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SP das enchentes

SÃO PAULO – Após a forte chuva de ontem, São Paulo registra 51 semáforos com problemas, 21 estão apagados e 30 em amarelo piscante. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), 45 equipes trabalham, 24 horas por dia, para realizar a manutenção dos semáforos com problemas.

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Acompanhe também a situação do trânsito

As equipes da CET monitoram os principais cruzamentos da cidade em que os semáforos estão com problemas. Cones foram colocados nas proximidades dos cruzamentos, para que os motoristas passem com atenção e diminuam a velocidade.

As falhas, em geral, são consequência de falta de luz, infiltração de água nas caixas semafóricas e variações na rede de eletricidade. Com relação às variações de voltagem que podem queimar as placas das caixas, a CET revela que está montando um “banco de dados dos semáforos, que incluirá datas de manutenção, histórico de funcionamento e análise da demanda de variação de energia” em parceria com a AES Eletropaulo.


Marília Lopes, da Central de Notícias (Com O Estado de S.Paulo)

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SÃO PAULO – Após a forte chuva de ontem, São Paulo registra 61 semáforos apagados e 53 em amarelo piscante. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), 45 equipes trabalham, 24 horas por dia, para realizar a manutenção dos semáforos com problemas.

As equipes da CET monitoram os principais cruzamentos da cidade em que os semáforos estão com problemas. Cones foram colocados nas proximidades dos cruzamentos, para que os motoristas passem com atenção e diminuam a velocidade.

Marília Lopes, da Central de Notícias

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A chuva em São Paulo diminuiu e o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) retirou o estado de atenção de parte da cidade. Com a melhora no tempo, o Aeroporto de Congonhas, na zona sul paulistana, também voltou a reabrir na tarde desta quarta-feira, 23.

De acordo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), o terminal aéreo ficou fechado para pousos e decolagens por 20 minutos, até as 14h55. Boletim das 15 horas da companhia mostra que entre os 137 voos programados para hoje, sete foram cancelados ao longo do dia e três tiveram alteração de horário.

O temporal também deixou as zonas sul, sudeste e Marginal do Pinheiros em estado de atenção das 14h25 às 15h10. A chuva atingiu principalmente os bairros de Campo Limpo, M’Boi Mirim, Santo Amaro e Cidade Ademar.

Segundo o CGE, as chuvas perderam intensidade e atingiam de forma isolada a região de divisa com o Grande ABC paulista. Nas próximas horas, novas áreas de chuva podem voltar a atingir a Capital paulista com maior intensidade.

Solange Spigliatti, da Central de Notícias


Atualizado às 15h49

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Todas as regiões da capital paulista saíram do estado de atenção por conta dos temporais por volta das 17 horas desta quarta-feira, 2, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE).

Com as fortes chuvas, as regiões da cidade começaram a entrar no estado de atenção às 13h05, nas zonas sudeste, oeste, sul e Marginal do Pinheiros. Em seguida foi a vez da zona leste e a Marginal do Tietê, às 14h15, e da zona norte e do centro, às 15h40.

Por conta do temporal, foram formados seis pontos de alagamentos transitáveis. Às 17 horas apenas dois continuam ativos, um na Avenida Sumaré, perto da praça Marrey Junior, e outro na Avenida Maria Coelho Aguiar, próximo à praça Alceu Amoroso Lima.

O Aeroporto de Congonhas, na zona sul da cidade, reabriu por volta das 13h30, após ficar fechado por 45 minutos. Segundo a Infraero, até as 14 horas, seis voos registravam atrasos de mais de meia hora.

De acordo com o CGE, uma frente fria no litoral do Estado, associada a áreas de instabilidade formadas pelo aquecimento e a umidade disponível, provocaram as fortes pancadas.

Grande SP. Várias regiões do Grande ABC paulista registram alagamentos causados por transbordamentos de córregos. Por volta das 14 horas, uma forte chuva com duração aproximada de 40 minutos, atingiu o município de Santo André e fez com que o ribeirão Dos Meninos e o rio Tamanduateí transbordassem causando pontos de inundação nas ruas adjacentes, atingindo imóveis residenciais e comerciais.

Na linha 10-Turquesa da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) que liga as estações da Luz e Rio Grande da Serra, houve inundação nos trilhos na Estação de Capuava, sendo necessário interromper a circulação de trens entre as estações de Santo André e Rio Grande da Serra, entre as 14h20 e 14h50, segundo a CPTM.

