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Rotina de Estudante

24.outubro.2011 15:26:58

Enfim, o Enem passou

Final de semana cansativo. O Enem, enfim, passou.

Continua com um nível considerável de dificuldade. Mas, de certa forma, a prova em si estava tranquila, e não houve grandes problemas, o que me surpreendeu.

No primeiro dia havia muitos textos que precisavam ser lidos – geralmente lemos a pergunta e conseguimos responder sem precisar ler todo o texto, porém, neste ano, a maioria precisava, realmente, ser lida na íntegra. Passível de entender, afinal o Enem cobra muito a interpretação. No entanto, em minha opinião, os textos eram longos.

No segundo dia, parece, diminuíram e se tornaram mais objetivos. Em matemática, se fez necessário a utilização de contas básicas e, em muitas vezes, lógica. Nada tão complexo.

Ciências da Natureza foi a parte com mais incidência de perguntas complicadas. Opinião quase unânime entre os vestibulandos que estão comentando a prova. Principalmente em relação à parte de Química.

A redação foi um ponto conturbado. O tema dava a entender uma coisa, e a coletânea, outra. Definitivamente foi confuso conseguir relacionar as duas coisas. E creio que muitos tenham pensado o mesmo, visto que a opinião de alguns vestibulandos, com os quais falei ao término da prova, é a mesma.

De resto, não tivemos muitos problemas com a prova, exceto algumas questões que podem ser anuladas por ambiguidade de interpretação ou mais de uma possibilidade de resposta.

E mesmo que o processo tenha melhorado do ano passado para este, algumas coisas ainda não melhoraram. É o caso da preparação dos fiscais. São dois por sala e cada um passava uma informação diferente a cerca do mesmo assunto. Ainda que em grau bem menor do que outros problemas, isso acaba atrapalhando os vestibulandos. Não sei quanto tempo antes da prova os fiscais são preparados, mas acredito que a preparação deva ser melhorada.

Além disso, duas coisas ainda me incomodam: a proibição da utilização de lápis; e a proibição do relógio de ponteiros.

Em relação ao primeiro caso, numa prova onde é preciso fazer contas e resenhar uma dissertação, é mais do que lógica a utilização de um lápis. Ainda que haja uma folha rascunho, há a possibilidade dela não ser suficiente.

Quanto ao segundo, a proibição de relógios digitais é completamente compreensível. Mas não há o quê consultar num relógio de ponteiro senão as horas. E aqui a argumentação contrária é de que o tempo é marcado na lousa. A argumentação é válida. Mas se faz necessário pensar que os vestibulandos seguem ordens diferentes de calcular o horário.

Marcar na lousa cada vez que se passa uma hora [e, da metade para o fim da prova: quarenta e cinco, trinta, e quinze minutos] não é de grande ajuda. Eu mesma gosto de consultar o relógio para melhor colocar minha estratégia em prática; como, por exemplo, ver há quanto tempo estou numa mesma questão. São pontos que precisam ser repensados.

Quando ao resultado, saberemos apenas em janeiro. Já que as questões não possuem o mesmo valor, a quantidade de acertos e/ou erros não diz muita coisa. O que sei é que melhorei um pouco em relação ao ano passado. Infelizmente não na proporção que eu pretendia e esperava. Há ainda a avaliação da redação.

Por ora, não nos resta nada; senão esperar. Que venham, então, as próximas provas.

Os estudos continuam.

Luiza Nunes é aluna do Cursinho da Poli

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13.outubro.2011 11:48:24

Opinião fast-food

Todo vestibulando sabe a importância de fazer uma boa redação no vestibular; metade da nota, geralmente, vem dessa avaliação. Mas se o vestibular já é um processo um tanto quanto desumano, a redação, por si só, não fica muito atrás.

A exemplo utilizemos a dissertação, forma de redação mais utilizada pelas instituições de ensino; numa dissertação é preciso argumentar sobre algum assunto, fazendo com que o leitor entenda o seu raciocínio. É preciso defender uma tese, e geralmente tenta-se convencer o leitor.

No entanto, sabemos que para ter bons argumentos é preciso conhecer o assunto do qual se fala; uma opinião é formada a partir do conhecimento do objeto e, mais importante ainda, a partir do amadurecimento desse conhecimento.

No vestibular, quase sempre, nos deparamos com temas dos quais não temos opinião formada. Então, em cerca de 1h30 precisamos ler e analisar uma coletânea de textos, formar ali mesmo, com base no que foi lido, uma opinião sobre o assunto e defender essa tese da melhor forma possível. O problema é que uma opinião não se forma em quinze
minutos.

