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Neste 1º de maio faz 18 anos que o piloto Ayrton Senna bateu seu carro de F-1 no GP de San Marino e teve morte instantânea. Senna era tricampeão mundial. Com seu talento ele fazia o torcedor brasileiro, apaixonado por automobilismo, acordar nas manhãs de domingo para vê-lo correr.  A possibilidade de vitória era grande. Era uma era em que a Fórmula 1 falava português.

Lembro-me como se fosse hoje, vendo a corrida em casa pela TV e não acreditando no que estava acontecendo. As primeiras informações foram desencontradas, mas o corre-corre e a preocupação de todos naquele dia na pista davam a dimensão do que seria oficializado mais tarde: A MORTE DO PILOTO.

Onde você estava quando Senna morreu, naquele 1º de maio de 1994, meses antes de o Brasil conquistar o tetracampeonato na Copa do Mundo dos Estados Unidos? Conte-me como você ficou sabendo do ocorrido e como acompanhou depois o translado do corpo ao Brasil e o funeral em São Paulo?

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E preciso ficar de olho na comemoração de Messi se ele fizer algum gol nesta quarta na partida do Barcelona contra o Chelsea, na Inlaterra, pela outra semifinal da Copa dos Campeões. Circula na Espanha a informação que o argentino estaria aumentando a família, que mais um Messi (não se sabe se menino ou menina) estaria a caminho. É que a noiva do jogador do Barcelona estaria grávida. Messi é muito recatado e tímido para comentar sobre o assunto abertamente, e também não deixa nada escapar ou vazar de sua vida particular nos noticiários esportivos.

Pessoas ligadas ao craque não se esforçam para negar qualquer informação de que Messi será papai, mas também não confirmam a possibilidade. O assunto está no ar em Barcelona. O próprio Messi pode espalhar ao mundo a novidade. Por isso e preciso ficar de olho nele em campo nesta quarta. Se marcar, como vem fazendo em todas as partidas, seus gestos podem confirmar a notícia. Caso a informação seja conhecida pelo grupo liderado por Guardiola, os atletas podem também homenagear o companheiro em campo. Seria um gesto bacana ao melhor de todos.

Além do interesse que essa partida entre Chelsea e Barcelona provoca dos torcedores do mundo inteiro, há mais esse em torno de Lionel Messi, a possibilidade de sua noiva estar grávida e de ele ser papai. Olhos atentos no argentino.

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Outro dia o Brasil parou para acompanhar o drama de Walter Casagrande em sua batalha pessoal contra as drogas. Felizmente para ele e para os amigos, Casão se recupera satisfatoriamente. Semana passada, novo episódio envolvendo outro ex-corintiano gente boa, doutor Sócrates, que ficou internado num hospital de São Paulo entre a vida e morte. Agora, seguimos o caso doloroso causado por um AVC em Ricardo Gomes, técnico do Vasco e ex-jogador da Seleção Brasileira também. São três casos isolados, diferentes entre si, mas interligados por atingir pessoas queridas do futebol.

Casagrande voltou para a Globo, vive sua batalha dia após dia e sabe que conta com uma porção de amigos para auxiliá-lo. Não sou amigo de Casagrande a não ser pelo respeito que temos um pelo outro quando nos encontramos nos estádios de futebol. Homem educado e na dele.

Felizmente também os noticiários informaram que Sócrates deixou a UTI do hospital neste fim de semana e passa bem. Seu problema, como ele mesmo admitiu ao Fantástico, da Globo, é com a bebida. Começa vida nova e devo dizer que acredito nele. Sócrates foi muito mais ídolo que Casagrande, sobretudo na Seleção. Aquela Copa de 1982 na Espanha era para ser sua e, claro, de seus companheiros. Mesmo sem ganhá-la, todos entraram para a história.

Há quem diga o contrário, que mais vale ganhar um caneco do que mostrar o futebol que aquele time de 82 mostrou. É uma opinião. Prefiro ficar com a minha. O fato é que o doutor também recomeça vida mais regrada para continuar com a gente por mais tempo.

