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Venha estagiar no Twitter e Facebook do Estadão. Há vaga aberta

  • 28 de novembro de 2011|
  • 14h30|
  • Por Rodrigo Martins

Quer ajudar a gente a fazer nosso Twitter e Facebook? O Estadão está com uma vaga aberta de estagiário em redes sociais. Além de conversar diretamente com nossos mais de 400 mil seguidores todos os dias, o escolhido irá participar de projetos jornalísticos em YouTube, Flickr, Google+ e quaisquer outras redes que venham a ser criadas.

Os candidatos devem cursar ensino superior, no segundo ou terceiro anos e ter inglês fluente. E lógico: deve ser heavy user em redes sociais, com Twitter e Facebook bastante ativos. Manter um blog atualizado também fará você ganhar pontos aqui.

Para tentar a vaga, é preciso estar informado sobre todos os assuntos cobertos pelo jornal. O estagiário não irá cobrir um assunto específico, mas, sim, ajudar a informar aos nossos seguidores na internet o que de mais relevante ocorre em política, economia, cultura, tecnologia, ciência, esportes, etc. Ou seja, acompanhar o noticiário é fundamental para saber o que é importante.

Quem estiver interessado, mande seu currículo para rodrigo.martins@grupoestado.com.br e se cadastre aqui. No assunto do e-mail, escreva Estagiário @estadao. Importante: informem no currículo os endereços de seu Twitter e Facebook. Se tiverem blog, informem o endereço também.

Estágio de segunda a sexta no período vespertino. Oferecemos bolsa auxílio, refeição no local, vale transporte, seguro de vida e ônibus fretado.

Dúvidas? Deixem aí embaixo, nos comentários, que prometo responder logo.

Twitter anuncia atualização de todos para ‘Novo Twitter’ e irrita usuários da versão antiga

  • 2 de agosto de 2011|
  • 21h36|
  • Por Rodrigo Martins

Atualizado em 03/08 às 20h

Polêmica à vista no Twitter. O serviço acaba de informar que, a partir desta quinta-feira, ninguém mais poderá usar a versão antiga do Twitter. A justificativa é para que todos os usuários possam “usar funcionalidades que não eram suportadas pela versão antiga  – como o encurtador automático de links, a habilidade para carregar fotos e os resultados de busca com fotos e vídeos.”

Ontem, o serviço anunciou que “nesta semana todas as contas serão atualizadas para o Novo Twitter”.  Mas não tinha dado mais detalhes.  Novo Twitter” é o redesenho gráfico do microblogging, lançado em setembro do ano passado. O Twitter já havia avisado que a opção de adotar a versão antiga pela web sumiria em breve.

A notícia irritou usuários que não se adaptaram ao “Novo Twitter”. Não imaginava, mas muitas pessoas ainda usam a versão antiga. Assim que twittei pelo @estadao, centenas fizeram observações do tipo:

Perguntei o motivo de preferirem o antigo. Separei alguns replies abaixo:

Twitter está lento e perdeu ordem cronológica nesta quinta

  • 24 de fevereiro de 2011|
  • 15h43|
  • Por Rodrigo Martins

O Twitter está com lentidão nesta quinta-feira. A baleia, famosa por mostrar erros no site, não está aparecendo com frequência. Mas os tweets e retweets são exibidos fora de ordem cronológica e chegam a demorar minutos para surgir na tela.

Perguntei aos seguidores do @estadao no Twitter se eles estavam tendo o mesmo problema. A maioria que acessa a partir de aplicativos, como o Tweetdeck, afirmou que não. Mas quem acessa pela web, no site do Twitter, relatou que o último tweet exibido chegava a ser de uma hora atrás.

“Às veses quando twitto a mensagem que acabei de escrever já aparece como se fosse de 1 hora atrás”, relatou @fabiano_rogerio. “Até minhas menções não tem aparecido”, afirmou @vick_white.

Oficialmente, o Twitter não assumiu ainda que o serviço esteja com problemas nesta quinta-feira. O site oficial relata que a última falha, ocorrida ontem – e que deixou o Twitter fora do ar por alguns minutos -, já foi resolvida.

