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Rio+20

Nesta terça, 19, a instalação de uma escultura na enseada de Botafogo chamou a atenção de turistas, cariocas e das pessoas envolvidas com as atividades da Rio+20.  Duas baleias feitas de garrafas de plástico formam a obra.

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Tânia Monteiro, enviada especial ao Rio

Rio – Na contramão dos demais integrantes do governo, o ministro-chefe da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho, afirmou que o texto apresentado nesta terça-feira “não é o texto definitivo” e “muita água ainda vai rolar” com a chegada e a discussão entre os chefes de Estado. “Só quero lembrar que é uma tradição que os chefes de Estado não venham aqui só para assinar. Eles vêm para dar continuidade e retomar esta discussão. Então, é evidente que pode haver, como já citei o caso da conferência de Copenhague, que podem haver sim mudanças a partir do que foi apresentado. Este é um subsídio básico importantíssimo porque foi discutido por delegados, mas que segue com a sua discussão. O que vai acontecer nos próximos três dias aqui não é simplesmente um ritual de passagem dos dirigentes, mas sim um processo de debate”, avisou.

Em entrevista no Riocentro, ao falar sobre as discussões envolvendo os movimentos sociais, Gilberto Carvalho disse que não estava participando das negociações sobre o documento a ser apresentado aos chefes de Estado, mas lembrou que os chefes de Estado, quando chegam para a reunião, ainda podem discutir o que foi apreciado pelas delegações e propor modificações. “Por isso, achamos que muita coisa ainda vai acontecer porque há uma dinâmica importante na qual nós apostamos aqui no Riocentro a partir de amanhã cedo”, afirmou ele reiterando que o texto apresentado é um “texto base” e haverá muita discussão dele. “E penso que as críticas são até importantes para contribuir com este debate”, emendou.

O ministro não quis apontar o que poderia ser ainda alterado no texto ou quis falar sobre retrocessos. Ele reconheceu que foi “um grande alívio” se ter chegado a um texto final. Mas ressaltou que, a partir daí, pode-se seguir trabalhando para avançar ainda mais.

Gilberto Carvalho destacou a importância dos movimentos sociais para contribuir na discussão do documento final, embora reconheça que as suas críticas e sugestões poderão não ser integrado ao texto. “Esperamos que o documento seja o melhor possível, o mais avançado e que arranque o maior numero de compromissos buscando as prioridades”, completou o ministro.

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Se nada de impressionante acontecer até amanhã, dia 20, às 10h, horário de abertura da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, este será o texto que os chefes de Estado receberão:

Rio+20: Documento final para os chefes de Estado

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Clarissa Thomé, do Rio

O desenhista Beto Richart viajou de Barueri, na Grande São Paulo, para o Rio de Janeiro para uma missão quase impossível – entregar uma caricatura feita a grafite do seu ídolo de infância, o ator e ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger, que é esperado na cidade para participar da Rio+20.

Richart chegou às 8 horas à portaria do Hotel Fasano, em Ipanema, na zona sul, e passou o dia ali. Acompanhou a movimentação da Polícia Federal e do Exército, que vistoriou o hotel e arredores. Acompanhou a passagem de inúmeras delegações escoltadas por batedores, que passaram em direção ao Leblon e São Conrado.

“Tem segurança reforçada, mas soube que ele é gente boa, simpático”, disse. Em 2009, Richart conseguiu entregar uma caricatura a Sylvester Stallone, que estava no Rio, gravando um de seus filmes.

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Beto Richart exibe desenho que pretende entregar a Schwarzenegger (Foto: Fabio Motta/AE)

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Emanuel Bomfim, no Rio

O desempenho ambiental das pequenas e médias empresas será levado em conta pelo governo em suas compras públicas a partir de agora. Para isso, o empreendimento deverá estar em conformidade com a norma que certifica o Sistema de Gestão Ambiental, lançada hoje na Rio+20 pelo Sebrae em parceria com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Para o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, esta “barreira do bem” irá incentivar os empresários adotar práticas sustentáveis em seus processos. Ele ressalta que a concorrência e a nova postura do mercado consumidor também serão importantes atrativos nesta transformação verde. “Quem chegar primeiro com uma pauta sustentável certamente ganhará nichos de mercado, terá um marketing positivo a seu favor”, avalia.

