo. Desculpa cara, mas acho que alguém te chamou de jornalista e você acreditou.
Minha banda favorita é o Led Zepp. e desde o comeco dos anos 80 escutei muitas e ainda escuto varias coisas, mas é fato o mundo todo não pode estar errado, se a Meg nao toca nada todos sabem agora o Jack e um otimo guitarrista. O cara chega la toca pronto nao esta nem ai pra crítica, sua preocupacao e a diversao e da plateia, mas eu conheco a historia daqui a 15 anos a mesma critica que os detona estará idolatrando o WS fato.
Pingback: Progcast #56 – Yes (Lado C): O drama dos tormates nus de neon « Progcast
poxa vida o jack é um guitarrista ruim? quem são vocês, sendo que o jimmy page acha ele ótimo, lógico que o jimmy entende mais de guitarra do que MUITOS aqui certo?
Pingback: Hipsters inauguram o novo Monumento às Bandeiras - Trágico e Cômico - Jornal da Tarde