Equipes de resgate do Corpo de Bombeiros foram acionadas para atenderem ocorrências de pessoas ilhadas na Avenida Perimetral e Rua das Orquídeas. Apesar dos alagamentos, não houve registro de pessoas mortas, feridas, desaparecidas, desalojadas e desabrigadas.

O município de São Bernardo do Campo também foi atingido. Os córregos Capela e Curral Grande e o ribeirão Dos Couros transbordaram causando pontos de inundação nas ruas adjacentes, atingindo imóveis residenciais e comerciais. Pessoas ficaram ilhadas nas Avenidas Nicola Demarchi, Francisco Prestes Maia e Winston Churchill e na Rua Jurubatuba.

Em São Caetano, o ribeirão “Dos Meninos” transbordou causando pontos de inundação nas ruas adjacentes, atingindo imóveis residenciais e comerciais no bairro Nova Gerty. Os bombeiros resgataram pessoas que ficaram ilhadas nas Avenidas Guido Alberti e Lions Clube.

Falta de luz.  Foi registrado falta de energia elétrica entre os moradores do bairro de Moema, na zona sul. Segundo a AES/Eletropaulo, um galho de árvore caiu e partiu o cabo da rede elétrica, deixando o bairro sem luz desde as 13h30.

Equipes de manutenção trabalhavam para restabelecer a energia e, de acordo com a Eletropaulo, parte do bairro ainda permanece sem luz. A previsão era que fosse normalizado no fim da tarde.

Por conta da falta de luz, alguns semáforos em importantes vias do bairro estavam apagados, entre eles na Avenida Ibirapuera e Avenida Sabiá. A Eletropaulo não soube informar quantos moradores ficaram sem energia elétrica.

Marília Lopes e Solange Spigliatti, da Central de Notícias – Texto atualizado às 17h40.

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SÃO PAULO – O grande volume de chuva que caiu sobre São Paulo e região metropolitana em janeiro ficou abaixo da quantidade alcançada no mesmo mês de 2010, mas superou em 72,5% a média geral para os meses de janeiro registrados pelo Centro de Gerenciamento de Emergências, de acordo com o relatório mensal divulgado nesta terça-feira, 1º.

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Segundo o levantamento, o volume acumulado médio na capital no mês passado foi de 412,5mm, enquanto a média climatológica esperada é de 239mm. Em 2010, quando houve recorde de precipitação na cidade, choveu 461,3mm – 93% acima da expectativa média para os meses de janeiro.

Esse volume médio é calculado levando-se em conta as observações em todas as subprefeituras. Por conta disso, algumas subprefeituras registraram acumulados ainda mais altos do que a média para a cidade. A subprefeitura de Aricanduva/Formosa teve o maior índice da capital: um volume acumulado de precipitação de 622,2mm, cerca de 160% acima da média climatológica.

O maior acumulado de chuva em São Paulo no mês foi no dia 10, cuja precipitação acumulada média foi de 52,2 mm, o que equivale a 21,8% da média climatológica. Naquele dia, as chuvas começaram no dia 10 e seguiram pela madrugada do dia 11, que registrou 22,3mm de chuva. O segundo evento mais chuvoso foi o do dia 23, quando o volume acumulado médio da cidade foi de 49,5mm, embora em algumas localidades a chuva tenha sido bem mais intensa, como em Aricanduva, onde o acumulado foi de 187,5mm.

Apesar de não ultrapassar a marca do ano passado, a primeira quinzena de janeiro foi muito chuvosa e, até então, seus índices pluviométricos superavam os de 2010 para o mesmo período. Como o previsto, a segunda quinzena foi menos chuvosa do que a primeira, embora grandes precipitações tenham ocorrido, como no dia 23, segundo o CGE.

Mortes. De acordo com levantamento da Defesa Civil Estadual, no mês de janeiro, somente na capital, quatro pessoas morreram em decorrência da chuva. Foram três vítimas no dia 10, quando duas mulheres foram soterradas no Jaçanã, na zona norte, e um homem foi levado pela enxurrada na Avenida 9 Julho, no centro, e morreu afogado; e outra no dia 7, quando o teto do imóvel onde um homem estava desabou.

Por Solange Spigliatti, da Central de Notícias

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Após 2h30, o Centro de Gerenciamento de Emergência (CGE) tirou todas as regiões de SP do estado de atenção para enchentes devidos às chuvas que atingiram a cidade no começo da tarde.

Às 17 horas, havia apenas registro de garoa e chuva leve em pontos isolados da capital. Na Grande São Paulo, as chuvas também são fracas.

