Contra fake, campanha de Marta aciona blog sobre Twitter em vez do Twitter
- 19 de agosto de 2010|
- 19h17|
- Por Rodrigo Martins
Para tirar um Twitter fake do ar, a campanha de Marta Suplicy (PT) acionou erroneamente um blog ao invés do escritório do serviço de microblogging. Os responsáveis pelo blog Twitter Brasil receberam hoje um ofício dos advogados da candidata ao Senado por São Paulo endereçado ao “Twitter, com escritório no Brasil”, o qual “exigia apresentação em 48 horas e solicitava a retirada de um perfil fake do Twitter”, conforme descreveu o blog em post que explica o caso.
Só que o Twitter não tem escritório no Brasil. E, alegam os responsáveis pelo blog, o Twitter Brasil não é um veículo oficial da rede social norte-americana, nem tampouco a representa no Brasil. Ele apenas publica, de forma independente, as novidades do Twitter. “O processo conta que somos um blog e não o próprio Twitter, mas mesmo assim nos considera responsáveis”, publicou o blog.
O engano da campanha petista repercutiu nesta tarde pelo Twitter. Ainda mais porque não foi a primeira vez. Há dois anos, durante as eleições municipais, o blog já havia sido tirado do ar por conta de uma decisão liminar que surgiu a partir do processo de uma candidata à prefeitura de Fortaleza contra um perfil falso.
Após a repercussão, a campanha da candidata assumiu o erro. E pelo Twitter:

Como mostrar apoio a candidatos no Twitter?
- 9 de agosto de 2010|
- 20h43|
- Por Rodrigo Martins

Fotos: Reprodução
Tudo bem, ter um avatar personalizado com o nome do candidato é a forma mais antiga de apoio nas redes sociais – nas duas últimas eleições, o Orkut ficou infestado deles. Mas também é a forma mais simples.
Basta entrar em um serviço especializado de personalização de avatares – o mais conhecido é o Twibbon – que, automaticamente, uma frase com a causa a que se pretende adotar – no caso, o apoio a candidatos – aparece em cima da sua foto do perfil. Fica igualzinho aos avatares que aparecem aí em cima.
As campanhas presidenciais já montaram suas contas no Twibbon. Para mostrar apoio a Dilma, clique aqui. Para Serra, aqui. E, para Marina, aqui. Depois, é só clicar em “Show my support now!” (Mostre minha adesão agora, em português). Pronto. Uma frase será twittada automaticamente convidando seus seguidores a aderirem à causa também.
Este post faz parte da série “mídias sociais e eleições”, publicada toda segunda-feira neste blog. Veja os posts anteriores.
Como estão os candidatos no Twitter?
- 26 de julho de 2010|
- 19h37|
- Por Rodrigo Martins
Serra é o quem tem mais seguidores. Dilma é a que mais cresce. Marina é a segunda em número de tweets. Veja o comportamento dos candidatos à Presidência no Twitter, a rede mais usada nestas eleições.

Dilma
Foi a última dos três principais candidatos a entrar no Twitter. Embora seja a que, pela média, menos twitta, é a que mais cresce no número de seguidores. Veja Raio-X:
Conta: @dilmabr
No Twitter há: 107 dias
Número de seguidores: 127 mil
Número de pessoas que segue: 244
Crescimento médio de seguidores por dia: 1.380
Quantidade de twitts por dia (em média): 3
Total de tweets até agora: 246

José Serra
É o veterano entre os três. Entrou no Twitter quando ainda era governador de São Paulo. E é o que mais posta: em média, sete tweets por dia. Veja Raio-X:
Conta: @joseserra_
No Twitter há: 457 dias
Número de seguidores: 307 mil
Número de pessoas que segue: 5.171
Crescimento médio de seguidores por dia: 1.024
Quantidade de twitts por dia (em média): 7
Total de tweets até agora: 2.674

Marina Silva
Entrou no Twitter três meses antes de Dilma e, em quantidade, já twittou quatro vezes mais. Em média, lança seis tweets por dia. Veja o Raio-X:
Conta: @silva_marina
No Twitter há: 192 dias
Número de seguidores: 109 mil
Número de pessoas que segue: 151
Crescimento médio de seguidores por dia: 869
Quantidade de twitts por dia (em média): 6
Total de tweets até agora: 1.103
Fontes: TwitterCounter e FollowerWonk
Este post faz parte da série “mídias sociais e eleições”, publicada toda segunda-feira neste blog. Veja os posts anteriores.
