O Fluminense caminha para ter uma sucessão presidencial das mais agitadas dos últimos anos. Situação e oposição começam a se articular para ver quem vai assumir o trono no ano que vem. Celso Barros, presidente da Unimed, patrocinadora do clube, tem interesse em ter no cargo alguém do seu ‘time’. Ele será então oposição ao presidente Peter Siemsen, que vai tentar a reeleição.
A estratégia que já se aventa nas Laranjeiras é contestar os valores pagos pela Unimed, tentando forçar a entrada de mais dinheiro no cofre do clube, mas principalmente minando o concorrente político da oposição. Barros não será candidato, mas deseja defender a candidatura de Sandrão, que já trabalha no futebol do Flu. Ele pode escolher outro testa de ferro também. Espera-se embates calorosos nessas eleições.
Sinceramente, muito difícil crer nisso com mais da metade do mandato do Peter ainda pela frente (são 19 meses para as próximas eleições). Parece notícia plantada (o que não quer dizer que seja, ok?!). Abs
Celso Barros não é o presidente da Unimed. O presidente é Eudes de Freitas Aquino
Com essa “mina de ouro” chamada Unimed, dentro do Fluminense, louco será quem se atrever a afrontar o dono da empresa voltada para a saúde do brasileiro.
Uma pergunta que não cala: será que os torcedores de outros clubes não têm outras opções de planos de saúde? Precisamos secar essa mina.
Os torcedores dos outros times podem ir pro pronto-socorro , SUS, ou então se matarem.
responder este comentário denunciar abusoAs unimeds de todo o Brasil não permite que o presidente permaneça no cargo por mais de dois mandatos,a duração de cada mandato não ultrapassa três anos na maioria das unimeds, no Rio não deve ser diferente, não sei quanto tempo o atual presidente se encontra na frente da unimed fluminense , mas se ultrapassou os limites estatutários é irregular a não ser que ele tenha mudado o estatuto em causa própria, conclui-se que ninguem pode swr eterno na unimed, pois trata-sede uma cooperativa médica, cujos direitos são iguais, algo de podre pode estar por trás de tudo isso. Os médicos devem eleger um conselho fiscal que não tenham rabo preso com a direção, para que as contas da empresa e os seus atos sejam transparentes. A atual direção fere os príncipios do cooperativismo, ao se perpetuar no poder torna-se um tirano. A reclamação dos cooperados da unimed já começa a ressoar em todo Brasil, ou está unimed fluminense não é democrática, esta me parecendo que um grupo pequeno se beneficiando, ou seja, a unimed fluminense é uma empresa convencional, verticalizada, enão horizontalizada ( com participação de todos) como deveria ser.
Se a notícia é plantada ou não eu não sei, o que sei é que todo ano falam na saída da UNIMED ou briga na relação entre eles.
Um dia vcs acertam. rs rs
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