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Obama e McCain durante debate
Scott Olson/Reuters

Os dois candidatos à presidência dos Estados Unidos, o senador democrata Barack Obama e o senador republicano John McCain fizeram o segundo de três debates previstos até o dia 4 de novembro na noite desta terça-feira, dia 7.

Por pressão dos eleitores, que podiam participar com perguntas, a crise financeira dominou a primeira metade do debate. Obama aproveitou para criticar a atuação do governo Bush na economia e ligar a imagem de McCain à de Bush. John McCain, no entanto, não recuou, partiu para o ataque e procurou descolar sua imagem de Bush: “Minha proposta para a economia não é a de Obama e não é a de Bush”.

Na segunda parte do debate, o tema dominante foram os conflitos em que os americanos estão envolvidos em todo o mundo. Questões sobre Rússia, Paquistão, Irã, Afeganistão e, principalmente, Iraque. Obama criticou o conflito e os US$ 10 bilhões gastos no país. Segundo ele, esse dinheiro deveria ser usado para devolver os empregos aos americanos. McCain defendeu o conflito como uma necessidade para a segurança dos Estados Unidos.

O terceiro e último debate está previsto para o dia 15 de outubro. Leia mais.

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Em sua declaração final, Obama pede que os americanos tenham a coragem de ir em uma nova direção. McCain diz que é necessário que os EUA estejam preparados para tempos difíceis em todo o mundo e diz que sempre colocou seu país primeiro. O mediador encerra o debate.

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Mesmo com o formato de perguntas diretas dos eleitores aos candidatos, debate teve ataques diretos entre os candidatos. Obama associava o rival do governo Bush e Obama criticava a atuação do adversário no Senado.

Enfrentamento
Foto: Bryan Snyder/Reuters

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McCain voltou a dizer que Obama não está pronto para ser presidente: “Nós não temos tempo para um aprendiz”, disse.

Obama foi irônico em sua resposta: “é verdade”. Segundo ele, há coisas que não consegue entender. Como quando os EUA invadiram um país que não tinha nada com o 11 de setembro, enquanto Osama Bin Ladens continua tentando nos atacar. E quando McCain esta torcendo para que Bush invadisse o Iraque, dizendo que seria rápido e fácil. “Nós precisamos dos US$ 10 bilhões mensais que vão para o Iraque para colocar as pessoas de volta a seus trabalhos”.

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Obama defendeu uma ação ataque no Paquistão caso os EUA saibam que Osama Bin Laden está no país, mesmo sem o apoio do governo do Paquistão. McCain criticou a proposta de Obama dizendo que é preciso agir em cooperação com o governo do Paquistão. Obama rebateu dizendo que McCain não o entendeu, que sua proposta é um ataque cirúrgico contra Bin Laden caso o Paquistão não possa fazer isso e criticou as declarações hostis de McCain contra Coréia do Norte e Irã. McCain respondeu que não faz sentido antecipar esse tipo de ação e que é preciso agir com responsabilidade.

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Um eleitor pergunta como a crise financeira afeta a capacidade dos EUA de agirem como pacificadores do mundo. Obama criticou fortemente a política americana para o Iraque e o dinheiro gasto pelos EUA naquele país e acusou McCain de apoiar o governo Bush. McCain defendeu a intervenção americana no Iraque como um sacrifício necessário para a segurança dos EUA e disse que é uma missão dos EUA pacificar o mundo.

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Para McCain, “o segredo de Obama que você não sabe” é que ele aumentará os impostos para as pequenas empresas, levando a um corte de empregos. Obama contra-atacou: “eu cortarei os impostos para 95% dos americanos. Vamos deixar claro o meu plano de impostos e o de McCain.”

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Uma eleitora perguntou a Obama se saúde pode ser tratada como commodity, definindo outra diferença entre eles. O democrata disse que o governo precisa precisa garantir que todos tenham acesso ao sistema de saúde. Para McCain, é preciso que os cidadãos tenham direito de escolha.

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Obama usa o tempo para responder sobre seguridade para falar sobre impostos. Ele disse que irá promover uma reforma que com um corte de impostos para 95% dos americanos.

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  • Anita: Ricardo, felizmente o auxílio-reclusão não funciona do jeito que é comentado nos emails, e também não se...
  • Anita: É, Carlos, tem toda a razão. Se o governo fosse petralha a coisa teria sido bem diferente… ao invés...
  • luis fernando: sr. roveredo, seja sincero!!! não perca seu tempo tentando incutir na mente de um cidadão a idéia...
  • Toninho: Luiz, o seu raciocínio está certo mas qualquer juiz, em caso de o juri considerar o réu culpado, precisa...
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