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25.abril.2012 08:04:16

Cotas raciais: contra e a favor

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar nesta quarta-feira, 25, processos que definirão se o sistema de cotas raciais e sociais adotado por universidades brasileiras é ou não constitucional. A pedido do Estado, dois advogados ligados ao movimento negro escreveram artigos sobre a medida, um favorável e outro contrário.

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Comentários (145) | comente

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145 Comentários Comente também
  • 25/04/2012 - 08:31
    Enviado por: Lucia

    Puro racismo. Para as demais raças. Todos têm cérebro, todos são inteligentes. Basta usar e não se encostar na lei.

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  • 25/04/2012 - 08:54
    Enviado por: JOÃO CELIO TIMBONI

    Se for assim, temos que dar cotas para todos os 16,2 milhões de brasileiros que vivem em situação de pobreza extrema, negros, pardos e brancos. Que condições terão estas famílias para estudar numa escola decente? Sou contra.

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    • 25/04/2012 - 09:59
      Enviado por: Adriane

      No país em que estatísticas comprovam o absurdo de que quem estuda em escola particular vai para faculdade pública; e quem estuda em escola pública tem que pagar faculdade particular – se puder e quiser – talvez este fosse o primeiro passo para tratar, num futuro muito distante, os iguais com igualdade.
      No dia em que quem estudar em escola pública tiver as mesmas chances (ensino de qualidade) para entrar numa faculdade pública, talvez lutem para melhorar a qualidade do ensino em nosso país… Quem sabe nesse dia criem uma lei que ofereça cotas de 50% das vagas para alunos que estudaram a vida inteira em escola pública, independente de raça.

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    • 26/04/2012 - 09:16
      Enviado por: Lucia

      Sou contra sim. Esse tipo de reserva de vaga fere a dignidade da pessoa e afeta o próprio combate ao racismo.O governo tem obrigação de doar bolsas sociais aos menos favorecidos no ensino médio, para que tenham oportunidades nas melhores faculdades. Mas, cotas raciais. Puro racismo.

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  • 25/04/2012 - 09:06
    Enviado por: Carlos Duarte

    O sistema de cotas é um verdadeiro absurdo. O que exatamente vem a ser “branco”? Sob que critérios? Quem é que determina a cor de uma pessoa? Por que é que uma pessoa deve ter mais direitos do que outra em função da cor de sua pele ou de seu status social?

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    • 25/04/2012 - 15:15
      Enviado por: tania

      Ser branco é ter a cor da pele clara, fui clara?

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    • 26/04/2012 - 17:18
      Enviado por: André Felix

      Para a Tania: no Brasil, com tantas uniões interraciais existem varias tonalidade de brancos. Eu sou bem moreno, pois herdei isso do meu pai. Já os meus dois irmãos são ruivos e muito brancos, como a família da minha mãe. Os meus pais são migrantes nordestinos, todos nós estudamos na mesma escola pública aqui do bairro e nunca conseguimos entrar numa universidade pública. Esse tipo de lei vale para países onde os casamentos entre brancos e negros não são comuns e a maioria dos brancos são de classe média ou ricos. Até pode ser que no Brasil a maioria dos ricos sejam brancos mas é bom enfatizar que, mesmo assim, a maioria dos pobre continua sendo branca. Mas agora vai passar a existir uma casta privilegiada entre os pobres do Brasil – a casta dos negros pobres. E claro que não vai faltar negros da classe média para cima gozando desse privilégio. O critério para as cotas deveria ser a escola pública não a cor da pele. Aliás, o melhor seria oferecer um ensino público melhor.

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    • 27/04/2012 - 09:25
      Enviado por: tania

      Para André: negros e brancos de classe média vão tentar se privilegiar dessas cotas, isso é certo. Falta de caráter existe. Também concordo quando diz que o melhor é o ensino público de qualidade. Penso que o sistema de cotas é um começo, enquanto esperamos por investimento na educação pública, que, acredito, infelizmente vai demorar a acontecer. Aqui em Brasília amargamos mais de 40 dias com professores em greve enquanto nosso governador investe no próprio bolso.

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    • 27/04/2012 - 13:39
      Enviado por: Renato Oliveira

      Cara Tânia, não conheço neenhum dado estatístico que justifique as suas observações. Quase 95% dos brancos brasileiros casam-se com aqueles socialmente representados como brancos. Boa parte dos casamentos entre negros e brancos acontecem entre as classes baixas e mesmo assim entre negros de pele clara. A classe média branca (o grupo social que ocupa a vasta maioria das vagas na universidade) quase nunca se casa fora do seu grupo racial.

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  • 25/04/2012 - 09:06
    Enviado por: Dr. Herckmans Ricloarson Tonhá Moreira

    O artigo do nobre colega Dr. José Roberto Ferreira Militão já diz absolutamente tudo quanto ao aspecto jurídico dessa aberração trazida através de uma importação esdrúxula de uma política pública americana do governo democrata de Bill Clinton pelo então presidente da república, Fernando Henrique Cardoso, que sempre teve vergonha de sua descendência afro, sempre foi recalcado por ser moreno, ao contrário dos negros orgulhosos de sua cor. A nossa lei fundamental veda expressamente qualquer discriminação em razão de cor ou raça, conforme reza a cláusula pétrea assentada pelo constituinte originário e imutável na vigência da atual Constituição Federal no seu artigo 3º, inciso IV. Contudo em sendo o Supremo Tribunal Federal um tribunal político e não jurídico, é possível ao mesmo julgar contra os preceitos constitucionais sem que haja qualquer forma recursal cabível no âmbito do direito pátrio contra as decisões colegiadas do seu pleno. Os ministros dessa egrégia corte já rasgaram e usurparão da Charta Magna brasileira diversas vezes ao seu bel prazer e ao deleite de seus interesses político-partidários. Mas é certo, do prisma intelectivo da hermenêutica jurídica, que o sistema de cotas raciais é incompatível com nossa Constituição. Somente através de uma nova Constituição seria permissível tê-lo, conquanto o atual corpo do STF já a tornou um mero pedaço de papel em seus inúmeros julgados inconstitucionais.

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    • 25/04/2012 - 20:21
      Enviado por: Silvia

      Parabéns pela objetividade e clareza de suas colocações. É um texto irretocável sobre a triste discriminação racial de negros e pobres, em face dos princípios contidos na Carta Magna. Além do mais, aproveita o ensejo para homenagear os ilustres ministros de nosso excelso STF e suas posições políticas, ao invés de jurídicas, na apreciação de temas populares.

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  • 25/04/2012 - 09:09
    Enviado por: Marcelo

    Nessa questao há duas coisas distintas. A existência de algum mecanismo compensatório, pela ausencia de condições de competição equitativa, e se o mecanismo compensatório deva ser a cota. Em relação ao primeiro item, creio que os egressos das escolas com baixa classificação (principalmente públicas) possam ter alguma compensação, mas não considero o mecanismo de cotas adequado. A atribuição de pontos adicionais, como feito pela Fuvest, me parece a melhor solução.

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    • 26/04/2012 - 08:31
      Enviado por: Ney S. Monteiro

      Cursos suplementares, gratuitos, para adequá-los à competitividade de um vestibular.
      Mas para as pessoas de baixa renda, não importando se a cor de sua pele é negra, branca, amarela ou furta-cor.

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  • 25/04/2012 - 09:11
    Enviado por: Christina

    Meu voto é contra a cota racial.

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  • 25/04/2012 - 09:19
    Enviado por: valramos

    O STF deveria aproveitar e legalizar as cotas também para a televisão, já que é uma concessão pública. No Brasil um negro nunca pode ser um apresentador de televisão, parece que é proibido ser uma Xuxa, um Galvão Bueno, um Faustão, um Gugu, uma Hebe, um Luciano Huck, uma Angelica, nem um Datena pode ser. Nos canais de tv por assinatura então negro é proibido de ser apresentador. As grandes redes não gostam de negros no topo dos programas, doutrina seguida pelas afiliadas espalhadas pelo Brasil. Isso precisa mudar. A ESPN internacional mostra varios apresentadores negros, na ESPN Brasil não existe nenhum. Parece que o negro não tem valor nenhum em termos televisivos.

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    • 25/04/2012 - 11:07
      Enviado por: alvim

      Concordo plenamente com você.

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    • 26/04/2012 - 23:34
      Enviado por: Rafael

      Muito bem notado. Numa economia neoliberal, regida pelo mercado, essa ausência de negros na mídia não refletiria o medo empresarial de fuga de clientes de seu produto – prática que pode ser traduzida como “racismo”?

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  • 25/04/2012 - 09:26
    Enviado por: Renato Salvador

    Sou totalmente contrário ao sistema de cotas nas faculdades brasileiras, visto que contraria o previsto na Constituição, que diz: “Todos são iguais perante a lei”. Sendo assim, negros, índios, portadores de necessidades especiais, deveriam ser tratados de forma igual, ou, estaremos provando que somos um país racista. Ou não?

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    • 25/04/2012 - 10:48
      Enviado por: Rafael

      Há histórica diferenciação entre igualdade formal, a saber, aquela perante a lei, e a substancial (ou material), ou seja, a verificada no mundo real. De fato, todos são iguais perante a lei, mas o Estado, através de lei e atos infralegais, deve criar condições para diminuir as desigualdades sociais (um dos fundamentos da República Federativa do Brasil, conforme o inciso III, artigo 3º). Com isto, busca-se efetivar o ideal aristotélico segundo o qual “Devemos tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de sua desigualdade”, o que, por certo, é imposto pela Constituição da República. Ademais, a política de cotas em universidades busca desconstruir desigualdes históricas e tem se mostrado bastante efetiva, tendo em vista que pesquisas realizadas em tais universidades (notadamente a Unicamp e a USP, embora não tenham adotado o sistema de cotas, mas de bonificação aos declarados negros e oriundos de escolas públicas) indicam que alunos egressos de escolas públicas têm rendimentos acadêmicos iguais ou superiores ao observado entre os formados em estabelecimentos comerciais.
      Não vejo impedimentos para que a Suprema Corte declare as cotas em universidades públicas constitucionais de forma unânime, ou, ao menos, com razoável folga.

