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	<title>Comentários sobre Sala ao Lado</title>
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	<description>Raquel Landim revela os bastidores das negociações internacionais</description>
	<lastBuildDate>Thu, 13 Oct 2011 20:45:26 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário sobre Vale a pena pagar mais caro pelas fardas do Exército? por Enrique</title>
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		<dc:creator>Enrique</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 20:45:26 +0000</pubDate>
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		<description>Também concordo que vale a pena manter a indústria. O esforço para industrializar o pais novamente seria absurdo. É diferente do comércio ou construção civil, na indústria alem da mão de obra qualificada é necessário ativos muitos mais altos, e tempo de instalação mais longos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também concordo que vale a pena manter a indústria. O esforço para industrializar o pais novamente seria absurdo. É diferente do comércio ou construção civil, na indústria alem da mão de obra qualificada é necessário ativos muitos mais altos, e tempo de instalação mais longos.</p>
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		<title>Comentário sobre Guerra de titãs no câmbio &#8211; e a proposta do Brasil por Sérgio Corrêa de Carvalho</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/sala-ao-lado/2011/10/04/guerra-de-titas-no-cambio-e-a-proposta-do-brasil/comment-page-1/#comment-1596</link>
		<dc:creator>Sérgio Corrêa de Carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 19:37:59 +0000</pubDate>
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		<description>Claro que farei isso, amigo da saudosa Espanha de Franco! Mas peço que o amigo franquista diga a Zapatero para mandar lembranças aos governos amigos da Arábia Saudita, Argélia, Bahrein, Egito (do seu amigo Hosni Mubarak, que, repentinamente, por interesses escusos, parece que não é tão amigo assim, não é verdade?), Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Kuwait, Marrocos, Omã, Qatar e Tunísia... 

É claro que pedirei a Lula para mandar lembranças a Gadafi também... Aproveitarei e direi que Lula mande lembranças também pela Espanha! Afinal, Gadafi está apenas a 40 anos no poder... Me parece que a Europa ignorou o fato de ele ter feito alguns atentados terroristas, derrubando um avião no Reino Unido, mas isso é bobagem: o que vale é o petróleo! Aliás, em 2002 ele foi acrescentado à categoria de sócia ocidental... 

&quot;Espanha é o terceiro país cliente: importa principalmente petróleo e gás. Entre 1993 e março de 2008, investiu 189,36 milhões de euros na Líbia. As exportações espanholas em material de defesa aumentaram 7.700% em 2008&quot;.

Aproveitando que está aí na Europa, manda um abraço no Berlusconi  e na Le Pen? Mande um abraço também naquele atirador da Noruega, que é a essência da Europa! Recordações a Franco, Salazar, Mussolini, Hitler etc &quot;Bons cidadãos&quot; europeus...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Claro que farei isso, amigo da saudosa Espanha de Franco! Mas peço que o amigo franquista diga a Zapatero para mandar lembranças aos governos amigos da Arábia Saudita, Argélia, Bahrein, Egito (do seu amigo Hosni Mubarak, que, repentinamente, por interesses escusos, parece que não é tão amigo assim, não é verdade?), Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Kuwait, Marrocos, Omã, Qatar e Tunísia&#8230; </p>
<p>É claro que pedirei a Lula para mandar lembranças a Gadafi também&#8230; Aproveitarei e direi que Lula mande lembranças também pela Espanha! Afinal, Gadafi está apenas a 40 anos no poder&#8230; Me parece que a Europa ignorou o fato de ele ter feito alguns atentados terroristas, derrubando um avião no Reino Unido, mas isso é bobagem: o que vale é o petróleo! Aliás, em 2002 ele foi acrescentado à categoria de sócia ocidental&#8230; </p>
