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NOTÍCIA PUBLICADA NO SITE SPORTMEDIASET.IT

O site italaino se encantou com a roupa íntima do jogador Tam Nsaliwa, de 28 anos, defensor canadense com origem de Malauí, ex- AEK Atena e atual Lillestroem, da Noruega. Numa dividida, acabou mostrando sua sunga.
Foto do facebook e da web.

Sotto i pantaloncini…

Fa discutere l’abbigliamento intimo di Tam Nsaliwa, 28enne difensore canadese di origini malawaiane, ex AEK Atene e ora al Lillestroem. In un contrasto di gioco, gli si abbassano le braghette e spunta un indumento assai poco maschile: il tanga… Foto tratte da facebook e dal web.
Tam Nsaliwa Il difensore ex Aek Atene fa discutere per il suo abbigliamento intimo

NOTÍCIA PUBLICADA NO SITE SPORTMEDIASET.IT

O site italaino se encantou com a roupa íntima do jogador Tam Nsaliwa, de 28 anos, defensor canadense com origem de Malauí, ex- AEK Atena e atual Lillestroem, da Noruega. Numa dividida, acabou mostrando sua sunga.
Foto do facebook e da web.

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O que mais escuto nesse momento é a indignação dos são-paulinos com sua diretoria no que diz respeito à contratação de um treinador. Cobram de Juvenal Juvêncio e de seus pares a soberba que o clube carrega desde outras épocas.

Ora. Dizem que o São Paulo corria desesperadamente atrás de um treinador para o lugar de Sérgio Baresi porque este sempre carregou a alcunha de interino. Não achou e decidiu mantê-lo após uma série de três vitórias, o que me faz pensar que não havia planejamento algum após a saída de Ricardo Gomes.

Dias depois de espalhar que Baresi ficaria até o fim do ano, dois treinadores sondados pelo clube, Dorival Júnior e Vanderlei Luxemburgo, ganharam o mercado. Aí a diretoria tricolor ficou sem saber o que fazer. Agir ou deixar passar? Deixou passar. O primeiro já se acertou com o Atlético Mineiro. Luxemburgo deve ficar parado até o fim do ano. 

O que pensam os são-paulino:

1) Juvenal pode ter um treinador de ponta, como Abel Braga ou Paulo Autuori, no bolso do paletó, já acertado para janeiro;

 2) Juvenal disse que Baresi ficaria e se viu na obrigação de manter sua palavra;

 3) Os nomes procurados não foram acertados e o time continua sem ter ninguém para a temporada de 2011, assim terá de esperar o Brasileiro acabar para ver quem sobra.

O fato é que o torcedor lamenta que a direção, dita vanguardista, tenha deixado a situação chegar a esse ponto. Parece-me que o São Paulo navega sem rumo nesse momento.

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Fazia tempo que não via o Palmeiras tão bem posicionado como foi na vitória por 3 a 1 sobre o Flamengo. Com espaço para jogar, Valdivia e Kléber foram as referências. Lincoln entrou no final e, finalmente, deu o ar da graça. Deve melhorar o condicionamento físico para ser titular ao lado do Mago. Pena que já estamos em setembro, quase outubro, e o elenco ainda abre o bico na metade do segundo tempo. Não é problema técnico, não é medo, não é apenas recuo tático. É falta de pernas mesmo. Não entendo como esses jogadores levam tanto tempo para entrar em forma e se cansam tão rapidamente. Algum problema tem nesse angu. O preparador físico do Palmeiras é Anselmo Pereira Sbragia, no clube desde 1996. Já disse por aí que sua dificuldade é ter reunido na Academia jogadores de lugares diferentes  e que chegaram em épocas diferentes. Sinceramente, não me convence.

