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SP das enchentes

As chuvas que caíram nesta quarta-feira, 19, em São Paulo deixaram toda a cidade em estado de atenção das 15h45 às 16h50. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), a partir deste horário as chuvas perderam a intensidade em toda a capital. Desde então, há registro apenas de precipitação fraca e chuviscos.

De acordo com o órgão, as áreas de instabilidade que causavam as chuvas fortes se deslocaram para as cidades da Baixada Santista.

Na Grande São Paulo, ainda há registro de chuva forte em parte de Santo André, São Bernardo do Campo e Suzano. Nos demais municípios, a chuva é fraca com pontos moderados.

Marília Lopes, da Central de Notícias – Texto atualizado às 17h20.

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A chuva que caiu nesta tarde afetou principalmente Santo André e Mauá, na Grande São Paulo. No início da noite a pista central da Rodovia Anchieta foi interditada entre o quilômetros 10 e 14, nos dois sentidos. A liberação ocorreu às 20h25. O Rio Tamanduateí transbordou em Santo André. Segundo a Defesa Civil do município, a Avenida do Estado está completamente intransitável no trecho da cidade.

linkTrens da CPTM têm falhas; circulação é prejudicada

O Córrego Guarará também transbordou e interdita a Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo. A Defesa Civil informou que está atendendo aos chamados da população para prestar socorro às vítimas. Motoristas ficaram ilhados em carros e foram resgatados por helicópteros.

Em Mauá, um deslizamento destruiu uma casa, segundo informações da Defesa Civil Municipal. A residência estava localizada no Jardim Zaíra, o mesmo em que seis pessoas já morreram soterradas neste ano. Todos os moradores haviam sido removidos da casa e não houve feridos.

De acordo com a Defesa Civil, a chuva da tarde desta terça deixou a cidade praticamente parada. O transbordamento do Rio Tamanduateí foi um dos grandes responsáveis. Grandes Avenidas, como a João Ramalho e Itapark, ficaram totalmente alagadas. No início da noite, a chuva parou e a situação começou a voltar ao normal.

Na capital, toda a cidade ficou em estado de atenção das 17h25 às 19h12. O Aeroporto de Congonhas também foi afetado e fechou por cerca de dez minutos. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a interdição para pousos e decolagens ocorreu das 17h35 até as 17h45.

Às 20h15, a suprefeitura de Vila Prudente entrou em estado de alerta por conta do transbordamento do Rio Aricanduva, na altura da Avenida Professor Luiz Ignácio de Anhaia Mello com o Viaduto Grande São Paulo. Às 20 horas, as subprefeituras Sé e Ipiranga voltaram ao estado de atenção por riscos de transbordamentos de córregos.

Marília Lopes e Pedro da Rocha, da Central de Notícias – Texto atualizado às 20h40.

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Por cerca de 2h40, toda a cidade de São Paulo ficou em estado de atenção por causa da chuva no fim da tarde de hoje.  O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) encerrou o alerta às 17h40. Ainda chove com pontos moderados na Zona Norte, entre os bairros de Piritiba e Jaraguá,e  no extremo leste, entre os bairros de Itaquera, Itaim Paulista, São Mateus, Guaianazes e Cidade Tiradentes.

Por causa do temporal, dezenas de pontos de alagamento se formaram na capital e, por volta das 18h40, segundo a CET, oito estavam intransitáveis. O ponto que fechava a Avenida 23 de Maio baixou e o trânsito foi liberado na via.

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Os locais que tinham o trânsito bloqueado por causa do nível da água estavam na:

- Marginal Tietê, sentido Castelo Branco, pista central, com a Ponte Freguesia do Ó;
- Avenida Olavo Fontoura, altura do número 1.209, sentido centro;
- Praça Alceu Amoroso Lima, com a Avenida Maria Coelho Aguiar, nos dois sentidos;
- Rua Romão Gomes, com a Avenida Valdemar Ferreira, sentido Jóquei;
- Rua Alvarenga, com a Avenida Afrânio Peixoto, sentido centro;
- Avenida Francisco Morato, com a Rua Pureus, sentido centro;
- Avenida Aricanduva, com a Rua Ganges, sentido Itaquera e
- Avenida Magalhães de Castro, sentido Interlagos, com a ponte Engenheiro Roberto Zuccolo.