Barretto acredita que a mudança de postura do governo em suas compras não é o único caminho para conquistar o pequeno e médio empresário. “Temos que fazer um debate, envolver o presidente da Fiesp, a CNI e outros setores, para criar maior número de contrapartidas, como facilitação de financiamentos e diminuição de impostos”.

O custo da aquisição da norma será subsidiado e oferecido ao valor de R$ 54,90. Na Rio+20, o Sebrae dispõe de estandes e oferece palestras, cursos e oficinas para capacitar os proprietários de micro e pequenas empresas. Mais informações, no site do Sebrae.

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Efe

O documento aprovado nesta terça-feira, 19, pelos delegados dos 193 países que participam da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) e que será apresentado na quarta-feira, 20, aos líderes mundiais no evento será capaz de gerar uma mudança global positiva, afirmou o secretário-geral da ONU para o evento, Sha Zukang.

“Consideramos que o texto inclui várias ações”, destaca uma mensagem de Sha lida no centro de convenções RioCentro, no Rio de Janeiro, onde ocorre a Rio+20. “Se essas ações forem implementadas, e se as medidas de acompanhamento forem cumpridas, o documento provocará uma grande diferença na geração de uma mudança global positiva”.

O secretário-geral ressaltou que o texto resulta de intensas e prolongadas negociações e contém compromissos claros. “Como em todas as negociações, alguns países dirão que o texto poderia ser mais ambicioso e outros que suas propostas poderiam estar melhor refletidas. Mas temos de ser claros: em negociações multilaterais, é necessário ceder e receber”.

“Este é o único caminho a ser seguido se quisermos aproveitar as medidas necessárias para avançar em conjunto num caminho de desenvolvimento sustentável. Pessoalmente, estou muito satisfeito que as delegações tenham se unido para garantir o êxito da conferência e do futuro que queremos”, concluiu Sha.

Com o sinal verde final de todas as delegações ao documento, denominado “O Futuro Que Queremos”, fica pronto para ser apresentado aos cerca de 100 chefes de Estado e de governo que de quarta a sexta-feira participarão da Rio+20.

O texto estipulado, que conta com 283 parágrafos distribuídos em 6 capítulos e 49 páginas, tem como base a proposta brasileira, que reduziu significativamente o número de parágrafos do original que vinha sendo negociado em Nova York e eliminou as partes que geravam mais divergências.

No entanto, o otimismo de Sha Zukang se contrasta significativamente com as críticas de ONGs e de algumas nações. “A Rio+20 se transformou em um fracasso épico. A conferência falhou em termos de igualdade, de ecologia e de economia”, afirmou Daniel Mittler, diretor de Políticas Públicas do Greenpeace.

Para o WWF, o documento está “longe de ser satisfatório de qualquer ponto de vista”, enquanto a Oxfam fez um alerta sobre a pobreza extrema. “Esta cúpula poderia ter terminado antes de começar. Os líderes mundiais que chegam nesta noite devem começar de novo. Quase 1 bilhão de pessoas que passam fome merecem algo melhor”.

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Denise Chrispim Marin, enviada especial a San Jose de los Cabos

A presidente Dilma Rousseff rejeitou a avaliação de que o texto da declaração final da Rio + 20, aprovado pela sessão plenária dos 191 países presentes à conferência na madrugada de hoje, reflete o fracasso da liderança brasileira no processo de negociação. Depois de participar da reunião dos líderes das maiores economias do mundo (G20) e prestes a embarcar ao Rio de Janeiro, onde abrirá a Rio+20 nesta quarta-feira, 20, ela reconheceu ter sido extraído “o documento possível”. Mas argumentou ter sido o texto um “grande avanço”, “uma “vitória”.

“Em Copenhagen, era impossível tirar um documento. Eu acredito que o documento da  Rio+20, ao contrário, é um grande avanço, uma vitória”, afirmou a presidente, referindo-se à Conferência das Nações Unidas de 2009. “É difícil construir o consenso entre 17 países. Estamos vendo isso na (zona do euro) da União Européia. Mas nós estamos fazendo isso (chegar ao consenso) na Rio+20”, completou.

O texto da Rio+20, insistiu Dilma, deve ser “comemorado” como uma vitória do Brasil em extrair uma posição de consenso sobre um tema complexo, sobre o qual os 191 países apresentam posições diferenciadas, antes de o encontro de cúpula ser oficialmente aberto. Esse fato, destacou, é inédito nas negociações sobre mudança climática e meio ambiente.