‘Redes sociais organizam os apoiadores para fazer campanha fora da internet’
- 19 de julho de 2010|
- 15h20|
- Por Rodrigo Martins

Marcelo Branco ao lado de Dilma. Foto: Paulo Liebert/AE
Responsável até o início deste ano pelo megaevento nerd Campus Party, Marcelo Branco coordena há cerca de três meses a campanha de Dilma à Presidência nas redes sociais. Foi ele o responsável por fazer a candidata twittar pelo @dilmabr – diz ele que por conta própria, num notebook que anda sempre à tiracolo com a petista. Mas é dele também a tarefa de mobilizar os internautas a fazerem campanha espontânea. Seja para fazerem um vídeo engraçadinho como DilmaBoy ou aproveitarem comunidades no Orkut já existentes, ele já viajou todos os estados do Brasil reunindo-se com blogueiros, twitteiros, orkuteiros, etc.
“(A campanha do Obama na redes sociais) foi construída pelos apoiadores. Não por agências”, diz. “A gente não consegue construir uma reputação na rede em pouco tempo. Então, não tem como, em dois meses de campanha, querermos construir uma reputação e uma presença massiva na rede. A nossa estratégia nas redes sociais é estimular que nossos apoiadores construam conteúdos multimídia. Não vamos deixar de construir na agência (de publicidade). Mas estamos apostando muito nessa idéia de que o apoiador precisa construir o conteúdo.”
Leia abaixo os principais trechos da entrevista que fiz com ele:
A campanha está começando agora. Já vemos uma grande movimentação dos candidatos pelo Twitter. Como você vê isso?
Acho que o Twitter é uma ferramenta indispensável para o processo eleitoral. Mas o candidato estar no Twitter é apenas uma pequena parte da campanha no Twitter. O perfil da Dilma é ela mesma quem atualiza. Nossa opção foi que a campanha da Dilma no Twitter fosse o conjunto de pessoas que estão se mobilizando para fazer a campanha dela nas redes sociais. E não somente ela. Não estamos centrando a campanha e avaliação da campanha dela pelo Twitter a partir só do que ela posta. Inclusive por questões legais, até de postura como candidata, ela tem que ter uma postura diferente que nós apoiadores, dos outros Twitters da campanha, podemos fazer de interação. O resultado tem sido positivo. Todas as medições que a gente fez no Twitter nos últimos dois meses apontam vantagem de citações positivas da Dilma nesta rede social.
Como vocês fazem essas medições?
Temos ferramentas que fazem buscas nas redes sociais, em cima do nome do candidato, palavras chaves. Em março, quando começamos, estávamos muito atrás do Serra, pois ele estava lá há um ano e meio. Mas mudou muito. Nas redes sociais, pelo que medimos, é a campanha que tem a maior presença. Pois fizemos uma opção de não investir apenas nos canais oficiais da campanha. Optamos por aproveitar os espaços da internet já consolidados, as redes já existentes, como espaço para estimular e aproveitar para a campanha. Há uma comunidade do Orkut, por exemplo, que está há cinco anos na internet, que tem 98 mil pessoas que apóiam a Dilma. Daí a gente pega outra de mil, de 20 mil. No Facebook é a mesma coisa.
As comunidades oficiais da Dilma no Orkut, no Twitter, no Facebook, são espaços institucionais. No entanto, estamos usando outros Twitters, como o @dilmanaweb, @dilmanarede, que são Twitters de mobilização da campanha. A gente não constrói reputação na rede em pouco tempo. Então, não tem como, em dois meses de campanha, querermos construir uma reputação e uma presença massiva na rede. Temos hoje 128 blogs cadastrados, que são blogs espontâneos de apoio, muitos com audiência muito próxima à do blog oficial da candidata. A nossa estratégia nas redes sociais é estimular que nossos apoiadores construam conteúdos multimídia. Não vamos deixar de construir na agência (de publicidade). Mas estamos apostando muito nessa idéia de que o apoiador precisa construir o conteúdo.