Por conta do grande volume de chuva na região do Grande ABC paulista, entre as 15h40 e 16h20, houve transbordamento do Ribeirão dos Couros, no ponto de medição da Vila Rosa, em São Bernardo do Campo.

Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), muitas áreas de instabilidade ainda se organizam pelo oeste e noroeste do Estado, que nas próximas horas ainda podem provocar chuvas isoladas na Região Metropolitana.

Relatório do CGE mostra que a região de Ribeirão dos Couros (Piraporinha / Diadema) foi onde houve o maior volume de chuva durante a tarde, chegando a 48 mm. Em seguida veio a região de
Rudge Ramos (São Bernardo do Campo), com 45,6mm.

Por volta das 15h, chovia principalmente nos bairros de Vila Mariana, Ipiranga, Jabaquara, Cidade Ademar, Santo Amaro, Grajaú, Parelheiros e Engenheiro Marsilac. Além disso, os radares mostravam chuvas fortes na zona oeste, entre Pinheiros e Butantã, e no centro. Em demais pontos da cidade, a precipitação já era leve.

Mais cedo, no entanto, choveu forte na zona leste, principalmente nos bairros Mooca, Penha, Aricanduva, Vila Formosa, Guaianazes e Cidade Tiradentes. Nas proximidades da Estação Guaianazes da CPTM foi registrada a queda de granizo.

Previsão. Nos próximos dias, as condições atmosféricas continuam sendo típicas de verão. Na terça-feira, a frente fria se afasta de São Paulo, entretanto, áreas de instabilidade geradas pelo calor voltam a provocar pancadas de chuva forte a partir da tarde.

Os simuladores indicam maior probabilidade das chuvas iniciarem pelo ABC, Guarulhos, Mogi e zona leste. Os termômetros se mantém em alta, e a expectativa é de que ocorra um novo recorde de temperatura. A máxima prevista é de 34ºC.

Na quarta-feira, as chuvas tendem ser mais abrangentes e devem começar no período da tarde, estendendo-se para boa parte da noite.

Solange Spigliatti, da Central de Notícias (Atualizado às 17h15)

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SÃO PAULO – As chuvas que atingem a capital paulista causaram problemas em 602 semáforos da cidade entre a madrugada de sexta-feira e a manhã desta segunda-feira, 24, de acordo com balanço feito pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Dezenas de árvores também causam problemas na cidade.

Desse total, 234 permaneciam com problemas por volta das 9h – sendo que 89 sinalizavam amarelo intermitente e 145 estavam apagados. Os outros 368 já haviam sido concertados. A Eletropaulo foi acionada para resolver os problemas de falta de energia. Além disso, 12 equipes de manutenção da CET estão nas ruas. Agentes orientam os motoristas em aproximadamente cem pontos da capital.

Outro problema que vem causando transtorno aos paulistanos desde sexta são as quedas de árvores. Nesta manhã, ao menos 43 ainda estavam caídas em ruas ou avenidas da cidade. Ontem à noite, esse número chegou a 63. Todos os casos, segundo a CET, foram informados à Prefeitura, responsável pela remoção.

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Por cerca de 2h40, toda a cidade de São Paulo ficou em estado de atenção por causa da chuva no fim da tarde de hoje.  O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) encerrou o alerta às 17h40. Ainda chove com pontos moderados na Zona Norte, entre os bairros de Piritiba e Jaraguá,e  no extremo leste, entre os bairros de Itaquera, Itaim Paulista, São Mateus, Guaianazes e Cidade Tiradentes.

Por causa do temporal, dezenas de pontos de alagamento se formaram na capital e, por volta das 18h40, segundo a CET, oito estavam intransitáveis. O ponto que fechava a Avenida 23 de Maio baixou e o trânsito foi liberado na via.

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Os locais que tinham o trânsito bloqueado por causa do nível da água estavam na:

- Marginal Tietê, sentido Castelo Branco, pista central, com a Ponte Freguesia do Ó;
- Avenida Olavo Fontoura, altura do número 1.209, sentido centro;
- Praça Alceu Amoroso Lima, com a Avenida Maria Coelho Aguiar, nos dois sentidos;
- Rua Romão Gomes, com a Avenida Valdemar Ferreira, sentido Jóquei;
- Rua Alvarenga, com a Avenida Afrânio Peixoto, sentido centro;
- Avenida Francisco Morato, com a Rua Pureus, sentido centro;
- Avenida Aricanduva, com a Rua Ganges, sentido Itaquera e
- Avenida Magalhães de Castro, sentido Interlagos, com a ponte Engenheiro Roberto Zuccolo.

