Robson Morelli - Estadao.com.br
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Os profissionais de comunicação que trabalham a imagem de Luis Fabiano procuraram o blog sexta-feira para contestar a informação de que o atacante do São Paulo está acima do peso.  Garantiram que não, que seu peso é o mesmo de quando jogada no Sevilha: 86 quilos.

Leia a informação passada ao blog:

“Conforme adiantei por telefone, não procede a informação de que o Luis Fabiano está acima do peso. O jogador está com o mesmo peso que manteve nos últimos anos, no Sevilla e na seleção brasileira.”

A informação também foi checada no São Paulo, conforme e-mail enviado pelo assessor de imprensa do clube ao profissional que cuida da carreira de Luis Fabiano.
Leia:

“Depois que você me escreveu, fui ler o blog do Morelli e também conversei com o pessoal da comissão técnica a respeito do assunto. Tanto o médico Sanchez, pessoa que mais acompanhou o Luis durante todo esse processo de recuperação por ser o chefe do Depto. Médico, quanto o Zé Mario, preparador físico, garantiram que a notícia não procede. Segundo eles, o Luis Fabiano se encontra no peso e desde que retornou ao clube, no fim de março,  nunca teve nenhum problema em relação a isso. O Sanchez disse que o Luis Fabiano se mantém no peso facilmente e mesmo no período em que esteve parado para recuperação fisioterápica, ele não teve maiores preocupações com a situação dele.”

Vale esclarecer que em nenhum momento o blog se valeu da informação para prejudicar a carreira de Luis Fabiano ou qualquer coisa desse tipo. A nota se propôs apenas a explicar a fase ruim do jogador.

 

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Que fase vive Luis Fabiano em sua volta ao Brasil. O jogador, como contou o presidente Juvenal Juvêncio, estava triste na Espanha. Queria voltar. O dirigente resolveu então atender ao pedido. Ocorre que desde que chegou, em festa de pompa no Morumbi, Luis Fabiano passa por seu inferno astral.

Era para estrear já atrás, mas se machucou. Recuperou-se e ficou novamente perto de fazer a primeira partida pelo seu ex-clube. Teve de ser operado às pressas. Aí começou sua luta para a recuperação, com a temporada chegamdo ao fim. Até que o atacante entra em campo, mas sem convencer. Joga mal, perde gol e pênalti. Apresenta-se acima do peso.

Contra o Libertad, na derrota por 2 a 0 no Paraguai, estreia de Leão, o atacante cometeu falta grotesca dentro da áera do São Paulo e enterrou o time com o pênalti marcado. O São Paulo foi eliminado da Sul-Americana. E Luis Fabiano saiu do campo machucado. Que fase!

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Cinquenta jogadores foram indicados para o prêmio deste ano de melhor jogador do mundo, na tradicional premiação da Fifa. Como não teve Copa do Mundo em 2011, os candidatos foram apontados e serão votados pelo que estão fazendo em campo. Real Madrid e Barcelona são os clubes mais badalados da Europa. E Messi e Cristiano Ronaldo são os principais candidatos ao prêmio. Há relacionado também um jogador que atua no Brasil. É Neymar, do Santos.

Indique aqui qual é o melhor jogador de 2011 na sua opinião.

Cristiano Ronaldo, Real Madrid

Lionel Messi, Barcelona

Neymar, Santos

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Uma reportagem de Daniel Batista da edição de domingo do JT

Edno descobriu que o tempo fecha feridas e dá experiências às pessoas. Assim, ele voltou para a Portuguesa, onde parecia ter fechado uma porta quando deixou o Canindé em 2008 para tentar a sorte grande em outros clubes. Ele retornou jogando bem e precisou de pouco tempo para reconquistar a confiança dos torcedores lusitanos, que não se cansam de aplaudi-lo este ano.

O meia se tornou uma referência do time. Hoje, não dá para falar da Portuguesa na Série A do Brasileiro sem lembrar de suas apresentações na Segundona.

Edno também mostrou humildade na volta ao Canindé. E não pode ser condenado por querer uma chance em time maior.
Após um bom campeonato paulista em 2008 pelo Noroeste, choveram proposta ao jogador, mas como ele havia se comprometido com a Portuguesa, não recuou e aceitou o desafio de comandar o time na temporada.