De acordo com o CGE, durante a tarde, as chuvas ganharam força em toda a zona oeste, onde houve registro de precipitação forte em praticamente todos os bairros. Na zona leste, também houve registro de chuvas muito fortes, inclusive com potencial para queda de granizo. No extremo sul da cidade e na região sudeste também houve chuva forte. No restante da cidade, a intensidade ficou entre fraca e moderada.

Às 12h30, as zonas leste e sudeste foram as primeiras a entrar na situação. Como a precipitação se intensificou, as zonas oeste, sul e central, além da Marginal do Pinheiros, foram incluídas por volta das 14h30. Após uma hora, a Marginal do Tietê também entrou no estado de atenção, seguida alguns minutos depois pela zona norte.

Aeroportos. O Aeroporto de Congonhas fechou, por duas vezes, entre as 14h54 e 15h21, e depois das 15h44 até as 16h41, ficando interditado para pousos e decolagens. Agora ele opera por instrumentos. A Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, opera por instrumentos desde as 16h35.

Até as 18h desta sexta-feira, 43 voos partiram com atrasos, representamdp 23,2% dos 185 agendados para o período; quatro deles foram cancelados. Em Cumbica, 45 voos locais não saíram no horário marcado, proporcionalmente 27,3% dos 165 de hoje. Dos internacionais, 8 tiveram o problema, 11,9% dos 67 agendados.

Atualizado às 18h50.

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11.janeiro.2011 20:15:29

O caos em SP, hora a hora

19h07 – Tempo abafado durante todo o dia provoca chuva fraca em alguns pontos de São Paulo

20h40 – Chuva perde força em determinados pontos da capital e nuvens carregadas se movem para outras regiões

21h43 – Áreas de instabilidade do interior chegam pelas zonas norte e leste e encontram frente fria vinda do litoral. Regiões entram em estado de atenção. Chuva ganha intensidade

22h00 - Começa a chover na região de São José dos Campos e Jacareí, no Vale do Paraíba, e em Guarulhos, na região metropolitana

22h10 – Chuva forte atinge toda a capital, que entra em estado de atenção, e parte da Grande São Paulo. Alguns pontos da cidade, principalmente na zona norte, têm alagamentos

22h30 – Temporal ganha força também em Mauá, onde ruas ficam alagadas

22h40 – CGE coloca Freguesia do Ó e Casa Verde em estado de alerta por causa do transbordamento do córrego Cabuçu de Baixo no Guaraú. Quantidade de alagamentos aumenta

23h10 – Níveis de chuva em alguns medidores das zonas norte, leste e centro ultrapassam os 50mm. Precipitação continua intensa e alguns pontos da cidade ficam sem energia, semáforos de cruzamentos apagam

23h30 – Deslizamento em Rio Comprido, São José dos Campos, atinge uma casa que desmorona sobre mais duas. Sete pessoas ficam soterradas. Nível do riacho na divisa de Jacareí começa a subir

23h50 - Regiões do Butantã e M’Boi Mirim, na capital, também entram em estado de alerta. Córregos Morro do S e Jaguaré também transbordam. Nível de chuva na zona norte ultrapassa os 70mm. Em Guarulhos, na Grande São Paulo, vias ficam alagadas e muro desaba em empresa. Não há feridos

00h10 – Distritos da Penha e Lapa entram em alerta por causa do transbordamento dos córregos Dutra e Limão. Em Mauá, deslizamentos de terra atingem imóveis em dois bairros; três pessoas morrem