Há outro problema. Escrever não é algo que se faça com tempo determinado; é necessário trabalhar as palavras, ler e reler o que foi escrito, organizar as idéias, lapidar o texto. Quando escrevemos uma carta, outro tipo de redação, não o fazemos em quinze minutos; o mesmo se pode dizer de uma narração. E além do tempo que se gasta em formular o texto, ainda há o tempo que se gasta para passá-lo a limpo.

O Enem possui 90 questões e mais uma redação em um dos dias em que a duração da prova é de 5h30. A Unicamp possui 48 questões e 3 redações. O tempo de prova é de cinco horas. Tempo insuficiente para ambos.

Talvez, e apenas talvez, avaliar o candidato com uma redação na segunda fase seja menos desumano, considerando que a 2ª fase tem em média 15 questões por dia e mais uma redação em um deles, e a duração da prova varia entre quatro e cinco horas. É exaustivo responder a varias questões (que ainda que sejam de multiplica escolha, precisam ser analisadas e respondidas tal qual as questões dissertativas) e ainda estruturar um texto. O processo todo é quase, para não dizer totalmente, torturante. Falta vigor psicológico para dar conta de tudo e ainda controlar o nervosismo.

Luiza Nunes é aluna do Cursinho da Poli

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O noticiário deixa estudantes literalmente de orelha em pé. Isso porque existe a possibilidade de acontecimentos de repercussão global serem utilizados para a formulação de questões do vestibular – o que não é uma novidade. No ano passado, por exemplo, uma das questões da segunda fase da Fuvest se referia ao Haiti, país que foi devastado por terremotos há um ano.

Embora tais assuntos sejam utilizados, tais questões, na realidade, servem apenas de pretexto para que um outro assunto seja abordado, para alívio dos vestibulandos. De qualquer forma, sim, além de estudarmos a matéria propriamente dita, devemos sair de nossa redoma. O vestibular exige, de inúmeras formas, que o aluno esteja conectado com o resto do mundo. Uma boa dica para quem tem pouco tempo é assistir o Jornal da TV Cultura, que conta com sociólogos, filósofos e juristas para a discussão de diversos temas.

A internet também é outra ferramenta que pode complementar os estudos. Sempre que posso navego em busca das principais notícias do dia. Na semana passada, um artigo me chamou atenção. Discutia o Projeto de Lei 408, proposto pelo senador Cristovam Buarque, pelo qual os filhos de agentes públicos eleitos seriam obrigados a estudar em escola pública até 2014.

Segundo o autor, a aceitação do projeto provocaria um maior interesse das autoridades para com a educação pública e, além disso, evitaria a evasão legal de dinheiro deduzido no imposto de renda dos parlamentares. Trata-se de uma questão curiosa e, cá entre nós, daria um belo tema de redação, tendo em vista que um projeto de lei que proibia estrangeirismos na língua já o foi.

Será que, realmente, a aprovação de tal projeto traria benefícios? Não é meu propósito responder a essa pergunta, mas, com certeza, a participação ativa da população em tais questões, seja discutindo ou propondo alterações, seria benéfica.

Caio Godinho é aluno do Anglo

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13.maio.2011 08:04:38

Tecendo redações

Bom dia, leitores!

Mais uma semana chega ao fim. Na segunda-feira, assisti à aula de redação com certa preocupação. O professor havia nos orientado a fazer um projeto de texto que, segundo ele, evitaria repetições e salientaria a “progressividade textual”.

Ansioso por testar tal método, decidi separar uma hora e meia daquele mesmo dia para produzir um texto. Após selecionar caprichosamente o que seria escrito em cada parágrafo, comecei. No entanto, não esperava que, justo naquele dia, os argumentos teimassem em ficar no plano das ideias. Com esforço, consegui terminar a redação, que ficou parecendo mais um amontoado de frases do que um tecido de palavras. Consequência: o pesadelo da redação voltou.

Sabendo que se trata de um trabalho a longo prazo, agradeço à equipe do Estadão.edu por proporcionar este espaço para que eu desenvolva minha escrita, tendo em vista a importância da redação no vestibular. Agora, me resta parodiar Marcel Proust e ir em busca do tempo perdido.

Caio Godinho é aluno do Anglo

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12.maio.2011 08:10:53

O que me preocupa

No dia 1.º, um domingo, tive meu primeiro simulado do ano no cursinho. Peguei o gabarito para conferir essa semana. O resultado foi dentro do que eu presumia. Claro que eu poderia ter ido melhor, mas não me surpreendi com os meus erros. Biologia – volto a bater nesta tecla - foi a matéria na qual obtive os piores resultados. Seguida de história (aliás, este é um caso a parte na minha vida, já que não gostar de história é algo contraditório para mim).

E como eu esperava, matemática foi a responsável pela maior quantidade de acertos. Por enquanto, minhas duas maiores preocupações serão história e biologia.

