Réveillon e Resoluções para 2009
- 2 de janeiro de 2009
- 15h56
- Por
Entre as minhas principais resoluções para 2009 está a de beber mais e melhores vinhos. Aprendi pelo método mais penoso que há muito de verdade no ditado que diz que a vida é curta demais para provar vinhos ruins. Sei que não poderei beber todos os tintos, brancos, rosados, espumantes, fortificados, etc que gostaria, mas vou fazer força par aplicar ao vinho a frase de Jorge Amado: não se pode dormir com todas as mulheres do mundo, mas deve se tentar. Além de tudo, é divertido.
Agora, outra resolução: falar no blog sobre os vinhos que for bebendo, a começar dos que “abrilhantaram” a festa do réveillon, no restaurante Figueira, com a minha mais do que querida namorada Sandra, sua mãe d. Esterzinha; Denise e Adávio, amigos mais do que queridos e exemplares. Um privilégio ter amigos como estes.
Esta segunda decisão é muito mais difícil, pois envolve trabalho, o que é contra a natureza do homem, exige esforço. Beber e comentar com os amigos é ótimo, mas escrever sobre o vinho demanda esforço. Como se dizia nas antigas redações, jornalismo poderia ser a melhor profissão do mundo, se a gente não fosse obrigado a escrever…
Resolvi começar o ano com artilharia pesada, com toda força possível, reunindo garrafas que trouxe de viagens, ganhei, comprei há tempos e estava “entesourando” como um Tio Patinhas enófilo, contando dinheiro (ou garrafas) e devolvendo ao cofre (ou à adega).
Vinho é para se beber, para dar prazer e não para ficar nas adegas. Infelizmente (e põe infelizmente nisso), não tenho, nem de muito longe (e põe longe nisso) tantas garrafas quanto as moedas da piscina do Tio Patinhas. Mas a partir de agora, elas não vão ocupar espaço na adega por muito tempo. É só aparecer condições e boas companhias e elas vão gerar recordações (boas e nem tão boas).
As recordações do réveillon foram espetaculares: três champagnes de elite e um Vega Sicília 1994, um dos melhores tintos que já bebi na vida e que espero poder voltar a beber.
O plano inicial era um pouco mais modesto: começar com o Drappier ao aperitivo, passar o ano com a Bollinger Grande Année 1997 e coroar com o Vega Sicília 1994. Mas, felizmente, os primeiros pratos não pediam um grande tinto e o champagne Mailly acabou entrando e foi a grande e agradável surpresa da noite. Os vinhos serão citados pela ordem de entrada em cena e foram muito bem servidos (copo, temperatura e técnica para colocar na taça ) pela jovem e ótima sommelière Juliana.
DRAPPIER CARTE D´OR

Eu já havia gostado muito desse Champagne ao prová-lo para a coluna Tintos e Brancos do suplemento Paladar do Estadão (ver a edição de 18 de dezembro e a reprodução no blog). Dei 92 sobre 100 pontos e não me arrependi de nota tão alta ao provar de novo o vinho no réveillon. Aroma de padaria (fermento) intenso. Na boca, ao mesmo tempo refrescante e encorpado. Ótimo ao aperitivo e não tão bom com o foie gras grelhado (uma maravilha). Mas não deixaria nunca de bebê-lo só porque a combinação pode não ter sido ideal. Um vinho gostoso, que deixou sensação refrescante e de boca limpa. Importado pela Zahil (telefone: 3071-2900) com preço promocional de R$ 147.
BOLLINGER LA GRANDE ANNÉE 1997

Escolhido especialmente para a passagem do ano. Quis começar em grande estilo mesmo. Quem sabe não venha passar um anjo para me desejar vinhos do mesmo calibre em 2009. A Bollinger está entre as melhores das melhores casas de Champagne. Em seus produtos utilizam uma alta proporção de uvas de seus próprios vinhedos situados em ótimos locais. Uma das poucas fermentar seus vinhos em barricas de carvalho.Os seus vinhos especiais (entre os quais este Grande Année) são totalmente fermentados nas barricas.
