Agência Brasil
Cerca de 3 mil pessoas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) fizeram uma passeata por ruas do centro do Rio em defesa da agricultura camponesa no país por volta do meio-dia desta quinta-feira, 21.
Carregando bandeiras do movimento e instrumentos musicais, os manifestantes saíram da Candelária e percorreram a Rua 1º de Março e a Avenida Rio Branco, seguindo em direção à sede regional do Ministério da Agricultura, localizada na zona portuária. Por causa da manifestação, as ruas do trajeto tiveram o trânsito parcialmente interrompido.
A ONG Rio de Paz fez um protesto na praia do Leme contra os países desenvolvidos, que não veiculam dinheiro para combater a fome em nações com menor índice de desenvolvimento humano. Os ativistas usaram máscaras e levaram placas com as palavras “vergonha” e “fome”. Entre eles, uma mesa com pratos vazios e bandeiras de países africanos e do sudeste asiático, onde a situação da fome é mais crítica.
Marcelo Gomes – Agência Estado
RIO – Cerca de 3 mil pessoas, segundo os organizadores, participam na manhã desta segunda-feira, 18, de uma caminhada pelas ruas do centro do Rio para protestar contra o que chamam de “capitalismo verde e mercantilização da natureza”. A passeata é organizada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) e pela Via Campesina, e recebeu apoio de dezenas de movimentos sociais.
Manifestantes saíram às 7 horas do Sambódromo, onde estão acampados, desceram pela pista lateral da Avenida Presidente Vargas, ocuparam duas faixas da Avenida Rio Branco e chegaram há pouco ao Aterro do Flamengo, onde, às 10 horas, haverá um ato conjunto em defesa das mulheres trabalhadoras.
“O capitalismo até agora não resolveu o problema da fome no mundo. Somos contra a privatização dos bens naturais, da terra e da água. Se a terra estiver nas mãos dos trabalhadores, eles vão produzir alimento para todos”, Disse Amanda Matheus, coordenadora do MST e da Via Campesina.
A manifestação causou transtornos no trânsito, já que duas das principais avenidas do centro da cidade tiveram de ser interditadas.
Cerca de 50 pessoas participaram na tarde deste domingo, 17, de um protesto nas areias da Praia de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, contra os subsídios destinados à produção de combustíveis fósseis, responsáveis pela poluição da atmosfera. Os ativistas, a maioria de ONGs internacionais, estenderam nas areias uma bandeira simbolizando uma nota no valor de US$ 1 trilhão.
“Esta é a quantia que os governos gastam, a cada ano, em subsídios para os combustíveis fósseis. Dizem que falta dinheiro para energia limpa. Então queremos que esse valor seja destinado à energia eólica e solar. O próprio G-20 já admitiu que é necessário reduzir os incentivos governamentais para os combustíveis que poluem o planeta. Então vamos aproveitar a Rio+20 para fazer isso acontecer”, disse o advogado Pedro Abramovay, membro da ONG Avaaz (de mobilização via internet), professor da Faculdade de Direito da FGV-Rio e ex-secretário Nacional Antidrogas da gestão Dilma Rousseff.
estadão.com.br
Centenas de pessoas, entre ativistas religiosos, do movimento gay e de grupos de defesa dos direitos humanos, realizaram um protesto na praia de Ipanema, na zona sul do Rio neste domingo, 17, contra a vinda do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, à cidade. O iraniano chega ao Brasil nos próximos dias para participar da Rio+20. Assista abaixo à reportagem sobre a manifestação e veja, em seguida, imagens do ato.
2012