
Granizo na Marginal Tietê, próximo à Ponte do Limão
20h20: O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) retirou, às 19h20, São Paulo do estado de atenção causado pelas chuvas que atingiram a cidade na tarde de hoje. Agora restam apenas chuviscos em boa parte da cidade, que registrou 25 pontos de alagamento. Seis desses pontos ainda estão ativos, porém todos são transitáveis.
Segundo o CGE, foi registrada chuva de granizo em nos seguintes pontos da cidade: Barra Funda, Consolação, Aeroporto do Campo de Marte, avenida Marquês de São Vicente com ponte Júlio Mesquita, ponte do Limão, rua Barão de Limeira, parque Ecológico do Tietê e no Butantã.
Blog do Trânsito: Acompanhe a situação na cidade
18h40: São Paulo já tem cinco pontos de alagamentos causados pela chuva. Todos são transitáveis para veículos. Os pontos de alagamento estão localizados:
- Avenida Marquês de São Vicente com a praça Pascoal Martins, sentido Barra Funda;
- Marginal do Tietê, no sentido Ayrton Senna, perto da ponte Jânio Quadros, na pista expressa e central, e um próximo à ponte Cruzeiro do Sul, na pista expressa.
- No sentido Castello Branco da Marginal, apenas um ponto nas cercanias da ponte Cruzeiro do Sul, na pista expressa.
A zona norte de São Paulo entrou em estado de atenção por volta das 17h30, em razão das fortes chuvas que caem na cidade. Com esta, já são oito as regiões postos em estado de atenção pelo Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE). São elas as zonas leste, sudeste, oeste, sul e centro e as marginais do Pinheiros e Tietê.
Na zona norte chove pesado principalmente entre os bairros do Limão, Casa Verde e Freguesia do Ó. Também chove moderado com pontos fortes entre a região central e a zona oeste. Na zona sul, chove forte nos bairros de Grajaú e Parelheiros.
As áreas de instabilidade geradas pelo calor e pela alta umidade provocaram pancadas de chuva moderadas à fortes em toda a capital. Também chove consideravelmente entre os municípios de Cotia, Jandira, Carapicuíba, Osasco, Santana de Paranaíba e ABC.
Segundo o CGE, por volta das 16h30 foi registrada chuva forte acompanhada de queda de granizo no bairro de Caxingui, pertencente à Subprefeitura de Butantã, na Zona Oeste.
Às 16h ainda não chovia em Guarulhos, mas a estação meteorológica do aeroporto de Cumbica registrou rajadas de vento de 40km/h.
Segundo os meteorologistas do CGE, a previsão é de que as chuvas se intensifiquem, em função da propagação de instabilidades que se encontram a Oeste da Capital, na região de Sorocaba.
Foi encerrado, depois de três horas, o estado de atenção em duas regiões da capital paulista, por conta das fortes chuvas que atingiram São Paulo no começo da tarde desta segunda-feira, 22. A zona sul e a Marginal do Pinheiros ficaram em estado de atenção no período das 14h25 às 17h25.
Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), as chuvas fortes, que atingiram as regiões do Butantã, Raposo Tavares, Vila Sônia, Santo Amaro, Campo Limpo, Campo Belo e Jabaquara, perderam intensidade, restando apenas precipitação leve por volta das 17h30.
As áreas de instabilidade, geradas pela passagem de uma frente fria de fraca intensidade, atingiram inicialmente a zona sul, e em seguida as demais regiões da cidade, variando entre intensidade fraca e moderada.
O tempo segue nublado e bastante instável na Capital, que ainda pode registrar chuvas fracas ao longo da noite. Os maiores índices pluviométricos registrados pela Rede Telemétrica do Alto-Tietê até as 17h25 foram Pirajuçara (Campo Limpo), com 16mm, Córrego Poá, com 15,6mm, e Morro do S (São Paulo), com 13,8mm.
Congonhas. A chuva chegou a interromper as operações do Aeroporto de Congonhas por 14 minutos. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), apesar do fechamento, não foi registrado nenhum voo alternado para outro aeroporto.
O aeroporto ficou fechado das 16h23 às 16h37, quando começou a operar com auxílio de instrumentos, segundo a Infraero.
Em um boletim divulgado às 17 horas, a Infraero informou que de 170 voos planejados para hoje, 10 foram cancelados, 37 sofreram atrasos ao longo do dia e seis registravam atrasos de mais de meia hora.
Por Priscila Trindade e Solange Spigliatti, da Central de Notícias.
Atualizado às 17h15.
São Paulo ficou em estado de atenção por aproximadamente 40 minutos na noite desta sexta-feira, 5, por causa das fortes chuvas que atingiam a cidade, informou o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE). De acordo com o órgão, a previsão é que a noite e a madrugada continuem com chuvas, que variam de intensidade.
A capital ficou em alerta das 20h05 até as 20h40. Devido ao temporal, três pontos de alagamento, todos transitáveis, se formaram na cidade. Chove forte na zona sul, entre os bairros de Campo Limpo, Capão Redondo e Jardim São Luís. Chuvas moderadas caem em praticamente todo o restante da região, assim como em toda a zona oeste, zona norte e região central.
Na zona leste chove moderadamente entre a Mooca e Belém, Tatuapé, Vila Prudente, Aricanduva e Vila Formosa. Na Grande São Paulo, chove forte nos municípios de Taboão da Serra, Embu, Itapecerica da Serra, Mauá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra e Santo André.
Áreas de instabilidade associadas à aproximação de uma frente fria provocam o mau tempo.
Por Pedro da Rocha, da Central de Notícias
A Defesa Civil de São Carlos, no interior de São Paulo, disponibilizou, desde a última sexta-feira, 29 de outubro, programa de alerta de enchentes enviados por meio de torpedos e e-mail para comerciantes e a população em área de risco. O sistema promete avisar comerciantes e outras pessoas cadastradas sobre enchentes, temporais, vendavais e descargas elétrica com até três horas de antecedência.
Segundo o diretor do Departamento de Segurança Pública e Defesa Civil de São Carlos, Heleno do Nascimento, a região central da cidade abriga a maior parte do comércio, que foi construído em cima do leito de um rio que corta a região. “Acima de 50 milímetros de chuva, o rio transborda. Com isso, muitos comerciantes são prejudicados”, afirmou.
Até agora, há 80 comerciantes cadastrados para receber SMS, e 1.437, para e-mails. A medida faz parte da ‘Campanha Cidade Mais Segura’, lançada pela Secretaria Nacional de Defesa Civil.
Um sistema parecido criado pelo professor Jó Ueyama, do Instituto de Ciências Matemáticas e Computação da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos, foi indicado para monitorar o nível e a poluição do Rio Tietê, mas dependia da aprovação do Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee) do Estado.
Por Julia Baptista, da Central de Notícias
2011
2010