<p>&#8220;Espanha é o terceiro país cliente: importa principalmente petróleo e gás. Entre 1993 e março de 2008, investiu 189,36 milhões de euros na Líbia. As exportações espanholas em material de defesa aumentaram 7.700% em 2008&#8243;.</p>
<p>Aproveitando que está aí na Europa, manda um abraço no Berlusconi  e na Le Pen? Mande um abraço também naquele atirador da Noruega, que é a essência da Europa! Recordações a Franco, Salazar, Mussolini, Hitler etc &#8220;Bons cidadãos&#8221; europeus&#8230;</p>
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		<title>Comentário sobre Guerra de titãs no câmbio &#8211; e a proposta do Brasil por Javier Vidal</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/sala-ao-lado/2011/10/04/guerra-de-titas-no-cambio-e-a-proposta-do-brasil/comment-page-1/#comment-1595</link>
		<dc:creator>Javier Vidal</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 11:42:37 +0000</pubDate>
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		<description>SERGIO: OBRIGADO POR DARME A RAÇAO PO UNHA VEZ.DIGALLE A LULA DE MI PARTE QUE LLE MANDE RECORDOS A PUTIN, HU.JINTAO E GADAFI</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>SERGIO: OBRIGADO POR DARME A RAÇAO PO UNHA VEZ.DIGALLE A LULA DE MI PARTE QUE LLE MANDE RECORDOS A PUTIN, HU.JINTAO E GADAFI</p>
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		<title>Comentário sobre Guerra de titãs no câmbio &#8211; e a proposta do Brasil por jaderdavila the small shareholder</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/sala-ao-lado/2011/10/04/guerra-de-titas-no-cambio-e-a-proposta-do-brasil/comment-page-1/#comment-1594</link>
		<dc:creator>jaderdavila the small shareholder</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 11:10:04 +0000</pubDate>
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		<description>essa mania dos governos de ter moeda nacional distorce o mercado. nao deixa ver que o yuan representa o menor custo do planeta. se cada pessoa puder ter a moeda que quiser, o yuan será a moeda global. sugiro os eua-europa-japao fazerem um por um com o yuan, num primeiro momento, pra em seguida adotar uma moeda global.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>essa mania dos governos de ter moeda nacional distorce o mercado. nao deixa ver que o yuan representa o menor custo do planeta. se cada pessoa puder ter a moeda que quiser, o yuan será a moeda global. sugiro os eua-europa-japao fazerem um por um com o yuan, num primeiro momento, pra em seguida adotar uma moeda global.</p>
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		<title>Comentário sobre Guerra de titãs no câmbio &#8211; e a proposta do Brasil por Sérgio Corrêa de Carvalho</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/sala-ao-lado/2011/10/04/guerra-de-titas-no-cambio-e-a-proposta-do-brasil/comment-page-1/#comment-1592</link>
		<dc:creator>Sérgio Corrêa de Carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 03:14:12 +0000</pubDate>
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		<description>[modo ironia=ligado]
&quot;Imponen medidas proteccionistas a meio mundo, defenden a ditaduras como China, Iran , Libia o Siria&quot;.

Bom mesmo é a Espanha, do amigo franquista, que é &#039;muy amiga&#039; da Arábia Saudita. Ali... Ahh, ali sim... Na Árabia Saudita, há uma democracia de dar inveja...

&quot;Assim mesmo, em novembro passado negociava a venda de 200 carros de combate que deveria lhe render 3 bilhões de euros, o maior contrato da indústria armamentista espanhola. Para que serviriam esses carros? As últimas atuações conhecidas do Exército da Arábia Saudita, um regime wahabi (a versão mais radical do Islamismo sunita, que implica a segregação absoluta de sexos e relega as mulheres a uma condição de segunda classe) cuja fonte de jurisprudência é a Sharia (código de leis do islamismo), tem tido como cenário Bahrein e Iêmen No primeiro, ativistas do reino denunciaram a entrada de militares sauditas para apoiar a monarquia na repressão das manifestações; no segundo aconteceu há alguns meses, quando o Exército saudita atacou posições dos huthis, rebeldes xiitas armados situados na fronteira entre Iêmen e Arábia Saudita, em um ataque sectário.
