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Quinta-feira, 31 de Maio de 2012
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O petróleo é nosso ou é deles?

Categoria: Eleições 2010

Afinal, o petróleo é nosso ou é “deles”? Essa é a pergunta que me faço sempre que vejo os candidatos falando de petróleo e pré-sal. E quando eles posam de nacionalistas, dizendo que o petróleo é um “patrimônio do povo brasileiro”, o sarcasmo começa a me sair pelos poros. O que eles não falam é que esse tal de “povo brasileiro” é formado por uma seletíssima casta de privilegiados, onde só há amigos do PT ou amigos do PSDB (depende de quem estiver no poder). O restante do “povo brasileiro” (99,9%) não vê um centavo disso investido em melhorias no serviço público.

Já há algum tempo o Brasil adotou o modelo de concessões para exploração de petróleo à iniciativa privada. Mesmo assim, Serra e Dilma preferem continuar tratando seus eleitores como imbecis ao se acusarem mutuamente de “privatistas”. Esse debate sobre as privatizações já está velho, aborrecido e cansado — assim como todas as outras ideias que Serra e Dilma defendem. Já passou da hora dessa fila andar…

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6 Comentários Comente também
  1. Enviado por: Schlumbergera

    O pior é que ainda vamos ter que esperar mais 4 anos pra ver se essa fila consegue andar, de preferência pra frente.

  2. Enviado por: Kent View

    E ambos discordam, justamente quando um aponta erro no jeito como o outro vai permitir os gringos viajarem na petrolnese do Brasil.
    A única coisa que ainda não se sabe é a cor do macacão de Serra se tivesse chance como Lula de posar pra foto no meio dos funcionários da Petrobrás.
    Dilma é logicamente com aquele vermelhão.

  3. Enviado por: silvio

    não seja tão radical, afinal quando abastecemos os nossos veiculos com o combustivel de pessima qualidade e preço absurdo, logo vem aquele slogam : o pre-sal, o petroleo e a petrobras é nossa.

  4. Enviado por: del nero

    Boa notícia: Superávit recorde. Má notícia: É mentira

    O Tesouro Nacional serviu aos jornalistas, nesta terça (26), uma notícia bem ao gosto do presidente Lula ‘Nunca Antes na História’ da Silva.

    Informou-se que as contas do governo registraram no mês de setembro um superávit primário jamais visto: R$ 26,057 bilhões.

    Um detalhe desrecomenda a comemoração do recorde: ele decorre de uma feitiçaria financeira. Desconsiderada a bruxaria, houve um déficit de R% 5,8 bilhões.

    A mandinga percorreu cinco estágios: decolou do Tesouro, fez escalas na Petrobras, no BNDES e no Fundo Soberano, e aterrissou de volta no Tesouro.

    Abaixo, um resumo do que sucedeu:

    1. O Tesouro emitiu R$ 74,8 bilhões em títulos. Significa dizer que aumentou a dívida pública nesse montante.

    2. Um pedaço dos títulos (R$ 42,9 bilhões) foi usado pelo governo para adquirir ações da Petrobras no processo de capitalização da estatal.

    3. Outro naco (R$ 31,9 bilhões) foi repassado ao BNDES e ao Fundo Soberano, que também usaram o dinheiro para subscrever ações da Petrobras.

    4. Simultaneamente, o governo repassou à Petrobras 5 bilhões de barris de petróleo do pré-sal. Um óleo que ainda não veio à superfície. Encontra-se no fundo do mar.

    5. Na prática, a União vendeu à Petrobras um óleo que ainda não veio à superfície. Está nas profundezas do oceano. Dá-se à operação o nome de “cessão onerosa”.

    6. Para “pagar” pelo petróleo que ainda não levou ao barril, a Petrobras juntou os títulos que recebee e devolveu-os ao Tesouro.

    7. O Tesouro, por sua vez, cancelou os títulos que havia utilizado para bancar a compra de ações da Petrboras: R$ 42,9 bilhões. E a dívida evaporou.

    8. E quanto aos R$ 31,9 bilhões em títulos alocados no BNDES e no Fundo Soberano. Bem, esse pedaço da encrenca o Tesouro contabilizou como crédito.

    9. Por quê? Na bruxaria contábil do governo, trata-se de um empréstimo. O BNDES terá de pagar. Quando? Deus sabe.

    10. Assim, esses R$ 31,9 bilhões que o bancão oficial pagará sabe Deus quando foram à conta do mês como receita. Daí a conversão de déficit em superávit.

    11. Graças à utilização do petróleo que ainda não bombeou à superfície e à macumba do BNDES, o governo deve cumprir a meta anual de superávit: 3,3% do PIB.

    12. O feito será obtido a despeito do crescimento da folha de salários do funcionalismo e das despesas correntes dos ministérios.

    13. De resto, o Fundo Soberano começa a ser moído. Criado para borrifar verbas em áreas como educação, meio ambiente e tecnologia, o fundão virou dente da engrenagem do superávit.

    Resumindo :
    Mais um engôdo do governo Lula

  5. Enviado por: carlos campos

    Os mais de 50 anos da Petrobrás , retirando óleo da Bacia de Campos, de nada valeram segundo dona Dilma Roskoff, diz ela: é um óleo “pesado”, “sujo”, ‘enxofrado”, é um condo do “paco”, já o tal do “bilhete premiado” é o Pr-e-Sal, a poupança para os pobres( têm gente que acredita), no Pré-Sal está o óleo limpinho, fininho, como irão retirá-lo à 5.ooo metros sem o capital privado, isto ela não explica, afora os riscos ambientais, vide o desastre no Golfo do México, causado pela BP, Hlliburton, e por falar em energia, alguém viu o Lulla falar mais em BIODIESEL??? Onde anda o taldo BIODIESEL??? eu oprocuro nos postos de combustivel, somente encontro,gazolina, diesem (sujo) e àlcool, BIODIESEL, BIOCOMBUSTIVEL está , parece nos EUA ( feito com milho) . Pre-Sal, a poupança do pobre, o mundo caminhando para carros elétricos, energia eólica e nós na era do Pré-Sal, é preocupante.

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