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Três dias seguindo Mark Zuckerberg em SP

  • 13 de maio de 2013
  • 19h53
  • Por Rodrigo Martins

Era julho de 2009. Por estas bandas tupiniquins, o Orkut era rei absoluto, com 27,3 milhões de usuários. E Mark Zuckerberg resolveu vir ao Brasil. O Facebook tinha apenas 1,3 milhão de internautas por aqui. Mas o número tinha dobrado nos últimos três meses. Foi a deixa para o executivo, ainda com marcas de espinhas no rosto, desembarcar por aqui.

Tímido, mas com o discurso afiado de que iria ser o maior no Brasil já que havia conseguido ser o maior no mundo, Mark conversou com estudantes, blogueiros e jornalistas, além de comer churrasco e vestir a mesma roupa por três dias. Eu dei uma da stalker e o segui por três dias por onde quer que fosse. Consegui conversar com ele diretamente em duas oportunidades e estive em palestras.

Ele me contou como seria o “plano de dominação”, que deu certo. Dois anos depois, o Facebook já era o maior do Brasil. Atualmente, são nada menos que 73 milhões de usuários por aqui. No mundo todo, mais de 1 bilhão.

Neste dia 14 de maio, Mark Zuckerberg completa 29 anos. E desenterro a minha epopeia de três dias seguindo o criador do Facebook por São Paulo. A matéria saiu na época no Caderno Link, mas o espaço foi bem menor do que o texto que eu havia escrito. A maior parte do conteúdo está inédita. Leia abaixo!

________________________

Foto: Antonio Milena/Estadão

Terça-feira, 18h. Num buffet no Itaim Bibi, 200 desenvolvedores de software estão em pé, em meio círculo, numa sala apertada do térreo, toda ela decorada com luzes verdes. Enquanto a maioria está de olho num telão que mostra slides de Powerpoint que ilustram uma palestra, um rapaz baixinho, de cabelos loiros encaracolados só fita o movimento. Ao sinal do primeiro flash de câmera disparado em sua direção, ele coloca as mãos na frente, em sinal de que não quer chamar atenção.

De repente, o locutor anuncia: “Com vocês, Mark Zuckerberg”. E o loirinho vai para o centro da roda, num palquinho improvisado, enquanto é aplaudido por todo mundo. A roda se fecha, câmeras e celulares são empunhados e começam a disparar flashs. Todos estavam ali para ver o tal jovem bilionário criador da maior rede social do mundo, o Facebook, mesmo que, uma hora e meia antes, brincassem na fila para o evento ao dizer que, na verdade, usavam mesmo era o Orkut.

Mark pega o microfone metodicamente, como sempre faz, com a mão direita, na posição vertical, alinhando-o ao tórax. Com o sorriso eterno que traz em todos os lugares onde vai, o rapaz de olhos muito azuis tenta convencer a jovem plateia de que, como ele, todos poderiam alcançar o sucesso. E que, na verdade, a garotada, como eles, era o segredo de seu próprio sucesso.

“São pessoas como vocês que fazem coisas criativas para o Facebook”, afirmou, contando que, pelo mundo, há 1 milhão de desenvolvedores voluntários que produzem desde joguinhos a leitores de blogs para o site. E Mark queria que os 200 presentes se juntassem à turma. “O Facebook permite que universitários, como eu fui, possam desenvolver programas e ganhar dinheiro. São os jovens, e não as empresas, quem fazem as melhores coisas, pois têm mais ousadia. Alguns já ganharam até milhões.”

Este evento é mais um de tantos que o executivo faz ao redor do mundo. Toda vez que o Facebook começa a fazer sucesso num país – e é o caso do Brasil agora –, lá vai Mark conversar com usuários e desenvolvedores para “explicar quem somos e o que fazemos”. Foi assim no Canadá, na França, no Reino Unido, na Alemanha… E a tática tem dado certo: o Facebook é hoje a maior rede social do mundo. São 250 milhões de usuários ou 30% dos internautas mundiais. Nunca houve uma rede desse porte.