De acordo com o CGE, durante a tarde, as chuvas ganharam força em toda a zona oeste, onde houve registro de precipitação forte em praticamente todos os bairros. Na zona leste, também houve registro de chuvas muito fortes, inclusive com potencial para queda de granizo. No extremo sul da cidade e na região sudeste também houve chuva forte. No restante da cidade, a intensidade ficou entre fraca e moderada.

Às 12h30, as zonas leste e sudeste foram as primeiras a entrar na situação. Como a precipitação se intensificou, as zonas oeste, sul e central, além da Marginal do Pinheiros, foram incluídas por volta das 14h30. Após uma hora, a Marginal do Tietê também entrou no estado de atenção, seguida alguns minutos depois pela zona norte.

Aeroportos. O Aeroporto de Congonhas fechou, por duas vezes, entre as 14h54 e 15h21, e depois das 15h44 até as 16h41, ficando interditado para pousos e decolagens. Agora ele opera por instrumentos. A Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, opera por instrumentos desde as 16h35.

Até as 18h desta sexta-feira, 43 voos partiram com atrasos, representamdp 23,2% dos 185 agendados para o período; quatro deles foram cancelados. Em Cumbica, 45 voos locais não saíram no horário marcado, proporcionalmente 27,3% dos 165 de hoje. Dos internacionais, 8 tiveram o problema, 11,9% dos 67 agendados.

Atualizado às 18h50.

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11.janeiro.2011 20:15:29

O caos em SP, hora a hora

19h07 – Tempo abafado durante todo o dia provoca chuva fraca em alguns pontos de São Paulo

20h40 – Chuva perde força em determinados pontos da capital e nuvens carregadas se movem para outras regiões

21h43 – Áreas de instabilidade do interior chegam pelas zonas norte e leste e encontram frente fria vinda do litoral. Regiões entram em estado de atenção. Chuva ganha intensidade

22h00 - Começa a chover na região de São José dos Campos e Jacareí, no Vale do Paraíba, e em Guarulhos, na região metropolitana

22h10 – Chuva forte atinge toda a capital, que entra em estado de atenção, e parte da Grande São Paulo. Alguns pontos da cidade, principalmente na zona norte, têm alagamentos

22h30 – Temporal ganha força também em Mauá, onde ruas ficam alagadas

22h40 – CGE coloca Freguesia do Ó e Casa Verde em estado de alerta por causa do transbordamento do córrego Cabuçu de Baixo no Guaraú. Quantidade de alagamentos aumenta

23h10 – Níveis de chuva em alguns medidores das zonas norte, leste e centro ultrapassam os 50mm. Precipitação continua intensa e alguns pontos da cidade ficam sem energia, semáforos de cruzamentos apagam

23h30 – Deslizamento em Rio Comprido, São José dos Campos, atinge uma casa que desmorona sobre mais duas. Sete pessoas ficam soterradas. Nível do riacho na divisa de Jacareí começa a subir

23h50 - Regiões do Butantã e M’Boi Mirim, na capital, também entram em estado de alerta. Córregos Morro do S e Jaguaré também transbordam. Nível de chuva na zona norte ultrapassa os 70mm. Em Guarulhos, na Grande São Paulo, vias ficam alagadas e muro desaba em empresa. Não há feridos

00h10 – Distritos da Penha e Lapa entram em alerta por causa do transbordamento dos córregos Dutra e Limão. Em Mauá, deslizamentos de terra atingem imóveis em dois bairros; três pessoas morrem

00h40 - Rio Tietê também transborda em pelo menos três pontos. Butantã deixa o estado de alerta, após nível do córrego voltar à margem. Em Embu, na Grande São Paulo, ruas ficam alagadas e área de encosta desaba. Aposentado morre e adolescente fica ferido


01h10 – Rio Pinheiros ultrapassa o nível normal e novos pontos do Tietê transbordam. Subprefeitura da Sé entra em alerta. Número de alagamentos chega perto dos 70, dos quais quase 40 estão intransitáveis

01h30 – Túneis Max Feffer (Cidade Jardim), Fernando Vieira de Mello (Pinheiros) e Anhangabaú (Centro) são fechados por causa de alagamentos. Em São José dos Campos, agentes dos bombeiros de Defesa Civil trabalham no resgate de vítimas

02h00 - Morador de rua é arrastado por enxurrada no centro de São Paulo e se fere ao bater num carro. Morre após ser levado para hospital. Em São José dos Campos, duas adolescentes feridas são resgatas e socorridas

3h15 – No Jaçanã, um desmoronamento soterrou casa onde estavam uma criança e uma senhora. Bombeiros encontram ambas mortas. Chuva continua

04h40 – Continua em estado de atenção apenas a zona norte; só região do Rio Tietê segue em estado de alerta. Níveis de chuva variam entre 80mm e 120mm nas zonas norte e leste

05h00 – Linha 7-Rubi da CPTM alaga entre as estações Caieiras e Franco da Rocha. Funcionamento do trem funciona da Luz a Caieiras e de Franco da Rocha a Jundiaí. No trecho inundado, Paese faz o transporte de passageiros de ônibus.

