Estadão.com.br
Quinta-feira, 31 de Maio de 2012
Sinapses
Seções
Arquivos
Tamanho do Texto

10% dos professores têm algum transtorno mental

Categoria: Geral, Sem categoria

Marici Capitelli – JORNAL DA TARDE
Transtornos mentais e comportamentais foram as principais causas de afastamento por doença dos professores da rede municipal de São Paulo no ano passado. Foram 4,9 mil afastamentos para uma categoria com 55 mil profissionais, o que equivale a quase 10% dos trabalhadores.

Os dados são de um levantamento que está sendo feito pelo Departamento de Saúde do Servidor (DSS) da Secretaria Municipal de Gestão e Desburocratização. O estudo aponta o crescimento de problemas psiquiátricos entre os professores. Em 1999, esses transtornos eram responsáveis por cerca de 16% dos afastamentos. Dez anos depois, a porcentagem subiu para 30% - de um universo aproximado de 16 mil afastados.

12 Comentários Comente também
  1. Enviado por: Jeane Rabelo

    Já foi feita uma matéria sobre “23 milhões de brasileiros têm algum trantorno mental”.
    Agora é publicada outra “10% dos professores…”
    Seria interessante abordar outro assunto, que tal?
    Já tentei colaborar, pedindo para falar sobre a função da glândula timo, que é extremamente interessante.
    Não sou a jornalista, mas sugestões poderiam se acatadas.

  2. Enviado por: Humberto Capellari

    Isso significa que o problema psiquiátrico responde pelo afastamento de 1/3 dos professores? E que em 10 anos o número dobrou?

  3. Enviado por: Medicina do Trabalho

    Otimo post,adorei!

  4. Interessante, adorei!

  5. Enviado por: E. Barroso

    Claudia, não saindo do tema “psiquiatria’, gostaria de falar um pouco para você e seus leitores sobre o novo doutor Mengele (cujo sobrenome também começa com M) que mora em minúsculo e insignificante país, travestido de médico psiquiatra para poder atacar melhor suas vítimas, ou seja, suas pacientes. Além de misógino, o novo doutor Mengele, com idéias declaradamente fascistas, vem enganando a muitos com sua lábia. Segundo ele, a mulher tem que se casar para ter um protetor,aquele que vai livrá-la do mal que outros homens possam ocasionar à ela. Do alto de sua sabedoria, o doutor M. é consultado através da recomendação de seus comparsas, também neofascistas, e suas audições (digamos assim,porque é mais parecido com teatro do que consulta médica) demoram pouco, ele falando mais sobre si mesmo e suas idéias confusas do que escutando e compreendendo o que diz seu paciente. Se não consegue levá-los à loucura e mesmo ao suicídio, o esperto consegue no mínimo com que desenvolvam muitos complexos, fobias, neuroses, ao ponto de desistirem de qualquer tratamento – percebendo sua inutilidade. Tem diploma de médico neuro-psiquiatra, cursinho nos Estados Unidos e tal, mas vem exercendo sua profissão abusivamente, ENGANANDO, e na contramão de tudo que é ética profissional. Até hoje vem fazendo seu trabalhinho sórdido sem que a Ordem dos Médicos do país onde se instalou – e que talvez seja de fato seu país – tenha tomado conhecimento da monstruosidade de sua prática.Continua lépido e satisfeito em humilhar doentes (depressivos, entre eles) e a ganhar muito bem sua vida, intacto e destemido, como se estivesse acima de qualquer lei ou regra. Um verdadeiro malandro entre psiquiatras, contribuindo para manchar a imagem dos médicos em geral. Um perverso mal-intencionado, que aproveita-se da fragilidade emocional de uma jovem brasileira nas suas mãos e faz seu estado piorar, deixando-a debilitada sobre uma cama. Esta é uma fábula, mas a figura central existe e dela se extrai muitas histórias de horror. Que ela possa lhe inspirar algum post sobre o abuso de médicos e o mal exercício dessa importante especialização: a psiquiatria.

  6. Enviado por: E. Barroso

    Para quem não sabe, o sádico doutor Mengele foi um médico que atuou em campo de concentração nazista, torturando crianças,mulheres e homens.Ele sempre escapou da justiça, no entanto.

  7. Enviado por: Felipe Barreiros

    Hola , mi nombre es Felipe Barreiros, soy argentino. Estudio Ciencias de la Comunicación en la Universidad de Buenos Aires y me gustaría recibir información de este estilo a mi casilla de correo electrónico, que me pareció muy interesante.
    Desde ya, muchísimas gracias

  8. Enviado por: anjos

    Só 10% ? Pô, IFUSDAHFUDAFS ..c for só isso estamos bem então. Com os baixos salários que essa galera ganha, e a má infraestrutura…10% é de se comemorar.

  9. Enviado por: E. Barroso

    Cara blogueira, prezo muito seu blog e é por isso mesmo que me surpreendí com sua censura a um comentário que fiz – talvez porque não se enquadrava bem no tema do post. Achei que podia ter alguma liberdade em contar-lhe sobre um caso que podia inspirar algum post futuro seu. Desculpe, enganei-me. Por favor, ao retirar algum comentário aqui ao menos informe por que o fez. Assim você não perde credibilidade e podemos saber o que pretende que seu blog seja, popular ou não. Aberto a todos (que queiram participar) ou não.

  10. Enviado por: Claudia Belfort

    Não foi suprimido, só não havia publicado ainda assim como diversos outros. Deixo de publicar alguns posts que contêm ofensas e palavrões.

  11. Enviado por: Angélica Juns

    Cara blogueira, achei seu post sobre saúde mental do professor através de pesquisa geral sobre o tema em matérias da internet. Estou escrevendo meu projeto de mestrado sobre afastamento por doença mental em professores e tenho o interesse nos dados. Não encontrei a fonte no site do DSS (já enviei correio a eles solicitando porém não obtive ainda resposta) e sua matéria diz que é um levantamento em realização ainda. Onde você encontrou esses dados? Onde posso obtê-los?
    Se puder ajudar-me, desde já sou grata.
    Parabéns pelos textos. Lendo sinto uma paixão compartilhada.

Deixe um Comentário

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

*


Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>