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  • 25/04/2012 - 09:29
    Enviado por: Ramon Chaves

    O mito da raça deve ser repudiado, terminantemente. Não podemos nos deixar iludir: não há distinção entre raça, e dar ” cotas” a homens pretos é amenizar a total devastação da pobreza brasileira, que não é definida há muito pela cor. O problema gerado a pessoas pretas é histórico, entretanto não é determinante para a desigualdade social hoje. Embora desigualdade social e preconceito sejam problemas , neste caso, oriundos do mesmo ponto históricos, são também dois problemas diferentes. Não podemos dar cotas a alguém porque é preto pois isso seria considerar que só o fato de ter uma pele preta justificaria a falta de acesso à universidade. Falta de acesso está relacionada à desigualdade, à negligência pública com as escolas públicas de educação básica, à falta de profissionais da educação bem qualificados, remunerados e prestigiados, à falta de bom senso. Reduzir isso a apenas a coloração de nossa pele é tornar o problema simplório. Preconceito é preconceito e isso deve ser banido, de maneira ética. Falta de acesso é falta de acesso, e deve ser banida, mas não com ações que mais parecem estar relacionadas ao preconceito.

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  • 25/04/2012 - 09:30
    Enviado por: clara leonor vaz guimaraes

    Parabens ao Dr. Jose Roberto Militão pelo seu possicionamento, culto, brilhante, lucido e honesto. Tenho duas grandes amigas de cor de pele negra que me acompanham a mais de 50 anos e fiquei chocada quando a politica de segregar os negros adotando cotas foi estabelecida pelo Governo. Esta politica é tão degradante quanto a da escravidão. Hoje um dos maiores lideres mundiais tem a cor negra na pele. O Presidente Barak Obama é um exemplo de como o negro em igualdade de condições sociais se destaca da mesma maneira que as pessoas de pele branca. O que todas as pessoas precisam independente de raça, cor, origem é meios de ter acesso a educação e saude de qualidade, e trabalho. A China deu provas incontesteis de que essa é a verdade. Em 65 anos é a 2ª segunda potencia do mundo, a partir de 1948 quando tinha 98% da sua população analfabeta e um grande contigente de famintos. Temos de acabar com a miséria, dar estudo de qualidade para crianças, cuidados a saude e criando perspectiva de trabalho.

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  • 25/04/2012 - 09:31
    Enviado por: Corinto Luis Ribeiro

    Meu pai era caboclo de tez escura, minha mãe italiana de um branco sanguíneo; minha mulher descende de índios, caboclos e portugueses. Portanto temos uma porcentagem de sangue africano. Nossos filhos tem a tez clara. Por que não entrariam nas cotas? Qual o critério objetivo que determina quem é ou não afro descendete?

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    • 25/04/2012 - 14:32
      Enviado por: tania

      Nesses casos é importante a capacidade de julgar. Em primeiro lugar: meus filhos precisam necessariamente, pra ingressar na universidade pública, usar o sistema de cotas? Segundo e mais importante: qual a cor da pele dos meus filhos? A partir daí, ir atrás do que você acha certo. O que não dá é pra ficar com questionamentos absurdos iguais a esses e outros mais

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  • 25/04/2012 - 09:36
    Enviado por: Eduardo

    As cotas sociais são importantes para tentar diminuir a desigualdade neste País. Já as cotas raciais só irão nos tornar mais parecidos com os EUA. Acredito que com as cotas raciais essa polêmica sobre raça só irá aumentar, dificultando ainda mais a vida dos negros.

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  • 25/04/2012 - 09:38
    Enviado por: Bernadete Grzyb

    Certo sim é metodo da USP…sem racismo e dando cotas a quem faz o ensino médio em escola publíca,que realmente leva desvantagem e os alunos se saem as vezes melhor que alunos do ensino privado…porque veem a chance da vida e se agarram a ela se saindo melhor que alunos sem cota alguma e que estudaram a vida inteira em escolas particulares.

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  • 25/04/2012 - 09:39
    Enviado por: heber marianno pardo

    Sempre fui contra as cotas. O poder público deveria dar estudo adequado a todos, desde do primeiro grau. Se o senhores juristas lembrarem, tínhamos que fazer teste para escolher escolas publicas para o segundo grau, porque a qualidade era de nível alto. Aí, o nível foi caindo. A escola pública está decadente. E aí, o governo cria as cotas. Isso é uma utopia. A minha pergunta e a seguinte: na Bahia, de maioria de cor afro, os de cor clara, que são minoria, têm direito a cotas?

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    • 25/04/2012 - 13:55
      Enviado por: tania

      Não.

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    • 26/04/2012 - 17:10
      Enviado por: Luis Fernando

      Sua pergunta é interessante. Vá à Bahia e dá uma olhada nos escritórios de engenharia, de advocacia ou mesmo em repartições públicas. Verás um exemplo claríssimo de que tem algo muito errado. Uma compensação por isso é exatamente o que se está debatendo.

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    • 26/04/2012 - 19:51
      Enviado por: andré

      Bem observado. A Bahia, estado de maioria negra, nunca teve um governador negro. O Rio Grande do Sul, estado de maioria branca, teve: Alceu Collares. E ele não precisou de cota.

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  • 25/04/2012 - 09:40
    Enviado por: Ana Claúdia

    Sou contra a dar cotas, todos tem direito perante a lei a disputar vagas na universidade.

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  • 25/04/2012 - 09:41
    Enviado por: Cesar

    Esse sistema de cotas só beneficia os afro-descendentes que tem condições de estudar em escola particular e fazer cursos preparatórios para prestar vestibular, ou seja, só beneficia justamente quem não precisa.
    Um sistema de cotas para quem não tem o mínimo de oportunidades, como uma educação de qualidade, independente da cor da pele, seria muito mais justo e aí sim beneficiaria quem realmente precisa.

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  • 25/04/2012 - 09:42
    Enviado por: Willian Esser

    Criar cotas para pessoas com mesmos níveis de capacidade mental e física não é o caminho para o combate a toda essa discriminação que existe no País. Se aprofundarmos nossas idéias, veremos que isso é mais uma forma de diferenciar pessoas, separa-las e não introduzi-las na sociedade, pois serão cotistas, estarão lá apenas “por causa das cotas para sua raça”. Levamos em consideração todos as grandes pessoas de sucesso. Quantas raças, quantas cores. Enfim, acredito em um brasil onde um dia teremos mesmas oportunidades, mesma qualidade de vida!

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  • 25/04/2012 - 09:45
    Enviado por: PAULO SILVA

    Todos, independente de cor e etnia, merecem direito à melhoria de vida. Não podemos privilegiar um ou outro grupo (até por que seria descriminar outros). Sendo assim, a cota social seria o mais correto, pois todos que estão em situação de pobreza teriam sua vida melhorada. Sou contra a conta racial.

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  • 25/04/2012 - 09:46
    Enviado por: Eduardo Piza Mello

    Meu voto é a favor das cotas raciais. Este quadro histórico somente poderá ser desfeito mediante adoção de políticas que tendam ao equilíbrio e correção desta distorção social, com a consequente formação de uma nova classe de negros e negras com acesso a universidades, com melhoria salarial, alcançando auto estima e conscientização de sua condição de segregado.

    Racismo deliberado é fazer de conta que os negros ocupam posições sociais inferiores por que são inferiores e não por que historica e socialmente foram lhe reservadas tais condições por dominação mediante escravização e violência física. Além, é claro, do próprio racismo implícito na cultura brasileira.

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    • 25/04/2012 - 10:03
      Enviado por: Patricia Santos

      Concordo com vc Eduardo Piza, o que não se comenta é que havia uma lei que proibia o acesso de negros aos bancos escolares.

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  • 25/04/2012 - 09:48
    Enviado por: Durval barreiro

    Parabens José Roberto Militão. Como se pode lutar contra discriminação racial, adotando sistema de cotas para negros ? Se os negros tem a mesma capacidade intelectual de outras raças, por que cotas?

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  • 25/04/2012 - 09:49
    Enviado por: Carlos Eduardo Dias Machado

    Cotas fazem parte das políticas de Ação Afirmativa adotadas em diversos países do mundo, que visam superar desigualdades históricas que a abolição da escravidão de 123 anos atrás não reparou. O resultado está aí nos indicadores do IBGE, IPEA, SEADE, ETHOS e tantos outros que mostram os efeitos do racismo que gera desigualdade social, lugar que a população negra se encontra desde 1888. São medidas constitucionais e visam melhorar o Desenvolvimento Humano do Brasil, a democracia e colaboram para a promoção da igualdade racial que beneficiam todas e todos os brasileiros.

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  • 25/04/2012 - 09:54
    Enviado por: Romualdo

    Sou totalmente a favor das cotas raciais, o País se livrou da escravidão, mas o preconceito ainda existe e muito. Um paí de família negro ganhando bem menos que um branco jamais poderá dar ao filho dele o mesmo que o outro dá ao seu filho. O que se tenta é dar as mesmas oportunidades para que as pessoas possam participar em todas as áreas da sociedade. Se isso vai ser eternamente pode até se discutir, mas, no momento, não existe outro caminho. Negros, índios e nordestinos ainda são muito discriminados no Brasil. Espero que a sociedade brasileira que está tendo crescimento financeiro nos últimos anos, também tenha crescimento moral.

