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Atualizado às 20h28

A mãe de Eloá, Ana Cristina Pimentel, apareceu na janela do Fórum de Santo André logo após a juíza Milena Dias anunciar a sentença de 98 anos de prisão contra Lindemberg Alves, de 25 anos. Do alto, ela agradeceu e acenou para as pessoas que estavam ao lado de fora do local.

“Nunca vou ter minha filha de volta, nada vai suprir a minha dor, mas foi feita a justiça porque ele vai ficar preso para refletir o que ele fez e não fazer com outras”, afirmou Ana Cristina, reafirmando que não perdoou Lindemberg.

Ela também agradeceu à equipe envolvida no julgamento do caso. “Quero agradecer a todos. Em primeiro lugar eu quero agradecer a Deus por tudo o que aconteceu hoje. Em segundo lugar, eu quero agradecer a toda a população que me ajudou, a todos aqueles que dormiram aqui. (Também) aos advogados, a promotora, aos oficiais de justiça que ficaram comigo e também a juíza, porque ela teve uma educação e paciência que eu nunca vi.”

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Lindemberg Alves, de 25 anos, foi condenado a pena máxima pelo assassinato da ex-namorada Eloá Pimentel, em Santo André, ABC paulista. Após quatro dias de julgamento, a juíza Milena Dias deu a sentença na tarde desta quinta-feira, 16. O crime ocorreu em 2008.

Ele foi condenado por 12 crimes, incluindo homicídio doloso de Eloá, dupla tentativa de homicídio contra Nayara Rodrigues e o sargento da PM Atos Valeriano (ambos baleados), cárcere privado e disparo de arma de fogo. Ao todo, Milena o condenou a 98 anos e 10 meses de prisão em regime fechado, mais pagamento de 1.320 dias/multa. No entanto, pela legislação penal brasileira, o tempo máximo de prisão é 30 anos.

Leia mais: Pela janela, mãe de Eloá agradece

O júri era formado por sete pessoas – seis homens e uma mulher – que ouviram os depoimentos de 13 testemunhas e do réu durante a semana de julgamento. Depois dos debates da promotoria e defesa, os jurados se reuniram para responder um formulário com cerca de 50 questões sobre o caso.

Lindemberg falou pela primeira vez sobre os dias de cárcere no apartamento da ex-namorada em juízo. O acusado foi a última pessoa a ser ouvida. Durante o depoimento, logo após pedir perdão à família de Eloá, ele assumiu que atirou contra a garota. A mãe da vítima, Ana Cristina Pimentel, não acompanhou o dia de oitivas do acusado.

Segundo o depoimento dele, o assassinato não foi intencional. “Quando a polícia invadiu, a Eloá fez menção de levantar e eu, sem pensar, atirei. Foi tudo muito rápido”. O jovem disse que ficou surpreso com a chegada da polícia nos arredores do prédio e se apavorou.

Durante o julgamento, a advogada de Lindemberg, Ana Lucia Assad, tentou apontar corresponsáveis pelo crime, como mídia pela cobertura e a polícia pela ação de invasão ao apartamento, além de amenizar a imagem do acusado. Ela também deixou claro, no último dia, durante os debates, que não esperava que Lindemberg fosse absolvido. “Ele errou e deve pagar por isso”, afirmou.

Ana Lucia, porém, tentou convencer os jurados de que Lindemberg deveria ter as acusações amenizadas. Segundo a defesa do réu, as acusações teriam de ser homicídio culposo (quando não há intenção) pela morte de Eloá; dupla lesão corporal culposa pelos disparos que atingiram Nayara Rodrigues e um PM; e ser absolvido da acusação de cárcere privado contra os amigos de Eloá.

Veja como foi o julgamento:
3º dia – Lindemberg fala pela 1ª vez, admite ter atirado em Eloá

2º dia – Policial volta a dizer que tiro motivou invasão ao apartamento
1º dia – Nayara diz que só houve tiros após explosão da bomba da PM

Relembre o crime. Há três anos, Lindemberg foi responsável pelo mais longo caso de cárcere privado do Estado de São Paulo, acompanhado em tempo real por todo o País. Às 13h30 do dia 13 de outubro de 2008, o auxiliar de produção invadiu um pequeno apartamento em um conjunto habitacional de Santo André, onde quatro adolescentes estudavam.

Inconformado com o fim do namoro com Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, Lindemberg, então com 22, fez reféns a jovem, a melhor amiga dela, Nayara Rodrigues da Silva, e dois rapazes. Às 20h, o pai de um dos meninos, estranhando a demora do filho, bateu à porta do apartamento em que Eloá morava e ouviu Nayara dizer para ele se afastar.

