Verdades e mitos sobre a morte da Amy Winehouse
- 26 de julho de 2011|
- 19h20|
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Categoria: Música
1) Colocar a Amy no “clube dos 27” e dar o trabalho por encerrado é de uma preguiça jornalística de dar medo. Aliás, só a ideia do “clube dos 27” é um engodo, visto que o único membro do “clube” com quem ela guardava alguma similaridade era a Janis Joplin;
2) agora que morreu, Amy se tornou “um mito” e/ou a “maior cantora de todos os tempos”, mas isso está longe de ser verdade. Amy teve méritos por fazer um resgate do soul e do R&B e tinha talento como intérprete e compositora, mas não soube usá-lo para se consolidar entre as maiores;
3) depois do aclamado Back to Black, que foi lançado no longínquo 2006, Amy abdicou de sua carreira, colocando-a em segundo plano;
4) e depois de abdicar da carreira, Amy abdicou de sua saúde ao recusar tratamento. Com isso, deixou de ser vítima do vício para tornar-se escrava dele;
5) “fãs” que agora correm para comprar CDs e baixar todas as músicas da Amy não são fãs. São retro-consumidores de sensacionalismo;
6) a errática passagem da Amy pelo Brasil em janeiro desse ano foi também um paradoxo: se por um lado foi fracasso de crítica pelos shows decepcionantes, por outro, foi sucesso de público no quesito etílico-alucinógeno;
7) aqueles que agora choram a morte da Amy e lamentam que ela tenha recusado tratamento são os mesmos que se divertiam ao vê-la chapada, agonizando em praça pública;
8 ) a gravadora rejeitou aquele que seria o próximo disco da Amy provavelmente por tê-lo achado ruim, mas agora esfrega as mãos por considerar esse material “ruim” uma mina de ouro.
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Mas isso é normal. Todo mundo que morre vira santo, ícone, exemplo etc. Michael Jackson, nos últimos anos antes de morrer, só era lembrado por escândalos, acusações de pedofilia, problemas financeiros etc. Depois que morreu, não vou ter um ataque cardíaco de surpresa se quiserem canonizar ele. Enfim. A Amy tinha sim uma bela voz que se encaixava bem com a soul music. Mas, quem sabe lá o que perturbava a mente dela e que a fez se matar, através das drogas (isto é apenas uma suposição, até que os exames toxicológicos confirmem), ao invés de trabalhar e se tornar um ícone de verdade? Talvez ela tenha escolhido a morte, porque assim a fama é mais rápida (apesar de que eu duvide que ela consiga fazer uso dessa fama, agora.
Completando o item 7, os ditos “fãs” colocaram bebidas e fumo no local do falecimento, é uma coisa patológica e trágica como símbolo. Não sei que diabos que significa isso? Agora uma coisa é certa, é extremante perturbante e bizarro, fica a impressão de oferenda que enaltecia a falecida.
Ok então vamos idolatrar Justin Bieber ou Lady Gaga, pois eles são “bonzinhos” e “certinhos”. Amy Winehouse era talento puro, mas a maioria só vai lembrar dela como uma viciada.
Marcos, você distorceu tudo. Alguém aqui falou em Justin Bieber ou Lady Gaga? Ou que só os sóbrios fazem boa música?
Se as pessoas só se lembrarem da Amy como uma viciada, é porque provavelmente ela alimentou isso, ainda que inconscientemente.
E se você reler o texto, vai ver que o talento dela foi reconhecido (e jogado fora também).
abraço
Diogo
E qual é problema do fato de ser lembrada como uma viciada?
O vício dela era um fato e diante de fatos, ninguém questiona.
Se você é fã, questione outros fãs, viu o que eles fizeram? Eles enalteceram o vício dela.Isso sim é bisonho
pergunta pra metadde desse povo se antes dela morrer alguem a conhecia pela música ou pelos porres…
o pior é ver na tv um vendedor de uma loja mostrar a prateleira vazia, onde antes estavam (menos de um dia após a morte da doida) centenas de cds encalhados…
nas palavras dele, todos vendidos em apenas algumas horas, nas minhas palavras, retirados da prateleira pra poder aumentar o preço…
Diogo , um belo ROUNDHOUSE KICK , naqueles que não expõe a verdade!!!
Você assumiu a linha de fronte, numa causa ótima!!!, ou seja, expor a opinião próprio via imprensa, coisa, ríspida e dificil essa hoje em dia, Parabens!!!
Ai ai ai, essa cheiradora de nuvens hein!!, kkkkk
boa Diogo.. abç a todos ai da arte!
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