Após uma boa campanha com a camisa rubro-verde, o Corinthians mostrou-se interessado e acertou sua contratação. Mas sua saída foi conturbada. Edno brigou com torcedores da Lusa, fez gestos obscenos e saiu como um ingrato do clube.

Passou por Corinthians e Botafogo sem sucesso. Sentiu que seu ciclo no Canindé não havia se esgotado e na primeira oportunidade que teve, voltou, mesmo sabendo que poderia sofrer resistência. Um dia encontrou o presidente da Portuguesa, Manuel da Lupa, em uma padaria e implorou para voltar ao clube. O dirigente lhe avisou que a torcida poderia pegar no seu pé. Mesmo assim, pediu para voltar.

“Tive proposta do Ceará e do Cruzeiro, mas não aceitei. Pensei na minha família e no fato de precisar dar a volta por cima na Portuguesa, para a torcida saber que não sou nada do que me xingaram quando saí. E mostrar que tenho vergonha na cara.”

Ele voltou ao Canindé em junho, com a Série B em andamento. Como esperado, sofreu no início, mas o bom futebol fez com que tivesse um voto de confiança. “Se tivesse receio de voltar, nem teria voltado. Mas encarei todas as críticas porque tenho personalidade e sou homem de admitir meus erros”, disse o jogador ao JT. Ele hoje tem o nome mais ovacionado nos jogos.

Conselheiro
Edno já viveu o estrelato de jogar no Corinthians e no Botafogo, mas também teve de conviver com críticas em ambos. Sabe como poucos no elenco lusitano o que é estar em time de ponta, mas também sabe o que pode acontecer se não for bem lá.

Aos 18 anos, não demorou para se tornar uma espécie de conselheiro dos garotos da Portuguesa. “A chegada do Edno me ajudou muito. Ele tem nome no futebol e atuar ao lado de um jogador assim dá mais confiança ao garoto. Além, é claro, de ele conversar com muito o pessoal”, comenta Jorginho.

Edno, de 28 anos, tem contrato com a Lusa até maio do ano que vem e pretende ficar para jogar o Paulistão.

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Amigos do futebol, hoje a bola vai rolar. O Brasileirão pega fogo e em Zurique decisões importantes serão tomadas. A Fifa tem cumprido seu roteiro em relação à Copa do Mundo de 2014 – em determinados momentos com mais teatralidade do que em outros. Desde 1930, a entidade organiza torneios de futebol em locais dos mais variados do planeta, alguns adversos até. A Fifa não perde jogo, não se submete. Mas negocia. É o que faz agora no Brasil.

Trabalha junto com seus aliados. Para a Copa de 2014, claro, Ricardo Teixeira, da CBF e do Comitê Organizador Local, é este parceiro em quem ela confia cegamente. Somente a dobradinha Ricardo Teixeira/Fifa é capaz de fazer acontecer a contento a disputa no Brasil. Se essas duas partes não estiverem afinadas, o Mundial fica enfraquecido.

Nesta semana, a entidade máxima vai oficializar em sua sede, na Suíça, o estádio do Corinthians como palco de abertura da competição, plano traçado lá atrás. A CBF sempre soube dessa decisão. Ela a tomou em detrimento de outro local, o são-paulino Morumbi.

É, sim, jogo de cartas marcadas. Sempre foi. Armadilhas vão surgir pelo caminho, como denúncias de corrupção entre as pessoas envolvidas ou no ministério responsável, o do Esporte. Respinga na credibilidade do evento, mas não o interrompe. É o que está acontecendo no Brasil neste momento. Tudo deve ser apurado, julgado e reparado, antes ou depois da competição. Vão falar isso, se é que já não falaram.

Há facilidades quando existe harmonia no relacionamento entre as partes. A falta dela, no entanto, não emperra a obra. Dificulta. É o que ocorre entre a Fifa e o governo brasileiro. Não há diálogo ou ele é restrito e duro. Esse é o ponto. Joseph Blatter não se bica com Dilma Rousseff. Falava a mesma língua de Lula, mas não a de Dilma.