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  • 25/04/2012 - 09:55
    Enviado por: Newton Camboím

    A Constituiçao Federal é clara e dá direitos iguais para todos, sem particularidades por serem brancos ou negros.

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  • 25/04/2012 - 09:56
    Enviado por: Ronaldo

    Cotas raciais são claramente ilegais e não fazem sentido nenhum. Admitindo-se que haja uma ‘dívida histórica’ com os negros. Quem é credor e quem é devedor dessa dívida. Eu, que não sou negro, não me considero devedor, porque meus antepassados nunca tiveram um escravo (chegaram ao Brasil mais tarde), mas vou ter de pagá-la. Em contrapartida, quem é que garante que alguém beneficiado pelas cotas não pode ser devedor?, pois seus antepassados podem ter sido donos de escravos. Além disso, a experiência de outros países demonstra claramente que cotas raciais podem contribuir para diversificar um pouco a elite, mas não alteram profundamente os indicadores globais da relação ‘raça’ X pobreza.

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  • 25/04/2012 - 09:57
    Enviado por: Elcio Alves

    Em um país que se diz democrático, mas sua sociedade utiliza pensamentos e atitudes ainda de um país colonizado e dependente, as cotas raciais servem de ponte para a reivindicação daquilo que nossos antepassados negros produziram de riqueza e cultura durante séculos e não foram reconhecidos. As novas gerações de negros ainda não podem usufruir dessas riquezas, pois as mesmas ainda continuam sob direção dos brancos. As cotas são constitucionais, são direitos sociais e são necessárias. O preconceito, o racismo e a intolerância, mecanismos de extermínio dos negros (vide as pesquisas populacionais recentes) devem ser extinguidas. Enquanto isso não acontece, o povo negro deve lutar e resistir por aquilo que foi retirado há tempos: o seu direito a ser negro.

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  • 25/04/2012 - 10:00
    Enviado por: Marco M

    Eu sou contra! Vim de família simples (apesar de mistura branca e parda), minha mãe e pai chegaram a morar no Morro de São Bento em Santos ( local muito simples com familias de classe D e E) e mesmo assim hj com meus 40 anos consegui completar minha Faculdade, hj estou cursando uma MBA. O Estado deveria é cumprir o papel básico dele: Oferecer ensino de qualidade e melhorias no sistema de ensino e estruturas das escolas, oferecer inclusive mais escolas de tempo integral agregando além das matérias básicas, esportes, artes e civismo ( moral e cívica que esta em falta na nossa sociedade e jovens).
    Assim todos os jovens tem as mesmas condições em termos de formação para acessar uma Universidade ou Faculdade, onde o acesso, a formação e a conclusão vão dependender muito mais da força de vontade própria.
    O Brasil esta se tornando um país de leis, onde o Estado não cumpre seu papel básico ( Educação, Saúde e segurança) e transfere as responsabilidades aos cidadões e empresas privadas por meios de Leis e Multas.

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    • 25/04/2012 - 10:04
      Enviado por: Marco M

      Conforme alguns ja comentaram, não somos todos iguais perante a Lei ( com excessão dos Políticos e Magistrados com suas imunidades, isso sim, fere a lei). Então a todos devem ser dar as mesmas condições de ensino.

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  • 25/04/2012 - 10:02
    Enviado por: Carvalho

    Eu sou branco e sou pobre. E conheço um tanto de branco pobre também. As cotas devem ser sociais. Medidas pela renda entre outras características

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  • 25/04/2012 - 10:02
    Enviado por: Assis Medeiros

    Um “branco” e um “negro” são da mesma raça. O que este país chamado Brasil deveria fazer era se ocupar de melhorar a educação pública básica. Assim, as pessoas que não podem pagar uma boa escola aprenderiam e entrariam na universidade pelo seu próprio mérito. Cotas raciais (volto a dizer: somos uma mesma raça!) é mais uma forma de discriminação e humilhação. No interior da Paraíba e de Pernambuco (e de outros estados brasileiros) nós temos muitos “brancos” pobres sem acesso à educação. Já imaginaram o que é ser “branco” pobre no Brasil depois das cotas? Esse cara não tem nenhuma chance de chegar à universidade. Não resolvemos um problema criando outro. O nosso problema é “simples”: dar igualdade de educação a todos.

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  • 25/04/2012 - 10:06
    Enviado por: Gleison

    Sou a favor da cota porem somente para alunos vindo de escola publica,pq todos sabem que o ensino da rede particular e totalmente diferente da rede publica entao fica uma desigualdade na hora de competir um aluno da escola publica contra um aluno da escola privada mesmo que este aluno seja nota 10 na escola publica o conhecimento passado e deficiente para competir com alunos mais bem preparados das escolas particulares para entrar numa universidade publica e so vcs verem que a grande maioria mais de 85% vem das escolas particulares.Entao deveria ter sim uma cota unica de 50% na universidade publica para somente estutantes que estudaram toda sua vida em escola publica possam entrar ae entraria tantos negros,pobres,brancos com igualdade de condições e deixaria de ser uma cota racial englobaria todos numa cota só.

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  • 25/04/2012 - 10:07
    Enviado por: Paulo Cesar

    Ser negro é ser menos inteligente que os outros? A cota justa não deveria ser para egressos do ensino público? Isso o ENEM já faz, então pra que discriminar o restante do Brasil? Vamos combater a discriminação, discriminando?

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  • 25/04/2012 - 10:07
    Enviado por: Luiz Claudio

    já que somos todos iguais, que o Estado indenize todas as famílias descendentes de escravos que não tiveram seus direitos de ir e vir, que sofreram crimes de sequestro e carcere privado e que seus familiares sofrem as consequências até os dias de hoje, morando em favelas e cortiços, e por isso não somos todos iguais como falam.
    Luiz

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  • 25/04/2012 - 10:10
    Enviado por: GilRikardo-Blog

    Durante quarenta anos estive cercado por pessoas. E cada qual com suas virtudes e defeitos. Além de suas competências e incompetências. Nada estranho, tudo dentro da convivência pacífica entre seres humanos lutando pela sobrevivência, até que de uma década para cá, surgiram esses movimentos de minorias ou igualdades ou diversidades, e começaram a construir coisas que dantes em minha vivência não existiam… não existem razões para ser a favor…

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  • 25/04/2012 - 10:13
    Enviado por: Marco Trajano

    Pena que nem todos os negros, na verdade a imensa maioria da comunidade negra, nao teve o acesso que o Dr. Jose Roberto Ferreira Militao teve a educacao. No dia em que houver tantos negros quanto brancos nas universidades poderei pensar dessa forma. As leis e constituicao estao aqui para servir ao povo brasileiro. Se, por um engano, a CF nao garante educacao de qualidade superior aos negros – visto que 99.99% nao chegam as universidades – entao a CF esta errada neste ponto e precisa ser mudada.

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  • 25/04/2012 - 10:19
    Enviado por: Fabricio da luz melo

    Sou contra porque segundo a constituição federal refere-se como todo homem e mulher é igual perante a lei independentemente raça, religião e classe social. Esse tipo de privilégio tira vaga de um estudante que foi bem no vestibular favorecendo quem acertou menos pontos. Quer entrar em uma faculdade, faça por merecer. Estude.

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  • 25/04/2012 - 10:24
    Enviado por: Sebá

    Sou contra cota racial, se é para ter cotas vamos ter cotas para pobres, ai sim é seria um instrumento de inclusão social.

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  • 25/04/2012 - 10:29
    Enviado por: Tetsuo Shimura

    Sou contra, porque a simples menção de cotas raciais implica que, como descendente de japoneses, eu teria algum direito, caso passe pelo STF. Também sou contra porque o Artigo 5º da Constituição diz taxativamente: Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes. A cota não pode prejudicar os demais brasileiros ou estrangeiros residentes. Se, é verdade que (ítem XLI) a lei punirá qualquer discriminação atentatória aos direitos e liberdades fundamentais, então o STF precisa cassar esta aberração jurídica das cotas raciais que iriam atentar contra os direitos dos não cotistas. Se o projeto de cotas pretendeu buscar uma forma de pedir desculpas para a escravidão, que se busque na educação, na moradia, na saúde, no trabalho e no lazer, trazendo aos pretensos privilegiados a igualdade também para o dever. Ao assumir que as cotas satisfazem aos descendentes da escravidão, qual seria o tempo de validade? Pelos próximos dois ou três milênios?

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  • 25/04/2012 - 10:31
    Enviado por: Jabre

    25.4.12 – 10:25
    O negro sempre foi um marginalizado, desde que foi trazido da África, a ferro e fogo, no ventre putrefacto de embarcações, feito animais, para fornecer braços para a economia colonial. Mesmo depois da abolição, continuou na sarjeta, quer dizer, sem oportunidade alguma de atingir melhores posições, dado o enorme atraso cultural a que foi submetido e, inclusive, por causa da cor da pele. E ai chega meia dúzia de defensores da superioridade da cor dizendo que todos têm a mesma oportunidade, como se um negro pudesse concorrer com filhos da elite, que frequentam boas escolas, têm direito a cursinho e tudo o mais. Isso é uma injustiça que só pode superada com um ato de coragem dos governos, como é o caso das cotas. Tem muita gente chorando, sei, mas estes é que deveriam ter consciência da violência praticada, ao longo dos séculos, contra nossos irmãos de cor. As cotas nada são que uma indenização merecida e justa, para reparar(só em parte) todo o sofrimento e discriminação que os afrodescentes sofreram e ainda sofrem.