Mesma sorte desejo a Ricardo Gomes, homem sério e íntegro como os outros dois citados. Lembro-me de uma vez em que estava na França, sozinho, por causa do sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 1998. O sorteio foi em Marselha, sul do país. Depois do evento, permaneci na França por mais uma semana. Fui a Paris entrevistar Raí, que ainda jogava no Paris Saint-Germain, o PSG, e Ricardo Gomes, que era técnico do time.

Vi o carinho que os garotos franceses tinham por Ricardo Gomes. Como ele saiu primeiro do treino, falamos e ele me ofereceu carona para Paris. O clube treinava numa cidade grudada em Paris. Foi gentil com um compatriota que tinha visto poucas vezes na vida. Como tinha de esperar Raí, recusei. Ele agradeceu a minha presença e me desejou sorte.

É o que faço agora, da mesma forma: desejo-lhe sorte em sua batalha pela vida. Seu AVC foi grave. Ele continua internado e sabe-se lá como sairá dessa. Queira Deus que saia e volte a fazer o que mais gosta.

http://www.youtube.com/watch?v=zZxvYy5-ekI

http://www.youtube.com/watch?v=l37g1cQv4GM

http://www.youtube.com/watch?v=PGlAoXpyxXs

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Alessandro Lucchetti, amigo e repórter dos bons desde outras redações, publicou reportagem no JT deste domingo sobre o diposição dos basqueteiros argentinos em defender a seleção de seu país e a falta de amor dos brasileiros em vestir a camisa da seleção nacional. Como estamos na véspera de tentar uma vaga para a Olimpíada de Londres, o assunto vem a calhar. Veja na reportagem o que alguns dos grandes nomes do nosso basquete acham do assunto.

A notícia é do dia 22 do mês passado, mas é o principal destaque do site da Confederação Argentina de Basquete até hoje. Trata-se de uma foto de Fabrício Oberto vibrando com a camisa de sua seleção, com a seguinte manchete: “Podem contar comigo”. O pivô já foi operado do coração. Em novembro de 2010, anunciou o fim de sua carreira profissional depois de se sentir mal numa partida de sua equipe na NBA, o Portland Trail Blazers, contra o Milwaukee Bucks.

Contudo, deu sequência a seu tratamento, realizou vários exames médicos e recebeu alta para se reincorporar à seleção argentina, que buscará vaga em Londres no Pré-Olímpico de Mar del Plata, a partir do dia 30 de agosto. Preocupado em não parecer “fominha”, deixa claro em seu comunicado que, se porventura não tiver condições de ajudar a equipe, será o primeiro a deixá-la, devido ao “respeito que requer a Seleção Nacional e o carinho que tenho por meus companheiros e amigos”.

É uma atitude bem diferente daquela demonstrada por Leandrinho, que comunicou por e-mail, a meia hora da apresentação, que não poderia defender a Seleção Brasileira por “motivos particulares”. Depois da péssima repercussão da notícia, fez uma romaria por alguns meios de comunicação para se explicar e disse que enviou o correio eletrônico dois dias antes da apresentação. De qualquer maneira, nota-se uma diferença muito grande entre os jogadores de nível NBA dos dois países quando são chamados para a seleção. Nenê, o brasileiro que está há mais tempo na liga profissional americana, desfalcou muitas vezes a Seleção, e Anderson Varejão chegou a pedir dispensa alegando que tinha de cuidar da renovação do seu contrato.

Grandes nomes da história da Seleção Brasileira ouvidos pelo JT têm opiniões divergentes a respeito desse comportamento.

Na opinião de Amaury Pasos, bicampeão mundial (1959 e 63), falta patriotismo aos brasileiros. “Sou filho de argentinos e vivi dos 5 aos 16 anos na Argentina. Estudei num colégio público e todos os dias cantávamos o hino antes e depois das aulas, quando era hasteada e depois recolhida a bandeira. Eles são patriotas. Já nós falamos mais ou menos a mesma língua e moramos aqui. Mas no fundo é cada um por si”, diz o hoje empresário, que está no Hall da Fama da Federação Internacional de Basquete.

Oscar Schmidt, que disputou cinco edições dos Jogos Olímpicos e foi cestinha de três delas, não se conforma. “Me irrita demais essa falta de amor pela Seleção Brasileira que alguns dos nossos jogadores da NBA demonstram. Tenho uma inveja danada dos argentinos. O Oberto, doente, vai jogar. Em competições importantes, você vê americanos como Kobe Bryant e LeBron James se apresentando. E aqui acontece isso. É uma pena, porque o time completo do Brasil é um timaço.”

