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SP das enchentes

SÃO PAULO – Após a forte chuva de ontem, São Paulo registra 61 semáforos apagados e 53 em amarelo piscante. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), 45 equipes trabalham, 24 horas por dia, para realizar a manutenção dos semáforos com problemas.

As equipes da CET monitoram os principais cruzamentos da cidade em que os semáforos estão com problemas. Cones foram colocados nas proximidades dos cruzamentos, para que os motoristas passem com atenção e diminuam a velocidade.

Marília Lopes, da Central de Notícias

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As chuvas que chegaram à capital paulista no começa da tarde desta segunda-feira, 7, deixam em estado de atenção as zonas sul e sudeste e a marginal do Pinheiros a partir das 14h40.

Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), as áreas de instabilidade associadas ao calor provocaram pancadas de chuva em alguns pontos da Capital.

Chovia moderadamente por volta das 15 horas, com pontos fortes, principalmente nos bairros de Vila Mariana, Ipiranga, Jabaquara, Santo Amaro e parte de Cidade Ademar.

Conforme os meteorologistas do CGE, a tendência é de que as áreas se propaguem para os demais bairros da Zona Sul. Nas demais áreas, não há registro de precipitação.

Alerta. Também por conta das chuvas, a Defesa Civil municipal informou que as regiões de Ipiranga, Jabaquara, Santo Amaro, Cidade Ademar, Capela do Socorro, Vila Mariana e Vila Prudente estão em estado de atenção para enchentes.

Solange Spigliatti, da Central de Notícias

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Forte chuva e ventania derrubaram árvore na Marginal Pinheiros, complicando o trânsito

As chuvas perderam a intensidade em São Paulo e todas as regiões da cidade saíram de estado de atenção às 16h30. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), ainda há um pequeno núcleo de chuva forte entre Itaquera, Cidade Tiradentes e São Mateus. No restante da zona leste, e na zona norte, a chuva é fraca. Nos demais pontos da cidade não há registro de precipitação.

Segundo o CGE, áreas de instabilidade vindas do interior se direcionam a cidade. E pode chover novamente durante a noite. O CGE informou que foi observada queda de granizo acompanhada de ventos na região do Butantã, Morumbi, Itaim Bibi, centro e Ibirapuera. As chuvas continuam atingindo intensamente alguns bairros da cidade. As áreas de instabilidade que atingem a capital devem se deslocar para  a região de Guarulhos, Suzano e Mogi das Cruzes.

Falta de luz. Algumas áreas da região dos Jardins, zona oeste, está com falta de energia elétrica desde as 14h40. Segundo a Eletropaulo, desde o início das chuvas fortes desta tarde, houve queda do fornecimento.

Em Pinheiros, a Eletropaulo confirmou que falta luz em algumas ruas. A Avenida Brigadeiro Faria Lima está sem fornecimento de energia, também desde o início das chuvas. Equipes da empresa já foram para a região para tentar solucionar o problema.

A Eletropaulo informou que ainda não há previsão para restabelecimento do serviço, e não se sabe a causa exata da falta de energia.

Marília Lopes, da Central de Notícias – Texto atualizado às 17h26.

linkAcompanhe também a a situação do trânsito na cidade

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As chuvas que caíram nesta quarta-feira, 19, em São Paulo deixaram toda a cidade em estado de atenção das 15h45 às 16h50. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), a partir deste horário as chuvas perderam a intensidade em toda a capital. Desde então, há registro apenas de precipitação fraca e chuviscos.

De acordo com o órgão, as áreas de instabilidade que causavam as chuvas fortes se deslocaram para as cidades da Baixada Santista.

Na Grande São Paulo, ainda há registro de chuva forte em parte de Santo André, São Bernardo do Campo e Suzano. Nos demais municípios, a chuva é fraca com pontos moderados.

Marília Lopes, da Central de Notícias – Texto atualizado às 17h20.

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A chuva que caiu nesta tarde afetou principalmente Santo André e Mauá, na Grande São Paulo. No início da noite a pista central da Rodovia Anchieta foi interditada entre o quilômetros 10 e 14, nos dois sentidos. A liberação ocorreu às 20h25. O Rio Tamanduateí transbordou em Santo André. Segundo a Defesa Civil do município, a Avenida do Estado está completamente intransitável no trecho da cidade.

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O Córrego Guarará também transbordou e interdita a Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo. A Defesa Civil informou que está atendendo aos chamados da população para prestar socorro às vítimas. Motoristas ficaram ilhados em carros e foram resgatados por helicópteros.

Em Mauá, um deslizamento destruiu uma casa, segundo informações da Defesa Civil Municipal. A residência estava localizada no Jardim Zaíra, o mesmo em que seis pessoas já morreram soterradas neste ano. Todos os moradores haviam sido removidos da casa e não houve feridos.

De acordo com a Defesa Civil, a chuva da tarde desta terça deixou a cidade praticamente parada. O transbordamento do Rio Tamanduateí foi um dos grandes responsáveis. Grandes Avenidas, como a João Ramalho e Itapark, ficaram totalmente alagadas. No início da noite, a chuva parou e a situação começou a voltar ao normal.

Na capital, toda a cidade ficou em estado de atenção das 17h25 às 19h12. O Aeroporto de Congonhas também foi afetado e fechou por cerca de dez minutos. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a interdição para pousos e decolagens ocorreu das 17h35 até as 17h45.

Às 20h15, a suprefeitura de Vila Prudente entrou em estado de alerta por conta do transbordamento do Rio Aricanduva, na altura da Avenida Professor Luiz Ignácio de Anhaia Mello com o Viaduto Grande São Paulo. Às 20 horas, as subprefeituras Sé e Ipiranga voltaram ao estado de atenção por riscos de transbordamentos de córregos.