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    • 26/04/2012 - 09:58
      Enviado por: Nara

      Parabéns pelo seu comentário, que para mim foi o mais sensato. Quem é branco não sabe o que é ser discriminado dia a dia durante toda a vida. Não sabe o que é ser ignorado ou até maltratado pela sociedade.

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  • 25/04/2012 - 10:40
    Enviado por: Gualter Loureiro

    Boa!!!! A inclusão por renda seria mais universal.

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  • 25/04/2012 - 10:45
    Enviado por: ROSA CARVALHO

    O sistema de cotas fere o princípio constitucional, segundo o qual “todos são iguais perante a lei”.

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  • 25/04/2012 - 10:50
    Enviado por: Vinicius

    A partir do momento em que e feita a segregação por raça ja esta sendo feito um desprezo, pois se existem raças logo tem que se admitir que uma e melhor que a outra, todos nos pertencemos a um unico grupo que e o de seres humanos, cotas deveriam existir apenas para estudantes de escolas publicas ja que hoje em dia a educação publica ate o 2° grau esta largada.

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  • 25/04/2012 - 10:50
    Enviado por: Rizolli

    Temos acompanhado ao longo dos anos que os maiores discriminadores, os chamados racistas por assim dizer, são os proprios envolvidos. É muito comum ovirmos coisas do tipo “isso acontece comigo porque sou negro”. Ninguem é diferente de ninguem e as oportunidades são as mesmas. Separar cotas para negors é uma discriminação sem precedentes. Porque não separar cotas para cafusos, indios e outras tantas. Acho ridiculo, inclusive a retórica. Hoje temos a participação negra em todos os ramos da sociedade. Sou energicamente contra.

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  • 25/04/2012 - 10:59
    Enviado por: Italo Lemos de Vasconcelos

    No Brasil atual, o problema não é étnico e sim social, desta forma sou a favor de uma política em que na educação publica haja mais vagas para os que tenham situação social menos desfavorável e não uma cota racista que só afasta e faz uma inclusão pela exclusão.

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  • 25/04/2012 - 11:00
    Enviado por: Adilson

    Essa “cota racial” é mais uma coisa ridícula que esses políticos brasileiros ridículos, estúpidos e corruptos fizeram. Sou totalmente contra. Aliás, esses políticos deveriam realmente trabalhar com seriedade pois precisamos de ter muita correção de atitude, lei, decência, rumo para este país. Em um país miscigenado como o Brasil, falar de “cota racial” é de uma imbecilidade tremenda.

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  • 25/04/2012 - 11:01
    Enviado por: Reinaldo

    Estado hipócrita com emendas (e leis) medíocres. Ou vice-versa.

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  • 25/04/2012 - 11:08
    Enviado por: Carlo Meloni

    Meu voto e’ contra as cotas raciais, e a favor da integraçao pacifica.

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  • 25/04/2012 - 11:09
    Enviado por: Salomão

    Acredito, fielmente, que o STF vai votar pelas cotas sociais e não raciais. Seria o critério menos gravoso, não que acredite ser justo, pois acredito na meritrocracia: quem tem melhor preparo tem melhores chances. Até porque a faculdade não faz escolhas subjetivas, não há entrevista, entrega de fotos, análise currricular, nada disso. Auqele que vai melhor no vestibular leva a vaga, por isso não entendo o sentido das cotas. Quem impede o acesso dos negros a universidades? O Estado ao não dar educação de qualidade. É preciso trabalhar em cima da evasão escolar, descobrir porque a evasão do negro é maior que a do branco, e aí, sim, veremos resultados concretos, não por esmola, mas por mérito.

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  • 25/04/2012 - 11:11
    Enviado por: MARCOS ALVES PEREIRA

    Eu sou totalmente favorável ao sistema de cotas, me desculpem os que são contra. Esses certamente são brancos, com dinheiro no bolso, e não sabem o quanto é humilhante para um negro ou branco pobre que estudou a vida inteira numa escola pública sem qualidade, precisa trabalhar o dia inteiro para sobreviver e, depois, se quiser continuar estudando, ter que pagar uma faculdade particular ruim, porque as melhores são cara demais, porque não conseguem competir numa universidade pública com aqueles que estudaram a vida toda num ótimo colegio particular. Eu te pergunto: é justo?

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  • 25/04/2012 - 11:14
    Enviado por: teodosio

    Não existe prova científica da diferença entre “cores” de seres humanos. É apenas reflexo nos nossos olhos da incidência da luz em cada objeto ou pessoa. Sendo assim, não há como positivar uma tese anticientífica. O objeto dessa hipocrisia são fins políticos que tentam justificar a falta de investimento na educação pública fundamental (aliás, o governo cortou verbas da educação). A igualdade virá pela igualdade de ensino, independente de classes sociais, aí sim, todos terão as mesmas oportunidades de chegar preparados no ensino superior. O resto é interesse político descarado aliado ao interesse pessoal vergonhoso e humilhante. Mesmo quotas sociais são equivocadas, é tentar “pegar o bonde andando”! Passem a investir no ensino fundamental e as atuais diferenças deixarão de ser plataforma de político sem-vergonha! Só tem que começar! Não esperem o Canadá ajudar!

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  • 25/04/2012 - 11:28
    Enviado por: Patriota Paulista

    Estas cotas raciais são puro preconceito racial, é a forma de classificar grupos como classes de segunda categoria que devem ser ajudadas de todas as formas pois não teriam capacidade de conquistar por conta própria. Estas cotas podem ser comparadas com a segregação de raças na idade média. Puro preconceito racial.
    O que deveria ser feito é cumprir a Constituição que garante direitos iguais a todos, principalmente aos jovens, e obrigar os governos municipais, estaduais e federal a prover uma educação decente a todas as crianças e jovens brasileiros. Chega de governantes demagogos e oportunistas que muito falam, discursam, e nada fazem em benefício do povo, apenas exploram o povo humilde com compras de voto, tais como estas quotas raciais e o bolsa família.

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  • 25/04/2012 - 11:33
    Enviado por: JOSE RUBENS DOS SANTOS

    Estabelecer cotas raciais é como dar remédio para a febre e esquecer de tratar a infecção. A desigualdade de raças nas universidades não é causa e sim efeito do grande mal que é a péssima qualidade de ensino nas escolas públicas. Se as escolas frequantadas pelas pessoas que estão tendo direitos garantidos por cotas fossem melhoradas, não teria necessidade disso. Além do que estamos combatendo desigualdade com medidas preconceituosas que oficializam a discriminação. Melhorem o ensino público e acabem com esse problema.

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  • 25/04/2012 - 11:35
    Enviado por: Paulo

    Sou contra o sistema de cotas e a favor de uma educação pública decente e digana. Se ela já estivesse implantada, não seria necessário entrar em faculdades por decreto, como pretendem os ideólogos simplistas e demagogos. Só tem um problema: dá trabalho, coisa do qual esses idealistas passam o mais longe possível.

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  • 25/04/2012 - 11:51
    Enviado por: Salomão

    Sou negro e não nego o racismo, ele existe. O problema da maioria dos negros do Brasil, contudo, não é o racismo e sim a titude deles diante o racismo. Sou filho de mãe negra e pai, descendente de libanês, branco. Quando pequeno, minha mãe nunca deixou que me sentisse menos que ninguém, sempre me disse que só é humilhado quem se deixa ser. Meu pai, excelente homem, sempre me disse: “Apanhar na rua e chegar chorando em casa, apanha em casa também”. Assim fui criado, com excelente autoestima, sempre chamado de metido, orgulhoso, pois era um negro diferente, não ficava chorando as mágoas, nem me deixando humilhar por ninguém, fosse de qualquer cor. Ainda não cheguei onde quero, mass estou caminhando. Não preciso de esmola, me baseio em exemplos como o ministro Joaquim Barbosa, o próprio Dr. Hédio, que tive o prazer de conhecer pessoalmente, exemplos esse que não precisaram de esmolas, de cotas, que mostraram que o caminho é duro mais é possível. Vamos a luta exigir igualdade de armas, um ensino de qualidade para nossas criança, qeu assim poderemos ver um futuro conquistado com mérito, isso que diferencia o rico do pobre, educação de qualidade, só isso, nada mais.

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  • 25/04/2012 - 11:56
    Enviado por: Flávia Carolina

    As cotas racias só aumentam a discriminação aos negros, visto que, os próprios negros aceitam esse preconceito de que são menos favorecidos. As universidades públicas deveriam ser exclusivas para alunos de rede pública, pois é uma desvantagem muito grande concorrer com um aluno que sempre teve condições de pagar a vida toda uma instituição privada. O Governo precisa rever o que realmente são direitos.

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  • 25/04/2012 - 11:59
    Enviado por: Celso

    O Dr. Militão foi de rara felicidade ao discordar da utilização de cotas que resulta em racismo ao revés, e ao citar a tese do sociologo Nogueira, claramente demonstrando esse fato. O processo de instituição de cotas, como adotado nos USA, teve resultados absolutamente negativos, ao criar o estigma que profissionais beneficiados por cotas eram incompetentes, condenando-os a uma sub-classe profissional. Grandes filosofos como o Professor Tom Sowel e o Justice Clarence Thomas, ambos negros e icones da cultura e integridade, condenam com veemencia esse sistema. Existem vários outros que, apesar da politicagem de alguns mal intencionados ativistas sociais, como Rev. Sharpton e o corrupto Jack Jackson, defendem a mesma posição. Queria parabenizar o autor pela clareza com a qual argumentou.

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  • 25/04/2012 - 12:05
    Enviado por: All Bundy

    Os legisladores conseguiram criar um racismo dentro do racismo. Quando se concede “cotas” ou qualquer outro diferencial para quem quer que seja, está se criando mais uma discriminação. Não são as leis que vão mudar a ignorancia de algumas pessoas que discriminam. É a educação decente para todos, não para alguns.