Como o DilmaBoy?
Sim. Nós nunca tínhamos ouvido falar desse cara. É um webhit. Há dezenas de outros. Nós estamos apostando. Foi assim a campanha do Obama. Essa idéia de que foi a agência que construiu a campanha do Obama nas redes sociais é um erro. Ela foi construída pelos apoiadores. 90% dos vídeos postados foram caseiros. E os de maior audiência foram esses.Estamos apostando nisso. O viral é uma coisa imprevisível. Ninguém constrói um viral. As pessoas tentam, mas na maioria das vezes não conseguem. O que pega é o imprevisível. As pessoas não compartilham só informação, mas emoções também. Hoje não existe uma ferramenta para medir emoções na rede. Talvez mais adiante se consiga. Até hoje a comunicação, o jornalismo e a publicidade conseguiram construir ferramentas de avaliação em cima de informações. Mas as redes sociais têm outro ingrediante imprevisível, que é a emoção. As redes sociais transmitem informação com emoção. Dependendo do momento da rede, um conteúdo pode bombar ou não. As pessoas replicam dependendo de como estejam.
Como fazer para mobilizar as pessoas então?
O que mais organiza a campanha da Dilma tem sido o Twitter porque todas as pessoas organizadores, apoiadoras, estão no Twitter. As pessoas estão seguindo o Twitter de mobilização – @dilmanaweb, por exemplo – o que organiza as atividades. E nós construímos a caravana digital, que são reuniões físicas. Viajei o Brasil todo nos últimos 50 dias, capital por capital, e nós estamos fazendo reuniões físicas com centenas de militantes em casa estado. Nessas reuniões nós discutimos as estratégias e as melhores formas de atuar nas redes sociais. Não é curso. Participam blogueiros, twitteiros. Em muitos casos, as pessoas nunca foram políticas, mas estão se envolvendo na campanha pela estratégia que estamos adotando. Reunimos 7 mil pessoas no total, 320 média por local. Queremos preparar e estimular esses militantes a fazer a cobertura multimídia.
Como vocês chamam as pessoas para essas reuniões?
Tudo pelo Twitter. O Twitter é para convocação.
Já há uma resposta objetiva nas pesquisas eleitorais?
A nossa estratégia é usar as redes sociais para construir opinião, argumentos e contra-argumentos para que esses argumentos não sejam usados não só dentro da internet, mas principalmente fora. A nossa visão da internet é como espaço de organização dos apoiadores para fazer o debate offline, para disputar os votos nas ruas, no trabalho, onde a eleição será decidida. Não tenho expectativa de que a gente irá virar milhares de votos de indecisos. Mas a rede irá fortalecer os contra-argumentos para a disputa offline. Credito que a movimentação nas redes até agora tem ajudado a fortalecer o crescimento da Dilma nas pesquisas. Claro que há muitos outros elementos: o Lula, a postura da candidata que melhora no discurso a cada dia que passa. Mas acho que a internet tem ajudado a mobilizar as pessoas nas ruas.
Nesta campanha, essa mobilização irá além do apio nos avatares fo Orkut e do Twitter?
Claro. No posicionamento de um produto, conta muito quem está bem colocado nos trending topics do Twitter, por exemplo. Quando vai comprar um produto, o cara vai ver se é o mais citado, o mais comentado. Só que uma campanha política é diferente. Nós queremos falar com pessoas verdadeiras. É ótimo saber quantas vezes estivemos nos trending topics, é bom para motivar a campanha. Mas para mim é mais importante saber quantas pessoas nós estamos envolvendo na internet. Ninguém vai no blog do Serra ou da Dilma indeciso. As redes sociais estão servindo para organizar os apoiadores para as pessoas fazerem campanha fora da internet.
Você pode não ir no blog do candidato se não for apoiador. Mas no Twitter você pode acompanhar coisas que seus amigos twittaram e, daí, decidir seu voto, não?
