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Fã da Record tem 89 tatuagens com logo da emissora

  • 1 de junho de 2011|
  • 18h12|
  • Por Rodrigo Martins

Este é gaúcho José Góis. Fã confesso da TV Record, ele tem nada menos que 89 tatuagens relacionadas à emissora, como logotipos do canal e até de telejornais antigos. Nem a bochecha e o rosto escaparam. A última foi feita em homenagem a Gugu, no braço.

O sonho dele é conhecer a emissora.

Imagem: Reprodução

Imagem: Reprodução

Via R7

TV ainda é prioridade para você?

  • 23 de agosto de 2010|
  • 18h28|
  • Por Rodrigo Martins
Anúncio de TV em 1950, início das transmissões no Brasil

Anúncio de TV em 1950, início das transmissões no Brasil

TV em declínio? O blog do Marcos Guterman aqui no Estadão publicou um número interessante: pesquisa da Pew nos EUA mostra que TV é prioridade de consumo para 42% das pessoas. Há quatro anos, era para 64%. Para comparação, hoje, o telefone fixo – que para muitos já morreu – é uma “necessidade” de consumo para 62%.

Por que esse desinteresse na TV? Fizemos aos fãs do Estadão no Facebook a pergunta: “A televisão ainda é uma necessidade para você?”. Sei que TV não é o assunto principal deste blog. Mas o que as pessoas fazem na internet ao invés de estarem vendo TV, sim (principalmente com os substitutos óbvios na rede da TV – os vídeos em sites como YouTube -, que são indicados por MSN, Twitter, e-mail, enfim por redes sociais ou comunidades).

E as 16 respostas que obtivemos foram muito interessantes. Principalmente porque, em três delas, os leitores do Estadão disseram que preferiam o rádio à TV. Vale lembrar que, no Facebook, não há nenhuma amostragem científica. Não é um estudo. Apenas opiniões. Apenas uma pessoa afirmou que assistia “muita” TV. Foi o leitor Marcelo Fernandes. E mesmo assim, diz que “viver sem TV por assinatura é impraticável”, mesmo criticando as reprises e as inserções publicitárias no meio da programação.

As outras respostas todas citaram a internet como substituta. “O computador é mais interativo, ou seja,  vejo o que quero na hora que posso. Na TV isso não é possivel ainda”, escreveu Marcelo Rück. “Com a internet foi quebrado o ‘monopólio’ da TV. Isso é bom, uma vez que na TV não temos muitas (nem boas) opções. Já na internet o céu é o limite”, postou Thor Neukranz. Para ver todas as opiniões, vá ao Facebook do Estadão.

As opiniões ficam ainda mais interessantes se levarmos em conta o fato de 96% dos internautas brasileiros assistirem vídeos pela internet em sites como YouTube ou em portais da internet, conforme a pesquisa Havas Digital, Qualibest e Globosat que publiquei aqui no blog. Entre quem assiste vídeos na internet, 56% faz isso porque pode ter acesso em qualquer hora e lugar. E 18% porque não quer ligar a TV.

Foto do post via Reclames do Estadão

Horário nobre dos vídeos na web é o mesmo da TV

  • 19 de agosto de 2010|
  • 9h30|
  • Por Rodrigo Martins

Entre os internautas brasileiros, 96% assistem vídeos pela rede. E surpresa: o horário nobre da TV no mundo virtual – com maior acesso – é semelhante ao do mundo real: das 20h às 1h.

Pesquisa feita pelas empresas Havas Digital, Qualibest e Globosat analisou o hábito de consumo de vídeos no País, tanto no YouTube como em grandes portais. O estudo revelou, por exemplo, que jovens preferem conteúdos mais curtos, enquanto o público mais velho curte telejornais. Além disso, em média, homens procuram vídeos de esporte e mulheres, de culinária.

E, por que, os brasileiros acessam vídeos?

- 56% porque pode ser assistido em qualquer hora e lugar
– 33% porque o conteúdo só está na internet
– 18% porque não queriam procurar a TV

O estudo também mostra outro aspecto interessante: o de comunidade. As pessoas assistem aos vídeos e, se gostarem, recomendam aos amigos e familiares. Do total, 34% tem esse comportamento. E 37% afirma que assiste a um vídeo após ver um comentário interessante sobre ele.


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