Marcel Ponikwar, o ala responsável pelo último grande resultado da Seleção Brasileira – quando acertou um arremesso do meio da quadra que deu vitória para o Brasil na disputa da medalha de bronze do Mundial de 1978, nas Filipinas – é a voz dissonante. “Temos de entender a realidade de hoje. Os jogadores que estão na NBA emplacam uma sequência que vai de outubro a junho. Eles priorizam as competições mais importantes. O (argentino) Ginóbili não esteve no Mundial do ano passado. Os brasileiros vão jogar a Olimpíada de 2012. Já estou contando com a conquista da vaga em Mar del Plata.” Os sofridos torcedores do basquete brasileiro esperam que Marcel esteja certo.

3 GRANDES DESFALQUES
terá a Seleção Brasileira na Copa América Pré-olímpica: Anderson (lesionado), Nenê e Leandrinho

4 EDIÇÕES DOS JOGOS
não tiveram a Seleção Brasileira: 76 (Montreal), 2000 (Sydney), 2004
(Atenas) e 2008 (Pequim)

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Hoje a Argentina joga em Santa Fé num Estádio chamado Cemitério de Elefantes. Faz sua segunda partida na Copa América contra a Colômbia, de Armero, ex-Palmeiras. E para quem conhece a história o estádio na Argentina, é preciso que o time de Messi coloque a barba de molho. O Cemitério dos Elefantes pertence ao Colón, da primeira divisão do futebol argentino. Nas décadas de 1960/70, todos os grandes do país apanharam em Santa Fé.

Daí resolveram batizar o nome do estádio, numa referência aos elefantes, que morrem sempre no mesmo lugar. Há uma referência até ao Santos de Pelé, que também caiu no Cemitério dos Elefantes diante do Colón. Por isso a Seleção da Argentina precisa abrir o olho hoje. Apesar de ser a dona da casa, fazendo a vez do Colón, é ela o grande elefante desse duelo em Santa Fé. Claro, isso é apenas uma provocação.

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http://www.youtube.com/watch?v=VNkEujjjk1A

Ele teve muito medo de morrer, como contou no JN, ainda no hospital, onde recebeu alta nesta terça-feira. O piloto Tuka Rocha contou que manteve a calma para tirar o volante e desatar o cinto de segurança em meio às chamas e fumaça que o consumiam. Veja no vídeo o momento exato em que ele pula do banco, segundos antes de a porta cair na pista e o carro continuar desgovernado em chamas. Era prova da Stock Car, em Jacarepaguá, no Rio.

“Eu sabia que iria morrer, mas fiz tudo certinho para isso não acontecer. Sentia que tudo estava explodindo, o carro andava e me queimava. Eu não via o volante, não via o pedal, não via os outros carros, não via nada”, disse ao Jornal Nacional, da Globo.

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Deu no JT: Faz mais de um ano que Tiger Woods perdeu o rumo de sua carreira, tanto que ele não está
sequer entre os dez primeiros do ranking mundial, mas ainda assim o golfista continua ganhando muito dinheiro. Tiger mais uma vez aparece na liderança do ranking que a revista norte-americana Forbes publica anualmente dos esportistas que mais faturaram nos últimos 12 meses.

O faturamento de Tiger foi equivalente a R$ 118,2 milhões. O segundo na lista é Kobe Bryant, com R$ 83 milhões, e o terceiro, LeBron James, com U$ 75 milhões. Kaká é o 24º da lista (R$ 39, 5 milhões) e Ronaldinho Gaúcho, o 27º (R$ 39, 5 milhões). A única mulher na relação é Maria Sharapova, em 29º, com R$ 38 milhões.

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Poderia chamar de irresponsável a declaração do presidente corintiano Andres Sanches sobre o início das obras do estádio do clube em Itaquera para esta terça-feira. Ele disse isso em uma entrevista sábado. Desde então, centenas de trabalhadores da construção civil batem à sua porta atrás de emprego. Pedreiros, serventes, mestre de obra. Essa corrida tem feito operários desempregados da zona leste a acordar cedo, tomar a carteira de trabalho nas mãos e se aglomerar na frente do terreno onde será erguido o Itaquerão na esperança de obter o registro. É trabalho para três anos.