Além do simulado, o que me chamou a atenção esta semana foram as aulas de redação. Normalmente tenho bons resultados com meus textos. Mas bom não é o suficiente. Apesar de gostar de escrever, descobri que meu problema com a redação está em ter de escrever sobre o que me mandam, que geralmente não é um assunto do qual eu goste.

Se falo sobre o que gosto, me saio bem. No entanto, as redações dos vestibulares me assustam. Primeiro porque, por mais que façamos ideia de qual será o tema, é sempre surpreendente. Segundo porque o tempo para responder às questões e dissertar é muito curto. Geralmente me sobra uma hora para escrever o rascunho, colocar as ideias no lugar e passar a limpo. Gosto de escrever com calma, com bastante tempo. Embora eu faça redações semanalmente no cursinho, é algo que precisarei treinar mais!

Luiza Nunes é aluna do Cursinho da Poli

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Depois de quatro longos anos, esta é a primeira vez que voltei a ter férias tranquilas, sem preocupações com listas e resultados – afinal, desde o 1º colegial, vinha prestando as provas da Fuvest.

Porém, mesmo em férias e distante alguns bons quilômetros de São Paulo, não deixei de ter a curiosidade de espiar o tema de redação para conferir se a Fuvest surpreendeu, ou não, mais uma vez.

“Altruísmo e pensamento a longo prazo”. Fiquei contente com essa proposta e mais ainda com o questionamento suscitado: “eles ainda têm lugar no mundo contemporâneo?”

Ao pensar nesse tema, o associei muito a algo que reparei nessas férias: estive observando essa moda que pegou de colar adesivos representando a família no porta-malas do carro.
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Nesses dias em que meu itinerário deixou um pouco de ser casa-Cidade Universitária, Cidade Universitária-casa, notei as mais diversas famílias estampadas: além das tradicionais do “American way of life”, havia composições com famílias sem pai, mas com cachorro, outras com mais gatos do que filhos, outra que era só uma menina com seu animal de estimação, e por aí vai. Porém, decepcionei-me por não ter encontrado um determinado tipo de pessoa representado em praticamente nenhum carro: as pessoas com deficiência.

Num tempo em que vivemos num “mundo por imagens” (tema de redação da Fuvest 2010), é triste não encontrar uma representação digna para as pessoas com deficiência nem no adesivo do porta-malas do carro.

Ao pesquisar na web, consultando diversas cartelas de adesivos, encontrei representações de meninos e meninas de todos os tipos e tribos, rockeiros, emos e até black power. Com muito custo, encontrei uma pessoa numa cadeira de rodas – porém era uma velha senhora com um semblante triste.

Por que não representar um deficiente feliz, jovem e sorridente e insistir em associá-lo a alguém com doença e depressão? Eles é que são o maior símbolo de altruísmo com seus exemplos de vida. A grande pena é que eles não podem contar com o altruísmo dos outros tendo muitas vezes que esperar um longo, longuíssimo prazo para o reconhecimento.

Prova disso está no fato de a Fuvest ter explicado na proposta o significado da palavra “altruísmo” segundo o Houaiss. Se essa atitude fosse comum, não haveria razão para explicá-la como um verbete de dicionário que ninguém sabe o que é.

Vou registrar, então, esse significado mais uma vez, para que em nossas redações diárias não o esqueçamos mais de inclui-lo para a “descatracalização” da vida:

Altruísmo = s.m. Tendência ou inclinação de natureza instintiva que incita o ser humano à preocupação com o outro.

“Onde não há pensamento a longo prazo, dificilmente pode haver um senso de destino compartilhado, um sentimento de irmandade, um impulso de cerrar fileiras, ficar ombro a ombro ou marchar no mesmo passo.” (Z. Bauman. Vidas desperdiçadas – Texto 3, Fuvest 2011)

Leandro está no 2º ano de Jornalismo na ECA-USP

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26.outubro.2010 08:00:30

Tempo é pontuação

Tempo é uma coisa que costuma estar na cabeça do vestibulando. O final do ano está chegando, por exemplo, e as provas também. Tanto tempo se passou, e será que aproveitei bem para estudar? Ou será que poderia ter disperdiçado menos tempo?

Uma das coisas que faço – ou neuroses que tenho – é cronometrar o período que passo resolvendo uma questão discursiva. Ano passado, na segunda fase da Fuvest, entreguei a prova com duas questões em branco. Falta de conhecimento? Mais de tempo, eu acho.

Se bem que, se eu conseguisse organizar as ideias com mais facilidade, ou, em outras palavras, se tivesse mais habilidade em redigir, eu seria mais rápida. Percebi que minha dificuldade – e demora – em responder não está necessariamente em saber o que a questão pergunta, mas conseguir escrever a resposta.