Shorty Awards: vote e eleja o @estadao o melhor Twitter de notícias

  • 13 de janeiro de 2011|
  • 15h56|
  • Por Rodrigo Martins

O @estadao entrou na corrida para o The Shorty Awards, um dos prêmios mundiais para twitteiros que mais bombaram no ano passado. Na edição 2011, acabamos de receber nossa primeira indicação pelo nosso seguidor @emersontrevisan, que votou na gente na categoria “melhor Twitter de notícias”.

Você também pode participar!!!! Se você curte a forma do @estadao fazer Twitter, com notícias postadas à mão e muita conversa, que tal indicar a gente também? O período de indicações vai até o fim deste mês. Depois, um júri irá avaliar entre os mais bem colocados qual será o vencedor.

Votar é bem simples. Você vai até http://shortyawards.com/estadao. Há um campo chamado “Shorty Voting”. Abaixo, o texto:  “I nominate @estadao for a Shorty Award in #news because…”. Após o “because”, você coloca, em inglês, o motivo pelo qual o @estadao deve ser indicado (atenção: é preciso colocar o motivo, sem ele, o voto não conta). Daí é só apertar “Tweet your vote!”. Um tweet será feito pela sua conta na rede de microblogging. Pronto.

Pessoal, agradeço desde já a todos os nossos fiéis seguidores…. E bora participar!!!!

Abs,

Rodrigo Martins

Editor de mídias sociais do @estadao

O que vocês gostam e o que vocês não gostam no @estadao?

  • 9 de dezembro de 2010|
  • 15h42|
  • Por Rodrigo Martins

Pessoal, sou o responsável pelo Twitter @estadao. Conversamos bastante por lá – na maioria das vezes, sou eu que seleciono as notícias e respondo a vocês… hehe. Hoje, começou uma polêmica com relação a não respondermos críticas no Twitter. Eu publiquei por lá que respondemos quando temos o que responder.

Da mesma forma que não temos como dar RT em todos os elogios, não temos como dar RT em todas as críticas. Fazemos isso de vez em quando, porque não queremos lotar a timeline de vocês com conversas paralelas.

Por conta disso, estou abrindo o campo de comentários aqui. Vamos discutir a relação? O que vocês gostam e não gostam no Twitter @estadao? Digam que vou respondê-los. Provoquem… Também vou provocá-los aí embaixo.

A ideia é construirmos cada vez mais um ambiente bacana de conversas e divulgação de informações, o qual tem sido até agora. Com a ajuda de vocês, sabendo o que vocês gostam ou não, fica muito mais fácil.

Só para vocês saberem: por essa proximidade que criamos, os seguidores do @estadao são os mais participativos entre os Twitters da imprensa no Brasil. Fizemos essa conta.

Bem, mandem ver aí embaixo =)

Mais tênis: agora do Twitter

  • 24 de novembro de 2010|
  • 19h11|
  • Por Rodrigo Martins

Lembram que postei aqui na segunda-feira sobre o tênis Superstar, da Adidas, misturado com logo e cor do Facebook? Pois o blog Moda, aqui do Estadão, publicou fotos de tênis nerds de outro designer: Daniel Reese. Ele, porém, usa tênis clássicos da Nike – a comparação é inevitável, desculpem: aqueles iguais aos dos meninos do Restart.

Viu os tênis que ele customizou com cores e desenhos do Twitter? Eu, particularmente, não gostei. Prefiro o do Facebook. Daniel também faz tênis com outros ícones da cultura nerd. Dá uma olhada aí embaixo: tem do Google, do Super Mario. Todos estão à venda. É só acessar o site dele.

O que achou? Usaria? Qual seu predileto?

BAÚ: Como os blogueiros sobrevivem em países que censuram a web?