Mesmo o seu “comum” (Special Cuvée), que também é magnífico contém 50% de vinhos com passagem pelas barricas. A Krug é outra grande casa que se orgulha se fermentar todos os seus vinhos nas baricas. Evidentemente, estão entre os mais caros. A Bollinger faz um vinho mítico, que infelizmente não conheço, só com uvas Pinot Noir de parreiras com raízes originais, de antes da praga da filoxera, o “Vieilles Vignes Françaises”. O seu Bollinger RD (Recenment dégorgé) também é quase lendário e justifica toda essa fama.
Normalmente, não se deve envelhecer champagnes, mas alguns vinhos especiais podem durar e ganhar com o tempo, como este Grande Année de 1997, com quase dez anos e no auge da forma. Toques muito ligeiros e deliciosos de oxidação indicando vinho velho. Aroma intenso e complexo. Encorpado mesmo e, ao mesmo tempo, fresco. Dá vontade de continuar bebendo. Longo, deixa gosto agradável na boca.
De Lilly Bollinger (1899 – 1977), uma das melhores e mais espirituosas frases sobre o Champagne: “Eu bebo Bollinger quando estou feliz e quando estou triste. Eu bebo quando estou sozinha. Quando tenho companhia, considero obrigatório. Eu me distraio com ele quando estou sem fome e bebo quando estou. Fora disso, eu nunca toco nele a não ser quando tenho sede, logicamente”. Deus a guarde com seu bom gosto.
MAILLY GRAND CRU BRUT RÉSERVE

Confesso que não conhecia este vinho até a deliciosa degustação no réveillon. Fui pesquisar descobri que a Mailly tem muito prestígio mesmo. Uma cooperativa muito particular, só de proprietários de vinhas na comuna de Mailly, classificada como “grand cru”. Na região, as melhores comunas ( e não os vinhedos) podem ser classificadas como premier e grand cru. Mailly é uma comuna na Montagne de Reims, considerada grand cru e o Mailly Grand Brut Reserve, o vinho de base, sem safra no rótulo, feito com uvas de várias safras é realmente de primeira.
No mesmo nível do Drappier (92/100). Aroma potente, mais para frutas e com algo cítrico. Na boca, muito refrescante mesmo, com as evocações cítricas. Difícil parar de beber. Deixou a boca muito limpa. Melhor para bebericar, embora tenha acompanhado com garbo uma posta de cherne grelhada.
Na Champagne, a imensa maioria dos vinhos não leva a data no rótulo, não é millesimé, pois pode ser feita com vinhos de base de anos diferentes. Os millesimés acontecem nos bons anos, são mais caros e têm mais prestígio. O Mailly Grand Cru 1996, por exemplo, é bastante elogiado pelo Guide Hachette dess Vins 2007. O Mailly Grand Cru Brut Réserve é importado pela Ana Import (telefone: 71 – 3337-1111) e custa R$ 247, já a safra 1997 sai a R$ 565.
VEGA SICÍLIA UNICO 1994

O Vega Sicília é uma lenda, praticamente fez nascer a hoje muito prestigiosa região de Ribera del Duero. Ele vem de muito tempo e é oficialmente feito com um corte de Tempranillo (chamada na região de Tinto Fino), Cabernet Sauvignon, Malbec e Albillo (uma uva branca). Na verdade, uma mistura de Tempranillo (amplamente majoritária) e Cabernet. Ele costuma ficar nove anos na adega em barricas novas, usadas e nas garrafas antes de ser posto à venda. Aliás, não é vendido e sim racionado. Na Espanha, ter uma quota anual de Vega é símbolo de status.
Nunca provei um Vega que não tivesse sido e espetacular. Mas o de 1994 é “mais espetacular”. Provas recentes na Espanha, elegeram essa safra como a melhor dos últimos tempos.
Eu tenho dificuldade em atribuir 100 pontos a vinhos, como fazem Robert Parker e outros críticos categorizados. Mas este chega perto, pois só tem qualidades, nenhum defeito. Ele é tudo no aroma e na boca: intenso, elegante, potente, complexo, longo, etc, etc, etc. O aroma já anuncia o gigante: complexo, potente, enigmático, cheio de nuances. O tipo de vinho que dá vontade de ficar cheirando. Na boca, ele se supera. Igualmente enigmático, com a madeira fazendo um pano de fundo perfeito para outros sabores e nuanças. Uma beleza.