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  • 25/04/2012 - 12:29
    Enviado por: Ocavio

    É de uma estupidez sem limites. Ao invés de se preocuparem com a causa, estão fazendo leis burras para tapar (e mal) as consequências. Precisam dar educação de qualidade, e quando digo qualidade, entenda: Português, Matemática, Geografia, Ciências, etc. nos cursos básicos, tudo dentro da mais rigorosa disciplina, e cursos técnicos e profissionalizantes junto com matérias convencionais nos graus mais elevados. Entenda também professores respeitados e bem remunerados. O resto é perfumaria e hipocrisia barata. Muito me espanta os (pseudo) líderes apoiarem a maior demonstração de racismo que jamais vimos, pois estão chamando de intelectualmente incapazes as pessoas das quais se arrostam como defensores.

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    • 25/04/2012 - 13:02
      Enviado por: Marcelo Gomes

      São leis politiqueiras que visam só o lado material de algumas pessoas de algumas classes, pois em nenhum momento mencionam o aspecto moral dessa “justiça”. O objetivo é tão somente angariar votos de algumas pessoas afrodescendentes. Ninguém precisa disso! infelizmente nosso país paga salários astronômicos para os “políticos” enquanto não valoriza a classe de professores de educação infantil, ensino fundamental e médio, quando deveria ser justamente o contrário. Este caso e todos os demais que debatem classes de “menos favorecidos” seriam resolvidos com essa “pequena” mudança! Quando? Quando a classe política se reciclar e só entrar lá pessoas que tenham mérito! Nem precisa ter partido! Aliás, este último, no Brasil, está mais para “formação de quadrilha”.

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  • 25/04/2012 - 12:30
    Enviado por: Antonio Franca

    Esta gente que defende as cotas está equivocada e é racista. Uma reflexão desapaixonada não faria mal a essa gente que, via de de regra, segue o senso comum com convicção louca

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  • 25/04/2012 - 12:31
    Enviado por: @cassio.caf

    Tenho certeza que a maioria aqui nem sequer olhou os textos para refletir e opinar a respeito.
    O direito da igualdade só é colocado em pauta nesses momentos e abandonado logo em seguida. O sistema de cotas já existe há muito tempo, seja na política ou nas próprias universidades. Basta ler o artigo “a favor” que se encontra aqui, com diversos exemplos de sistemas de cotas. Não estou julgando a questão de ser “contra” ou “a favor”, mas argumentando que é necessário procurar entender o assunto para opinar.

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  • 25/04/2012 - 12:34
    Enviado por: sheng

    Não são as cotas raciais ou sociais o verdadeiro problema, mas a “educação” que o governo dá aos seus cidadão nas escolas públicas de ensino fundamental e médio. É a pior do mundo. Criou esse artificio de cota para tampar essa deficiência de educação. Se continuar assim, a tendência é cair no abismo sem volta. O que
    o governo esta fazendo mostra a incapacidade de administrar a educação no Brasil.

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  • 25/04/2012 - 12:36
    Enviado por: Manoel Geraldo Schott

    Isto é um absurdo, uma vez que somos todos iguais. Todos temos inteligência, cérebro, capacidade de pensar. Isto é puro racismo. Onde está a soberania?

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  • 25/04/2012 - 12:40
    Enviado por: Marcelo Gomes

    O sistema de cotas é um dos símbolos da estupidez humana. Que importa a cor da casca que temos por cima de nosso espírito! Aliás, somos nós mesmos quem programamos as características de nosso corpo de acordo com as nossas necessidades de reparações do passado e outras provações. Somos espíritos de uma vida só com várias reencarnações.Isso encerra o assunto. O sistema de cotas, só contribui para alimentar estas desavenças inúteis entre os seres humanos! Está mais do que claro na constituição brasileira, mas principalmente na Lei de Deus!

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  • 25/04/2012 - 12:51
    Enviado por: geran

    Sou radicalmente contra, pois a estipulação de cotas promove o nivelamento por baixo e não por cima, como deve ser em todo e qualquer país que se preze. E essa história de cotas para deficientes, mulheres na politica também é pura, da mais puríssima frescura pois o deficiente físico não o é mental. Quanto às mulheres é só melhorar a educação. Todos se engajarão se diminuir, pelo menos em cincoenta por cento, a corrupção no país ou se aplicarem corretamente as leis contra esses safados.

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  • 25/04/2012 - 12:54
    Enviado por: Jorge Alberto da C. Rodrigues

    A existência de cotas raciais é um grande erro. A seguir são listados alguns argumentos que tentam comprovar o fato: 1) A ciência afirma que não há raças (a diferença genética entre os seres humanos é ínfima; o que inviabiliza a separação em categorias); 2) A cor da pele não influência a aptidão e capacidade do ser humano; 3) A existência de cota racial é um procedimento racista pois parte do princípio que determinados seres humanos são inferiores e por isso precisam de ajuda para terem uma razoável inserção na sociedade; 4) Muitos negros tiveram ascendência branca; e muitos brancos tiveram ascendência negra; 5) O Brasil é uma democracia onde o Estado tem a obrigação de dar igualdade de oportunidades para todos os cidadãos. 6) O negro que se beneficia das cotas raciais fica estigmatizado como incapaz de conquistar a ascensão social por conta própria.

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  • 25/04/2012 - 13:00
    Enviado por: johnny

    Ao prestar o vestibular, o candidato concorre em pé de igualdade com todos ali, exceto os de origem pobre, por causa da deficiência no sistema público de educação. Em um pais multicultural e multirracial, com alguns focos de racismo, ao concorrer a uma vaga, o negro, se for bem aplicado, não existe ninguém que possa tirar a vaga dele. Porque depende da classificação. Cotas serviriam em apenas em países na qual o aluno só entra pela cor da pele, no caso do Brasil não existe tal coisa. Se assim fosse, haveria meios judiciais para punir os infratores racistas. Mas, convenhamos, dificilmente uma universidade se arriscaria nessa aventura, estragando seu histórico com risco de perder a licença no MEC. Ao querer assumir o sistema de cotas o Estado assume uma espécie de racismo invertido, discriminando brancos, índios e outras origens, mesmo os sujeitos de origem pobre. Ironicamente, também discrimina o negro, assumindo uma certa inferioridade intelectual frente aos brancos, mesmo os pobres com sistema de educação publica, a mesma à qual o negro está sujeito.

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  • 25/04/2012 - 13:04
    Enviado por: Fabio

    Cota por Cota, que tal cotas para os eurodescendentes também? Afinal foram os substitutos dos escravos africanos no período da colonização, foram enganados pelo governo brasileiro, que prometeu o paraíso para atrai-los da Europa e foram levados diretos para o inferno, largados na mata fechada cheia de doenças tropicais, cercados por índios, e apenas com as poucas roupas e utensílios que trouxeram consigo, mas ninguém lembra dos escravos brancos. Conheço essa historia por fazer parte da minha vida.

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  • 25/04/2012 - 13:05
    Enviado por: Paulo Sérgio Nardi

    Sou totalmente contra .A base desta proposta é que 2 erros farão 1 acerto.O necessário é corrigir as razões pelas quais essas classes estão tendo essas dificuldades e aí sim corrigi-las .Claro que levara um tempo maior ,mas sera a solução definitiva .É muito semelhante a dar o peixe para comer ou ensinar a pescar.Nesta situação essas classes tendem a ,de maneira proposital ou inconsciente , se acomodar sabendo que elas terão um benefico à frente.Maior que tudo isso é que essa proposta oficializa o racismo .

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  • 25/04/2012 - 13:18
    Enviado por: Tárcio Guedes

    Ótimos artigos! Com uma educação básica de qualidade e oportunidades para todos, a adoção das cotas, instrumento beneficiador separador, não será preciso.

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  • 25/04/2012 - 13:18
    Enviado por: André Gustavo de Souza Ribeiro

    Sou totalmente contrário às cotas. O País deveria investir em melhores condições para preparar os candidatos carentes e tentar igualar a base estrutural dos estudos, em vez de beneficiar a cor ou etnia do candidato para facilitar a conquista da vaga.

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  • 25/04/2012 - 13:32
    Enviado por: Leão Rodrigues Vieira

    Absurdo, meu avô era mulato e muito altivo, minha mão era meio índia e eu sou brasileiro puro, mistura de todos os povos. Essa idéia de cotas é de pessoa sem noção ou mau intencionada. O que o Brasil precisa é de politicas públicas que atinjam a todos e de menos corrupção no poder público

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  • 25/04/2012 - 13:33
    Enviado por: Bruno

    Dizer que uma pessoa tem cota em uma faculdade pública somente pela cor da pele é, na minha opinião, o maior racismo de todos. Agora, colocar uma porcentagem de vagas para a população carente, adolescentes que atingiram uma nota significativa durante o período escolar, aí sim, é dar oportunidade a todos. Existem muitos negros hoje com boa condição social, capazes de pagar escola particular, ou seja: dentro do sistema de cotas haverá desigualdades.

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  • 25/04/2012 - 13:43
    Enviado por: Fernanda Cerino

    As cotas nada mais são do que uma forma de ratificar a intolerância racial e rotular o indiviuo como “negro” (coitado ou diferente). Vendo pelo lado etnicocultural, elas não vão ajudar a apagar anos de injustiça. Pelo, contrário, trarão à tona uma nova forma de segregação. Sou negra e estou cursando minha segunda faculdade. Em nenhuma delas foi preciso apoio de projetos sociais ou cotas. Em ambas o quem tem contado é minha dedicação ao estudo e ao trabalho, sem o qual nao conseguiria me manter e concluir os estudos. O governo deve investir em emprego, pois o que mantém uma pessoa na escola nada mais é do que a vontade de estudar, associada a um emprego digno, que possibilite a permanência da mesma até a conclusao do curso.