00h40 - Rio Tietê também transborda em pelo menos três pontos. Butantã deixa o estado de alerta, após nível do córrego voltar à margem. Em Embu, na Grande São Paulo, ruas ficam alagadas e área de encosta desaba. Aposentado morre e adolescente fica ferido


01h10 – Rio Pinheiros ultrapassa o nível normal e novos pontos do Tietê transbordam. Subprefeitura da Sé entra em alerta. Número de alagamentos chega perto dos 70, dos quais quase 40 estão intransitáveis

01h30 – Túneis Max Feffer (Cidade Jardim), Fernando Vieira de Mello (Pinheiros) e Anhangabaú (Centro) são fechados por causa de alagamentos. Em São José dos Campos, agentes dos bombeiros de Defesa Civil trabalham no resgate de vítimas

02h00 - Morador de rua é arrastado por enxurrada no centro de São Paulo e se fere ao bater num carro. Morre após ser levado para hospital. Em São José dos Campos, duas adolescentes feridas são resgatas e socorridas

3h15 – No Jaçanã, um desmoronamento soterrou casa onde estavam uma criança e uma senhora. Bombeiros encontram ambas mortas. Chuva continua

04h40 – Continua em estado de atenção apenas a zona norte; só região do Rio Tietê segue em estado de alerta. Níveis de chuva variam entre 80mm e 120mm nas zonas norte e leste

05h00 – Linha 7-Rubi da CPTM alaga entre as estações Caieiras e Franco da Rocha. Funcionamento do trem funciona da Luz a Caieiras e de Franco da Rocha a Jundiaí. No trecho inundado, Paese faz o transporte de passageiros de ônibus.

05h25 – No interior, cidades de Atibaia, Várzea Paulista, Jacareí e Jundiaí também são afetadas. Níveis de rios sobem e ruas ficam alagadas

06h00 - Pista do Aeroporto do Campo de Marte é invadido pela água e pousos e decolagens são suspensos. Mau tempo faz aeroportos de Cumbica e Congonhas operarem por instrumentos

07h00 – Prefeitura de São Paulo suspende rodízios de veículos e caminhões. Com pistas fechadas por causa de alagamentos, Marginal do Tietê tem filas de congestionamento

07h20 - Falha no Metrô provoca lentidão na Linha 3-Vermelha e afeta moradores da zona leste. Estação Corinthians-Itaquera tem acesso restringido e filas e plataformas ficam lotadas

08h00 – Trânsito fica ruim na capital e CET recomenda que população evite a Marginal do Tietê. Ceagesp inunda e mercadão não abre


08h40 - Nebulosidade começa a diminuir e frente fria começa a se deslocar para a região fluminense. Buscas por vítimas em São José dos Campos continuam

09h30 – Nível do Rio Tietê volta ao normal e estado de alerta é retirado. Com diminuição da chuva, zona norte também deixa o estado de atenção. Alguns pontos de alagamento ainda persistem; foram registrados ao menos 125

10h00 – Maior parte dos alagamentos começa a baixar e sujeira começa a ficar mais evidente nas ruas de São Paulo. Barracão da escola de samba Pérola Negra foi invadido pela água; alegorias estragam

11h00 – Em duas horas choveu o equivalente a três dias em São José dos Campos


11h45 - Chuva acumulada em 11 dias equivale a 93% do esperado para o mês de janeiro, segundo o CGE.

12h10 - Dois corpos são resgatados dos escombros e lama que restaram do deslizamento em São José dos Campos

12h30 - Prefeito de São Paulo diz que cada vez chove mais na cidade e que piscinões fizeram seu trabalho

13h10 - Últimas três vítimas são resgatadas em São José dos Campos. Cerca de 40 famílias foram removidas de suas casas e atendidas pela prefeitura. Em São Paulo, população começa a contabilizar os estragos; até o Jardim Pantanal voltou a ficar debaixo d’água

14h00 - O Corpo de Bombeiros resgatou ao menos 176 vítimas com vida de ocorrências ligadas a chuva, como desabamentos, alagamentos, queda de árvores e desmoronamentos

Ítalo Reis, do estadão.com.br

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A prefeitura de Atibaia decretou hoje situação de emergência em decorrência das fortes chuvas que atingem o município do interior paulista. Rios e córregos da cidade transbordaram.