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A fase de Jorge Henrique é boa. Mais cedo ou mais tarde, o corintiano vai acabar sendo lembrando por Mano Menezes. Sua cabecinha, no entanto, continua a mesma, assim como é fraco o trabalho das pessoas que o cercam, como assessores e amigos. Pena que um jogador tão importante para o seu clube não tenha a mesma responsabilidade fora de campo. Poderia ser mais homem e menos moleque. Aliás, o futebol de São Paulo está cheio de meninos mimados e despreparados. Há poucos homens de verdade. Hoje, por acaso, encontrei Raí numa banca de jornal. Apresentei meus filhos a ele e ele, educadamente, trocou algumas palavras com a Marina. Também o vi dando autógrafo numa camisa da Seleção. O torcedor comum, seja são-paulino ou de qualquer outras cores, jamais vai se esquecer de Raí. Já de Jorge Henrique, que costuma marcar compromissos e não aparecer, mais cedo ou mais tarde vai cair no esquecimento e ninguém saberá que um dia ele foi um jogador bom de bola. Uma pena. Pra ele.

O leitor do JT teria neste domingo uma boa entrevista com o atacante corintiano. Mas, depois de marcar com o repórter Vitor Marques, o jogador simplesmente não apareceu para o bate-papo de 10 minutos após o treino do sábado. É mais um Neymar que acha que pode fazer o que quer. No tal futebol profissional que os clubes pregam não cabem mais atitudes como esta. Um clube que se propõe ser grande, com um presidente respeitado, deveria  controlar melhor a agenda de seus funcionários. Afinal, é o nome do Corinthians que está em jogo.

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A demissão de Vanderlei Luxemburgo do Atlético Mineiro era iminente, questão de dias.  Nesta semana, quarta-feira, a coluna Em OFF, do Jornal da Tarde, assinada por mim e pelo companheiro Marcius Azevedo, havia publicado uma nota dando conta de que o elenco do Galo estava cada vez mais afastado do treinador. Os jogadores faziam reuniões sem a presença de Luxa, indício básico de que o técnico começava a ser olhado com desconfiança.

O respeito foi perdido. Alguns líderes do elenco já não confiavam mais no trabalho do treinador e de sua comissão. Diziam em pequenas rodas que Luxemburgo estava decadente, que com ele o Galo não sairia do buraco em que se meteu nesse Brasileiro. É claro que nada disso chegava aos ouvidos do comandante. Não diretamente, mas macaco velho que é, sabia exatamente o que estava acontecendo. Era escanteado aos poucos.

A demissão após a derrota para o Fluminense por 5 a 1 foi a gota d’água que faltava para que a diretoria tomasse a decisão que vinha adiando há semanas. Há uma multa de R$ 14,5 milhões referente ao tempo de contrato em dobro em caso de uma das partes querer se livrar da outra. Até ontem, quando se despediu do cargo, no Engenhão, Luxemburgo não havia comentado nada sobre recebê-la ou abrir mão dela, como fez Dorival Júnior no Santos.

O treinador agradeceu, como sempre faz, às pessoas com quem trabalhou em Minas, citando a direção do Atlético, o torcedor e até a imprensa. Rechaçou o que todos comentavam em Belo Horizonte nas últimas semanas: que estava velho. Admitiu, porém, e isso é bom porque somente ele tem a ganhar, que precisa rever alguns conceitos, saber onde derrapou, fazer uma reciclagem do seu trabalho e do trabalho das pessoas que o  acompanham (Antônio Mello).

O que se fala por aí também é que Luxemburgo precisa se envolver mais com o seu trabalho de técnico se quiser ainda ser técnico, que deve deixar outras funções do futebol de lado, que deve se concentrar no dia a dia do time para que não falhe novamente. O fracasso no Galo não é o seu primeiro, embora ele nunca tenha deixado uma equipe em situação tão dura num campeonato, com risco de ser rebaixada para a Segunda Divisão, de novo.

A campanha do Atlético no Brasileiro:
24 jogos
21 pontos
6 vitórias
5 empates
15 derrotas
29 gols marcados
45 gols sofridos

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Ainda sobre o caso Neymar, há duas possibilidades de seu desacato ao técnico Dorival Júnior e aos companheiros de clube, como Edu Dracena, não passar impune como decidiu fazer a diretoria do Santos ao roer a corda do lado do mais fraco, o lado do técnico, demitido terça-feira com a absurda alegação de quebra de confiança.

