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SP das enchentes

SÃO PAULO – Apenas ontem, choveu 24% (52,1mm) da média esperada para fevereiro em São Paulo. Além disso, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), durante todo o mês, choveu 13,5% (246,4mm) a mais do que a média esperada, de 217mm.

Segundo o CGE, áreas de instabilidade associadas com a propagação de uma frente fria pelo oceano causaram as chuvas de longa duração na tarde de segunda-feira. As regiões mais atingidas foram as zonas norte, leste, centro e Marginal Tietê. A cidade chegou a ter 50 pontos de alagamento, sendo 27 deles intransitáveis.

O maior índice pluviométrico Foi registrado na zona norte, 74,6 mm. E o menor foi na zona oeste, com 18,1 mm.

Marília Lopes, da Central de Notícias

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As zona oeste, norte, o centro, a Marginal Pinheiros e a Marginal Tietê ficaram em estado de atenção por aproximadamente uma hora por conta das chuvas que atingiam a capital paulista nesta sexta-feira, 4. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), uma área de instabilidade vinda da região de Campinas causou chuvas moderadas.

Durante a tarde, novas áreas de instabilidade vindas do interior podem trazer de volta as chuvas, na forma de pancadas isoladas.segundo o CGE, no fim de semana, o sol volta a predominar e favorece a elevação das temperaturas. As mínimas oscilam em torno dos 21ºC e  as máximas devem superar os 30ºC. As chuvas continuam ocorrendo na forma de pancadas isoladas, associadas com o calor das tardes.

A Defesa Civil decretou estado de atenção para enchentes em Perus, Pirituba, Jaraguá, Butantã, Campo Limpo, Lapa, Casa Verde, Freguesia do Ó, Jaçanã, Tremembé, Vila Maria, Santana e Tucuruvi. A medida é preventiva e tem como base a previsão meteorológica do CGE.

Até as 11h20, capital registrou um ponto de alagamento na Avenida 9 de Julho com a Rua Engenheiro Monlevade, sentido bairro, de acordo com o monitoramento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Com o fim da chuva, no entanto, á água baixou na via.

Marília Lopes, da Central de Notícias

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SÃO PAULO – O grande volume de chuva que caiu sobre São Paulo e região metropolitana em janeiro ficou abaixo da quantidade alcançada no mesmo mês de 2010, mas superou em 72,5% a média geral para os meses de janeiro registrados pelo Centro de Gerenciamento de Emergências, de acordo com o relatório mensal divulgado nesta terça-feira, 1º.

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Segundo o levantamento, o volume acumulado médio na capital no mês passado foi de 412,5mm, enquanto a média climatológica esperada é de 239mm. Em 2010, quando houve recorde de precipitação na cidade, choveu 461,3mm – 93% acima da expectativa média para os meses de janeiro.

Esse volume médio é calculado levando-se em conta as observações em todas as subprefeituras. Por conta disso, algumas subprefeituras registraram acumulados ainda mais altos do que a média para a cidade. A subprefeitura de Aricanduva/Formosa teve o maior índice da capital: um volume acumulado de precipitação de 622,2mm, cerca de 160% acima da média climatológica.

O maior acumulado de chuva em São Paulo no mês foi no dia 10, cuja precipitação acumulada média foi de 52,2 mm, o que equivale a 21,8% da média climatológica. Naquele dia, as chuvas começaram no dia 10 e seguiram pela madrugada do dia 11, que registrou 22,3mm de chuva. O segundo evento mais chuvoso foi o do dia 23, quando o volume acumulado médio da cidade foi de 49,5mm, embora em algumas localidades a chuva tenha sido bem mais intensa, como em Aricanduva, onde o acumulado foi de 187,5mm.

Apesar de não ultrapassar a marca do ano passado, a primeira quinzena de janeiro foi muito chuvosa e, até então, seus índices pluviométricos superavam os de 2010 para o mesmo período. Como o previsto, a segunda quinzena foi menos chuvosa do que a primeira, embora grandes precipitações tenham ocorrido, como no dia 23, segundo o CGE.

Mortes. De acordo com levantamento da Defesa Civil Estadual, no mês de janeiro, somente na capital, quatro pessoas morreram em decorrência da chuva. Foram três vítimas no dia 10, quando duas mulheres foram soterradas no Jaçanã, na zona norte, e um homem foi levado pela enxurrada na Avenida 9 Julho, no centro, e morreu afogado; e outra no dia 7, quando o teto do imóvel onde um homem estava desabou.

Por Solange Spigliatti, da Central de Notícias

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SÃO PAULO – As chuvas que atingem a capital paulista causaram problemas em 602 semáforos da cidade entre a madrugada de sexta-feira e a manhã desta segunda-feira, 24, de acordo com balanço feito pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Dezenas de árvores também causam problemas na cidade.