No país da dinastia dos Saud, não só a pena de morte está vigente (que se realiza por decapitação e está aumentando, segundo as autoridades locais porque o crime tem crescido) mas também aplicam-se castigos corporais: as amputações de mãos e pés por roubo ou a flagelação por delitos menores como “desvio sexual” – em referência à homossexualidade e a sodomia – e a embriaguez. A discriminação das mulheres, que carecem dos mínimos direitos – sua situação é muito mais grave que no Afeganistão – chega inclusive às suas próprias casas. Não têm direito de votar nem de dirigir, nem sequer podem caminhar sozinhas sem um homem que lhes acompanhe. Não há liberdade de culto, tampouco liberdades sexuais nem liberdade de reunião, imprensa ou de expressão. Os sindicatos estão proibidos, assim como os partidos políticos. Tal como seus sócios europeus, a Espanha parece importar-se pouco com semelhantes minúcias. Entre 1993 e 2008, segundo dados do Ministério da Indústria, Turismo e Comércio, a Arábia Saudita investiu na Espanha mais de 70 milhões de euros. Os habitantes da Arábia Saudita estão convocados a protestos nos dias 11 e 20 de março.&quot;

http://emdefesadaeducacao.wordpress.com/2011/03/19/o-silencio-internacional-diante-das-ditaduras/

Nossa, como nós brasileiros somos hipócritas...
[modo ironia=desligado]

É uma pena que para alguns &quot;civilizados&quot; da Europa sejam lembradas apenas as ditaduras de governos não alinhados, e esquecidas as ditaduras dos amiguinhos... Dois pesos, duas medidas!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[modo ironia=ligado]<br />
&#8220;Imponen medidas proteccionistas a meio mundo, defenden a ditaduras como China, Iran , Libia o Siria&#8221;.</p>
<p>Bom mesmo é a Espanha, do amigo franquista, que é &#8216;muy amiga&#8217; da Arábia Saudita. Ali&#8230; Ahh, ali sim&#8230; Na Árabia Saudita, há uma democracia de dar inveja&#8230;</p>
<p>&#8220;Assim mesmo, em novembro passado negociava a venda de 200 carros de combate que deveria lhe render 3 bilhões de euros, o maior contrato da indústria armamentista espanhola. Para que serviriam esses carros? As últimas atuações conhecidas do Exército da Arábia Saudita, um regime wahabi (a versão mais radical do Islamismo sunita, que implica a segregação absoluta de sexos e relega as mulheres a uma condição de segunda classe) cuja fonte de jurisprudência é a Sharia (código de leis do islamismo), tem tido como cenário Bahrein e Iêmen No primeiro, ativistas do reino denunciaram a entrada de militares sauditas para apoiar a monarquia na repressão das manifestações; no segundo aconteceu há alguns meses, quando o Exército saudita atacou posições dos huthis, rebeldes xiitas armados situados na fronteira entre Iêmen e Arábia Saudita, em um ataque sectário.<br />
No país da dinastia dos Saud, não só a pena de morte está vigente (que se realiza por decapitação e está aumentando, segundo as autoridades locais porque o crime tem crescido) mas também aplicam-se castigos corporais: as amputações de mãos e pés por roubo ou a flagelação por delitos menores como “desvio sexual” – em referência à homossexualidade e a sodomia – e a embriaguez. A discriminação das mulheres, que carecem dos mínimos direitos – sua situação é muito mais grave que no Afeganistão – chega inclusive às suas próprias casas. Não têm direito de votar nem de dirigir, nem sequer podem caminhar sozinhas sem um homem que lhes acompanhe. Não há liberdade de culto, tampouco liberdades sexuais nem liberdade de reunião, imprensa ou de expressão. Os sindicatos estão proibidos, assim como os partidos políticos. Tal como seus sócios europeus, a Espanha parece importar-se pouco com semelhantes minúcias. Entre 1993 e 2008, segundo dados do Ministério da Indústria, Turismo e Comércio, a Arábia Saudita investiu na Espanha mais de 70 milhões de euros. Os habitantes da Arábia Saudita estão convocados a protestos nos dias 11 e 20 de março.&#8221;</p>
<p><a href="http://emdefesadaeducacao.wordpress.com/2011/03/19/o-silencio-internacional-diante-das-ditaduras/" rel="nofollow">http://emdefesadaeducacao.wordpress.com/2011/03/19/o-silencio-internacional-diante-das-ditaduras/</a></p>
<p>Nossa, como nós brasileiros somos hipócritas&#8230;<br />
[modo ironia=desligado]</p>
<p>É uma pena que para alguns &#8220;civilizados&#8221; da Europa sejam lembradas apenas as ditaduras de governos não alinhados, e esquecidas as ditaduras dos amiguinhos&#8230; Dois pesos, duas medidas!</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Guerra de titãs no câmbio &#8211; e a proposta do Brasil por Andre</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/sala-ao-lado/2011/10/04/guerra-de-titas-no-cambio-e-a-proposta-do-brasil/comment-page-1/#comment-1590</link>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 13:24:16 +0000</pubDate>
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		<description>A proposta brasileira tem o merito ... e a americana é unilateral... é brincadeira?  