E o próprio Andres aguçou o interesse dos moradores locais por dizer que 90% dos contratados serão da região. Opa! O trabalhador viu a chance de arrumar um emprego próximo à sua casa. Se for corintiano, melhor. Vai trabalhar com gosto. Mas o que todos descobriram nesses dias é que não há vagas.

O Corinthians e a construtora contratada não estão prontos para começar a construção. E Andres não poderia ter dito o que disse sem ter certeza de que a obra no seu quintal começaria mesmo no dia divulgado.

Não tenho dúvidas de que o estádio vai sair mais cedo ou mais tarde e que trabalhadores serão contratados de fato, mas o que fazer para impedir que pessoas se aglomerem todos os dias na porta do Itaquerão. Nesta terça cerca de 300 homens e algumas mulheres estiveram no local. Sugiro então que o Corinthians comece a fazer um cadastro dos trabalhadores em algum canto do terreno, com nome, telefone e ocupação e se comprometa a chamá-los assim que o primeiro tijolo for liberado. Só assim Andres conterá de forma responsável a agonia das pessoas em querer arrumar um emprego no estádio.

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O esporte brasileiro não registra muitas histórias de atletas que deram certo depois de assumir sua condição de gay. Nem no futebol nem no basquete nem no vôlei. Geralmente a revelação torna-se um inferno para o jogador. O central Michael, do Vôlei Futuro, sente na pele o tamanho desse preconceito depois de revelar ou tornar pública sua história. Foi vaiado como nunca tinha sido antes durante um jogo da Superliga, quando o torcedor deveria dar de ombros para as preferências pessoais e sexuais dos homens que estão em quadra e destacar ou condenar neles apenas suas características técnicas e físicas.

Michael recebeu apoio de seu clube e espero que esse apoio não tenha limitações ou condições temporárias, como costuma ser em situações dessa natureza. Ocorre que o esporte, de modo geral, é cheio de preconceito. O jogador de vôlei foi chamado de ‘bicha’, e não era uma maneira de o torcedor desequilibrar o time adversário. Era preconceito puro e grosseiro, sem mais espaço nos dias de hoje em qualquer setor da sociedade, seja no esporte, nas artes ou na política. Ocorre que estamos longe disso ainda. Mas muito longe mesmo.

Sempre olhamos a situação de uma perspectiva pejorativa, negativa, despreziva, repulsiva. Um olhar diferente foi dado recentemente pelo ex-jogador do São Paulo e da Seleção Brasileira, Toninho Cerezo, ao admitir que seu menino virou menina, era Leandro e ficou Lea, e que isso não muda em nada seu orgulho. Amor incondicional. Para ele tanto faz o sexo depois de adulto da criança que criou. Uma lição para nós todos. 

Espero que Michael tenha forças para ser o que quer ser e não se incomode com as manifestações que o condenam sem ao menos o conhecer.

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O futebol brasileiro é pródigo em se reinventar. Os cartolas também. Que o diga o torcedor do Cabense, em Cabo de Santo Agostinho, no Pernambuco. Lá, incomodados com as bebedeiras de seus jogadores e das frequentes reclamações dos torcedores, além, claro, da péssima campanha da equipe, os dirigentes do clube resolveram instituir o bafômetro nas concentrações. Isso mesmo. Antes de calçar as chuteiras, o cidadão tem de assoprar no aparelho.

Se passar no teste, está escalado. Se for reprovado, aiaiai, tem grandes chances de perder o emprego por justa causa. Essa foi a maneira encontrada para tirar o elenco dos botecos da cidade. Já estava pegando mal. Alguns atletas enchiam o latão e depois perdiam treinos e até jogos. A notícia foi dada pelo site globoesporte.com, de total confiança.

Imagina se a moda se espalha pelo Brasil. Imagino também que o álcool permaneça no corpo por algum tempo, se não não tem sentido fazer o teste. Não há time grande em São Paulo ou Rio que já não tenha sofrido com as noitadas de seus jogadores. Voltando um pouco no tempo, se o bafômetro estivesse aí mais cedo, talvez não teríamos perdido Mané Garrincha para a bebida e tão cedo.

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