Na madrugada de ontem, foram registrados 160 milímetros de chuva, mais da metade do que era esperado para todo o mês de janeiro no município. O decreto deve vigorar por um prazo de 90 dias, podendo ser prorrogado por até 180 dias.

Na manhã de hoje, o nível do rio Atibaia era de 4,13 metros. O acumulado das chuvas era de 245mm, bem mais do que os 130,8 milímetros registrados nos 11 primeiros dias de janeiro do ano passado.

No decreto, o prefeito José Bernardo Denig (PV) considera que, diante do caos instalado, “a situação exige que sejam implementadas medidas de emergência visando amparar as famílias atingidas, além de obrigar a administração a promover a prevenção contra doenças típicas da presente situação.”

Pedro da Rocha, da Central de Notícias

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A chuva voltou a cair em São Paulo na tarde desta terça-feira. O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) colocou a zona oeste, zona norte e Marginal Tietê em estado de atenção das 19h25 até as 20h30 de hoje por causa das chuvas. A cidade já registrava 12 pontos de alagamento, de acordo com o monitoramento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) – dois deles intransitáveis.

Os pontos de alagamento onde não dava para passar estavam na Rua Antônio Sarkis, próximo a Rua Hugo Antola, e na Avenida Kenkiti Simomoto, junto a Avenida Jaguaré. Segundo o CGE, áreas de instabilidade vindas do interior e que já seguem para o litoral causam as pancadas de chuva desta terça-feira.

Áreas de instabilidade vindas do interior de São Paulo provocaram o temporal principalmente nas zonas norte, oeste e centro e já perderam intensidade. Alguns bairros ainda têm chuva moderada. Na Grande São Paulo, chovia forte em alguns pontos de Mairiporã, parte de Guarulhos e sobre os municípios de Santana de Parnaíba e Cajamar.

Conforme os meteorologistas do CGE, a tendência para o fim da noite e a próxima madrugada é de que as chuvas continuem de maneira isolada, e variando de intensidade.

O temporal desta madrugada deixou pelo menos 13 mortos no Estado.

Marília Lopes, da Central de Notícias (Atualizado às 21h)

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O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) informou que, entre a noite de ontem e as 7 horas da manhã de hoje, foram registrados 68,8 milímetros de chuva na capital paulista. O volume equivale, segundo o órgão ligado à Prefeitura, a 29% dos 239 milímetros esperados para o mês. Os dados, no entanto, não refletem com precisão o real impacto das chuvas na cidade nos últimos anos. Os 239 milímetros esperados pelo CGE para janeiro de 2011 são baseados numa média meteorológica do período entre 1961 e 1990, de quando São Paulo ainda era a “Terra da Garoa.”

Pelos dados do CGE, fornecidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgão ligado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, são esperados para todo o mês de janeiro o equivalente a 239 milímetros de chuva em São Paulo. Até a manhã de hoje, o acumulado na cidade é de 221,2 milímetros – ou 92,55% do total, conforme os dados oficiais.

A questão é que a média de chuva considerada pelo CGE, com base no Inmet, é calculada levando-se em conta o intervalo de 1961 a 1990. No mês inteiro de janeiro de 2010, por exemplo, choveu efetivamente 461,3 milímetros, quase o dobro dos 239 milímetros esperados pelo CGE. Em janeiro de 2009, a precipitação foi de 246,4 milímetros – também acima do esperado – e, em janeiro de 2008, de 242,6 milímetros.