Não é um arrasa quarteirão, mas sim potente na medida certa e muito, mas muito mesmo, elegante. Um vinho longo, que fica na boca, aumenta no tempo o prazer que dá. Um privilégio raro mesmo. Evidentemente um vinho caro, de total exceção, que não está no mercado. A Mistral (telefone: 3372-3400) importara de vinhos da empresa tem no estoque o de 1996, que está cotado a 749,50 dólares.
Também da Vega Sicília o 5º Año, que pode ser espetacular (319,50 dólares o de 2002) e o Reserva Especial feito com vinhos de vários anos e editado em 1998, que custa a bagatela de 879,50 dólares. Cá entre nós, em várias degustações tenho gostado mais dos da linha Unico (mais baratos, ou menos caros) que os do tipo Reserva Especial.
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Champagne
- 29 de dezembro de 2008
- 15h07
- Por
O Champagne é um espumante resultado de uma segunda fermentação na própria garrafa de vinhos feitos com as uvas Pinot Noir, Pinot Meunier (tintas) e Chardonnay (branca) plantadas numa região de clima difícil e frio no Noroeste da França. Os demais são apenas espumantes, embora alguns sejam ótimos, melhores mesmo que muitos exemplares franceses.
Champagne, só da região da Champagne, que é bastante extensa e agora foi ampliada, passando a englobar mais 40 comunas. Um abalo no sacrossanto conceito francês de terroir, segundo o qual só determinadas zonas podem gerar determinados vinhos. Como vão ser os champagnes da nova zona periférica? Vamos ter de esperar alguns anos para saber.
Mesmo na região original, há muitos altos e baixos. Aqui ficamos com exemplares abaixo dos R$ 200, normalmente os produtos básicos de grandes casas. Esses exemplares não costumam ser datados uma vez que podem utilizar vinhos de vários anos. Como o clima da região é inclemente, os produtores “guardam” vinhos de bons anos para garantir a média nos anos mais fracos.
O Champagne costuma ser feito com um corte de vinhos de vários anos e de várias sub-regiões e vinhedos. A idéia básica é fazer um vinho com determinadas características que se repitam todos os anos, que sejam reconhecidas pelo consumidor.
Além dos quatro selecionados, deve se destacar a qualidade do Veuve Clicquot Ponsardin (R$ 163 na Jallas), no mesmo nível da Moët & Chandon. Um champagne mais encorpado, enquanto o Moët se mostrou mais leve e elegante, ideal para bebericar nas festas de fim de ano.
Drappier Carte d´Or Brut
Onde encontrar: Zahil. Telefone: 3071-2900.
Preço: R$ 147
Cotação: 92/100 pontos.
Provado para a coluna Tintos e Brancos do suplemento Paladar em Dezembro.
Um Champagne de primeira e com boa relação qualidade-preço. Ao mesmo tempo encorpado e fresco. Vai bem à mesa e ao aperitivo. Cor carregada, refletindo a sua composição dominada amplamente pela Pinot Noir. Segundo a literatura, 90% de Pinot Noir. Perlage generosa e duradoura. Bolinhas de gás delicadas e subindo em cordões regulares. Aroma muito gostoso e intenso, evocando levedos e algo cítrico. Aroma lembra o de padaria.Na boca, muito equilíbrio e classe. Bom corpo, mas também elegante. Acidez agradável, não muito marcante. Também evocações cítricas na boca. 12% de álcool.
Moët & Chandon Brut Imperial
Onde encontrar: Jallas. Telefone: 3842-9985.
Preço: R$ 152
Cotação: 90/100 pontos.
Provado para a coluna Tintos e Brancos do suplemento Paladar em Dezembro.
