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Rotina de Estudante

23.junho.2011 08:04:18

Tropeços do processo

Rotina de vestibulando é quase sempre a mesma. É difícil ter algo totalmente novo para contar. Sendo assim, o assunto de hoje também não é novidade: mais um simulado! Pois é, neste domingo, 19, tive o terceiro do ano. Mas desta vez não obtive bons resultados.

Minha pontuação foi melhor que a do primeiro, no entanto tive uma queda significativa em relação ao segundo. A boa noticia é que, pelo menos, em biologia consegui obter um melhor resultado. A noticia ruim é que o meu pior aproveitamento foi em física.

Com a baixa na prova, a preocupação dobra! Já estamos no meio do ano e em quatro meses começam os vestibulares.  Como se não bastasse a preocupação com os estudos e meu rendimento, ando pensando muito nas minhas opções de curso. Muitas dúvidas e mais preocupação. Além de Filosofia e Mecatrônica, tenho pensado em Sociologia também, embora as duas primeiras opções ainda sejam as principais.  Dúvidas também em relação às instituições de ensino.

Daqui a vinte dias o cursinho entra em recesso.  Pretendo aproveitar as duas semanas de pausa para tentar colocar a cabeça no lugar.  Sem deixar os estudos de lado, acho importante colocar em dia as matérias que deixei passar. E é claro, separar um tempo para mim. É necessário ter um tempo para o lazer, do contrário, enlouquecemos.

O segundo semestre é o mais importante. Portanto, quero estar preparada para encarar a “segunda parte” dos estudos no cursinho. Espero que as duas semanas de recesso sejam produtivas!  No entanto, ainda há vinte dias de estudo pela frente, foco!

Luiza Nunes é aluna do Cursinho da Poli

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Infelizmente, minha pontuação no simulado da Fuvest que fiz no fim de semana não foi satisfatória. Isso comparando tanto à nota de corte para entrar na universidade como também ao meu último simulado. No entanto, acredito que não seja de todo ruim. Se a luz vermelha começa a piscar apontando problemas, não há melhor hora para isso.

Como providência, já me inscrevi para as turmas de agosto do Anglo com o intuito de organizar meus estudos. Farei prova para concorrer a bolsa de estudos na próxima semana, assim como me inscreverei em um curso de linguagem arquitetônica.

Será um segundo semestre puxado. Porém, acho que o cursinho será bom no sentido de preencher algumas lacunas, além de, principalmente, esquematizar conteúdos. Nesse último simulado, senti que havia muitas questões cujos conteúdos estudei a fio no 1º e 2º ano, mas não consegui respondê-las por falta de uma simples fórmula ou tabela.

Como se não bastasse, entender melhor as mudanças na Fuvest e incrementar estratégias de resolução da prova são importantes. Não que seja ruim, mas é exigido do vestibulando um imenso leque de conhecimentos, o que aumenta a concorrência. E saber selecioná-los com a agilidade e precisão necessárias ainda é um desafio para mim.

Tomás Millan é aluno do 3.º ano da Escola Vera Cruz

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Como eu havia dito no texto anterior, estava ansiosa pelo novo simulado.  A prova aconteceu no domingo passado, dia 29, e  o gabarito já saiu no mesmo dia.

Os resultados foram positivos! Consegui administrar melhor meu tempo de prova, tive tempo para revisar minhas respostas e mudar algumas delas. Respondi o gabarito com um bom tempo sobrando. E saí da prova mais tranquila.

[Aliás, deixo uma dica: usar todo o tempo possível de prova. Responder as questões e revisá-las é ótimo. Às vezes interpretamos a questão de forma errada, deixamos algo passar e acabamos por nos equivocar. Repassando a prova conseguimos consertar a maioria destes erros.]

Os resultados no gabarito também foram positivos: 15 acertos a mais que no primeiro simulado.  Novamente biologia foi meu ponto fraco. Já em história, consegui melhorar. Em física obtive melhores resultados.  Em matemática e geografia aumentei, ainda que pouco, a minha boa média de acertos. E nas outras matérias, mantive a média.

Considero bom o produto do meu segundo simulado, levando em conta o curto prazo. No entanto, em longo prazo, é um passo pequeno. Talvez eu esteja sendo exigente demais, mas qual vestibulando não é?

Luiza Nunes é aluna do Cursinho da Poli

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No sábado, a escola realizará mais um simulado da prova de 1.ª fase da Fuvest. Mesmo já tendo passado por outro simulado no Vera e feito a Fuvest 2011 como treineiro, acredito que a repetição desse tipo de exercício é essencial para um vestibulando.

Para uma prova da Fuvest não basta levar apenas um vasto conhecimento, mas também variadas estratégias de resolução de questões, resistência física, psicológica e muita prática. Somente a partir das duas provas que já fiz, percebi melhora nos resultados, a qual se deve, em parte, às habilidades de manejo da prova.

Se da primeira vez que lidei com uma prova de 1.ª fase da Fuvest simplesmente a resolvi na ordem em que as questões estavam dispostas, na segunda, por exemplo, já deixei em primeiro lugar as matérias que tenho mais facilidade, como inglês, e aquelas que exigem mais tempo de raciocínio ou podem apresentar

diversos modos de resolução por último, como matemática. Já que não somos todos iguais, o mais importante é cada um encontrar seu próprio jeito de solucionar a prova.

Como se não bastasse, testes de vestibulares geralmente têm a mesma cara ao longo dos anos. Alguns tipos de exercícios muitas vezes se repetem, fazendo do simulado um excelente instrumento de preparação.

Embora seja uma tarefa cansativa, se levada a sério pode ser extremamente frutífera para o vestibulando. Afinal, não dizem que por aí que a prática leva à perfeição? Sorte para todos aqueles que estejam passando por isso!