De acordo com o Inmet, a média de chuva esperada para a cidade é calculada com base em padrões internacionais. “Este valor de referência segue um padrão definido pela Organização Mundial de Meteorologia, que se baseia em períodos de 30 anos. O período de referência que consideramos é de 1961 a 1990″, explica Lauro Fortes, coordenador geral de Desenvolvimento e Pesquisa do Inmet.

A próxima atualização da média histórica será feita apenas em 2020, quando será considerado então o período de 1991 a 2020. Em todo o Estado de São Paulo, 13 pessoas já morreram por conta das chuvas desde a noite de ontem

Fabrício de Castro e Renan Carreira, da Agência Estado

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O Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, tem 48,9% de voos atrasados desde a 0h de hoje, de acordo com o balanço da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) divulgado às 16h.

O alto número de atrasos é consequência das chuvas que atingiram São Paulo e afetaram o funcionamento do aeroporto, segundo a Infraero.

Em Congonhas, o atraso até o horário é de 18,3%, igual ao número de cancelamentos. Os dois aeroportos operam visualmente e estão abertos para pousos e decolagens.

As operações no Campo de Marte, na zona norte de São Paulo, foram normalizadas no início da tarde. Por causa das chuvas, o aeroporto ficou fechado para pousos e decolagens de jatos desde as 6h. Parte do local estava alagado.

Marília Lopes e Solange Spigliatti, da Central de Notícias

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As fortes chuvas desta madrugada em São Paulo deixaram 176 vítimas, segundo o Corpo de Bombeiros. Foram atendidas 92 ocorrências de enchentes, 30 de desabamentos e 30 ameaças de desabamento em todo o Estado.

Até a última quinta-feira, 6, os bombeiros atenderam 284 chamados relacionados aos temporais que atingem o Estado desde o início do ano. Entre as principais ocorrências estão salvamentos em enchentes, desabamentos, quedas de árvores e desmoronamentos.

O Corpo de Bombeiros já tem um plano de atendimento para agir durante o período de chuvas, que prevê o envio de viaturas para regiões que podem ficar alagadas.

As viaturas são equipadas preventivamente com botes, coletes salva-vidas, roupas térmicas, capacetes, cabos de segurança e equipamento para resgate em desmoronamento de terras e salvamentos aquáticos.

Marília Lopes, da Central de Notícias

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O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), disse nesta manhã que o excesso de chuvas provocou o caos na cidade. Segundo ele, a Prefeitura está trabalhando “ao máximo” para evitar os transtornos, mas chove “cada vez mais” em São Paulo. “Os piscinões corresponderam à expectativa”, destacou o prefeito. De acordo com ele, se não fosse por estas obras, as consequências seriam maiores.

O Estado contabiliza 13 mortes por conta das chuvas desde a noite desta segunda-feira. Na capital paulista, quatro pessoas morreram. Os rios Pinheiros e Tietê transbordaram.

De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), entre a noite de segunda-feira e as 7 horas de hoje foram registrados 68,8mm de chuva, o equivalente a 29% para o mês de janeiro.

Desde o início do ano até as 7 horas de hoje, o total de chuvas acumulado na cidade é de 221,2mm, o que equivale a praticamente 93% ao esperado para o mês (239mm). O temporal causou 125 pontos de alagamento – 76 registrados na madrugada e 49 pela manhã.

Tragédias anteriores. Na temporada de chuvas entre dezembro de 2009 e março de 2010, mais de 20 mil pessoas ficaram desabrigadas e 78 morreram em todo o Estado. No Jardim Romano, as ruas permaneceram alagadas por dois meses.


Assista ao vídeo em que Kassab explicava o transtorno das chuvas, em 2010

Na época, o prefeito também atribuiu os deslizamentos e inundações na capital ao “excesso de água”. Em 10 de fevereiro de 2010, uma campanha publicitária da Prefeitura afirmava que “não há cidade que aguente tanto dilúvio.”

Elvis Pereira, do Jornal da Tarde, e estadão.com.br

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