Desse total, 234 permaneciam com problemas por volta das 9h – sendo que 89 sinalizavam amarelo intermitente e 145 estavam apagados. Os outros 368 já haviam sido concertados. A Eletropaulo foi acionada para resolver os problemas de falta de energia. Além disso, 12 equipes de manutenção da CET estão nas ruas. Agentes orientam os motoristas em aproximadamente cem pontos da capital.

Outro problema que vem causando transtorno aos paulistanos desde sexta são as quedas de árvores. Nesta manhã, ao menos 43 ainda estavam caídas em ruas ou avenidas da cidade. Ontem à noite, esse número chegou a 63. Todos os casos, segundo a CET, foram informados à Prefeitura, responsável pela remoção.

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Por cerca de 2h40, toda a cidade de São Paulo ficou em estado de atenção por causa da chuva no fim da tarde de hoje.  O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) encerrou o alerta às 17h40. Ainda chove com pontos moderados na Zona Norte, entre os bairros de Piritiba e Jaraguá,e  no extremo leste, entre os bairros de Itaquera, Itaim Paulista, São Mateus, Guaianazes e Cidade Tiradentes.

Por causa do temporal, dezenas de pontos de alagamento se formaram na capital e, por volta das 18h40, segundo a CET, oito estavam intransitáveis. O ponto que fechava a Avenida 23 de Maio baixou e o trânsito foi liberado na via.

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Os locais que tinham o trânsito bloqueado por causa do nível da água estavam na:

- Marginal Tietê, sentido Castelo Branco, pista central, com a Ponte Freguesia do Ó;
- Avenida Olavo Fontoura, altura do número 1.209, sentido centro;
- Praça Alceu Amoroso Lima, com a Avenida Maria Coelho Aguiar, nos dois sentidos;
- Rua Romão Gomes, com a Avenida Valdemar Ferreira, sentido Jóquei;
- Rua Alvarenga, com a Avenida Afrânio Peixoto, sentido centro;
- Avenida Francisco Morato, com a Rua Pureus, sentido centro;
- Avenida Aricanduva, com a Rua Ganges, sentido Itaquera e
- Avenida Magalhães de Castro, sentido Interlagos, com a ponte Engenheiro Roberto Zuccolo.

De acordo com o CGE, durante a tarde, as chuvas ganharam força em toda a zona oeste, onde houve registro de precipitação forte em praticamente todos os bairros. Na zona leste, também houve registro de chuvas muito fortes, inclusive com potencial para queda de granizo. No extremo sul da cidade e na região sudeste também houve chuva forte. No restante da cidade, a intensidade ficou entre fraca e moderada.

Às 12h30, as zonas leste e sudeste foram as primeiras a entrar na situação. Como a precipitação se intensificou, as zonas oeste, sul e central, além da Marginal do Pinheiros, foram incluídas por volta das 14h30. Após uma hora, a Marginal do Tietê também entrou no estado de atenção, seguida alguns minutos depois pela zona norte.

Aeroportos. O Aeroporto de Congonhas fechou, por duas vezes, entre as 14h54 e 15h21, e depois das 15h44 até as 16h41, ficando interditado para pousos e decolagens. Agora ele opera por instrumentos. A Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, opera por instrumentos desde as 16h35.

Até as 18h desta sexta-feira, 43 voos partiram com atrasos, representamdp 23,2% dos 185 agendados para o período; quatro deles foram cancelados. Em Cumbica, 45 voos locais não saíram no horário marcado, proporcionalmente 27,3% dos 165 de hoje. Dos internacionais, 8 tiveram o problema, 11,9% dos 67 agendados.

Atualizado às 18h50.

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11.janeiro.2011 20:15:29

O caos em SP, hora a hora

19h07 – Tempo abafado durante todo o dia provoca chuva fraca em alguns pontos de São Paulo

20h40 – Chuva perde força em determinados pontos da capital e nuvens carregadas se movem para outras regiões

21h43 – Áreas de instabilidade do interior chegam pelas zonas norte e leste e encontram frente fria vinda do litoral. Regiões entram em estado de atenção. Chuva ganha intensidade

22h00 - Começa a chover na região de São José dos Campos e Jacareí, no Vale do Paraíba, e em Guarulhos, na região metropolitana

22h10 – Chuva forte atinge toda a capital, que entra em estado de atenção, e parte da Grande São Paulo. Alguns pontos da cidade, principalmente na zona norte, têm alagamentos