Um espumante gostoso, ligeiro, ótimo para bebericar a noite inteira. A Moët & Chandon é a maior produtora de Champagne e é impressionante a regularidade que consegue mesmo produzindo em enormes quantidades. Quanto mais jovem, melhor. Bem clarinho e com uma espuma muito abundante e duradoura. Os cordões subindo regulamente até o fim do copo. Aroma não muito intenso, evocando ao fundo as leveduras. Melhor na boca. Um vinho “limpo”, com ótima acidez, excitante, leve, elegante e que inspirava o próximo gole. Ligeiro, não encorpado e concentrado. Final gostoso, deixa a boca limpa. 12% de álcool.
Nicolas Feuillate Reserve Particulière
Onde encontrar: Empório Frei Caneca. Telefone: 3472-2082.
Preço: R$ 159,50
Cotação: 91/100 pontos.
Provado para a coluna Tintos e Brancos do suplemento Paladar em Dezembro.
Um vinho alegre, perfumado, fácil de beber e de gostar. Uma marca em ascensão, normalmente com preços atraentes.O empresário que dá nome ao vinho se associou à uma das maiores cooperativas da Champagne, que reúne perto de 4.000 membros. Este produto básico começou a impressionar muito bem pelo aroma intenso, evocando frutas como a maçã verde um toque de queimado, de frutas secas (amêndoas, nozes, etc). Bem clarinho e com bastante gás, que durou no copo. Continuou num ótimo nível na boca Vinho fresco, perfumado leve, bom para o aperitivo e que deixou sensação agradável e duradoura na boca. 12% de álcool.
Piper-Heidsieck Brut
Onde encontrar: Empório Frei Caneca. Telefone: 3472-2082.
Preço: 159,95
Cotação 93/100 pontos.
Provado para a coluna Tintos e Brancos do suplemento Paladar em Dezembro.
São quatro marcas com o nome Heidsieck. O Piper-Heidsieck vem ganhando muito prestígio nos últimos anos. Costuma ostentar relação custo-benefício atraente. Proporção considerável de Pinot Noir no corte (55%). Cor amarelo meio carregada e muito bonita. Bolinhas de gás muito numerosas e duradouras, dando uma impressão de cremosidade na boca. Aroma ótimo, intenso e, principalmente complexo. Evocações de padaria ao lado de aspectos minerais e de frutas secas, como nozes. Ótimo na boca, evocando as frutas secas. Bastante fresco e seco mesmo. Amplo, enche a boca. Ótimo retrogosto. 12% de álcool.
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Agenda Gourmet – Especial Reveillon
- 27 de dezembro de 2008
- 19h20
- Por
Agenda Gourmet – Especial Reveillon
por Bebel Baeta
Na semana passada a Agenda Gourmet trouxe uma lista de restaurantes que farão Ceias de Natal com requinte e qualidade. Hoje apresentaremos uma agenda com dicas de restaurante que promoverão Ceias de Reveillon diferenciadas.
Feliz 2009 e um ótimo apetite!
Freddy
Rua Pedroso Alvarenga, 1.170 – Itaim Bibi. Telefone: (11) 3167-0977.
Ceia de Ano Novo
Valor: R$ 169 por pessoa
Menu
Entradas
•Carpaccio de Presunto Pata Negra;
•Salada com rodelas de tomates e de palmitos;
•Rã à provençal;
•Alho poró ao creme gratinado;
•Carpaccio de Haddock fume.
Pratos Principais
•Vitelo cozido ao molho de creme com purê;
•Coxa de pato confitada com feijão branco;
•Espeto de camarões grelhados com arroz de alface;
•Chateaubriand ao molho de mostarda;
•Coelho ao molho madeira com champignons;
•Filé de linguado grelhado com molho de ervas finas.
Sobremesas
•Marjolaine com calda de chocolate quente;
•Petit Gâteau;
•Crêpes Suzette.
Grand Hyatt São Paulo
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Canja de Peru
- 22 de dezembro de 2008
- 14h11
- Por
Aí vai, mais uma vez, uma receita que eu adoro e que repito todos os anos. Ela merece e espero poder repeti-la muitos e muitos anos. Façam figa. A propósito, Boas Festas para todos.
Não sabe o que fazer com as sobras do peru da ceia de Natal? Seus problemas acabaram, pois esta canja é deliciosa e ótima para compensar eventuais (e prováveis) excessos da noite anterior. Ela dá um ótimo aproveitamento para as carnes que normalmente sobram na carcaça da ave. A quantidade de arroz deve ser proporcional à quantidade de carne que ficou.