Foi com essa bagagem que Mark desembarcou em São Paulo no domingo. Chegou com uma agenda apertada e um discurso afiado de que pode, sim, passar o inatingível Orkut na preferência dos internautas. Em três dias, Mark, bizarramente, usou as mesmas roupas: camiseta cinza, calça jeans e tênis (seria um guarda-roupa da Turma da Mônica?). Na maratona, falou com desenvolvedores, blogueiros, estudantes, jornais, revistas, além de anunciantes e parceiros. Na comitiva, quatro assessoras, um engenheiro, seguranças e uma tradutora. Mark nunca estava só.

Foi grande a repercussão. Jornais como o Estado publicaram entrevistas com Mark. Blogs e sites trouxeram suas conversas, coletivas de imprensa e palestras transmitidas pela web. No Twitter, se buscasse por “Mark Zuckerberg” , só dava tuítes em português. Garotas apontavam o bilionário como um “partidão”. Outros elogiavam sua simpatia. E havia quem desconfiasse dos planos ousados no Brasil.

Acompanhei o executivo nesses três dias por onde quer que fosse. Foram duas entrevistas com ele – uma exclusiva e outra com revistas para jovens –, estive no evento para desenvolvedores, assisti à palestra que fez na Fundação Getúlio Vargas e conversei com pessoas que tiveram contato com ele nesta semana.

Meu primeiro encontro foi logo na segunda, primeiro dia oficial de sua visita. No restaurante do hotel Unique, onde ele estava hospedado, ao lado do editor do Link, Alexandre Matias, almocei com ele. Mark havia acabado de chegar ao País e a única impressão que tinha daqui era a comida. Havia jantado numa churrascaria no dia anterior e gostou de picanha. No almoço, quis pizza. Escolheu uma de carne (?!). Aprovou.

Mark chega para a entrevista sorrindo. Ele tem fama da tímido. Mas não pareceu. Brinca, pergunta como se pronuncia “churrascaria” em português, me oferece um pedaço de sua pizza de carne. Na terça, no evento para desenvolvedores, tirou fotos com todos. Ao conceder entrevista a Cazé, da MTV, tirou até um risco acidental de caneta no Kindle do apresentador.

“Eu pedi para ele autografar o meu Kindle. E eu risquei acidentalmente a tela com a caneta”, conta Cazé. “Ele ficou super preocupado. Eu já estava desencanado. Aí o Mark falou: ‘Se a gente botar um pouco de água…’ Ele molhou o dedo no copo, ficou esfregando a camisa na tela. E molhou o dedo umas três ou quatro vezes até sair.”

Em hora de entrevista, entretanto, Mark muda de cara. O mesmo comportamento assume quando está num evento aberto, em que a plateia faz perguntas. Ele não abandona o sorriso, mas fica sério. A qualquer dúvida, troca olhares com Debbie Frost, sua principal assessora. Se precisar, ela intervém, como interviu quando perguntei a Mark se haveria como o Facebook competir em publicidade com o Orkut, que havia lançado há uma semana sua plataforma. “Em quatro anos de sucesso, só agora eles (o Orkut) lançaram isso?” ironizou a executiva, que curiosamente já trabalhou no Orkut.

Mesmo assim, Mark não evita nenhuma pergunta, até as mais bizarras, e as responde mesmo se não entender o inglês muitas vezes atrapalhado dos brasileiros. No evento para desenvolvedores, na terça, o questionaram sobre algo relativo a aplicativos. Ele não entendeu. Perguntou de novo. Não entendeu. Até que escutou a palavra “educação” e desembestou a falar. Na FGV, no mesmo dia, perguntaram se ele faria uma novela. Ele respondeu: “Sou muito tímido.”