22h30 – Temporal ganha força também em Mauá, onde ruas ficam alagadas

22h40 – CGE coloca Freguesia do Ó e Casa Verde em estado de alerta por causa do transbordamento do córrego Cabuçu de Baixo no Guaraú. Quantidade de alagamentos aumenta

23h10 – Níveis de chuva em alguns medidores das zonas norte, leste e centro ultrapassam os 50mm. Precipitação continua intensa e alguns pontos da cidade ficam sem energia, semáforos de cruzamentos apagam

23h30 – Deslizamento em Rio Comprido, São José dos Campos, atinge uma casa que desmorona sobre mais duas. Sete pessoas ficam soterradas. Nível do riacho na divisa de Jacareí começa a subir

23h50 - Regiões do Butantã e M’Boi Mirim, na capital, também entram em estado de alerta. Córregos Morro do S e Jaguaré também transbordam. Nível de chuva na zona norte ultrapassa os 70mm. Em Guarulhos, na Grande São Paulo, vias ficam alagadas e muro desaba em empresa. Não há feridos

00h10 – Distritos da Penha e Lapa entram em alerta por causa do transbordamento dos córregos Dutra e Limão. Em Mauá, deslizamentos de terra atingem imóveis em dois bairros; três pessoas morrem

00h40 - Rio Tietê também transborda em pelo menos três pontos. Butantã deixa o estado de alerta, após nível do córrego voltar à margem. Em Embu, na Grande São Paulo, ruas ficam alagadas e área de encosta desaba. Aposentado morre e adolescente fica ferido


01h10 – Rio Pinheiros ultrapassa o nível normal e novos pontos do Tietê transbordam. Subprefeitura da Sé entra em alerta. Número de alagamentos chega perto dos 70, dos quais quase 40 estão intransitáveis

01h30 – Túneis Max Feffer (Cidade Jardim), Fernando Vieira de Mello (Pinheiros) e Anhangabaú (Centro) são fechados por causa de alagamentos. Em São José dos Campos, agentes dos bombeiros de Defesa Civil trabalham no resgate de vítimas

02h00 - Morador de rua é arrastado por enxurrada no centro de São Paulo e se fere ao bater num carro. Morre após ser levado para hospital. Em São José dos Campos, duas adolescentes feridas são resgatas e socorridas

3h15 – No Jaçanã, um desmoronamento soterrou casa onde estavam uma criança e uma senhora. Bombeiros encontram ambas mortas. Chuva continua

04h40 – Continua em estado de atenção apenas a zona norte; só região do Rio Tietê segue em estado de alerta. Níveis de chuva variam entre 80mm e 120mm nas zonas norte e leste

05h00 – Linha 7-Rubi da CPTM alaga entre as estações Caieiras e Franco da Rocha. Funcionamento do trem funciona da Luz a Caieiras e de Franco da Rocha a Jundiaí. No trecho inundado, Paese faz o transporte de passageiros de ônibus.

05h25 – No interior, cidades de Atibaia, Várzea Paulista, Jacareí e Jundiaí também são afetadas. Níveis de rios sobem e ruas ficam alagadas

06h00 - Pista do Aeroporto do Campo de Marte é invadido pela água e pousos e decolagens são suspensos. Mau tempo faz aeroportos de Cumbica e Congonhas operarem por instrumentos

07h00 – Prefeitura de São Paulo suspende rodízios de veículos e caminhões. Com pistas fechadas por causa de alagamentos, Marginal do Tietê tem filas de congestionamento

07h20 - Falha no Metrô provoca lentidão na Linha 3-Vermelha e afeta moradores da zona leste. Estação Corinthians-Itaquera tem acesso restringido e filas e plataformas ficam lotadas

08h00 – Trânsito fica ruim na capital e CET recomenda que população evite a Marginal do Tietê. Ceagesp inunda e mercadão não abre


08h40 - Nebulosidade começa a diminuir e frente fria começa a se deslocar para a região fluminense. Buscas por vítimas em São José dos Campos continuam

09h30 – Nível do Rio Tietê volta ao normal e estado de alerta é retirado. Com diminuição da chuva, zona norte também deixa o estado de atenção. Alguns pontos de alagamento ainda persistem; foram registrados ao menos 125

10h00 – Maior parte dos alagamentos começa a baixar e sujeira começa a ficar mais evidente nas ruas de São Paulo. Barracão da escola de samba Pérola Negra foi invadido pela água; alegorias estragam

11h00 – Em duas horas choveu o equivalente a três dias em São José dos Campos


11h45 - Chuva acumulada em 11 dias equivale a 93% do esperado para o mês de janeiro, segundo o CGE.