Ponto para os professores do cursinho que focam nessa área. Pena que nem todos pensem assim. Algums mandam conteúdo atrás de conteúdo. Os vestibulares cobram expressão e articulação. Mas quem ensina?

E não sou só eu que tenho dificuldade nisso. Muita gente no cursinho reclama. E nos simulados, não são poucos os que vão mal na parte escrita. Só me resta continuar contando o tempo que levo para responder, e torcer para que ele diminua.

Cinthia é vestibulanda do Etapa e vai prestar Administração e Economia

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Não sei se vocês sabem que o vestibular da Fuvest tem duas fases. Na primeira, temos que responder a 90 questões de todas as matérias do ensino médio, em cinco horas. Elas são do tipo múltipla escolha. O difícil mesmo é a segunda fase, em que precisamos fazer TRÊS provas, em dias diferentes. Quer dizer, eu, que vou prestar para Administração, vou fazer três provas. Tem gente que faz QUATRO, sendo uma de habilidades específicas.

Ano passado me dei mal na segunda fase. É muito cansativo fazer tantas provas. E as questões da segunda fase são todas dissertativas. Por isso que, neste ano, estou treinando bastante a escrita. Fazendo aulas de redação, por exemplo.

Na semana passada fiz mais um simulado, lá no Etapa, da segunda prova da segunda fase. São 20 questões de todas as matérias, menos português, e tem umas que são interdisciplinares. Misturam matemática e biologia, por exemplo. Minha meta é fazer um simulado desse a cada 15 dias, até o vestibular.

A gente tem só quatro horas para responder a todas as questões. Começo com as mais fáceis, de matérias que tenho mais facilidade – história, geografia, biologia – e deixo sempre matemática e física por último. Se não der tempo de fazer todas, pelo menos deixo em branco as que eu menos saberia fazer.

No vestibular do ano passado, mal consegui fazer as questões de matemática. Por falta de tempo e por minha dificuldade com a matéria, mesmo. Não é a primeira vez que vocês me veem reclamar, aqui, da matemática.

O Etapa é muito bom no ensino das matérias de exatas. Ainda assim, sinto que estou evoluindo pouco. O problema é que cheguei totalmente sem base em matemática para encarar o vestibular. Fiz o ensino médio em escola pública antes de fazer cursinho no Etapa, no ano passado.

Daí eu priorizei as coisas que tinha mais facilidade e fui largando as de exatas. Era muito assunto para aprender em apenas um ano. Tanto é que não deu: levei bomba no vestibular. Mas esse ano ainda é muito difícil. Eu tento, tento, mas não consigo fazer muita coisa.

Preciso consertar isso ainda este ano. Se não, não vai dar pra mim de novo…

Cinthia é vestibulanda do Etapa e vai prestar Administração e Economia

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Se é pra estudar para o vestibular, que seja pra valer. Por isso, tomei várias decisões importantes na semana passada. Já contei aqui, por exemplo, que entrei de vez no ritmo do cursinho e estou estudando umas quatro horas por dia. Chego em casa cada vez mais cansada e agora só faço tomar banho, jantar e dormir.

Quero render mais, sabe? Antes eu só ia pra cama tarde e não aguentava as primeiras aulas do dia seguinte, ficava morrendo de sono. E eu tenho que acordar às 5h30…

Ah, também tive uma palestra superlegal, lá no próprio Etapa, sobre Dom Casmurro, de Machado de Assis. Continuo no meu firme propósito de escrever uma redação por semana – quem sabe até duas -, porque a prova conta muito na Fuvest. E me esforçando um pouco mais para aprender matemática.

Até a próxima semana!

Cinthia Neri, vestibulanda do Etapa e vai prestar Administração e Economia

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Semana passada foi a primeira lá no Etapa, depois da volta das férias. É duro voltar ao ritmo, demora um pouquinho… Comecei estudando duas horas por dia, agora já estou estudando quatro.

O que anda me irritando, na verdade, é matemática. Fiquei ontem três horas estudando, demorei para fazer os exercícios… Mas, nem tudo é maravilhoso no mundo dos vestibulandos…

Pra dizer a verdade, estou gostando muito é do curso de redação que faço na (avenida) Paulista. Temos dicas boas de como fazer redação. Daí a gente faz uma toda semana, leva e ela é corrigida. Isso esta melhorando meu texto, pois agora consigo ver onde estou errando, consigo detectar bem os meus erros. Sempre tive dificuldade em pegar as ideias que tenho e deixá-las “corretinhas”, com coerência, essas coisas.

Esta semana pretendo manter meu ritmo de estudos, parando para descansar de leve. Também não esqueci que preciso dar uma olhada no Manual da Fuvest, que acabou de ser divulgado!

Cinthia Neri, vestibulanda do Etapa e vai prestar Administração e Economia

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