Só que Mark responde da forma que quer, muitas vezes ignorando a pergunta. Ele sempre arranja uma forma de cair num ponto em que já tenha a resposta ensaiada. Durante a semana, falou as mesmas coisas para diferentes públicos. “Apesar do jeito amigo, o Facebook é uma corporação e corporações costumam acreditar que sabem o que fazem”, constata o blogueiro do Zumo Henrique Martin, que participou de um bate-papo com Mark na segunda. “O discurso de Zuckerberg é padrão: ‘Precisamos ter mais desenvolvedores, estamos crescendo muito, não pode perder qualidade.’”

Além desses temas, Mark repetiu em todos os locais, por exemplo, que estava no Brasil pelo crescimento que o site teve neste ano. Hoje são 1,3 milhão de usuários. “Em três meses, a quantidade de usuários dobrou. Então, mesmo que obviamente seja muito menor do que a maior rede social daqui (o Orkut), é um momento muito bom para vir”, disse ele.

Mark se vende bastante. Em palestras e bate-papos, em geral fechados e para grupos pequenos – mas que chegaram a ter audiência de 1,3 mil pessoas na transmissão via internet da palestra da FGV, na terça –, Mark atrela muito sua história de sucesso à história de sucesso do Facebook. Não é à toa que toda reportagem que sai com o executivo cultua o fato de ele ter criado o Facebook aos 19 e estar hoje aos 25, com rosto ainda marcado por espinhas, com uma empresa que vale US$ 6,5 bilhões. Mark se vende assim.

Em pelo menos três oportunidades na semana passada, ele contou que ganhou seu primeiro computador quando estava na sexta série. Hoje, mesmo com mil funcionários, ainda programa por hobby. E foi assim que nasceu o Facebook, uma história muito parecida com as de Bill Gates, Steve Jobs e companhia. Mark era aluno de Harvard. No seu dormitório, teve a ideia de criar o Facebook para conectar os seis mil alunos da universidade. E começou a fazer sucesso. Primeiro em Harvard. Depois, em outras universidades. Depois para estudantes do colegial. Por fim, virou um site para qualquer um, atingindo, inclusive, os mais velhos.

Segundo Mark me disse, o sucesso do Facebook não se explica pela sua imagem de jovem, mas as suas ideias de jovem, sim, essas definem o que o Facebook é hoje. Em cima do palco da FGV, ele afirma que as pessoas de sua geração querem hoje é muito parecido com o que ele quer: conectar-se e compartilhar. São esses dois pontos que o executivo bate na tecla. E isso, segundo ele, só se conseguirá num ambiente aberto e seguro.

O ambiente aberto que Mark está construindo assemelha-se muito ao que Bill Gates criou há 20 anos. A diferença é que é na internet. Qualquer um pode fazer um programinha para rodar dentro do Facebook. Esses programinhas mantêm as pessoas mais tempo dentro do site. E, com um ambiente seguro a que propõe, com controles de quem pode ver as suas informações, segundo a sua lógica, permite às pessoas terem mais confiança e compartilharem mais suas vidas.

E aí entra outra lógica de Mark, que mostra que ele não é só um rapaz de 25 anos, mas o presidente de uma empresa. “Quanto mais pessoas compartilharem informações, melhores ficam os anúncios que vendemos.” Sim. O executivo tem o discurso pronto de que “não veio ao Brasil só para fazer dinheiro”. Mas fala muito no assunto. A forma de ganhar dinheiro do Facebook é usando informações dos usuários para exibir publicidade segmentada para cada perfil. “É o melhor investimento para as empresas.”

Seguindo a linha corporativa, Mark faz questão de afirmar que seu produto é o melhor. E ele chama, muitas vezes, a sua rede social assim, de produto. Normalmente, não costuma dizer nomes de concorrentes. Mas se alguém pergunta diretamente, faz questão de afirmar que o Orkut não investiu tanto no desenvolvimento e tem problemas com spam, que o Google “perdeu a vez”, que o Facebook é melhor que o Twitter, pois “o Twitter é para celebridades e o Facebook é para amigos”.