 A primeira delas pode vir hoje, com a exclusão do nome do jogador na lista do técnico Mano Menezes. Se convocá-lo para o próximo período de treino da Seleção (ainda não há amistosos definidos), Mano poderá alegar que o problema do atacante  foi com o clube e que isso nada tem a ver com a Seleção Brasileira. Ponto e basta, como diz o outro na novela. Não receberá críticas porque certamente vai alegar que os interesses do Brasil estão acima de qualquer problema menor, como estão mesmo,embora não ache que o caso Neymar seja um problema menor.

Se não convocá-lo, estará dando um corretivo merecido no garato, mas acima de tudo passando seu recado ao grupo com quem pretende trabalhar até a Copa do Mundo de 2014. Chance de ouro para fazer isso e aumentar ainda mais a confiança que o torcedor deposita em seu trabalho. Francamente, sou pela exclusão.

A outra possibilidade de o jogador santista receber a punição que Dorival queria lhe aplicar pode vir dos tribunais desportivos. Neymar será julgado pelo que fez na partida contra o Atlético-GO e pode, por lei, pegar gancho de até nove jogos. Se o tribunal entender que o menino merece o puxão de orelha, a chance também é essa.

A propósito, o futebol pune, como já disse outras vezes nesse espaço. O Santos, com tantas lambanças na semana, apanhou gostoso do Corinthians na Vila por 3 a 2. E nisso a diretoria do clube não pode intervir.

OPA: ACABO DE OUVIR NO RÁDIO QUE MANO NÃO CONVOCOU NEYMAR

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Prevaleceu na Vila Belmiro o que todos temiam. Demissão anunciada de Dorival Júnior por tentar disciplinar Neymar. Conseguiu até a página 2. O atacante ficou fora do jogo contra o Guarani domingo e também não participaria da partida de hoje contra o Corinthians. Era demais para o craque. A diretoria pediu trégua ao treinador.

Pediu para ele reconsiderar as ofensas em público do menino, passou a mão na cabeça do atleta. Criou o monstro, como anunciava também o técnico René Simões. A diretoria do Santos, encabeçada pelo presidente Luís (sem nome e sobrenome mesmo), se reuniu na calada da noite, como sempre faz, para demitir o treinador que fazia o seu trabalho, que não aceitava se curvar diante de um menino bom de bola, mas mal educado e indisciplinado.

Tomou-se a pior das decisões. Puniu-se o `professor` em detrimento do mau aluno, quando todos sabiam que Neymar era a laranja podre do Santos. Como a diretoria santista (despreparada, irresponsável e que faz um desserviço ao futebol brasileiro) vai encarar, por exemplo, o capitão Edu Dracena, jogador mais importante do elenco por usar a braçadeira, depois desse episódio? Edu Dracena também foi ofendido pelo menino mal educado, que fez a mãe chorar ao vê-lo na tevê atropelando os amigos e seu próprio comandante.

O que a diretoria vai falar para o técnico que pretende contratar para substituir Dorival Júnior, talvez não para agora, mas para a campanha da Libertadores de 2011? A mensagem do Luís é clara: vale tudo para ganhar um jogo de futebol. O Santos não poderia ficar sem seu maior jogador, mesmo que para isso desse o exemplo que está dando.  

Fosse eu treinador me recusaria a trabalhar com essa escória travestida de santistas. Acho até que treinador nenhum no Brasil deveria aceitar o cargo. Claro, porque o próximo técnico também será vítima dos caprichos do menino bom de bola. Assim como todos os outros jogadores do elenco o serão. Neymar é o todo-poderoso do Santos.
E sabe-se, não é de hoje, que ninguém ganha sozinho no futebol. Vão agora aparecer aqueles dos panos quentes, que tentarão manchar a imagem de Dorival Júnior. É assim que caminha o futebol, pelo menos a banda podre dele.

Criaram um monstro. Criaram vaquinhas de presépio na Vila. Paus mandados dos investidores. Como uma criança pode agora olhar para Neymar e querer ser igual a ele, de jogadas bonitas e gols importantes? Para mim não serve mais. Nem para os meus filhos.