Marília Lopes e Pedro da Rocha, da Central de Notícias – Texto atualizado às 20h40.

linkAcompanhe também a a situação do trânsito na cidade

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A prefeitura de Atibaia decretou hoje situação de emergência em decorrência das fortes chuvas que atingem o município do interior paulista. Rios e córregos da cidade transbordaram.

Na madrugada de ontem, foram registrados 160 milímetros de chuva, mais da metade do que era esperado para todo o mês de janeiro no município. O decreto deve vigorar por um prazo de 90 dias, podendo ser prorrogado por até 180 dias.

Na manhã de hoje, o nível do rio Atibaia era de 4,13 metros. O acumulado das chuvas era de 245mm, bem mais do que os 130,8 milímetros registrados nos 11 primeiros dias de janeiro do ano passado.

No decreto, o prefeito José Bernardo Denig (PV) considera que, diante do caos instalado, “a situação exige que sejam implementadas medidas de emergência visando amparar as famílias atingidas, além de obrigar a administração a promover a prevenção contra doenças típicas da presente situação.”

Pedro da Rocha, da Central de Notícias

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A chuva voltou a cair em São Paulo na tarde desta terça-feira. O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) colocou a zona oeste, zona norte e Marginal Tietê em estado de atenção das 19h25 até as 20h30 de hoje por causa das chuvas. A cidade já registrava 12 pontos de alagamento, de acordo com o monitoramento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) – dois deles intransitáveis.

Os pontos de alagamento onde não dava para passar estavam na Rua Antônio Sarkis, próximo a Rua Hugo Antola, e na Avenida Kenkiti Simomoto, junto a Avenida Jaguaré. Segundo o CGE, áreas de instabilidade vindas do interior e que já seguem para o litoral causam as pancadas de chuva desta terça-feira.

Áreas de instabilidade vindas do interior de São Paulo provocaram o temporal principalmente nas zonas norte, oeste e centro e já perderam intensidade. Alguns bairros ainda têm chuva moderada. Na Grande São Paulo, chovia forte em alguns pontos de Mairiporã, parte de Guarulhos e sobre os municípios de Santana de Parnaíba e Cajamar.

Conforme os meteorologistas do CGE, a tendência para o fim da noite e a próxima madrugada é de que as chuvas continuem de maneira isolada, e variando de intensidade.

O temporal desta madrugada deixou pelo menos 13 mortos no Estado.

Marília Lopes, da Central de Notícias (Atualizado às 21h)

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O Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, tem 48,9% de voos atrasados desde a 0h de hoje, de acordo com o balanço da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) divulgado às 16h.

O alto número de atrasos é consequência das chuvas que atingiram São Paulo e afetaram o funcionamento do aeroporto, segundo a Infraero.

Em Congonhas, o atraso até o horário é de 18,3%, igual ao número de cancelamentos. Os dois aeroportos operam visualmente e estão abertos para pousos e decolagens.

As operações no Campo de Marte, na zona norte de São Paulo, foram normalizadas no início da tarde. Por causa das chuvas, o aeroporto ficou fechado para pousos e decolagens de jatos desde as 6h. Parte do local estava alagado.

Marília Lopes e Solange Spigliatti, da Central de Notícias

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As fortes chuvas desta madrugada em São Paulo deixaram 176 vítimas, segundo o Corpo de Bombeiros. Foram atendidas 92 ocorrências de enchentes, 30 de desabamentos e 30 ameaças de desabamento em todo o Estado.

Até a última quinta-feira, 6, os bombeiros atenderam 284 chamados relacionados aos temporais que atingem o Estado desde o início do ano. Entre as principais ocorrências estão salvamentos em enchentes, desabamentos, quedas de árvores e desmoronamentos.

O Corpo de Bombeiros já tem um plano de atendimento para agir durante o período de chuvas, que prevê o envio de viaturas para regiões que podem ficar alagadas.

As viaturas são equipadas preventivamente com botes, coletes salva-vidas, roupas térmicas, capacetes, cabos de segurança e equipamento para resgate em desmoronamento de terras e salvamentos aquáticos.

Marília Lopes, da Central de Notícias

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O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), disse nesta manhã que o excesso de chuvas provocou o caos na cidade. Segundo ele, a Prefeitura está trabalhando “ao máximo” para evitar os transtornos, mas chove “cada vez mais” em São Paulo. “Os piscinões corresponderam à expectativa”, destacou o prefeito. De acordo com ele, se não fosse por estas obras, as consequências seriam maiores.

O Estado contabiliza 13 mortes por conta das chuvas desde a noite desta segunda-feira. Na capital paulista, quatro pessoas morreram. Os rios Pinheiros e Tietê transbordaram.

De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), entre a noite de segunda-feira e as 7 horas de hoje foram registrados 68,8mm de chuva, o equivalente a 29% para o mês de janeiro.

Desde o início do ano até as 7 horas de hoje, o total de chuvas acumulado na cidade é de 221,2mm, o que equivale a praticamente 93% ao esperado para o mês (239mm). O temporal causou 125 pontos de alagamento – 76 registrados na madrugada e 49 pela manhã.

Tragédias anteriores. Na temporada de chuvas entre dezembro de 2009 e março de 2010, mais de 20 mil pessoas ficaram desabrigadas e 78 morreram em todo o Estado. No Jardim Romano, as ruas permaneceram alagadas por dois meses.


Assista ao vídeo em que Kassab explicava o transtorno das chuvas, em 2010

Na época, o prefeito também atribuiu os deslizamentos e inundações na capital ao “excesso de água”. Em 10 de fevereiro de 2010, uma campanha publicitária da Prefeitura afirmava que “não há cidade que aguente tanto dilúvio.”

Elvis Pereira, do Jornal da Tarde, e estadão.com.br

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