Tomás Millan é aluno do 3.º ano da Escola Vera Cruz

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26.maio.2011 10:28:48

Simulado à vista

Mais um simulado se aproxima: sinto frio na barriga e ansiedade. Talvez um mês seja muito pouco para ter uma melhora considerável. Mas em um mês também aprendemos muitas coisas. Parece que no cursinho nosso conhecimento fica entre extremos: aprendemos muita coisa em pouco tempo e, no entanto, não aprendemos metade do que devemos.

Bem dizem que vestibulando precisam ter um mundo de conhecimentos. E precisam mesmo! Vestibulando precisa saber um pouco de tudo. O problema é que esse pouco não é tão reduzido assim. Sensação de que, embora até o fim do ano ainda faltem meses, não há tempo suficiente pra dar conta de tanta matéria (isso sem contar os vestibulares do meio do ano). Pouco tempo pra lidar com muito aprendizado e dificuldades.

Este simulado também servirá para eu organizar melhor meu tempo de prova. Tentar algumas estratégias diferentes das do primeiro para ver se me saio melhor com em cada questão. É esperar e comparar os resultados.

Luiza Nunes é aluna do Cursinho da Poli

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12.maio.2011 08:10:53

O que me preocupa

No dia 1.º, um domingo, tive meu primeiro simulado do ano no cursinho. Peguei o gabarito para conferir essa semana. O resultado foi dentro do que eu presumia. Claro que eu poderia ter ido melhor, mas não me surpreendi com os meus erros. Biologia – volto a bater nesta tecla - foi a matéria na qual obtive os piores resultados. Seguida de história (aliás, este é um caso a parte na minha vida, já que não gostar de história é algo contraditório para mim).

E como eu esperava, matemática foi a responsável pela maior quantidade de acertos. Por enquanto, minhas duas maiores preocupações serão história e biologia.

Além do simulado, o que me chamou a atenção esta semana foram as aulas de redação. Normalmente tenho bons resultados com meus textos. Mas bom não é o suficiente. Apesar de gostar de escrever, descobri que meu problema com a redação está em ter de escrever sobre o que me mandam, que geralmente não é um assunto do qual eu goste.

Se falo sobre o que gosto, me saio bem. No entanto, as redações dos vestibulares me assustam. Primeiro porque, por mais que façamos ideia de qual será o tema, é sempre surpreendente. Segundo porque o tempo para responder às questões e dissertar é muito curto. Geralmente me sobra uma hora para escrever o rascunho, colocar as ideias no lugar e passar a limpo. Gosto de escrever com calma, com bastante tempo. Embora eu faça redações semanalmente no cursinho, é algo que precisarei treinar mais!

Luiza Nunes é aluna do Cursinho da Poli

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Parece-me que, quanto mais o tempo passa, mais apertada fica a minha rotina de estudante. Na semana anterior à Páscoa, dediquei meu fim de semana à minha futura vida universitária. No sábado, fiz um simulado da Fuvest na escola; domingo, visitei a Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). Foram duas experiências muito boas como aluno de 3.º ano.

Vendo que estava me pressionando muito quanto à carreira que irei escolher, decidi ir de cabeça vazia ao simulado. Não me preocupei com o resultado, saí com os amigos no dia anterior a ele e, deste modo, não fiquei tenso na hora da prova. Por incrível que pareça, faturei 17 pontos comparando minha pontuação com minha nota de treineiro na Fuvest 2011. Logicamente, parte desses pontos se deve a um pedaço da matéria que faltava, a qual aprendi nesse comecinho de ano. Porém,  não tenho dúvidas que a inexistência de pressão foi essencial para minha nota.

E foi justamente com esse estado de tranquilidade que fui visitar a FMUSP. E esse foi o motivo para que em vez de, como o usual, ficar mais nervoso a cada vez que o assunto é opção profissional, eu tenha sentido a visita como algo extremamente construtivo. Inclusive, recomendo para aqueles que se encontram na mesma situação que eu!

Se prestarei Medicina ou não, prefiro não me desesperar com isso agora. Com as experiências mencionadas acima, aliadas aos conselhos de minha orientadora profissional, percebi que a escolha é como uma bússola: à medida que caminhamos, ela aponta para o caminho certo.

Tomás Millan é aluno do 3.º ano da Escola Vera Cruz

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Sexta era dia de mais um simulado. Mas sabe quando você não está com toda a energia e vontade do mundo? Achei que não ia render. Resolvi faltar e antecipar minha folga de sábado à tarde para a sexta-feira: fui ao shopping e vi filme de animação – “Meu Malvado Favorito” – para distrair. Nada de densidade ou reflexões profundas. Às vezes é preciso esvaziar a mente um pouco, até para poder voltar aos estudos com toda a vontade no dia seguinte. Mas não nego que fiquei com um certo peso na consciência.

Nessa filosofia de desestressar, também comecei a fazer atividades físicas. Pedalo três vezes por semana, assim que chego do cursinho. Tem me feito bem porque relaxa, e ao mesmo tempo dá mais disposição.

De qualquer forma, também me esforcei nos útimos dias. Nem tudo foi um spa. Imprimi a prova passada da Fuvest para refazê-la, começando pela matemática. Pretendo fazer isso com a parte de humanas da prova da Unicamp.

Os finais de semana são outra parte da vida que têm sido sacrificada de certa forma: nada de balada. Só um barzinho com as amigas ou um jantar com o namorado. Não dá para ficar acordada uma madrugada inteira e estudar no domingo. Até porque quando saio com as amigas que já estão na faculdade, só consigo lembrar que tudo que quero é ser aprovada e sair logo dessa vida de cursinho!

Cinthia é vestibulanda do Etapa e vai prestar Administração e Economia

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