A polícia foi acionada e faz cerco ao local. No mesmo dia, os dois garotos foram liberados, mas as amigas ficaram sob a mira do revólver de Lindemberg. Do lado de fora, jornalistas, policiais e populares acompanhavam o sequestro.

No final da noite do dia seguinte, Nayara foi libertada pelo sequestrador. A garota, em uma decisão criticada, voltaria na manhã do dia 15 ao cárcere, depois de já ter prestado depoimento à polícia, para negociar. Nayara só sairia de novo do local, ferida, no dia 17, com Eloá e Lindemberg.

Às 18h08 daquela sexta-feira, policiais do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), em ação polêmica, invadiram o apartamento. Tiros foram disparados. Eloá e Nayara foram atingidas: Eloá, na virilha e na cabeça, e a amiga, no rosto. Lindemberg, sem ferimentos, foi detido e levado para o 6º DP. A ex-namorada morreria no dia seguinte, às 23h30.

INFOGRÁFICO: 100 horas da tragédia no ABC
BLOG: Detalhes da cobertura do julgamento

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Atualizado às 19h

Por volta das 17h, a juíza Milena Dias começou a redigir a sentença de Lindemberg Alves, de 25 anos. Às 18h40, o Twitter do Tribunal de Justiça de São Paulo (@TJSPoficial) informou que a decisão ainda não havia saído.

Momentos antes, os jurados se reuniram na sala secreta do Fórum de Santo André para concluir o veredicto sobre o julgamento. O réu é acusado de 12 crimes, entre os quais, sequestro e morte de Eloá Pimentel, de 15 anos.

Depois da explanação da advogada de Lindemberg, Ana Lucia Assad, a promotoria desistiu do direito de réplica. O resultado do júri popular deve sair nas próximas horas.

Pela manhã, a promotora Daniela Hashimoto apontou para os sete jurados – seis homens e uma mulher – as divergências entre os depoimentos das testemunhas de acusação e de Lindemberg. Já a defesa do acusado pediu que a tipificação dos crimes fossem revistas, pois não houve intenção de morte por parte do réu.

Ana Lucia, porém, contradisse as falas de Lindemberg em juízo em pelo menos dois momentos.

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atualizado às 14h11

A advogada de Lindemberg Alves, de 25 anos, Ana Lucia Assad contradisse o depoimento do réu em ao menos dois momentos durante o debate no Fórum de Santo André, neste último dia de julgamento. Durante sua explanação aos jurados, ela apontou que a condenação deve ser abrandada, mudando a tipificação dos crimes pelo qual ele é acusado.

No depoimento de quarta, Lindemberg disse que Eloá Pimentel, sua ex-namorada, não sabia que ele iria visitá-la, que tentou ligar, mas ninguém atendeu. Nesta manhã, porém, Ana Lucia disse o contrário: para ela, a vítima foi avisada que o acusado iria ao apartamento. “Vocês já ouviram falar do ditado que ‘roupa suja se lava em casa’?”, questionou o júri, se referindo que os jovens haviam reatado e iriam discutir a relação naquele dia.

No outro momento, a defesa também assumiu que o réu atirou contra Nayara Rodrigues, amiga da vítima que também foi feita refém. “Ele se assustou e atirou”, afirmou Ana Lucia. Durante o depoimento, no entanto, Lindemberg deixou em suspense a ação ao dizer que não se lembrava de ter disparado. “Não posso dizer se atirei ou não na Nayara”.

Crimes. A advogada de Lindemberg pediu três mudanças na tipificação de crime contra o réu. Ana Lucia quer que ele seja condenado por homicídio culposo (quando não há intenção) e não doloso em relação a morte de Eloá; por lesão corporal culposa e não tentativa de homicídio contra Nayara e que ele seja absolvido da acusação de cárcere contra os amigos da vítima: Victor Lopes, Iago Vilela de Oliveira e Nayara.

Além de negar o sequestro, a defesa também reafirmou que não foi Lindemberg que atirou contra o policial que invadiu o apartamento. E voltou mais uma vez a culpar a ação da polícia e a cobertura da mídia como também responsáveis pelo crime. “A imprensa tratou o caso como um reality show policial.”

Auto-defesa. A advogada usou boa parte da 1h30 do debate para defender a própria imagem. Ana Lucia disse que foi humilhada e atacada pela imprensa durante o período de julgamento. “Peço desculpas se me inflamei, mas tudo o que a defesa falou aqui é verdade”, disse.