Veja o que o Brasil fez UNILATERALMENTE sem passar pelo congresso ou senado... aumentou em 30% o imposto de carros importados para proteger o mercado nacional...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta brasileira tem o merito &#8230; e a americana é unilateral&#8230; é brincadeira?<br />
Veja o que o Brasil fez UNILATERALMENTE sem passar pelo congresso ou senado&#8230; aumentou em 30% o imposto de carros importados para proteger o mercado nacional&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Guerra de titãs no câmbio &#8211; e a proposta do Brasil por Michael K</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/sala-ao-lado/2011/10/04/guerra-de-titas-no-cambio-e-a-proposta-do-brasil/comment-page-1/#comment-1589</link>
		<dc:creator>Michael K</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 19:10:07 +0000</pubDate>
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		<description>Parece incrível, mas justamente as economias europeias que mais perderam vagas de trabalho fabril no decorrer dos últimos 40 anos e que souberam robustecer o setor terciário, não têm economias fráqeis. importam uma barbaridade de produtos da  China e não reclamam, em que pese um indíce de desemprego considerado alto. Só o nosso Brasil grita sobre  &quot; guerra cqambial &quot; e outros afins, para esconder a ineficiência da administração pública, a péssima burocracia, que custa bilhões à indústria, apenas para fazer os lançamentos contábeis da parafernália tirbutária brasileira, obrigada a pagar juros escorchantes para financiar a produção e por consequência não ser competitiva no mercado mundial. Dos 35% aprox. de receita da exportação, uma grande parte por empress multinaciionais estabelecidas aqui. O problema do Brasil não é o propalado pelo governo, mas sim a ineficiência burrocrática que temos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece incrível, mas justamente as economias europeias que mais perderam vagas de trabalho fabril no decorrer dos últimos 40 anos e que souberam robustecer o setor terciário, não têm economias fráqeis. importam uma barbaridade de produtos da  China e não reclamam, em que pese um indíce de desemprego considerado alto. Só o nosso Brasil grita sobre  &#8221; guerra cqambial &#8221; e outros afins, para esconder a ineficiência da administração pública, a péssima burocracia, que custa bilhões à indústria, apenas para fazer os lançamentos contábeis da parafernália tirbutária brasileira, obrigada a pagar juros escorchantes para financiar a produção e por consequência não ser competitiva no mercado mundial. Dos 35% aprox. de receita da exportação, uma grande parte por empress multinaciionais estabelecidas aqui. O problema do Brasil não é o propalado pelo governo, mas sim a ineficiência burrocrática que temos</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Guerra de titãs no câmbio &#8211; e a proposta do Brasil por Antonio Silva</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/sala-ao-lado/2011/10/04/guerra-de-titas-no-cambio-e-a-proposta-do-brasil/comment-page-1/#comment-1588</link>
		<dc:creator>Antonio Silva</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Oct 2011 13:53:33 +0000</pubDate>
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		<description>O custo real da crise nos EUA não é medido pelo relatório de perdas e lucros de qualquer banco central – ou pelo programa governamental de recuperação de ativos problemáticos. O custo são 8 milhões de empregos só nos EUA, uma importante diferença com outras recessões pós-1945. A maior parte do endividamento público nos EUA e em outros países se deve à perda de arrecadação tributária que acompanha as recessões profundas. (E os cortes de impostos para os mais ricos promovidos pelo governo Bush, e as guerras financiadas por dívidas no Afeganistão e Iraque enfraqueceram duramente a perspectiva fiscal de longo prazo). Por fim, o custo da crise são milhões de casas perdidas e vidas prejudicadas, para sempre. Em termos mais gerais, não devemos operar um sistema baseado no principio dos “lucros privados e prejuízos públicos”. Entre 2000 e 2008, as pessoas no comando das principais 14 principais instituições financeiras receberam em dinheiro (salários, bonificações e valor das ações vendidas) em torno de US$ 2,6 bilhões. Dessa quantia, cerca de US$ 2 bilhões foram recebidos pelas cinco pessoas mais bem pagas, que também foram peças centrais na criação das estruturas de ativos de alto risco que levaram o sistema à beira do abismo.  