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Ministro dos Esportes fala sobre legado da Copa para Manaus

Seleção Universitária

25 junho 2014 | 15:49

Última partida na cidade será realizada nesta quarta-feira, 25; ministro e Presidente da Fifa assistirão ao jogo

Última partida na cidade será realizada nesta quarta-feira, 25; ministro e Presidente da Fifa assistirão ao jogo

 

Bruna Chagas – especial para O Estado de S. Paulo

MANAUS – Em visita à capital amazonense na manhã desta quarta-feira, 25, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo fez elogios e afirmou que Manaus está preparada para receber outros grandes eventos. A partida entre Suíça e Honduras nesta será marcada pela despedida da Arena da Amazônia da Copa do Mundo. O jogo será realizado às 17h (horário de Brasília) e receberá mais de 35 mil torcedores, entre eles o ministro e o presidente da Fifa, Joseph Blatter.

“Quem perdeu foi a Copa em não ter mais jogos em Manaus”, disse o ministro.

De acordo com Rebelo, a repercussão positiva em relação ao desempenho da capital amazonense na Copa já era esperada, mesmo diante das críticas da escolha de Manaus como cidade-sede do Mundial.

“Para mim, isso não é uma novidade. O povo amazonense deu exemplo de educação, civilidade e de acolhimento a todos os estrangeiros, inclusive daqueles, que talvez, não tivesse tanta confiança na capacidade da cidade”, afirmou. “Manaus e o Amazonas podem sentir orgulho da Copa que estão realizando.”

Sobre as altas temperaturas que os europeus apontaram como problema, especialmente os ingleses, o ministro considera que sejam desculpas pela eliminação dessas equipes. “É muito mais por culpa de seu calendário que estão sendo eliminadas”, argumentou.

Na ocasião, Aldo Rebelo falou que a maior preocupação do ministério do Esporte é evitar que as arenas, como a Amazônia, em Manaus, a das Dunas, em Natal, a Pantanal, em Cuiabá, e o Estádio Mané Garrincha, em Brasília, se tornem elefantes brancos. 

A Arena da Amazônia tem capacidade de público de 40 mil torcedores, mas o campeonato estadual atrai pouco mais que cinco mil pagantes em partidas decisivas.

“Todas estas arenas foram construídas para o futebol e para outras atividades. Manaus precisa de um estádio dessa dimensão. Aqui, há clubes de grande tradição, que participam não só de competições locais, mas também nacionais”, disse o ministro. Para ele, Manaus foi um dos principais destaques da Copa do Mundo no Brasil.