E finalizou dizendo que Lindemberg sempre amou e ainda ama Eloá, tanto que em três anos de prisão, ele nunca recebeu visita íntimas. “Ele não é um marginal, como alguns que estão em Brasília. É um rapaz calmo, sensato, mas com um perfil impetuoso. Ele é apaixonado pela Eloá até hoje.”

com reportagem de ADRIANA FERRAZ

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Durante o debate do julgamento de Lindemberg Alves, de 25 anos, – que acabou às 13h20 – a advogada de defesa disse que não pretende que o réu seja absolvido da acusação de matar a ex-namorada Eloá Pimentel. “Ele errou, tomou as decisões erradas e deve pagar por isso, mas na medida do que ele efetivamente fez”, disse Ana Lucia Assad.

Segundo a defesa, no entanto, Lindemberg deve ser condenado por homicídio culposo, porque ele agiu com culpa consciente, mas não previu o assassinato. “Ele não desejou o resultado”, afirmou a advogada, “ele sofre pela morte dela”, completou.

Ana Lucia voltou a atacar a mídia ao apontar outros possíveis causadores da Eloá. “No meu ponto de vista, há dois corresponsáveis por este processo. Alguns membros da imprensa e alguns policiais. Não podemos dar essa conta toda para o Lindemberg pagar. Isso não é justiça.”

A advogada também defendeu o réu sobre a tentativa de homicídio contra Nayara Rodrigues, amiga de Eloá que também foi feita refém em Santo André. Segundo Ana Lucia, a menina “voltou ao apartamento porque quis”. “Ele não tentou matar a Nayara. Ele se assustou e atirou. Condenem-o por lesão corporal culposa”, afirmou ao júri.

Imagem. A defesa também projetou a imagem de Lindemberg para os jurados. “Enxerguem esse rapaz como um parente dos senhores, pois ele não é bandido. (Ele) não falou antes porque eu sabia que ele seria pronunciado e a decisão caberia aos senhores”.

Para Ana Lucia, Lindemberg é um bode expiatório para responder pelo crime. “(Ele) é a bola da vez. Isso acontece só porque ele é pobre.” E acrescentou: “Esperamos que os senhores saiam daqui com a certeza de terem tomado a decisão certa”.

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Atualizado às 12h07

Após cerca de uma hora e meia, a promotoria terminou de fazer por volta das 11h40 a acusação contra Lindemberg Alves para o júri no Fórum de Santo André. Com o revólver usado para atirar contra Eloá Pimentel em mãos durante parte do debate, a promotora Daniela Hashimoto investiu o tempo que tinha para apontar as divergências entre os depoimentos do réu e das testemunhas de acusação que também foram feitas reféns.

Entre as questões apontadas pela promotora estão as afirmações de que Lindemberg não manteve os amigos da vítima – Nayara Rodrigues, Victor Lopes e Iago Vilela de Oliveira – também em cárcere no apartamento e que não atirou contra o sargento da Polícia Militar Atos Valeriano, que negociou a libertação dos jovens.

No momento mais forte da explanação, com um revólver calibre .32 na mão, a promotora chegou a empurrar uma mesa e amarrar a mão de um jurado com um lenço para mostrar que Lindemberg poderia ficar o tempo todo com a arma em punho. O ato foi uma referência aos comentários da defesa, durante o depoimento de Nayara, de que era estranho ele amarrar os reféns e fazer tudo mais com a arma na mão, sem nunca soltar o objeto.

A promotora terminou o depoimento sempre de arma em punho, numa tentativa de provar que isso era possível.

Duas imagens. Daniela Hashimoto fez questão de desmontar a imagem de que Lindemberg havia ido para o apartamento de Eloá apenas para namorar. Segundo ela, o réu havia planejado o momento de acertar as contas com a menina. Para isso, ele chegou a levar Ederson Douglas Pimentel, o irmão mais novo da vítima, a um parque e deixou-o sem o celular para que não pudesse a avisá-la a tempo.

A promotora disse que os jurados teriam de decidir entre a versão de um Lindemberg que se pinta como um rapaz bonzinho e a imagem de alguém dissimulado e manipulador.

Uma das declarações finais de Daniela foi a de que Lindemberg sempre quis matar a menina. “A Eloá para ele nada mais era do que um objeto, não era a amada dele como ele dizia”.

com reportagem de ARTUR RODRIGUES

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Atualizado às 11h05

Último dia do julgamento de Lindemberg Alves, de 25 anos, começou por volta das 9h50. Ele é acusado de assassinar a ex-namorada Eloá Pimentel, após fazê-la, junto com a amiga Nayara Rodrigues, refém por 100 horas num apartamento em Santo André.

Os debates de defesa e acusação começaram com a promotora Daniela Hashimoto expondo sua tese sobre a culpa de Lindemberg. Ela entregou os autos de acusação ao jurados – seis homens e uma mulher – que devem decidir o futuro do acusado.