É preciso superar mais essa armadilha. A entidade traça então a sua estratégia. Nesta semana, vai formalizar tudo sobre o evento esportivo e passar a batata quente para as mãos do governo brasileiro. Leia-se obras de infraestrutura nas cidades-sede, aeroportos, rodovias, transportes e hospedagem.

E, assim, vai cumprindo suas metas. O governo ficará acuado e dará sua resposta. Depois de amanhã, a bola vai estar com Dilma e com os seus pares de Brasília.

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No Rio de Janeiro, o nome do atacante Kleber foi ventilado em São Januário. O jogador foi afastado do elenco do Palmeiras pelo técnico Luiz Felipe Scolari, com o aval da diretoria do clube. Kleber tentava se arrumar no Flamengo, com seu amigo Vanderlei Luxemburgo. E isso ainda pode acontecer.

Tão logo o problema no Palmeiras ganhou repercussão, o nome de Kleber foi comentado pela comissão técnica do Vasco. A possibilidade de reforçar o time com o atacante para 2012, já que ele não tem como jogar neste Brasileiro por ter feito mais de seis partidas pelo Palmeiras, foi prontamente vetada pelo próprio elenco cruzmaltino.

Ou seja: não querem Kleber em São Januário. Mas duvido que o jogador fique sem time na próxima temporada. Se isso acontecer, o Palmeiras terá de pagar seu salário de R$ 300 mil por mês até 2015, quando termina sem contrato. 

O problema é que nem todos ainda estão seguros de que Felipão permaneça no Palmeiras em 2012. Ele deu sua palavra que continua no clube, mas no futebol os ventos sopram fortes e rápidos demais. E tudo pode mudar.

 

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Encontrei outro dia um amigo palmeirense desolado com seu time, como está boa parte da torcida. O Palmeiras não ganha mais, só perde ou empata, os jogadores apanham na rua, o craque faz corpo mole e é mandado embora, a diretoria prefere as festas de casamento às reuniões com o elenco, a comissão técnica fraqueja. E esse meu amigo foi me apresentando uma lista de decepções e problemas da equipe. Foi de dar pena.

Até que em determinado momento da choradeira (o time ainda não tinha perdido por 2 a 1 para o Fluminense) ele soltou essa: “vou torcer agora para os operários da WTorre, para que eles trabalhem como um time e façam o novo estádio do Palmeiras o mais bonito e moderno de todos de São Paulo”.

Não é que o cara achou para quem torcer. Vai torcer para a Arena Palestra. Já que o time de Felipão não vai mesmo, o jeito é vibrar com cada tijolo colocado no estádio. E rezar para que o Palmeiras não amargue a Segunda Divisão.

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Amigo do futebol, hoje a bola vai rolar. Feriado de bons jogos pela 29ª rodada do Brasileiro, como Flamengo e Palmeiras, no Engenhão, às 21h50. O torcedor palmeirense anda meio amuado com seu time, é verdade. Faz tempo que não comemora uma vitória daquelas de encher os olhos, desenrolar a bandeira, soltar o grito (se não estiver no estádio) na varanda do prédio para provocar o vizinho corintiano, que faz o mesmo quando sua equipe ganha.

Dos últimos oito jogos, o Palmeiras só ganhou um, dia 22 de setembro, 1 a 0 magro, diante do Ceará. Esteve perto de somar três pontos em algumas outras ocasiões, como contra o Cruzeiro, no Pacaembu, quando teve pênalti a seu favor no último minuto, perdido por Marcos Assunção.

Tem sido difícil para o palmeirense. Ele anda envergonhado, cabisbaixo, sem achar uma saída para correr na direção dela. Do massagista ao atacante, do dono do boteco na rua Turiaçu ao lojista do shopping, todos estão esperando o ano acabar para ver se alguma coisa acontece. Todos têm culpa pelo fracasso na temporada até agora, do técnico ao reserva, passando pelo presidente, que não entra em campo, mas que poderia jogar um pouco mais pelo clube.

O repórter Daniel Batista, desta Casa, traz da rua a informação de que o volante João Vitor apanhou de torcedores que se acham no direito de fazer mais do que apenas se lamentar pela fase ruim do time (<CF603>veja reportagem ao lado.