Mark espera que a sua tática permita levar o Facebook a um bilhão de usuários. Do Brasil, na última conversa que tive com o executivo, na quarta, ele disse que percebeu uma força muito grande nos blogs e um desenvolvimento grande da internet. E afirmou estar confiante do sucesso do Facebook no Brasil. Para isso, usa uma lógica meio corporativa e meio universitária. “Vimos no começo que muitas faculdades pequenas começaram a usar o Facebook da noite para o dia. Universidades maiores poderiam levar alguns meses. E isso tende a ser similar à escala de um país. Um país tão grande como o Brasil levará um tempo longo para chegar a esse estado (passar o Orkut), mas estamos muito esperançosos.”

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Dicas antes de comentar qualquer coisa na internet

  • 3 de abril de 2013
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1) Se dê ao trabalho de ler tudo antes de tirar conclusões só pela primeira linha.

2) Não precisa acreditar em tudo, mas tenha a mente aberta: ninguém sabe tudo e mudar de opinião não é pecado. Não tenha vergonha de dar o braço a torcer.

3) Usar Capslock em toda sua resposta dá a impressão que você julga a sua opinião desinteressante e não acredita que alguém vai parar para saber o que você acha se não GRITAR (uso moderado para grifar algumas palavras, tudo bem).

4) Argumente. Falar simplesmente que alguma coisa é uma m… ou alguém é um fdp não é uma crítica consistente, por exemplo. O básico de qualquer critica é apontar os erros e mostrar uma possível solução.

5) Se xingar o outro comentarista, dá a impressão você não entendeu nada do assunto, não tem opinião formada e, simplesmente, está discordando porque resolveu discordar. Pessoas civilizadas, com opiniões formadas, costumam conversar e, mesmo com pontos de vista diferentes, respeitam a opinião umas das outras. E às vezes até mudam de opinião nessa conversa.

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Criador do Twitter quer ser prefeito de Nova York

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Jack Dorsey, um dos criadores do Twitter anunciou que vai se candidatar à prefeitura de Nova York. Ele não deu muitos detalhes de como seria sua administração, mas afirmou que pretende se mudar de São Francisco.

“O que eu amo em Nova York é a eletricidade que eu sinto”, disse. “É um caos. É como estar em um carro no meio de uma tempestade. Tudo está ao seu redor, mas você está seguro no carro.”

Em 2008, eu entrevistei Dorsey. Ele me contou como criou o Twitter. Confira.

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Mãe tenta vender bebê por R$ 8 mil no Facebook. Foi presa

  • 13 de março de 2013
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  • Por Rodrigo Martins

Misty VanHorn, de 22 anos, usou o Facebook para encontrar um comprador para sua filha de dez meses, afirma a polícia de Sallisaw, Oklahoma, nos EUA. O namorado dela está preso e ela usou a artimanha para levantar o dinheiro para a fiança.

O usuário ao qual Misty ofereceu o bebê a denunciou à polícia. “Venha a Sallisaw, é apenas a 30 minutos de distância e eu lhe dou todas as coisas dela e deixo você ficar para sempre com o bebê por R$ 8 mil”, postou ela na rede social.

Misty perdeu a guarda da criança e foi presa. Sua fiança é de R$ 80 mil.

Via Sky News

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Mark Zuckerberg perde R$ 8,5 bilhões e despenca no ranking da ‘Forbes’

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No amor, Mark Zuckerberg teve sorte. Se casou em 2012. Mas, financeiramente, o ano não trouxe boas notícias para o criador do Facebook. Ele perdeu R$ 8,5 bilhões de sua fortuna, despencando da 35ª para a 66ª posição no ranking dos bilionários mais ricos do mundo, feito pela revista Forbes. Agora, ele tem “só” R$ 26 bilhões.

Veja ranking sobre os dez maiores bilionários da tecnologia.