Os  grandes bancos deveriam ser muito mais financiados com patrimônio – talvez até 30% de sua capitalização. Mas os bancos rejeitam essa abordagem (porque reduziria sua remuneração), assim como as autoridades dos bancos centrais (porque são altamente persuadidas pelo protesto dos banqueiros). Parece que as autoridades monetárias brasileiras estão aprendendo com experiências que deram errado nos EUA.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O custo real da crise nos EUA não é medido pelo relatório de perdas e lucros de qualquer banco central – ou pelo programa governamental de recuperação de ativos problemáticos. O custo são 8 milhões de empregos só nos EUA, uma importante diferença com outras recessões pós-1945. A maior parte do endividamento público nos EUA e em outros países se deve à perda de arrecadação tributária que acompanha as recessões profundas. (E os cortes de impostos para os mais ricos promovidos pelo governo Bush, e as guerras financiadas por dívidas no Afeganistão e Iraque enfraqueceram duramente a perspectiva fiscal de longo prazo). Por fim, o custo da crise são milhões de casas perdidas e vidas prejudicadas, para sempre. Em termos mais gerais, não devemos operar um sistema baseado no principio dos “lucros privados e prejuízos públicos”. Entre 2000 e 2008, as pessoas no comando das principais 14 principais instituições financeiras receberam em dinheiro (salários, bonificações e valor das ações vendidas) em torno de US$ 2,6 bilhões. Dessa quantia, cerca de US$ 2 bilhões foram recebidos pelas cinco pessoas mais bem pagas, que também foram peças centrais na criação das estruturas de ativos de alto risco que levaram o sistema à beira do abismo.  Os  grandes bancos deveriam ser muito mais financiados com patrimônio – talvez até 30% de sua capitalização. Mas os bancos rejeitam essa abordagem (porque reduziria sua remuneração), assim como as autoridades dos bancos centrais (porque são altamente persuadidas pelo protesto dos banqueiros). Parece que as autoridades monetárias brasileiras estão aprendendo com experiências que deram errado nos EUA.</p>
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		<title>Comentário sobre Guerra de titãs no câmbio &#8211; e a proposta do Brasil por a</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/sala-ao-lado/2011/10/04/guerra-de-titas-no-cambio-e-a-proposta-do-brasil/comment-page-1/#comment-1587</link>
		<dc:creator>a</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 20:57:31 +0000</pubDate>
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		<description>Até que enfim, parabéns ao Senado americano. A China está se fazendo de sonsa há muito tempo, tem que ser trazida pro meio da festa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Até que enfim, parabéns ao Senado americano. A China está se fazendo de sonsa há muito tempo, tem que ser trazida pro meio da festa.</p>
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		<title>Comentário sobre Guerra de titãs no câmbio &#8211; e a proposta do Brasil por benjamin</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/sala-ao-lado/2011/10/04/guerra-de-titas-no-cambio-e-a-proposta-do-brasil/comment-page-1/#comment-1586</link>
		<dc:creator>benjamin</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 20:44:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/sala-ao-lado/?p=1846#comment-1586</guid>
		<description>A pedra no sapato dos EEUU, è a china, e vai continuar sendo por muito tempo. È um pais que nao se submete a pressoes economicas ou politicas da banca mundial, como outros paises mais frageis. O capital internacional tem um certo controle sobre a economia atraves de Hong Kong.  As medidas politicas e de controle que adotam sao inflexiveis.  Os EEUU nao queriam abertura de mercado??? Reduzir salarios, custos, e competir. Regras sao regras.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A pedra no sapato dos EEUU, è a china, e vai continuar sendo por muito tempo. È um pais que nao se submete a pressoes economicas ou politicas da banca mundial, como outros paises mais frageis. O capital internacional tem um certo controle sobre a economia atraves de Hong Kong.  As medidas politicas e de controle que adotam sao inflexiveis.  Os EEUU nao queriam abertura de mercado??? Reduzir salarios, custos, e competir. Regras sao regras.</p>
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