  • 28 de setembro de 2010|
  • 10h03|
  • Por Rodrigo Martins

Manter um blog num país que censura a internet é viver no limite do limite. Uma escorregada e o destino pode ser a prisão – ou até execução. Há cinco anos, fiz uma capa do Link em que saí à caça de blogueiros e membros de redes sociais que morassem em países que mantém linha dura sobre a rede. Os Repórteres Sem Fronteiras publicam uma lista anual dos países que mais censuram a web. Mas a ideia era juntar histórias humanas a esses dados.

Tarefa difícil. Fui à caça de dezenas de blogs, perfis no Orkut, MySpace – as redes da época. Poucos me responderam. Estavam desconfiados. Pensavam que poderia ser o governo local que queria testá-los. Dos poucos que me responderam, a maioria não passou do primeiro contato. Foi muito difícil conseguir algumas entrevistas. E olha que eu avisei que não seria necessário publicar nome e as conversas seriam por MSN, Gtalk, Skype, etc.

Depois de semanas de insistências, consegui que alguns baixassem um tanto a guarda. Mas nada de mandar fotos. Nem de costas. Conversei com o consultor chinês Yan (nome fictício), de 33 anos, por exemplo. Ele mantinha um blog crítico ao governo, que foi do nada fechado. E montou outro, só para falar bem do governo, para mostrar “como um blogueiro pode ser silenciado”. Falei também com Abd (nome fictício), de 26 anos, da Tunísia, que não falava mal do governo, mas temia mesmo assim: “Tenho medo de quebrar as regras sem perceber.”

A reportagem que reproduzo abaixo junta opiniões de internautas comuns de China, Irã, Arábia Saudita, Tunísia e Cuba sobre como é sobreviver na rede com a internet vigiada (a foto abaixo mostra tudo: policiais fazem guarda num cybercafé chinês). O texto foi publicado originalmente no Link em 24/10/2005. A ideia de desenterrá-lo partiu de uma medida extrema da Arábia Saudita na semana passada: internautas agora só poderão ter blogs com a autorização do governo. Coincidentemente, neste fim de semana, o Estadão foi censurado novamente. Felizmente, esta censura já caiu.

**********

Polícia faz vistoria em cybercafé localizado na cidade de Guangdong, China. Foto: Reuters – 24/04/2002

O país é a China.  A cidade, Xangai.  Por lá, na nação que mais censura a internet, segundo a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), mora e trabalha o investidor Yan (nome fictício), de 33 anos.  Nas horas vagas, o hobby dele é escrever em seu blog. “Por causa das regras rígidas que o Estado impõe sobre a liberdade, foi o meio que encontrei para expressar as minhas opiniões”, diz.

Pelo menos era assim até pouco tempo atrás.  Há cerca de três meses, o diário virtual do investidor, no qual ele se arriscava a falar sobre política, foi tirado do ar pelo governo sem nenhum aviso prévio. “Agora, fiz outro blog. Mas, nele, só escrevo coisas agradáveis.  Assim, consigo mostrar aos meus leitores como um blogueiro pode ser silenciado.”

Como na China, onde sites que trazem informações sobre democracia, liberdade e direitos humanos têm os seus acessos bloqueados, outros 50 países exercem algum tipo de controle da web. É o que diz um estudo que a RSF divulgará em breve, ao qual o Link teve acesso aos dados preliminares.

Segundo o levantamento, com o objetivo de controlar a web, nações como Irã, Arábia Saudita, Cuba e Tunísia, entre outras, vasculham e-mails, limitam a conexão à elite, deletam posts em blogs ou prendem quem for pego escrevendo textos que desagradem ao governo local.

“A censura à web nesses países está aumentando”, diz Julien Pain, editor de internet da RSF. “Hoje, a tecnologia está mais barata e acessível aos regimes.  O número de usuários de internet cresceu e se tornou uma força política.  Então, na visão de governos autoritários, a web tem que ser controlada.”

Na China, os cerca de 100 milhões de internautas, quando acessam a internet, muitas vezes se deparam com a mensagem “this site cannot be displayed” (esse site não pode ser exibido, em português). “Em certos casos, essa mensagem aparece não porque o site está fora do ar, mas porque o endereço foi bloqueado pelo governo”, explica o jornalista Richard (nome fictício), 24 anos, que mora em Pequim.