Foto: Reprodução

 

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Google entra em luto pelas vítimas de Santa Maria

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O Google colocou o sinal de luto em sua homepage em homenagem às 231 pessoas mortas na tragédia da boate em Santa Maria. Quanse se clica na imagem, lê-se: “Estamos em luto com todo o Brasil”.

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Twitter, Facebook e Google vão contratar 20 pessoas no Brasil

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Foto do novo escritório do Google em São Paulo (Divulgação)

Quer trabalhar no Twitter, no Facebook ou no Google? As três empresas estão com processo seletivo para a contratação de funcionários no Brasil. Ao todo, são 20 vagas, todas para trabalhar em São Paulo. Veja as oportunidades:

Facebook

Gerente de Políticas Pública, Gerente Financeiro, Especialista de RH, Assistente Legal, Media Solutions, Estrategista Criativo, SMB Marketing Associate, Recrutador, Small and Medium Business Growth Associate, Analista de Pequenos Negócios, Gerente de Conta, Client Partner, Gerente de Parcerias.

Para se candidatar, é só ir neste endereço.

 

Twitter
Brand & Agency Advocate, Planejador de Soluções de Vendas, Líder de Marketing de Vendas  e Gerente de Parcerias de Mídia.

 

Google (YouTube)

Gerente de Conta Técnica e Gerente de Marketing de Produto

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Facebook agora permite ligações telefônicas gratuitas entre iPhones

  • 16 de janeiro de 2013
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  • Por Rodrigo Martins

Boa notícia para quem tem iPhone (e, infelizmente, ainda só para quem mora nos EUA). O Facebook está disponibilizando um serviço de ligações telefônicas grátis para iPhones. A tecnologia usada é a voz sobre IP, a mesma de Skype e cia.

É integrado ao messenger da rede social. Agora, para ligar para alguém, é só iniciar um bate-papo, clicar no botão “i” e depois em “Free Call”. Quando alguém te liga, aparece a mensagem “Fulano está chamando” na tela.

O blog de tecnologia The Verge conversou com o Facebook e a rede confirmou o novo serviço. Para usar, basta estar com o telefone da Apple conectado via Wi-Fi ou 3G.

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Mark Zuckerberg cobra R$ 200 de quem quiser enviar ‘inbox’ para ele

  • 11 de janeiro de 2013
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Quer mandar uma mensagem privada para Mark Zuckerberg no Facebook? Então abra a carteira. O criador da rede social está cobrando US$ 100 – aproximadamente R$ 200 – de quem quiser falar com ele por ‘inbox’.

Em dezembro, a rede social começou a permitir que as pessoas enviassem mensagens mesmo para quem não tinham amizade. Só que isso tinha um preço: US$ 1. Se não pagar, sua mensagem vai para a aba “outras”, que pouca gente vê.

É a primeira vez, entretanto, que se encontra o preço de US$ 100. Foi o Mashable quem descobriu e, segundo o site, ainda não chegou a todos os usuários.

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Reunião da Anatel é interrompida por queda na internet

  • 1 de novembro de 2012
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A reunião do conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ficou suspensa hoje (1º) por mais de 40 minutos por causa de uma falha na transmissão ao vivo da reunião pela internet. Ao retomar a reunião, o presidente da Anatel, João Rezende, explicou que a falha foi causada por um problema técnico de transmissão relacionado aos links externos.

Antes de cair a conexão, o conselheiro Marcelo Bechara estava apresentando seu relatório sobre o Plano Geral de Metas de Competição (PGMC), que vai definir regras para estimular a concorrência entre as empresas do setor. Segundo Bechara, a proposta recebeu mais de 1,1 mil contribuições na consulta pública, com participação maciça das empresas. Ele disse que o PGMC é visto como um “muro das lamentações” do setor, pois várias questões que a agência vem tentando enfrentar nos últimos anos estão colocadas no plano de alguma maneira.

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