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SP das enchentes

As zona oeste, norte, o centro, a Marginal Pinheiros e a Marginal Tietê ficaram em estado de atenção por aproximadamente uma hora por conta das chuvas que atingiam a capital paulista nesta sexta-feira, 4. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), uma área de instabilidade vinda da região de Campinas causou chuvas moderadas.

Durante a tarde, novas áreas de instabilidade vindas do interior podem trazer de volta as chuvas, na forma de pancadas isoladas.segundo o CGE, no fim de semana, o sol volta a predominar e favorece a elevação das temperaturas. As mínimas oscilam em torno dos 21ºC e  as máximas devem superar os 30ºC. As chuvas continuam ocorrendo na forma de pancadas isoladas, associadas com o calor das tardes.

A Defesa Civil decretou estado de atenção para enchentes em Perus, Pirituba, Jaraguá, Butantã, Campo Limpo, Lapa, Casa Verde, Freguesia do Ó, Jaçanã, Tremembé, Vila Maria, Santana e Tucuruvi. A medida é preventiva e tem como base a previsão meteorológica do CGE.

Até as 11h20, capital registrou um ponto de alagamento na Avenida 9 de Julho com a Rua Engenheiro Monlevade, sentido bairro, de acordo com o monitoramento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Com o fim da chuva, no entanto, á água baixou na via.

Marília Lopes, da Central de Notícias

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Após 2h30, o Centro de Gerenciamento de Emergência (CGE) tirou todas as regiões de SP do estado de atenção para enchentes devidos às chuvas que atingiram a cidade no começo da tarde.

Às 17 horas, havia apenas registro de garoa e chuva leve em pontos isolados da capital. Na Grande São Paulo, as chuvas também são fracas.

Por conta do grande volume de chuva na região do Grande ABC paulista, entre as 15h40 e 16h20, houve transbordamento do Ribeirão dos Couros, no ponto de medição da Vila Rosa, em São Bernardo do Campo.

Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), muitas áreas de instabilidade ainda se organizam pelo oeste e noroeste do Estado, que nas próximas horas ainda podem provocar chuvas isoladas na Região Metropolitana.

Relatório do CGE mostra que a região de Ribeirão dos Couros (Piraporinha / Diadema) foi onde houve o maior volume de chuva durante a tarde, chegando a 48 mm. Em seguida veio a região de
Rudge Ramos (São Bernardo do Campo), com 45,6mm.

Por volta das 15h, chovia principalmente nos bairros de Vila Mariana, Ipiranga, Jabaquara, Cidade Ademar, Santo Amaro, Grajaú, Parelheiros e Engenheiro Marsilac. Além disso, os radares mostravam chuvas fortes na zona oeste, entre Pinheiros e Butantã, e no centro. Em demais pontos da cidade, a precipitação já era leve.

Mais cedo, no entanto, choveu forte na zona leste, principalmente nos bairros Mooca, Penha, Aricanduva, Vila Formosa, Guaianazes e Cidade Tiradentes. Nas proximidades da Estação Guaianazes da CPTM foi registrada a queda de granizo.

Previsão. Nos próximos dias, as condições atmosféricas continuam sendo típicas de verão. Na terça-feira, a frente fria se afasta de São Paulo, entretanto, áreas de instabilidade geradas pelo calor voltam a provocar pancadas de chuva forte a partir da tarde.

Os simuladores indicam maior probabilidade das chuvas iniciarem pelo ABC, Guarulhos, Mogi e zona leste. Os termômetros se mantém em alta, e a expectativa é de que ocorra um novo recorde de temperatura. A máxima prevista é de 34ºC.

Na quarta-feira, as chuvas tendem ser mais abrangentes e devem começar no período da tarde, estendendo-se para boa parte da noite.

Solange Spigliatti, da Central de Notícias (Atualizado às 17h15)

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SÃO PAULO – Ao menos 13 árvores que caíram durante a madrugada desta terça-feira, 14, por conta das fortes chuvas e da ventania que atingiram a capital paulista, ainda atrapalhavam o trânsito por volta das 13h. Antes, outras duas árvores foram removidas. Nenhuma pessoa ficou ferida.

A situação estava pior na Avenida Cruzeiro do Sul, na zona norte da cidade. A via ficou totalmente fechada no sentido Santana, perto da Rua Pedro Vicente. Por conta do bloqueio, o congestionamento no local chegava a dois quilômetros. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) divulgou um alerta aos motoristas para evitaram a região e usarem um desvio pelas avenidas Tiradentes e Santos Dumont em direção à zona norte.

As outras vias com faixas interditadas por queda de árvore eram:

Rua Júlio Colaço, 210, no Tatuapé
Rua Antonio Fontoura Xavier, 617, no Parque São Lucas
Rua Prof. Mendes Pimentel, 468, em São Mateus
Rua Antonio Correia Pinto, 100, no Sacomã
Rua Soldado Pereira da Silva, 164, na Vila Mariana
Rua Nicarágua, 145, no Jardim Paulista
Rua Madre Teodora, 62, no Jardim Paulista
Avenida Prof. Fonseca Rodrigues, 810, em Pinheiros
Rua Duarte da Costa, 278, na Lapa
Avenida Mercedes, com a Tomé de Souza, na Lapa

Ocorrências. Segundo a Secretaria Municipal de Segurança Urbana, na segunda foram registradas 43 ocorrências devido às chuvas. Até as 10 horas de hoje, foram registradas outras 11. Entre os chamados solicitados estavam vistoria de imóveis, solapamento de via, desabamento de muros e queda de árvores.

De acordo com o Plano Preventivo de Defesa Civil, a cidade entrou em estado de atenção para enchentes ontem e ainda permanece. Exceto as regiões da Sé, Mooca, Pinheiros e Vila Mariana, as demais também estão em estado de atenção para escorregamento.

Chuva. O volume de chuva foi alto e a média registrada ontem na cidade chegou aos 65mm, que reflete 32% do esperado para o mês de dezembro, que é de 201mm, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE).

Solange Spigliatti, da Central de Notícias

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A Defesa Civil de São Carlos, no interior de São Paulo, disponibilizou, desde a última sexta-feira, 29 de outubro, programa de alerta de enchentes enviados por meio de torpedos e e-mail para comerciantes e a população em área de risco. O sistema promete avisar comerciantes e outras pessoas cadastradas sobre enchentes, temporais, vendavais e descargas elétrica com até três horas de antecedência.

Segundo o diretor do Departamento de Segurança Pública e Defesa Civil de São Carlos, Heleno do Nascimento, a região central da cidade abriga a maior parte do comércio, que foi construído em cima do leito de um rio que corta a região. “Acima de 50 milímetros de chuva, o rio transborda. Com isso, muitos comerciantes são prejudicados”, afirmou.

Até agora, há 80 comerciantes cadastrados para receber SMS, e 1.437, para e-mails. A medida faz parte da ‘Campanha Cidade Mais Segura’, lançada pela Secretaria Nacional de Defesa Civil.

Um sistema parecido criado pelo professor Jó Ueyama, do Instituto de Ciências Matemáticas e Computação da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos, foi indicado para monitorar o nível e a poluição do Rio Tietê, mas dependia da aprovação do Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee) do Estado.

Por Julia Baptista, da Central de Notícias

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