05h25 – No interior, cidades de Atibaia, Várzea Paulista, Jacareí e Jundiaí também são afetadas. Níveis de rios sobem e ruas ficam alagadas

06h00 - Pista do Aeroporto do Campo de Marte é invadido pela água e pousos e decolagens são suspensos. Mau tempo faz aeroportos de Cumbica e Congonhas operarem por instrumentos

07h00 – Prefeitura de São Paulo suspende rodízios de veículos e caminhões. Com pistas fechadas por causa de alagamentos, Marginal do Tietê tem filas de congestionamento

07h20 - Falha no Metrô provoca lentidão na Linha 3-Vermelha e afeta moradores da zona leste. Estação Corinthians-Itaquera tem acesso restringido e filas e plataformas ficam lotadas

08h00 – Trânsito fica ruim na capital e CET recomenda que população evite a Marginal do Tietê. Ceagesp inunda e mercadão não abre


08h40 - Nebulosidade começa a diminuir e frente fria começa a se deslocar para a região fluminense. Buscas por vítimas em São José dos Campos continuam

09h30 – Nível do Rio Tietê volta ao normal e estado de alerta é retirado. Com diminuição da chuva, zona norte também deixa o estado de atenção. Alguns pontos de alagamento ainda persistem; foram registrados ao menos 125

10h00 – Maior parte dos alagamentos começa a baixar e sujeira começa a ficar mais evidente nas ruas de São Paulo. Barracão da escola de samba Pérola Negra foi invadido pela água; alegorias estragam

11h00 – Em duas horas choveu o equivalente a três dias em São José dos Campos


11h45 - Chuva acumulada em 11 dias equivale a 93% do esperado para o mês de janeiro, segundo o CGE.

12h10 - Dois corpos são resgatados dos escombros e lama que restaram do deslizamento em São José dos Campos

12h30 - Prefeito de São Paulo diz que cada vez chove mais na cidade e que piscinões fizeram seu trabalho

13h10 - Últimas três vítimas são resgatadas em São José dos Campos. Cerca de 40 famílias foram removidas de suas casas e atendidas pela prefeitura. Em São Paulo, população começa a contabilizar os estragos; até o Jardim Pantanal voltou a ficar debaixo d’água

14h00 - O Corpo de Bombeiros resgatou ao menos 176 vítimas com vida de ocorrências ligadas a chuva, como desabamentos, alagamentos, queda de árvores e desmoronamentos

Ítalo Reis, do estadão.com.br

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SÃO PAULO – O temporal que atingiu São Paulo entre a noite de ontem e madrugada desta terça-feira, 11, também causou danos à Escola de Samba Pérola Negra, localizada na zona oeste da cidade. Segundo a assessoria da agremiação, a enchente no galpão de Vila Leopoldina foi a pior em muitos anos, por conta do grande volume de água que acabou invadindo a escola.

“A gente se preveniu um pouco mais este ano, colocando as esculturas em lugares mais altos, deixando as obras suspensas e algumas foram levadas para outro galpão, na Anhanguera, mas mesmo assim tivemos muitas perdas”, explica Jairo Roizen, diretor de marketing da escola. Mesmo com os cuidados, uma ala inteira, que já estava pronta, e uma alegoria foram danificadas.

Segundo a Pérola Negra, apesar da proximidade do carnaval, as peças estragadas serão refeitas. “Ainda dá tempo de refazer todas as peças do projeto inicial”, confirma Jairo. A escola ainda não contabilizou os estragos, pois estão esperando o volume de água baixar para verificar o que poderá ser reutilizado.

A escola foi prejudicada pelas chuvas também no ano passado. O barracão da escola, embaixo do Viaduto Mofarrej, foi invadido pelas águas. Algumas peças e esculturas de carros alegóricos foram danificados, causando um prejuízo de cerca de R$ 50 mil.

Sujeira no Ceagesp, nas proximidades da escola, logo após a água do alagamento baixar na zona oeste

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