Por pior que esteja seu clube, Palmeiras, Corinthians, Santos, São Paulo, qualquer um, é inadmissível chegar às vias de fato como aconteceu com este menino, seja ele um craque perdido na noite paulista ou um perna de pau que ainda não se encontrou no time. Não importa.

Qualquer um perde a razão quando parte para a agressão. Estamos à beira de receber uma Copa do Mundo e uma Olimpíada e parece que nesse quesito, torcedor, ainda vivemos numa selva, como muitos gringos já pensaram do Brasil.

Depois dos estádios e dos aeroportos, o País precisa urgentemente concentrar seus esforços na educação do torcedor de futebol. Todos sabem o tipo de torcedor que estou me referindo. Esses mesmos, amigo leitor. O machão que acha que vai fazer seu time jogar melhor batendo nos atletas, enfiando o dedo no nariz do técnico, fazendo baderna no clube. Desse torcedor valentão, mas covarde, time nenhum precisa.

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A FRASE É DE ABEL BRAGA, TÉCNICO DO FLUMINENSE, QUE PERDEU NESTE DOMINGO PARA O FLAMENGO POR 3 A 2.

“O Luxemburgo não tem nada de ficar batendo boca com meu jogador. Aqui ninguém vai baixar a calcinha para o Luxemburgo. Ele é meu amigo, mas fui dizer que não tem de se meter. Não dou direito a ninguém de discutir com jogador meu. Até porque nenhum jogador meu vai bater boca com treinador adversário.”

NO INTERVALO, LUXEMBURGO BATEU BOCA COM OS JOGADORES DO FLU. APÓS A DERROTA, GRUPO TRICOLOR PARTIU PARA CIMA DO ÁRBITRO PARA TOMAR SATISFAÇÃO.

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A discussão da meia-entrada para a Copa do Mundo de 2014 ainda vai dar muito pano para mangas. Em reportagem da Folha de S. Paulo desta sexta-feira, o jornal divulga que a Fifa não está disposta a abrir mão de US$ 100 milhões (R$ 180 milhões) da competição, valor que ela estima deixar de ganhar se o Brasil continuar com sua ideia de vender ingressos dos jogos pela metade do preço para estudantes e idosos.

Esse assunto deveria ter sido discutido antes, na assinatura do contrato. Ou ao menos ter acenado com a possibilidade de cumprir a lei do país-sede. Tudo bem que ninguém pensa nisso no calor da escolha de seu país para uma Copa do Mundo. Os responsáveis querem é festejar a conquista e assinar logo a papelada. E mãos à obra. Foi o que fizeram.

A Fifa tem dois negócios: organizar o futebol ao redor do mundo e ganhar dinheiro. Portanto, ela não vai abrir mão dos US$ 100 milhões. Na África do Sul, divulga a reportagem, a entidade de Joseph Blatter faturou algo perto dos US$ 4, 2 bilhões. É dinheiro! Aqui no Brasil, sua intenção é lucrar um pouco mais.

Ocorre que há um impasse nessa discussão, como o blog escreveu dias atrás. De um lado existe a legitimidade da Fifa de ganhar seu rico dinheirinho e do outro uma lei brasileira, estadual, que determina a obrigatoriedade da meia-entrada para estudantes e idosos acima dos 60 em qualquer atividade de entretenimento.

E agora? A Fifa e os representantes do Brasil precisam decidir rápido o que fazer porque a entidade necessita começar a vender os ingressos pela internet, como sempre faz. Estamos falando de clientes do mundo todo. Gente que quer vir para o Brasil para acompanhar a Copa.

Os representantes brasileiros do evento em suas cidades-sedes ainda não sabem o que fazer diante do dilema. Entendem que as duas partes têm lá suas razões. Só há uma saída então: assumir os US$ 100 milhões que seriam da Fifa. Os governos pagam isso e fazem o uso da meia-entrada. A Fifa não vai ceder. Ela nunca cede.

Se isso acontecer, só espero que o povo brasileiro seja informado. Difícil é deixar de pensar que essa bomba vai estourar no colo do contribuinte.

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