Segundo Pain, da RSF, na China são bloqueadas páginas que tratam de direitos humanos, democracia e que têm conteúdo pornográfico ou críticas ao governo. “O governo também intercepta e-mails e investiga fóruns e blogs”, diz ele. “Em um blog, por exemplo, só é possível abordar assuntos que foram publicados previamente pela imprensa oficial, que é controlada pelo Estado.”

Segundo ele, quando um assunto proibido é escrito na web, o sistema de controle montado pela China deleta esse texto automaticamente.  Em casos extremos, entretanto, o internauta pode acabar na cadeia. Atualmente, segundo a RSF, 75 pessoas estão presas por esse motivo.

Outra medida tomada pela China foi instalar sistemas de segurança, como softwares de monitoramento e câmeras de vigilância, em cybercafés. “Os estabelecimentos que se recusaram a obedecer a regra foram fechados pelo governo”, diz o blogueiro chinês Yan.  Foram fechados cerca de 10 mil cybercafés nos últimos dois anos.

A assessoria de imprensa da Embaixada da China no Brasil confirma que alguns sites são bloqueados pelo governo. “Isso é para manter os valores da sociedade e afastar os cidadãos das notícias falsas.” Entretanto, diz que não existe censura em blogs e fóruns. “Os chineses têm diversas formas de expressar suas opiniões.  E a internet é uma delas.”

Como é a censura à internet no mundo? Clique para ampliar

ALÉM DA CHINA
O Irã é outro país que adotou medidas restritivas para a web. “Aqui, temos dificuldade em acessar páginas com pornografia e sites sobre política. Muitos blogs também são bloqueados”, conta o consultor Mr.  Behi (nome fictício), 27 anos, que mora em Teerã (capital).

Segundo o consultor, por lá, manifestar uma opinião contrária ao regime do país pela internet pode levar uma pessoa à cadeia.  Mesmo assim, ele possui um blog, onde diz que costuma ser muito crítico ao governo. “Tenho medo de ser preso.  Já passei dos limites algumas vezes”, conta ele.

O país, atualmente, vive uma febre de blogs.  Dos 4,3 milhões de internautas da nação, 700 mil blogam. Em face a esse crescimento, segundo a RSF, o governo também incrementou a vigilância na rede.  Só neste ano, 20 blogueiros foram parar na prisão.

Mas a prisão não é o único destino dos condenados.  Na Tunísia, segundo o Comitê de Proteção aos Blogueiros, a punição pode ser a pena de morte.  Desde fevereiro deste ano, o blogueiro Mojtaba Saminejad está preso por desacatar em seu diário virtual as leis da nação. Sua sentença é a morte.

No país, blogueiros como Abd (nome fictício), 26 anos, que mora em Túnis, estão apreensivos. “Não escrevo sobre coisas ilegais.  Mas tenho medo de quebrar as regras sem perceber e acabar tendo problemas”, diz.

Segundo a RSF, na Tunísia, os e-mails dos cidadãos também são vasculhados.  A organização diz, inclusive, que o governo desencoraja a população a usar webmails, como o Yahoo! e o Gmail.  Isso porque é mais fácil vasculhar mensagens em programas como o Outlook Express.

Já a Arábia Saudita vive uma forma diferente de censura.  A população tem participação na escolha dos sites que devem ser bloqueados.  Para tanto, os sauditas deduram via web as páginas que julgam impróprias.  Segundo a RSF, cerca de 400 mil páginas não podem ser acessadas no país.

“As pessoas são muito conservadoras por aqui.  Elas não querem ver sites com material pornográfico e que são contra o islamismo.  Por isso, elas denunciam essas páginas”, diz a universitária Farah Aziz, 20 anos.

Outra forma de censura, segundo a RFS, é feita por Cuba.  No país, apenas 120 mil pessoas pessoas possuem acesso à rede. “A internet está limitada apenas a autoridades e a turistas”, diz Pain.