“Se a gente tivesse decepção quanto a isso (o documento da Rio + 20), não podia recepcionar uma conferência internacional. Esta é uma visão de quem acha que a relação internacional não respeita os chefes de Estado e a posição soberana dos países. Ao recebê-los e à conferência das Nações Unidas, temos de ter a postura de respeitar a soberania de cada país, entender e procurar o apoio”, afirmou, ao admitir que está, neste momento em uma fase “paz e amor”.

Questionada se considerava mais difícil extrair o consenso em um encontro do G20, que fracassou na tentativa de extrair compromissos da Europa para superar sua crise, ou na Rio +20, Dilma confessou não saber a resposta. “Há uma multidão de multidiversidade (nos dois fóruns).”

Dilma explicou ter acompanhado as negociações sobre meio ambiente e mudança de clima desde Copenhagen, como ministra do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Na ocasião, lembrou ela, alguns países queriam maior ambição nos objetivos de desenvolvimento sustentável, outros queriam uma discussão democrática com a participação de todos e ainda havia a complicada questão sobre as contribuições financeiras.

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Antonio Pita, do Ri

Em um discurso na Cúpula dos Povos nesta terça-feira, dia 19, Marina Silva alfinetou a aliança entre o PT de São Paulo e o ex-prefeito Paulo Maluf. Segundo a ex-senadora, para alguns políticos  “vale misturar água e óleo para ter tempo de TV.” O pronunciamento, feito em uma das principais plenárias da Cúpula, foi aplaudido de pé pelo público que mais uma vez ovacionou Marina Silva e seu posicionamento contrário aos rumos do documento oficial da Rio+20.

“Eles acreditam que só existe a política do pragmatismo, acreditam que vale misturar água e óleo apenas para ganhar mais tempo na televisão sem nem saber sobre o que propor”, afirmou Marina Silva, que foi ministra do meio-ambiente durante o governo Lula.  Ontem o ex-presidente anunciou aliança com Paulo Maluf em apoio à candidatura de Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo.

Perguntada se o discurso se referia à aliança do PT com Maluf, a ministra desconversou e preferiu não comentar o anúncio do apoio. “Desde a minha candidatura à presidência eu falo sobre o problema das alianças eleitorais e desta visão de política pragmática”, disse a senadora após o discurso.

Na plenária, a ex-senadora também cobrou da presidente Dilma um posicionamento em relação ao documento oficial da Rio+20. “Queria mandar um recado para a presidente e dizer para ela não perder a oportunidade de fazer a diferença. A primeira mulher presidente precisa marcar uma posição e defender objetivos específicos para a governança do debate ambiental e pela criação do fundo de financiamento.”

Marina também disse que o mundo precisa de mais comprometimento em relação à questão ambiental e ressaltou que não está fazendo oposição ao governo, mas sim “demarcando uma posição”. Para a ex-ministra do meio-ambiente, “o mundo não precisa mais da dicotomia entre oposição e situação, aliás, ninguém sabe mais quem é situação ou oposição.”

Marina também convocou o público a rejeitar o pragmatismo. “Não sejam pragmáticos, realistas e objetivos. Sejam sonhadores. Se eu fosse pragmática, nunca teria sido professora, vereadora, senadora e até candidata a presidente. Quem conquistou a democracia foi o nosso sonho. Portanto, sejam sonhadores”, disse Marina, encerrando o discurso sob fortes aplausos do público presente na arena.

 

 

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Herton Escobar, enviado especial ao Rio

O acordo costurado pelo Brasil sobre o documento final da Rio+20 foi uma “vitória do multilateralismo”, disse o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota. Segundo ele, o texto chegou ao Rio com apenas 40% de seu conteúdo acordado. “Agora temos 100%”, disse ele, em entrevista coletiva que terminou agora. “Não é pouco para três dias”, completou, referindo-se ao tempo que o Brasil ficou à frente das negociações (desde sábado).

“O espírito do Rio continua vivo”, disse o ministro, ressaltando que uma das principais batalhas na negociação foi não retroceder em relação aos princípios que haviam sido acordados na Rio-92, duas décadas atrás.

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, também se disse muito satisfeita com os resultados – classificados como fracos e pouco ambiciosos por várias organizações ambientalistas e até por delegações de alguns países que concordaram com o documento. “Muito da posição brasileira está no texto final”, disse ela, citando, novamente, o não retrocesso em relação aos princípios do Rio – em especial, ao das responsabilidades comuns, porém diferenciadas.