Claro que em alguns votos pode ocorrer isso. Acho que numa segunda eleição teremos uma melhor medida disso. Hoje, não consigo. Acredito que alguns votos mudem dentro da rede. Que as pessoas vejam que eu sou Marcelo, fiz Campus Party, e decidam seu voto a partir daquilo que eu falar no Twitter. Acho que isso acontece também. Mas é obvio que a maioria dos votos vai virar fora da rede. Porém, acho que esses que esses votos viram serão muito influenciados pela capacidade de as pessoas se informarem na rede. Como hoje os apoiadores conseguem saber o que falar nas ruas, o que comentar com os indecisos? Não é por uma carta do partido, como era antigamente. Eles se informam pela internet, vão lá na comunidade da Dilma, acompanham as lideranças políticas no Twitter e vão para o mundo offline.
Os candidatos irão debater entre si pelo Twitter?
Não acredito. Acho que não tem sido a estratégia do Serra, da Dilma e da Marina, por exemplo, a Dilma dar uma paulada na Marina, a Marina no Serra e o Serra na Dilma pelo Twitter. Ali é um espaço muito controlado pela assessoria de imprensa clássica. Ali tem todo o marketing que cuida do que se fala no Twitter. Diferentemente do que a gente fala normalmente, correndo riscos. Mas o risco que a gente corre é que vai dar a dinâmica dessas eleições.
Quer dizer que há uma equipe que cuida do que o candidato twitta?
Claro. Mesmo o Serra, que está há mais tempo no Twitter, não faz o que fazia antes. Está todo mundo meio segurando a barra. Diferentemente dos twitters dos apoiadores. Se eu tiver lideranças numa rede social, como comunidade de software livre, dos favelados, etc., a mensagem só vai chegar neles se alguém que já pertence à rede acionar a palavra. Não adianta eu, Marcelo, querer falar com ele, Essa relação que temos com base aliada do PT, dos movimentos sociais organizados que já estão nas redes sociais, é o que nos dá vantagem na internet.
Como você vê a possibilidade de blogs apócrifos, perfis apócrifos?
É normal, acho que já acontece. Mas acho que essas baixarias não dão resultado. Se o cara montar um blog para fazer baixaria contra adversários, quem vai ler esse cara? Como vou criar uma audiência para esse blog? Qual é a credibilidade? Temos dezenas de blogs atacando a Dilma. Optamos em não acionar juridicamente. Se formos acionar, fará o maior barulho e daremos audiência para esse cara.
Você teve de ensinar a Dilma a usar o Twitter?
A Dilma não é uma pessoa totalmente fora da tecnologia. Ele sempre levou notebook no governo. Desde o ano passado, ela tem me falado que queria estar no Twitter, mas não tinha tido essa oportunidade. Há dois meses, estava em Brasília, ela me chama na casa dela às 18h e diz: ‘Marcelo, estou pronta, agora vou fazer o Twitter’. Ela escolheu o nome, @dilmabr. Ela entrou no Twitter, fez cinco posts, eu anunciei no meu Twittar que ela estava lá. Em 30 minutos, ela tinha 1,7 mil seguidores. Uma hora depois, 3,2 mil. E não foi mandada uma nota de imprensa. Ela está pouco a pouco aprendendo. Tem acjuda da assessora de comunicação. Ela não usa até agora o dispositivo móvel, usa o notebook. Mas ela mesma faz os twitts dela. Ela me disse: “O que for meu, deixa comigo”.
* A partir de hoje, toda segunda-feira teremos neste blog posts sobre “eleições e mídias sociais”, seja uma entrevista, uma curiosidade ou um comportamento. Não deixem de voltar =)
- RT @vanessanunes Jornal de Winnipeg tá anunciando cobertura ao vivo do show do Justin Bieber na cidade. Isso é a MORTE do jornalismo! 2010-09-14
- RT @agenciar08: New York Times prepara rede social para notícias http://ow.ly/2DqAk 2010-09-13
- @mariana_pseuda Só tentei deixar no tom da matéria, que está bem engraçada =) in reply to mariana_pseuda 2010-09-09
- Twitter lento? Culpa pode ser de Justin Bieber: http://migre.me/1cZZU 2010-09-09
- RT @estadao Tiririca gasta mais que Maluf em campanha: R$ 593,9 mil http://migre.me/1cFPV 2010-09-08
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