Segundo o brasileiro Flávio (nome fictício), que mora em Cuba, em universidades, por exemplo, só é permitido o acesso a sites cubanos ou aqueles selecionados pelo governo. E diz que o e-mail no país também é limitado. “Quando se consegue uma conta, você não tem o direito de enviar mensagens para o exterior.  Para tanto, é preciso provar a necessidade de acesso internacional.”

Segundo Juan Roberto Forte, conselheiro da Embaixada de Cuba no Brasil, Cuba não exerce censura sobre a sua população. “O problema da web no país é o embargo norte-americano.  Precisávamos de uma conexão de fibra óptica com os EUA para podermos nos conectar à web.  Mas os EUA não querem.  A solução foi usar uma conexão via satélite, o que encarece o acesso.  Por isso, a internet está restrita às instituições oficiais.”

A reportagem entrou em contato com as Embaixadas da Tunísia, do Irã e da Arábia Saudita no Brasil.  A da Tunísia não quis comentar o assunto.  E as do Irã e da Arábia Saudita não retornaram as ligações até o fechamento desta edição.

Veja mais reportagens desenterradas pela seção ‘Baú’

Minhas amiga(s), agora no Twitter

  • 13 de setembro de 2010|
  • 18h28|
  • Por Rodrigo Martins
Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Palmirinha Onofre está mais pop do que nunca. E internética. Depois de sair da Gazeta e não poder se despedir do público, participar do CQC e dar entrevista para o Aliás do Estadão, a culinarista estreou no Twitter. O nome de usuário é curioso: @vovopalmirinha.

A simpática velhinha não está twittando por conta própria. Na biografia do perfil, ela já avisa que o espaço (com atuais 6 mil seguidores) é mantido pelos netos. Talvez por isso os tweets não contem com os indefectíveis erros na concordância.

E o que é postado? A linguagem é própria da culinarista: chamando os seguidores de bonitinhos, bonitinhas, amiguinhas…. E Palmirinha já começou a postar fotos. A do início deste post era para provar que o Twitter era oficial mesmo. Já a imagem aí de baixo é uma alcachofra no alho e óleo com salada de rúcula. “Que pena que vocês não estão aqui comigo”, twittou sobre o quitute.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

As fotos deste post estão no Twitter de Palmirinha

Dez mil tweets no @estadao. Vamos discutir a relação?

  • 24 de agosto de 2010|
  • 11h31|
  • Por Rodrigo Martins

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O Estadão chegou a 10 mil tweets pela conta @estadao. Para marcar este número, gostaríamos de discutir a relação com vocês, seguidores, para tornar a nossa conversa mais aberta e interessante. Pela nossa percepção, essa relação tem sido cada vez mais bacana. Vocês topam?

Soltem o verbo aí nos comentários: o que estamos fazendo certo? E o que estamos fazendo de errado? O que acham dos assuntos postados? Quais assuntos sentem falta? Acham que postamos demais, pouco ou o suficiente? O que têm achado de nossa conversa? Entre todos os Twitters do Estadão, qual é o seu predileto? Qual você não gosta? Deveríamos criar mais algum?

Também participarei da conversa no campo abaixo.

ESTADÃO NO TWITTER

A conta @estadao já está entre os 20 Twitters mais influentes do Brasil, de acordo medidor Twitalyzer, que leva em conta o número seguidores, de retweets, de replies etc. Entre todos os Twitters do mundo, a conta @estadao está na lista das cem mais influentes.

Ao todo, o estadão.com.br tem 25 contas no Twitter e 90 mil seguidores no total.  Nelas, jornalistas – e não filtros automáticos – publicam notícias em áreas como política, economia, tecnologia, cidades, esportes, moda, educação, etc. O melhor publicado em todos esses Twitters é republicado na conta principal do Estadão, a @estadao, também por um jornalista – vulgo este blogueiro (hehe).

Ah, se você ainda não segue o Estadão no Twitter, vá lá: http://twitter.com/estadao


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