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  • 25/04/2012 - 13:52
    Enviado por: STF retoma julgamento sobre cotas raciais na faculdade - Ponto Edu - Estadao.com.br

    O julgamento iniciado em 2008 foi interrompido por um pedido de vista do ministro Joaquim Barbosa.

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  • 25/04/2012 - 14:07
    Enviado por: Rogério

    Há alguns anos, quando li as primeiras matérias sobre o assunto, um depoimento colhido de um cidadão negro americano me pareceu preocupante. Segundo o entrevistado, a adoção da política de cotas nos EUA, depois de mais de trinta anos, não foi efetiva na inclusão dos negros no mercado de trabalho. Muito pelo contrário, lá, dizia o interlocutor, o negro tem dificuldade de acesso aos melhores cargos, pois o empregador imagina que o negro só é graduado em razão da política de cotas, em detrimento da política do mérito. Ou seja, hoje o americano não associa a formação da população negra, imposta pelo sistema de cotas, à meritocracia típica das sociedades capitalistas, resultando no maior índice de desempregados com formação universitária do mundo. Portanto, a proposta que à primeira vista parece interessante, pode se reverter em um argumento para uma nova forma de preconceito no futuro. Por tudo isso, penso que a decisão deve se basear em pesquisa, especialmente nas sociedades que possuem experiência no assunto, evitando os populismos característicos dos tempos de campanha eleitoral.

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  • 25/04/2012 - 14:15
    Enviado por: pagina12

    Pura demonstração de racismo.

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  • 25/04/2012 - 14:17
    Enviado por: Décio

    No governo Lula iniciou-se uma propaganda sobre inclusão do cidadão menos abastado na rede bancária, com uma modalidade de conta aberta também nas lotéricas, mas que exigia do correntista ter poder aquisitivo baixo, sendo vedado o direito de movimentar com depósitos que superassem a quantia de R$1.000 por mês. Não disseram à população que essa modalidade de conta cobra do correntista tarifas com valores iguais a uma de conta corrente comum, sobre todas as movimentações. O governo faz propaganda política, o banco estatal ganha dinheiro com tarifas e a população aderente não toma conhecimento do fato, mas fica contente com seu governante, falastrão e populista. A UnB, com esse sistema de cotas, já cometeu um erro gravíssimo, quando admitiu uma candidata pela cor, e preteriu sua irmã gêmea, que recorreu, com repercussão nos noticiários. O STF não tem competência para alterar o que está definido na Constituição. A esse tribunal compete defender o que nela está escrito. A quantidade de escolas particulares cresce a cada ano que passa, enquanto os governos sequer fazem reformas nas da rede pública. Algumas, do ensino fundamental estão em estado deplorável. Esse tal sistema de cotas também não passa de uma alegação populista e contraditória.

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  • 25/04/2012 - 14:21
    Enviado por: Fabrício Máximo

    Nunca é demais reiterar o princípio da isonomia que diz que todos devem ser tratados com igualdade. E quanto aos desiguais, devemos tratar com desigualdade, na medida das suas desigualdades a fim de que se igualem. É vedada no Brasil a discriminação atentatória aos direitos individuais. Não é o caso da política de cotas, leia-se Ações Afirmativas, ou mesmo discriminação positiva.

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  • 25/04/2012 - 14:22
    Enviado por: Andre

    A questão é fácil: se existe uma cota por cor e a pessoa beneficiada acha correto usá-la para ingressar na universidade, ela deve levar esta marca para a vida toda, tendo em seu diploma escrito: “Ingresso por sistema de cotas”. Esta observação serviria como critério de desempate em, por exemplo, concursos a cargos públicos. Para não termos distorções, quem não fosse previlegiado no ingresso a graduação, seria na contratação em concursos. Afinal, se as pessoas acham correto entrar na faculdade sendo menos preparadas que alguns de seus concorrentes, é correto também que a sociedade tenha o direito de saber isto. Simples assim.

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  • 25/04/2012 - 15:10
    Enviado por: rubens

    O fato de estar na constituição de 1988 não significa que esteja correto. Veja o caso das “crianças” que cometem crimes. Está correto deixá-las assim ? É necessário corrigir estas e outras discrepâncias que a Constituição de 1988 criou e que nos causam imensos problemas até hoje.

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  • 25/04/2012 - 15:34
    Enviado por: Eduardo

    A questão a ser discutida é sim o problema do ensino no país, que vai desde a péssima formação de professores em algumas regiões do país, o péssimo salário que recebem, as péssimas condições de nossas escolas, a péssima qualidade dos materiais didáticos (feitos para agraciar o bolso de alguns e não a inteligência de muitos), a incompreensão dos pais de alunos que não percebem a necessidade de se engajarem mais nos problema da escola (política do ‘não me incomoda não é comigo’). Enfim, a questão das cotas é um tapa buraco que, se existe, deveria ser apenas um paliativo enquanto políticas de correção (planejamento) se aplicassem à questão do ensino. As contas no ensino deveriam ter dia é hora para acabar.

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  • 25/04/2012 - 16:00
    Enviado por: jorgegiaquinto

    Os argumentos apresentados pelo sr. Hedio são pífios e sem racionalidade. Iguala o negro a um deficiente. Já o sr. Jose Roberto Militão vai mais fundo na questão, com argumentação sólida para repudiarmos a tese de cota racial.

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  • 25/04/2012 - 16:02
    Enviado por: Ricardo Hatori

    Nem de longe o sistema de cotas raciais e sociais respeita a Constituição Federal. Por qualquer ângulo que se analise essa barbaridade, assim como à esse monte de bolsas bizarras que o executivo inventa, não passou de mais uma arquitetada manobra eleitoreira. Agora se implantará a bolsa agreste ou algo análogo e não menos absurdo, no valor de R$ 400 em 5 parcelas de R$ 80. Diga-se, aliás, que esse sistema de cotas raciais e sociais é tão ridículo, que, por ene óbvias razões jurídicas e morais, jamais deveria ter vigorado. Até entendo que o país deva muito aos negros e aos índios, mas e quanto às demais raças que compõem a população? Não era para ser apenas a raça humana? Isonomia não existe mais? Os negros são vítimas de racismo ou beneficiados por lei? Vinte por cento de cotas? Ah, isso sim é brincar de se fazer lei. E quanto àqueles que conseguiram notas melhores que os beneficiados e, por conta das cotas, não entraram na faculdade? E o tempo e dinheiro que gastaram tentando um novo vestibular? Quem pagará por isto? E o dano moral? Será que não houve um certo prejuízo e talvez um eventual prejulgamento, advindos do fato de não ser negro ou índio? Então por que hoje se fala tanto em crime de racismo, quando numa análise um pouco mais criteriosa, este próprio sistema de cotas, ao menos no papel, elitiza lados e minoriza outros? Só me faltava cotas para homossexuais agora. Mas, não me impressionarei com o resultado do julgamento pelo STF, seja ele qual for, também por óbvios motivos.

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  • 25/04/2012 - 19:02
    Enviado por: Gilberto Monteiro Mazot

    As cotas raciais, acredito, devem estar incluídas nas cotas sociais. Se é visível a exclusão da população negra, em face do amesquinhamento de suas condições econômicas, decorrentes do próprio processo histórico de formação da sociedade brasileira, então as cotas sociais são mais justas e mais eficazes. Além de abranger um maior número de necessitados, a cota social ainda evita as discrepâncias, dúvidas, vicissitudes próprias de uma decisão com tamanha delicadeza: definir a condição racial de alguém, se é que é correto tal referência à raça. Portanto, cotas raciais, sim, mas apenas indiretamente compreendidas no âmbito de cotas sociais. Se pode, em conclusão, incluir um indivíduo, não pela sua condição étnica ou racial, mas sim por sua condição social. Somos todos da mesma “raça” (espécie): humana! Enquanto não houver mecanismos que permitam a formação adequada em nível médio e o ingresso sem “cortes” no ensino superior, aos que desejarem, estará demonstrado que o Brasil ainda não atingiu um nível de igualdade social apto a abrir mão de uma política afirmativa, de inclusão social. Gilberto Monteiro Mazot

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  • 25/04/2012 - 19:28
    Enviado por: A. MARMO

    Ser preto não significa ser inferior nem incapacitado. Apoio a quem queira alçar um grau superior, seja preto, branco, amarelo ou mulato, desde que pobre (esta é a condição que realmente cria a diferença social). O governo deveria garantir o nível de acesso e a garantia de financiamento para a graduação, pós, mestrado e até doutorado.Uma condição, porém, deveria ser imposta: o valor do empréstimo obtido seria pago com serviços prestados ao Estado. Assim teríamos médicos nos hospitais, enfermeiras, engenheiros para obras públicas, administradores, contadores, advogados, psicólogos, enfim, uma infinidade de profissionais, pagando com serviços o valor gasto pelo Estado. A sociedade seria a beneficiária. Aliás, isso não é novidade. Temos países da Europa e de outros continentes que adotam essa política. É nisso que todos devem ser igualados.

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  • 26/04/2012 - 08:36
    Enviado por: Raul T. Santos

    Cota para incentivar o racismo no País. Nos Estados Unidos é proibido a cota de discriminação puro racial, e s nossos índios como ficam ???? Sou favorável a cota por questões de classes sociais economicas e não raciais…..