Normalmente, dá uma receita generosa, para oito pessoas, ou mesmo mais. Quem quiser, pode fazer esta receita usando as coxas e sobrecoxas de peru que são vendidas em bons supermercados. Nesse caso, tempere e asse as coxas e sobrecoxas bem temperadas e só depois faça a sopa.
Ingredientes:
Carcaça do peru da noite anterior;
2 cebolas cortadas em rodelas (para o caldo);
1 cenoura cortada em rodelas;
1 talo de salsão em pedaços;
2 colheres de sopa de manteiga;
1 colher de sopa de óleo de milho;
10 xícaras de café de arroz;
1 cebola picada (para o arroz);
1 dente de alho bem picadinho;
sal;
pimenta-do-reino;
queijo parmesão ralado (para servir).
Utensílios:
Uma panela bem grande para fazer o caldo e a canja; uma faca; tábua de cozinha, uma colher de pau; uma escumadeira e pratos para os ingredientes.
Modo de fazer:
1 – Primeiro, é preciso limpar muito bem a carcaça para livrá-la de eventuais restos de farofa. Uma etapa muito importante mesmo.
2 – Vá limpando a carcaça e colocando os ossos e as carnes na panela grande. Junte também as cebolas cortadas em rodelas, a cenoura e o salsão.
3 – Cubra com bastante água, perto de três litros e leve ao fogo fraco durante umas três horas. As carnes, os ossos e os vegetais vão dar o caldo que vai servir para fazer a canja. Se necessário, coloque mais água.
4 – Retire os ossos e coloque num prato grande para esfriar. Espere esfriar um pouco, coe e reserve o caldo.
5 – Com as mãos, retire as carnes que ficaram junto aos ossos e reserve. Jogue os ossos fora,
6 – Temos, então, um belo caldo e as carnes.
7 – Comece a fazer a canja. Esquente a manteiga e o óleo de milho numa panela grande e coloque o arroz. Refogue durante uns dois ou três minutos, sempre mexendo com a colher de pau. Exatamente como se estivesse fazendo o arroz do dia-a-dia.
8 – Cubra com a água e coloque a carne do peru. Perto de dois litros d´água.
9 – Cozinhe durante uns 25 minutos a meia hora, até o arroz ficar bem molinho.
10 – Salgue, apimente e está pronto.
11 – Sirva com o parmesão ao lado.
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Agenda Gourmet – Especial Natal
- 22 de dezembro de 2008
- 14h09
- Por
Agenda Gourmet – Especial Natal
por Bebel Baeta
A Agenda Gourmet desta semana traz ótimas opções de Ceias de Natal para esta data especial e apresentaremos o menu completo dos restaurantes com preços e opções de pratos.
Feliz Natal e bom apetite!
Freddy
O restaurante Freddy, que comemorou 73 anos em 2008, estará aberto pela primeira em sua história na Noite de Natal. O menu especial elaborado pelo chef apresenta clássicos da gastronomia francesa e não inclui o serviço e bebidas.
Freddy
Rua Pedroso Alvarenga, 1.170 – Itaim Bibi. Telefone: (11) 3167-0977.
Ceia de Natal
Valor: R$ 159 por pessoa
Menu
Entradas
•Concha recheada com carne de siri gratinada;
•Carpaccio tradicional de carne;
•Mariscos ao molho de vinho branco.
Pratos Principais
•Haddock cozido ao leite com manteiga queimada;
•Camarões flambados no conhaque com alcachofras e queijo brie gratinado;
•Pato assado com maçã e ameixas;
•Chateaubriand ao molho provençal.
Sobremesas
•Crêpes de Marrons;
•Profiteroles;
•Morangos Flambados.
Grand Hyatt São Paulo
O Hotel Grand Hyatt São Paulo apresenta Ceias Natalinas em seus três restaurantes: Grand Caffè, Eau e Kinu. As opções não incluem bebidas e há a possibilidade de hospedagem para o casal a partir de R$ 315.
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