Izabella elogiou a atuação dos diplomatas brasileiros, que conseguiram fechar um texto antes do início da cúpula de alto nível da conferência, que começa amanhã e vai até sexta. “É a primeira vez que vejo uma conferência terminar dentro dos prazos”, disse. “É mérito da diplomacia brasileira.”

Na sequência de alto nível, para a qual são esperados cerca de cem chefes de Estado, o documento, em tese ainda poderá ser modificado. Dentro dos protocolos diplomáticos, porém, é extremamente improvável que algum país reabra as discussões depois de já ter dado seu consenso ao rascunho “fechado” de hoje.

 

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Efe

Mais de 100 chefes de Estado e de governo participarão de quarta, 20, a sexta-feira, 22, da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), na qual será apresentado um texto pactuado de última hora pelas delegações e qualificado por alguns negociadores como pouco ambicioso.

Os líderes começaram a chegar nesta terça-feira ao Rio de Janeiro para se somar às reuniões oficiais da ONU e a alguns dos eventos paralelos que começaram desde semana passada com a participação de aproximadamente 50 mil pessoas.

Sede há 20 anos da Cúpula da Terra, o Rio de Janeiro decretou recesso escolar a partir desta quarta-feira para facilitar o trânsito das delegações em meio aos congestionamentos provocados pelas manifestações diárias das ONGs que participam da Cúpula dos Povos, principal evento paralelo à Rio+20.

A cúpula será inaugurada à tarde pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon e pela presidente Dilma Rousseff, que depois oferecerá uma recepção aos demais líderes participantes.

Alguns líderes têm agendas paralelas à cúpula, como o presidente da Bolívia, Evo Morales, que participará de um encontro com indígenas.

O presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, que discursará nesta quarta-feira na plenária da cúpula, viajará na quinta a São Paulo para se reunir com empresários, com o prefeito Gilberto Kassab e com o governador Geraldo Alckmin.

Há várias reuniões bilaterais programadas entre os líderes. Também está prevista uma pequena cúpula de presidentes e primeiras-ministras mulheres, na quinta-feira.

A visita do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, causou mais uma vez polêmica e motivou protestos de grupos defensores dos direitos humanos e da comunidade judaica, que pediram que ele não seja recebido na Rio+20.

Os líderes mundiais devem debater e aprovar o documento chamado “O Futuro Que Queremos”, que estabelece metas e objetivos para um novo modelo de desenvolvimento que garanta que o crescimento econômico seja acompanhado de redução da pobreza, inclusão social e proteção ao meio ambiente.

O texto-base para a cúpula só foi concluído na madrugada desta terça-feira pelos negociadores das 193 delegações que estão no Rio de Janeiro desde quarta-feira passada. Foi imediatamente criticado pelas ONGs, que o classificam como “tímido”.

O documento estipulado tem como base uma proposta apresentada pelos delegados do Brasil, que reduziu significativamente o número de parágrafos do original negociado inicialmente em Nova York, e eliminou as partes que geravam mais divergências.

O Brasil assumiu a coordenação das negociações no sábado depois que o comitê preparatório coordenado pela ONU fracassou em sua tentativa de alcançar um documento pactuado devido às divergências em diversas áreas e à negativa dos países desenvolvidos a concederem mais recursos para o desenvolvimento sustentável por causa da crise econômica.

“A Rio+20 se transformou em um fracasso épico. A conferência falhou em termos de igualdade, de ecologia e de economia”, afirmou Daniel Mittler, diretor de Políticas Públicas do Greenpeace.

Segundo negociadores brasileiros, os assuntos mais polêmicos foram superados com textos conciliadores sem muitas especificações.

As divergências em torno do plano de promover o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) ao nível de agência especializada da ONU foram resolvidas com um novo texto que simplesmente exclui a ideia – que daria mais autonomia e orçamento próprio à entidade.

O assunto que mais gerava divergências era o dos “meios de implementação”, ou seja, os recursos necessários para financiar os projetos de desenvolvimento sustentável e a transferência de tecnologia.

Após se descartar uma proposta dos países pobres para a criação de um fundo com US$ 30 bilhões anuais, o texto cita como fontes fundos de origens diversas.

“Esta cúpula poderia ter terminado antes de começar. Os líderes mundiais que chegam nesta noite devem começar de novo. Quase 1 bilhão de pessoas que passam fome merecem algo melhor”, criticou a ONG internacional Oxfam.

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