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  • 26/04/2012 - 08:50
    Enviado por: Mariângela Garcia Cecci

    Na minha mui humilde opinião, ambos os advogados têm razão. Há realmente a confirmação de um racismo vigente com a adoção do sistema de cotas raciais, óbvio! Mas, se ela existe, por que não praticar essa ação minimizando as consequências dessa realidade? Cabe lembrar, que a medida é válida, mas apenas de forma paliativa e temporária.

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  • 26/04/2012 - 11:10
    Enviado por: sheng

    Cotas para negros verdade só se for para os nigerianos que estão aqui e os africanos que queiram vir para cá estudar, pois na população brasileira, acredito, todos negros já estão miscigenados. A maioria da população é de afrodescedentes. Portanto, se a cota é para a minoria, deveria ser para os de raça amarela e indígenas, como foi proposto originalmente nas universidades. Mas tudo isso é uma balela, pois o governo, pela sua incapacidade de administrar a educação, inventou essa de cota e só aumentou a discriminaçao. Quis tapar o sol com peneira. A inteligência humana não se mede pela cor, classe social ou sexo, mas pela capacidade intelectual e espiritual. A solução de verdade é o governo investir mais na educação, na sua totalidade, não com remendos. Tem que fazer uma revolução na política educacional pra valer.

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  • 26/04/2012 - 14:00
    Enviado por: rodrigo

    Pelo visto, as opiniões acerca deste polêmico tema – o que é um absurdo, pois se trata hoje de quase a única oportunidade que um jovem negro da periferia tem de alcançar e tornar realidade algo que há alguns anos era totalmente inatingível – são de sua totalidade de pessoas brancas. É visível que não conseguem diferenciar o que é ser um jovem negro da periferia, ou seja um negro pobre. Qual outra alternativa que o negro pobre tem de mudar a sua condição social? Trabalhando? Ora, como faxineiro da sua casa, ele conseguirá se dedicar ao estudo, terá oportunidade de uma educação de qualidade?
    Engraçado, gostaria que os brancos tivessem sofrido todas as penas da escravidão e seus descendentes carregassem todas as suas sequelas. Tão visível como ainda vivemos em país onde o preconceito contra o negro nada mudou, desde 1888 é da mesma maneira, que estamos discutindo este tema. Este tema deveria algo celebrado por toda a sociedade e não polemizado pela minoria branca que comanda os altos postos do poder político, financeiro desta colônia chamada Brazil. Sim Brazil com “z” mesmo e não com “b” como diz o Da mata.
    Brasileiros negro e branco pobre se parecem mas não são iguais.

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  • 26/04/2012 - 15:31
    Enviado por: Kazu

    Sistema de cotas visa corrigir desigualdades históricas, beneficiando minorias de acordo com sua raça.
    Assim sendo, deveria beneficiar também o povo asiático, pois sofreu clara invasão de seu território, alterando sua cultura e costumes. E os descendentes de japoneses, chineses, coreanos e indianos brasileiros, minorias em todos os níveis, como cargos públicos, escolas, universidades.

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  • 26/04/2012 - 16:09
    Enviado por: amanda

    HédioSilva Jr., só faltou reparar que todas as cotas anteriormente instauradas não pregavam segregação racial! Até onde eu sei existem agricultores negros e brancos, mulheres negras e brancas, deficientes negros e brancos… Pq levar a questão da erradicação das desigualdades pro lado racial? O problema do brasileiro negro, não é ser negro, é ser pobre. Isso sim deve ser trabalhado: distribuição de renda!

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  • 26/04/2012 - 16:19
    Enviado por: Wladimir Raeder

    Boa tarde! Se aprovado, como seriam os critérios para alguém estar dentro da “cota” em uma sociedade altamente miscigenada como a nossa? Haveria algum exame médico para aferir a adequação racial? Muito obrigado, Wladimir Raeder.

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  • 26/04/2012 - 17:11
    Enviado por: Januário Reis

    A questão não se resume em ser contra ou a favor das cotas. O problema é que as elas são instituídas exatamente onde não ocorre a discriminação, porque o examinador do vestibular não sabe a cor da pele da prova que está corrigindo. Passa quem tem melhor desempenho. As ações afirmativas foram implantadas, portanto, inadequadamente na seleção universitária, quando deveriam adotar políticas públicas em outras esferas, onde efetivamente ocorre a discriminação.

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  • 26/04/2012 - 17:26
    Enviado por: João José

    Boa tarde. Sou a favor de cota para alunos do ensino público.

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  • 26/04/2012 - 18:16
    Enviado por: Rodrigo L

    Estudei em escola particular e em faculdade pública em SP. Acredito que as cotas raciais como mecanismo de compensação (lembremos que a escravidão durou quase 400 anos!) são justas por um determinado tempo (onde claro, o mérito deve prevalecer) e é uma forma de incluir esta grande maioria da sociedade, que de outra maneira não teriam como o ser. Acho que é um primeiro passo, pequeno, mas justo na direção de uma sociedade melhor, mais equilibrada, ao final moramos em um país predominantemente negro, onde o negro não ocupa nenhum cargo de relevância, político, social ou enconômico (salvo exceções),o que conota a falta de oportunidades da grande maioria (racial) deste brasil.

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  • 26/04/2012 - 18:25
    Enviado por: Orlando Menici

    Sou totalmente contra. A impressão que fica é que nossas universidades não aceitam negros, pardos ou índios. Mentira. Aceitam todas as etnias pelo critério de meritocracia e não pelo critério de mediocridade. O que se tem que fazer, e aí o Estado é omisso, é combater a causa das desigualdades. Negros e correlatos são pobres e portanto com acesso limitado a uma educação de qualidadeo. Ao competirem por vagas com a elite de outras etnias (a maioria dos brancos também padece do mesmo problema) ficam em desvantagem e obviamente sua representação fica minguada nas melhores instituições de ensino do país. Há que se combater a causa e não o efeito, caros ministros.

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  • 26/04/2012 - 19:43
    Enviado por: Eduardo Tavares

    O órgão do judiciário (STF) responsável por zelar pela Constituição, ao aprovar o sistema de cotas, contraria um dos seus principais preceitos previsto no artigo 5º: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza…”. As ações afirmativas como forma de tentar reduzir as históricas desigualdades sociais entre grupos étnicos e realizar a justiça social nada mais é que racismo e hipocrisia que causam mais discriminações fomentando a desigualdade racial e acirrando preconceitos ao tirarem o direito á vaga de um candidato legitimamente aprovado pelo critério universal do mérito, do desempenho da melhor média. A causa da desigualdade é econômica e não racial, termo este abandonado pela ciência pela miscigenação ocorrida no país e no mundo. O problema reside também na falta de qualidade do ensino público função do estado que não cumpre com o seu papel que procuram encobrir com medidas demagógicas e hipócritas como esta. Na correção da prova do vestibular não se leva em conta a cor da pele do candidato. É uma injustiça com os outros igualmente pobres que não serão beneficiados pelas cotas por não serem afrodescendentes. Vão aumentar as desigualdades e os maus profissionais.

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  • 26/04/2012 - 21:13
    Enviado por: Sidnei

    Eu sou a favor das cotas. Imagino que a superação das desigualdades socioeconômicas impõe-se como uma das metas de qualquer sociedade que aspira a uma maior igualdade social. Não vejo as cotas como racistas, uma vez que beneficiam também, além de grupos étnicos como negros, pardos e indios, os egressos de escolas públicas ou bolsistas da rede particular, e aí com certeza estão incluídas muitas pessoas de pele branca. As cotas estão aí pra se corrigir uma injustiça social, consequencia do nosso passado escravocrata que causou um achatamento em termos socioeconômico de nossa população negra, índia e mestiça. Ademais, as cotas não vieram para ficar. Assim que as universidades brasileiras se tornarem multicoloridas elas deixarão de existir. Também, os beneficiários das cotas não são escolhidos a esmo, são alunos que têm que preencher certos requisitos e, mesmo depois de admitidos, vão ter que cumprir determinadas regras. Fico feliz que os ministros do STF tiveram a sensibilidade de votar a favor da não inconstitucionalidade das cotas. Gente, nós brasileiros, não somos nem negros nem brancos. Assumamos nossa mestiçagem e apoiemos as cotas.

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  • 26/04/2012 - 21:15
    Enviado por: Mila

    Absurda esta questao de cotas! Sim, e ai que se forma o racismo.

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  • 26/04/2012 - 23:05
    Enviado por: luiz otavio cardoso

    Folks, estamos, de certa forma, pagando alto preço por algo que figuras de nossa história, que souberam dignificá-la (José Bonifacio A.Silva, Barão de Mauá, Joaquim Nabuco ), se cansaram de alertar ainda no seculo XIX: o então sistema escravocrata, adotado alegremente por quase toda a sociedade, era um elemento perturbador e desagregador do verdadeiro espírito humano. Ao mante-lo, a sociedade demonstrava seu avesso ao progresso, à equidade, à justiça e à dignidade, o que fatalmente geraria, no futuro, uma monstruosa deformidade tanto no tecido social quanto econômico e cultural.
    Em suma, é o que estamos colhendo, frutos de uma semeadura mal feita. Ainda tem muito a ser colhido para que nos purguemos.
    Pode-se até discordar sob alguns aspectos dessa cota, talvez seja uma remediação. Mas é por onde se pode começar um novo caminho, alguma luz no fim do túnel (?). Talvez. Grato. Otavio

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  • 26/04/2012 - 23:50
    Enviado por: Marcio

    Eu não posso pagar faculdade pro meu filho. Sou pobre mas trabalhador. Para os meus filhos já vou avisar desde agora: estuda, estuda, estuda muito, pois você é branco e não vai ter cota pra você na USP. Meio racista escrever assim, né ? Agora se eu escrever: meu filho, nós somos negros e temos direito a cotas em universidade pública.Assim não soa racista, né ?