Para Daniela, Lindemberg premeditou o crime e já sabia o que ia acontecer no apartamento. “Coloquem-se no papel das vítimas”, disse ao júri no Fórum de Santo André.

Lindemberg acompanha os debates sentado no bancos dos réus. O Ministério Público terá 1h30 para expor as acusações. Logo depois, a advogada do acusado, Ana Lucia Assad, terá o mesmo tempo para mostrar a defesa dele. Ambos os lados têm direito a réplicas e tréplicas, com duração máxima de uma hora.

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Lindemberg Alves já se encontra no Fórum de Santo André para o quarto dia de julgamento. O réu chegou ao local por volta das 8:30h.

Nesta quinta-feira, haverá o debate entre defesa e acusação e mais tarde, os jurados irão se reunir para decidir o veredicto.

A sentença de Lindemberg deve ser anunciada ainda hoje.

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Terminou às 19h45 o terceiro dia de julgamento de Lindemberg Alves, acusado de matar a ex-namorada Eloá Pimentel em Santo André, em 2008. Com isso, os trabalhos devem ser retomados às 9h desta quinta-feira, quando começam os debates de acusação e defesa.

Na sequência, o júri, composto por seis homens e uma mulher se reúnem para decidir o futuro de Lindemberg. O processo deve durar cerca de seis horas. O réu e os advogados já deixaram o Fórum de Santo André, no ABC paulista.

No depoimento dado à juíza Milena Dias, aos promotores do caso e a sua advogada, Ana Lucia Assad, Lindemberg contou detalhes do dia da morte da menina e do período em que a manteve refém, com a amiga Nayara Rodrigues. Ele admitiu ter atirado contra Eloá e pediu perdão à mãe da garota, Ana Cristina Pimentel. Leia como foi.

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O depoimento de Lindemberg Alves, de 25 anos, começou por volta das 14h30 no Fórum de Santo André. Ele é acusado de assassinar a ex-namorada, Eloá Pimentel, após mantê-la e a amiga, Nayara Rodrigues, em cárcere por 100 horas. “Estou aqui para falar a verdade. Tenho uma dívida com a família dela”, disse.

De acordo com o Tribunal de Justiça de São Paulo, ele queria conversar sozinho com Eloá. “Mandei os três (Victor Lopes, Iago Vilela de Oliveira e Nayara) saírem do apartamento, mas eles se recusaram”, afirmou ele. “Fiquei surpreso com a presença (deles) e a Eloá ficou assustada ao me ver”.

Lindemberg pediu perdão à mãe de Eloá, Ana Cristina Pimentel. “Quero pedir perdão para a mãe dela em público, pois eu entendo a sua dor. Era muito amigo da família”, falou o réu. “Infelizmente foi uma vida que se foi, mas em alguns momentos levamos aquela situação como se fosse uma brincadeira”, disse.

O acusado contou que não sabia o que fazer com a chegada da polícia ao local, pois ficou com medo. “Quando a polícia chegou, fiquei apavorado. Não sabia o que fazer. Só não saímos pois tínhamos medo da reação da polícia”, afirmou à juíza Milena Dias. Ele acrescentou que ”o ambiente no apartamento não era favorável para que nós descêssemos. Eu aguardava esse momento.”

Lindemberg confessou ter atirado contra Eloá. “Puxei a arma para quando ela começou a gritar comigo, mentindo que não tinha ficado com o Victor”, disse. “Quando a polícia invadiu, a Eloá fez menção de levantar e eu, sem pensar, atirei. Foi tudo muito rápido”.

Sobre o disparo contra a amiga da menina, no entanto, Lindemberg disse não se lembrar. “Não posso dizer se atirei ou não na Nayara. Eu não me lembro.”

Arma. O réu disse que o revólver usado para atirar contra Eloá custou R$ 700, após a promotora Daniela Hashimoto mostrar a arma calibre .32. “Comprei o revólver de uma pessoa em um parque. Estava armado pois dias antes recebi ameaças de morte pelo telefone. Era para garantir minha segurança”, afirmou.

Lindemberg reafirmou momentos de nervosismo e também de descontração durante o cárcere. “Eu estava muito nervoso e tomei atitudes impensadas. Atirei para o chão para manter a polícia longe do apartamento”, disse. “Havia momentos em que eu, a Eloá e a Nayara não levávamos aquilo a sério. Procurávamos nos distrair durante o tempo que ficamos no apartamento. Ouvíamos música e conversávamos bastante. A Eloá chegou a fazer uma sobremesa para nós”, falou à advogada.

Atualizado às 22h12

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