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Ainda é cedo para apontar um campeão no Campeonato Brasileiro. Corinthians e Fluminense tomaram para si o favoritismo porque fazem campanhas até agora eficientes, mesmo com toda a dificuldade do time paulista de ganhar pontos fora do Pacaembu. Confesso, no entanto, que as equipes que mais têm me chamado a atenção são outras duas: Cruzeiro e Botafogo. Terceiro e quinto colocados, respectivamente. Jogaram entre si sábado e empataram por 2 a 2. O Cruzeiro é uma equipe redonda, com um meio de campo talentoso. Roger arma quase todas as jogadas, faz a bola passear por todos os setores do gramado. Montillo é mais técnico e veloz, ao estilo argentino. Fez os dois gols, um deles de pênalti. Tem ainda Thiago Ribeiro. Esse atacante incorpou e se achou em Minas. Joga com confiança e impõe respeito.
Da mesma forma que os zagueiros têm respeito pela dupla de atacantes do Botafogo: Herrera e Loco Abreu. São perigosos. Não são craques. Estão longe disso. Mas atuam com disposição e não desistem das bolas. Maicosuel é habilidoso. Faz as jogadas e aparece para concluí-las. O Fogão tem ainda Somália no meio de campo. Volante de marcação implacável, com velocidade nas saídas de bola. Hoje, acho que tanto Cruzeiro quanto Botafogo estão jogando muito mais que Corinthians e Fluminense. E todos nós sabemos que é nessa parte do Brasileiro que o campeão dá as caras.

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O afastamento de Neymar, mesmo que tardio pela diretoria do Santos, só compactua com o que já foi escrito nesse blog. O menino, por melhor que seja com a bola nos pés, não tem o direito de atropelar tudo e todos, principalmente os que querem lhe ajudar, como o técnico Dorival Júnior e o capitão santista Edu Dracena. Os dois, só para lembrar, fora ofendidos por Neymar na partida de meio de semana. Neymar ficará treinando enquanto seus companheiros tentarão levar o Santos a mais uma vitória no Brasileiro, contra o Guarani, em Campinas. Que a lição sirva de exemplo a outros que como ele se acham acima do bem e do mal. E principalmente que sirva de lição para ele próprio. Neymar começa a ganhar muita antipatia na profissão. É menino, é imaturo, todo mundo sabe disso. Mas como disse o técnico René Simões, ele precisa ser educado, aprender a respeitar os mais velhos e, sobretudo, os amigos.

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Neymar precisa amadurecer logo

Neymar precisa amadurecer logo

O problema de Neymar é que ele pensar ser quem não é ainda: um mito - só para usar o adjetivo pronunciado pelo presidente do Santos, Luís Álvaro, quando conseguiu demover o atacante de sua disposição de ir para a Inglaterra jogar no Chelsea.
Quando havia outros como ele no elenco, casos de Ganso (machucado) e Robinho (no Milan), o menino chamava atenção sem monopolizá-la. Agora, sem seus principais amigos, acha que o Santos e todos os outros times devem se curvar aos seus caprichos, ao seu futebol.
Nada contra, que fique claro nessas linhas, seu talento e sua facilidade de humilhar os marcadores. Azar de quem nasceu perna de pau. É lindo ver Neymar, ou qualquer outro, dar um drible, fazer uma jogada bonita.
Ocorre que o craquinho da Vila, talvez influenciado por esses que andam falando em sua cabeça, como próprio Dorival Júnior, não aceita que o marquem, que cheguem junto dele com falta se for preciso. O juiz está lá para expulsar quem passar dos limites. Se isso não acontecer, Neymar terá de se sustentar em campo, sem se irritar, sem partir para a briga só porque houve provocações.
A malandragem, digo, nasceu com o futebol. Está nos atacantes, mas também nos marcadores. Vou ser sempre contrário aos brucutus e caçadores de canelas do futebol, mas também não me rendo a atacantes chorões. Kléber e Valdivia, ambos do Palmeiras, apanham durante 90 minutos. Não desistem de uma única jogada nem vão cobrar seus algozes ao fim da disputa. O que falta a Neymar é realidade.
É bom também que essa gente que cerca o jogador pare de passar a mão em sua cabeça, indicando a ele essa condição furada de mito. Não é. Precisa comer muito arroz com feijão para ser.

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