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    • 27/04/2012 - 07:59
      Enviado por: Alvaro

      Não se preocupe Marcio, Em varias universidades (ex. UTFPR) as cotas são sociais, não raciais. Se você é realmente pobre, fique tranquilo. Agora, se você banca escola particular pros seus filhos, banque uma de qualidade.

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  • 26/04/2012 - 23:52
    Enviado por: CARLOS MARION

    Vestibular é igual pra todos. Novamente o STF decepciona a nação.

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  • 27/04/2012 - 00:53
    Enviado por: ingale

    Aí, pessoal do STF, estamos esperando cota para brnacos e amarelos pobres nas universidades. E o julgamento do mensalão? Nada? Vão esperar prescrever?

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  • 27/04/2012 - 07:04
    Enviado por: Julien

    A lógica e a justiça dispõem que, a cada direito, corresponde um dever. A Constituição Brasileira menciona 48 vezes a palavra dever(es) e 187 vezes a palavra direito(s). Grosso modo, para cada dever, o brasileiro conta com 5 direitos. A distorção é flagrante. Outro ponto: com raríssimas exceções, que só vêm confirmar a regra, todo afrodescendente é também eurodescendente. Como é que fica, então?

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  • 27/04/2012 - 08:01
    Enviado por: Lilian Barreto Pontes de Matos

    Qualquer ser humano que tenha perseverança e força de vontade é capaz de ingressar em uma faculdade pública, independentemente de qual instituição de estudo fez parte. Sejam negros, pardos, amarelos ou brancos, todos temos os mesmos direitos. A cota sim é discriminatória e deixa claro que aqueles beneficiados por ela não têm capacidade intelectual, sendo, portanto, inferiores aos demais. Verdadeiro absurdo.

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  • 27/04/2012 - 08:09
    Enviado por: Alvaro

    “É uma injustiça com os outros igualmente pobres que não serão beneficiados pelas cotas por não serem afrodescendentes. Vão aumentar as desigualdades e os maus profissionais.” Eis uma parte de um comentário acima ! Negro é igual a mau profissional ? Realmente não existe racismo no Brasil.

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  • 27/04/2012 - 11:30
    Enviado por: Flavio

    Puro populismo. Como pode o negro ser diferente dos brancos e dos indios e ter vaga garantida em universidade? Por competencia sim, mas por cor é um absurdo. Como será nivel dos formandos daqui alguns anos?

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  • 27/04/2012 - 11:52
    Enviado por: D.Lima

    Só uma pergunta simples e sucinta: onde fica o “todos são iguais perante a lei”?

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  • 27/04/2012 - 12:20
    Enviado por: Rone

    Os meios de comunicação vivem divulgando que o conceito raça não existe. Com essa decisão, o argumento cai por terra? Afinal, se existem cotas raciais exixtem raças! Outra questão: não deveriam ser realizados testes de DNA para ver se os gens de possiveis candidatos correspondem ao sistema de cotas? Já que estamos tentando concertar um erro de mais de quinhentos anos com outro erro, seria o mais correto corrigindo o com o onhecimento cientifico atual depois de tanta miscigenação! Outra: o STF votou com medo de ser rotulado de racista!

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  • 27/04/2012 - 13:08
    Enviado por: Lucino

    Aos poucos a constituição está sendo jogada no lixo, a igualdade de direito já ficou de lado, o Brasil está se transformando em uma colcha de retalhos, mais tarde vem as cotas dos imigrantes, magros, gordos, gays, lésbicas, católicos, evangélicos, seria mais justos se essas cotas abrangissem a classe menos privilegiadas e não discriminassem por cor de pele, isso sim é racismo.

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  • 27/04/2012 - 14:27
    Enviado por: Oswaldo Junior

    Nada mais racista do que o sistema de cotas raciais, que no meu entender vem apenas para aumentar a discusão sobre as diferenças entre raças, sendo que a real diferença entre as pessoas não esta na cor da sua pele e sim na sua vontade de crescer.

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  • 27/04/2012 - 18:22
    Enviado por: Fernando

    Tenho duas ou três perguntas para o senhor Hédio Silva Jr., advogado. 1) V.Sa entrou para a faculdade pelo sistema de quotas? Certamente não, dado que essa excrescência não existia. 2) Se V.Sa conseguiu fazê-lo por mérito, por que outros não poderão? 3) Por que então os jovens de hoje precisam se acobertar sob um manto protetor? 4) Por que esse manto só cobre alguns, deixando outros de fora? 5) Por que a proteção não se estende aos que têm a pele de cor amarela, azul ou verde?

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  • 28/04/2012 - 07:57
    Enviado por: ze

    Vai ser criado o Ministério da Classificação Racial. Dezenas de leis e decretos serão editados para estabelecer os critérios para enquadrar cada um numa raça. Não basta a cor da pele para definir a raça. Teremos um país racista, literalmente.

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  • 28/04/2012 - 08:35
    Enviado por: MARCELO CARVALHO

    Para entrar está ficando mais fácil. Mas para sair será a mesma luta.

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  • 28/04/2012 - 09:33
    Enviado por: leo guerra

    Antes de tudo, parabéns aos ilustres magistrados pela unanimidade.Agora devemos nos ater à parte “cientifica” do processo. Para isto proponho a criação do “Instituto Macunaíma de Classificação Racial. Seremos precursores na classificação racial neste delirio tropical chamado Brasil.

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  • 28/04/2012 - 10:03
    Enviado por: Thomas

    A qualidade da educacao brasileira, que ja era muito ruim, passara agora a ser lastimavel. Como competir com outras nacoes globalmente ? Sera derrotas pre anunciadas. Estaremos fadados a ser exportador de sobremesas, minerais e alimentos, por muitos e muitos anos. Nao sou contra este ou aquele grupo, sou a favor da educacao brasileira.

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  • 28/04/2012 - 10:41
    Enviado por: Roger

    O sistema de cotas pode ser viável numa sociedade de mercado crescente e que exige especialização. Então o mercado absorve tudo hoje em dia. Não seria justo, os afrodescendentes não participarem de seu quinhão no momento em que possuem títulos pré-universitário (2º grau) ou ensino médio. As Universidades devem ajustar-se à realidade para não reproduzir o passado sem responsabilidade social. E com certeza, os estudantes que se servirem das cotas eles mesmos vão reformular a estrutura básica de ensino no Brasil. Vejo válido conquanto não seja discriminatório no mercado, senão outra alternativa o que dá dinamicidade social. Eu não tive esta facilidade. É muito bom quando se tem tudo à disposição: Biblioteca perto, transporte barato, moradia, ajuda de custos. Se os ricos têm, porque os pobres e negros não podem ter uma mãozinha do Estado? O Desenvolvimento e o conhecimento não são direitos fundamentais? Não estão garantidos pela CF.?

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  • 28/04/2012 - 13:10
    Enviado por: Marcelo

    Art. 5º, caput, da CF/1988: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. Essa previsão constitucional fundamenta uma interpretação contrária às cotas raciais. Frise-se que que os pseudos-moralistas indagarão: “E os brancos pobres ficarão de fora?”. Paremos para pensar: ao depararmos com o negro-médico ou o negro-advogado, seria evitável pensarmos ou até mesmo comentarmos “será que ele é mais um cotista?”

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  • 02/05/2012 - 10:25
    Enviado por: RAQUEL CRISTINA BARRETO POPADIUK

    O que precisa urgentemente mudar neste país é que os seus comandantes troquem de lugar com a população, estudem em escola pública, para ver se conseguem. Muitos deles com certeza lá estiveram, mas depois que assumem seus cargos pouco se importam. Não necessitamos de cotas, mas sim de trabalho honesto, de cuidado com o dinheiro público, que, aliás, é meu, é seu, é nosso. Todos reclamam, fazem greves, lutas, mas depois que passam a fazer do governo não se importam e nada muda. Estudei sempre em escola pública e fico triste em ver a degradação, as salas de aula, os banheiros, as bibliotecas. Alguém precisa começar, li num comentário nos jornais estes dias. Educação: dinheiro mal aplicado ou corrupção?

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  • 02/05/2012 - 11:35
    Enviado por: Lui Lira

    A politica do sistema de cotas raciais em universidades, aprovada pelo STF, trata apenas do efeito e não da causa do problema. Pode, no entanto, estimular de forma positiva a discussão sobre os verdadeiros motivos que levam à exclusão, pois o que impede o acesso à universidade não é a cor da pele e sim o mau aproveitamento dos candidatos nas provas do vestibular. Isso comprova que o problema é socioeconômico e não “racial”. São os obstáculos sociais que, de fato, tornam um cidadão vulnerável. Afinal, um branco pobre, que estudou numa escola pública, cujo nível de ensino está abaixo de qualquer país de 3º mundo, também pode ter as mesmas dificuldades que uma pessoa de pele negra. O ideal seria a implementação de uma política educacional de qualidade nas escolas públicas, para que os menos favorecidos tenham uma boa formação escolar, e assim, consigam concorrer em condições de igualdade nos vestibulares. O texto aprovado gera a falsa ilusão de que está promovendo a inclusão, quando todos sabemos que o que ocasiona a exclusão é a falta de investimentos no ensino público, local onde os filhos das famílias de baixa renda se formam e saem despreparados para disputar uma vaga na universidade e no mercado de trabalho. Luiz Lira.

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  • Quem Faz

    Quem Faz

    Roldão Arruda

    Roldão Arruda é jornalista e repórter da editoria de política do Estadão. Dedica-se sobretudo à cobertura de temas relacionados a direitos humanos e questões de movimentos sociais. Já trabalhou nos jornais Movimento e Folha de S. Paulo e na revista Veja. É autor do livro 'Dias de Ira'.

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