12h10 - Dois corpos são resgatados dos escombros e lama que restaram do deslizamento em São José dos Campos

12h30 - Prefeito de São Paulo diz que cada vez chove mais na cidade e que piscinões fizeram seu trabalho

13h10 - Últimas três vítimas são resgatadas em São José dos Campos. Cerca de 40 famílias foram removidas de suas casas e atendidas pela prefeitura. Em São Paulo, população começa a contabilizar os estragos; até o Jardim Pantanal voltou a ficar debaixo d’água

14h00 - O Corpo de Bombeiros resgatou ao menos 176 vítimas com vida de ocorrências ligadas a chuva, como desabamentos, alagamentos, queda de árvores e desmoronamentos

Ítalo Reis, do estadão.com.br

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SÃO PAULO – O temporal que atingiu São Paulo entre a noite de ontem e madrugada desta terça-feira, 11, também causou danos à Escola de Samba Pérola Negra, localizada na zona oeste da cidade. Segundo a assessoria da agremiação, a enchente no galpão de Vila Leopoldina foi a pior em muitos anos, por conta do grande volume de água que acabou invadindo a escola.

“A gente se preveniu um pouco mais este ano, colocando as esculturas em lugares mais altos, deixando as obras suspensas e algumas foram levadas para outro galpão, na Anhanguera, mas mesmo assim tivemos muitas perdas”, explica Jairo Roizen, diretor de marketing da escola. Mesmo com os cuidados, uma ala inteira, que já estava pronta, e uma alegoria foram danificadas.

Segundo a Pérola Negra, apesar da proximidade do carnaval, as peças estragadas serão refeitas. “Ainda dá tempo de refazer todas as peças do projeto inicial”, confirma Jairo. A escola ainda não contabilizou os estragos, pois estão esperando o volume de água baixar para verificar o que poderá ser reutilizado.

A escola foi prejudicada pelas chuvas também no ano passado. O barracão da escola, embaixo do Viaduto Mofarrej, foi invadido pelas águas. Algumas peças e esculturas de carros alegóricos foram danificados, causando um prejuízo de cerca de R$ 50 mil.

Sujeira no Ceagesp, nas proximidades da escola, logo após a água do alagamento baixar na zona oeste

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SÃO PAULO – Durante a chuva forte que atingiu a Região Metropolitana de São Paulo entre a noite ontem e as 7 horas desta terça-feira, 11, foram registrados 68,8mm, o equivalente a 29% para o mês de janeiro. O mau tempo causou 125 pontos de alagamentos, sendo que 76 deles foram registrados na madrugada e 49 pontos foram registrados nesta manhã.

Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergência (CGE), desde o início do ano de 2011 até esta manhã o acumulado na cidade é de 221,2mm, o que equivale a praticamente 93% ao esperado para o mês (239mm).

Os maiores acumulados registrados desde o início do mês até o momento por bairro são: Butantã (339,7mm), Bom Retiro (281,6mm), Vila Maria/Vila Guilherme (263,9mm), Campo Limpo (256,2mm) e Aricanduva/ Vila Formosa (252,8mm).

Priscila Trindade, da Central de Notícias

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Você enfrentou algum problema para chegar ao trabalho ou ao sair de casa? Ficou preso no trânsito por causa dos alagamentos? Presenciou alguma coisa provocada pela chuva?

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linkCobertura da temporada de chuvas em São Paulo
blog Acompanhe a situação do trânsito na cidade
especialHistórias sobre quem perdeu a vida nas chuvas entre 2009 e 2010

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SÃO PAULO – Após três dias de fortes chuvas, as ruas do Jardim Romano, na zona leste, continuam sem alagamentos. A região que ficou inundada por dois meses no início de 2010, deixando 3 mil famílias desabrigadas, ganhou piscinão, ao lado da várzea do Rio Tietê.

Ontem à tarde, sob forte temporal, a população do bairro comemorava a ausência de enchentes na Rua Capachós, por onde só se passava de barco em 3 de janeiro de 2010. “No domingo, quando começou a chover, achamos que o piscinão não suportaria. Nunca vi chover tanto aqui e não alagar a rua”,disse o aposentado Marco Eufrásio, de 72 anos, morador há três décadas na Rua Capachos.

O piscinão do Jardim Romano ainda tem funcionamento parcial. São três bombas que lançam as águas que transbordam do Tietê e de córregos afluentes para um dique de 1.600 metros. O prefeito Gilberto Kassab (DEM) vistoriou as obras na manhã de ontem e considera ter “acertado” ao fazer um contrato emergencial de R$ 70,5 milhões para a construção do dique. Para a realização da obra, foram removidas 389 famílias.

Diego Zanchetta, de O Estado de S.Paulo

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